Siga estas dicas de conforto e segurança para melhorar o seu posto de trabalho!

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Já falámos de regras na operação de empilhadores e dos principais Equipamentos de Proteção Individual, mas há um domínio da Segurança no Trabalho comum a empresas industriais e de serviços: a ergonomia. A formação para implementar práticas de ergonomia reduz o risco de lesões, melhora a produtividade e promove o bem-estar dos colaboradores. Por isso, neste artigo, ficará a saber como melhorar a ergonomia do seu posto de trabalho, os principais riscos e algumas dicas para garantir conforto e segurança.

Riscos no trabalho de pé e sentado

Trabalha de pé ou sentado? Uma posição de trabalho de pé pode ser extenuante, já que exige esforço por parte dos músculos para manter essa posição por períodos de tempo prolongados.

Nesta posição, o coração esforça-se mais por bombear o sangue até às extremidades, pelo que o trabalho em linhas de montagem e armazenamento, bem como nos setores da metalomecânica ou restauração, pode provocar dores nas costas, inflamações nas pernas ou cansaço muscular.

Desengane-se, porém, se pensa que trabalhar sentado é melhor. O consumo de energia pode ser menor do que o trabalho de pé, mas trabalhar sentado também exige um elevado esforço por parte da coluna vertebral e do abdómen, que têm de suportar a maior parte do peso do corpo.

Além destas preocupações, há ainda alguns riscos ergonómicos aos quais empresas e trabalhadores devem estar atentos, nomeadamente:

    • Posturas Incorretas e Estáticas

Trabalhar por longos períodos em posições inadequadas, como manter o tronco curvado ou braços acima da linha dos ombros, pode causar fadiga muscular e lesões.

    • Movimentos Repetitivos

Repetir os mesmos movimentos ao longo do dia – sem pausas adequadas – aumenta o risco de distúrbios musculoesqueléticos, como as lesões por esforços repetitivos (LER).

    • Manipulação de Cargas

Levantar ou transportar cargas de forma inadequada ou em condições desfavoráveis pode provocar lesões lombares e outros problemas de saúde.

    • Fatores Ambientais

Ruído excessivo, vibrações, iluminação inadequada e temperaturas extremas afetam diretamente a saúde e a produtividade dos trabalhadores.

Principais dicas de conforto e segurança

1) Adote uma postura neutra e confortável

    • Em pé ou sentado, procure garantir que as articulações estão alinhadas e o corpo relaxado.
    • Ajuste a altura de mesas e cadeiras para evitar curvaturas excessivas da coluna.

2) Minimize o Esforço Muscular e a Repetitividade

Com recurso à IA ou sistemas de automação, as empresas devem automatizar tarefas repetitivas sempre que possível, de modo a reduzir a fadiga e evitar lesões. Pausas regulares ou alterações na posição de trabalho poderão também mitigar o risco de lesões por esforços repetidos.

 3) Melhore a Manipulação de Cargas

    • Assegure aos seus colaboradores formação adequada sobre segurança no trabalho, capacitando-os a manobrar objetos de forma correta e com os meios adequados.
    • Invista em equipamentos auxiliares, como plataformas elevatórias para movimentação de cargas pesadas.

 4) Otimize o Ambiente de Trabalho

    • Recorra ao equilíbrio entre luz natural e artificial para evitar cansaço ocular e acidentes.
    • Instale equipamentos que reduzam o impacto de ruídos e vibrações nas áreas de trabalho.
    • Mantenha uma ventilação adequada para evitar desconfortos térmicos e garantir o conforto dos colaboradores.

 5) Disponibilize Ferramentas e Mobiliário Ergonómicos

    • Utilize cadeiras ajustáveis, teclados inclinados e ferramentas que reduzam o esforço.
    • Organize o posto de trabalho para que os objetos de uso frequente estejam ao alcance sem necessidade de esticar ou curvar o corpo.

Procura formação em ergonomia no posto de trabalho?

Investir em formação de ergonomia no local de trabalho e segurança e conforto evita tanto a ocorrência de lesões como reduz o absentismo, promovendo a produtividade dos colaboradores e a eficiência nas suas tarefas.

Na Academia GROW apoiamos as empresas com formação em práticas seguras e otimização da ergonomia no posto de trabalho. Fale connosco para conhecer os nossos cursos e promover um ambiente de trabalho mais seguro e eficiente!

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Conheça os principais equipamentos de proteção individual!

Conheça os principais equipamentos de proteção individual!

A formação em Segurança e Saúde no Trabalho é um compromisso essencial para qualquer empresa comprometida com o bem-estar dos seus colaboradores, a produtividade e o sucesso no mercado. Nesse contexto, os equipamentos de segurança desempenham um papel crucial na prevenção de acidentes. Vamos conhecer os principais equipamentos de proteção individual (EPIs)?

Neste artigo damos a conhecer a importância dos EPIs, as obrigações das empresas e colaboradores e quais os principais equipamentos que garantem um ambiente de trabalho seguro e eficiente.

Porque é que os EPIs são essenciais à Segurança no Trabalho?

Os EPIs são todos os dispositivos ou equipamentos destinados à proteção individual dos colaboradores contra riscos ou doenças. Mais do que uma exigência legal, os EPIs são indispensáveis para reduzir acidentes, minimizar danos e promover um ambiente de trabalho mais seguro para todos.

É o Decreto-Lei 50/2005, de 25 de fevereiro, que estabelece as regras para a segurança dos trabalhadores, nomeadamente, na utilização de equipamentos. O uso dos EPIs é determinado por esta legislação, a qual exige que:

    • As empresas forneçam os EPIs gratuitamente aos trabalhadores, assegurando que estes estejam em conformidade com as normas técnicas aplicáveis;
    • Os colaboradores façam um uso correto dos EPIs, garantindo uma utilização dentro das regras e recomendações fornecidas em contexto de formação.

Assim, os EPIs são mesmo a última linha de defesa na eliminação de riscos, pelo que devem ser utilizados durante todo o tempo de exposição ao perigo.

Principais obrigações das empresas e dos trabalhadores

No âmbito da Segurança no Trabalho, as empresas devem garantir:

    • Fornecimento gratuito dos EPIs adequados a cada função;
    • Formação sobre o uso correto e a manutenção dos respetivos equipamentos de proteção individual;
    • Substituição imediata em caso de dano, extravio ou inconformidades;
    • Monitorização constante para confirmar a correta utilização dos equipamentos.

Já os colaboradores devem:

    • Utilizar os EPIs sempre que necessário e conforme as instruções e formação recebida;
    • Manter os equipamentos em bom estado, zelando pela sua conservação e higiene;
    • Comunicar problemas como danos ou perda dos EPIs;
    • Evitar alterações ou o uso de equipamentos que não tenham sido fornecidos pela empresa.

Quais os Equipamentos de Proteção Individual a usar?

Como referimos, diferentes atividades e tarefas exigem diferentes equipamentos, bem como a adequada formação à sua utilização. Não obstante, há alguns EPIs comuns que vamos conhecer de seguida:

Capacete de segurança

O capacete de segurança protege os trabalhadores contra impactos na cabeça durante a transição nas instalações da empresa. Por essa razão, trata-se de um EPI obrigatório na maioria das situações de trabalho em ambiente industrial.

Além da obrigatoriedade de utilização, o capacete de segurança deve possuir a seguinte informação:

    • Número da Norma Europeia que certifica a sua utilização;
    • Identificação do fabricante;
    • Ano de fabrico.

Proteção auricular

Armazéns ou fábricas são, habitualmente, instalações com elevado nível de ruído. Como tal, os operadores devem proteger-se com protetores tipo concha, auriculares ou capacetes com abafador de som de modo a prevenir danos auditivos.

Óculos de segurança

Os óculos de segurança são essenciais para proteger os olhos contra partículas, detritos ou líquidos químicos que possam causar lesões. São, portanto, indispensáveis em trabalhos como soldagem, corte ou manuseio de materiais perigosos.

Luvas de proteção

As luvas de proteção protegem as mãos contra lesões, abrasões, queimaduras ou mesmo perfurações. Estão disponíveis em diferentes materiais, como borracha, couro ou outros tecidos resistentes, e devem ser escolhidas de acordo com o tipo de risco envolvido.

Calçado de segurança

Os sapatos de segurança protegem contra quedas de objetos, perfurações ou quedas, oferecendo estabilidade em superfícies irregulares ou escorregadias.

 

Vantagens da formação em Segurança no Trabalho

A correta utilização dos diferentes EPIs implica que as empresas assegurem aos seus colaboradores a adequada formação. Se assim for, são vários os benefícios de um bom uso dos Equipamentos de Proteção Individual, designadamente:

    • Prevenção de acidentes, já que os EPIs reduzem riscos e garantem a integridade física dos colaboradores.
    • Aumento da produtividade, pois trabalhadores mais seguros sentem-se mais motivados e focados no desempenho das suas tarefas e no cumprimentos dos seus objetivos;
    • Cumprimento das obrigações legais;
    • Reforço da imagem, reputação e credibilidade da empresa, demonstrando o empenho no cumprimento das suas responsabilidades sociais perante os colaboradores.

 

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Na Academia GROW estamos prontos para ajudar a sua empresa a cumprir a legislação e a elevar os seus atuais padrões de segurança.

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Segurança no Trabalho: descubra as principais obrigações!

Segurança no Trabalho: descubra as principais obrigações!

A Formação Profissional em Segurança e Saúde no Trabalho (SST) é mais do que uma exigência legal. É um investimento estratégico na segurança, bem-estar e produtividade dos colaboradores, elementos essenciais para o sucesso das empresas. Por isso, descubra neste artigo as principais obrigações sobre Segurança e Saúde no Trabalho, bem como recomendações e vantagens para garantir um ambiente de trabalho seguro e produtivo

O que diz a lei sobre Segurança no Trabalho?

A Lei nº 102/2009 confere a todos os empregadores a responsabilidade de proporcionarem formação que assegure condições de trabalho seguras, incluindo áreas essenciais como:

      • Primeiros Socorros;
      • Combate a Incêndios;
      • Normas de evacuação.

Por outras palavras, as empresas devem adaptar os programas de formação ao posto de trabalho e ao nível de risco de cada atividade, garantindo que todos os colaboradores estão devidamente preparados para evitar acidentes e atuar em situações de emergência.

 

Porque é que a Segurança e Saúde no Trabalho é tão importante?

A Segurança no Trabalho abrange todas as ações preventivas que protegem os colaboradores contra acidentes, evitando ainda interrupções na operação que resultem em custos inesperados e danos para a imagem e reputação das empresas.

Não obstante, Portugal ainda é dos países da União Europeia com mais acidentes de maquinaria pesada, destacando-se a falta de formação adequada como um dos principais fatores de risco e, por conseguinte, uma das principais obrigações das empresas. Outros motivos incluem a falta de manutenção dos veículos e a falta de utilização de práticas de segurança.

 

Principais obrigações na operação de empilhadores

Sempre que a utilização de um equipamento de trabalho possa apresentar risco específico para a segurança ou a saúde dos trabalhadores, o empregador deve tomar as medidas necessárias para que a sua utilização seja reservada a operador especificamente habilitado para o efeito, considerando a correspondente atividade.

Decreto Lei 50/2005, de 25 de fevereiro

A operação de empilhadores e outros equipamentos de movimentação de cargas é das atividades que apresenta mais riscos. A diversidade de equipamentos (desde empilhadores a plataformas elevatórias) e utilizações obriga a que cada operador receba formação específica para cada tipologia de empilhador, a fim de adquirir as competências necessárias.

Por conseguinte, o Decreto-Lei 50/2005 estabelece mesmo que “os equipamentos de trabalho automotores só podem ser conduzidos por trabalhadores devidamente habilitados“. Afinal, falamos de uma das atividades que origina mais acidentes de trabalho, pois muitos dos acidentes em contexto de trabalho ocorrem com equipamentos de movimentação de cargas.

Entre as práticas mais perigosas, destacam-se:

      • Realizar viragens sem reduzir a velocidade;
      • Travar bruscamente;
      • Descer as rampas de frente com o empilhador carregado;
      • Subir ou descer a carga enquanto se está a transportar;
      • Descer do empilhador sem parar o motor;
      • Circular com o empilhador junto a pessoas;
      • Utilizar a marcha-atrás como travão;
      • Não utilizar o cinto de segurança.

Atendendo a estes e outros riscos, a operação de empilhadores implica obrigações que envolvem tanto as empresas como os colaboradores. Desde logo, é essencial garantir que apenas operadores certificados operam os equipamentos, bem como uma verificação diária das suas condições, tanto aos hidráulicos como aos travões e demais sistemas. Estes e outros cuidados são o cerne da formação que as empresas deverão também assegurar à sua força de trabalho.

 

Vantagens da formação em Segurança no Trabalho

Embora a formação seja obrigatório, o cumprimento das obrigações de Segurança e Saúde no Trabalho resulta em vários benefícios para o sucesso das empresas:

      • Redução de acidentes e custos associados: Uma força de trabalho capacitada e experiente diminui o risco de incidentes e interrupções no trabalho.
      • Aumento da produtividade: Colaboradores seguros e bem preparados tendem a ser mais produtivos, já que se sentem motivados a dar o melhor de si para cumprir os objetivos com todas as condições de segurança.
      • Melhora a reputação: Num contexto em que a responsabilidade social das empresas está no centro das atenções, a formação em SST incrementa a reputação da empresa perante parceiros e stakeholders.

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Na Academia GROW estamos prontos para ajudar a sua empresa a cumprir as principais obrigações sobre Segurança no Trabalho e a diferenciar-se da concorrência.

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As 6 perguntas mais comuns sobre Formação Profissional Certificada

As 6 perguntas mais comuns sobre Formação Profissional Certificada

Há muito que a formação profissional é encarada pelas empresas como uma oportunidade para desenvolver competências e aumentar a competitividade. Para o nosso formador de Primeiros Socorros, por exemplo, “conhecimento para intervir é conhecimento para prevenir”. Mas há questões que as empresas nos colocam frequentemente e que, hoje, vão ser respondidas. Estas são as 6 perguntas mais comuns sobre Formação Profissional Certificada.

1. A formação profissional é obrigatória? Sim!

Sim, é verdade! Em Portugal, todas as empresas são legalmente obrigadas a reforçar as qualificações dos seus colaboradores. Segundo o artigo 131º do Código do Trabalho, isso significa:

      • Promover o desenvolvimento e a adequação da qualificação do trabalhador;
      • Assegurar a cada trabalhador o direito individual à formação, através de um número mínimo anual de horas de formação;
      • Organizar a formação na empresa, estruturando planos de formação anuais ou plurianuais;
      • Reconhecer e valorizar a qualificação adquirida pelo trabalhador.

A formação é essencial para manter as equipas preparadas e garantir a eficiência e produtividade das empresas, já que se traduz em mais conhecimento e competências.

2. Quais são os direitos e deveres dos colaboradores?

Conforme revelámos neste artigo sobre o Código do Trabalho, os colaboradores têm direito a um mínimo de 40 horas de formação por ano, não sendo possível recusar participar nas formações propostas pela empresa… E porque o faria? Afinal, são uma oportunidade para evoluir e valorizar o seu trabalho. Além disso, também os colaboradores contratados a termo durante 3 ou mais meses, têm direito a um número de horas proporcional à duração do contrato nesse ano.

3. E quais são os direitos e deveres dos empregadores?

As empresas têm um papel fundamental: devem assegurar que pelo menos 10% dos colaboradores recebem formação profissional certificada todos os anos. Promover a qualificação, organizar planos formativos e reconhecer e valorizar as competências adquiridas também fazem parte da lista de deveres.

4. E se o trabalhador não obtiver as 40 horas de formação anuais?

Segundo o estipulado no Código do Trabalho, quando o empregador não assegura a formação profissional obrigatória, até ao termo dos dois anos posteriores ao vencimento, esta transforma-se em crédito de horas em igual número para formação por iniciativa do colaborador. Caso a empresa não cumpra este dever, pode estar sujeita a coimas pela Autoridade para as Condições do Trabalho, a serem aferidas de acordo com o Volume de Negócios da Empresa.

 

5. Quem pode dar formação profissional?

A formação pode ser conduzida pela própria empresa, recorrendo a formadores internos, desde que habilitados para tal. Não obstante, de modo a garantir a certificação da formação e o devido apoio técnico-pedagógico, recomendamos recorrer a entidades formadoras certificadas, como a Academia GROW da Estrategor, que oferece formação de qualidade e adaptada às necessidades das empresas e colaboradores.

6. Como escolher a entidade formadora para a sua empresa?

As entidades formadoras certificadas possuem o conhecimento e experiência necessários para elaborar programas formativos alinhados com as necessidades específicas do setor e da organização. Além disso, por serem certificadas pela DGERT, estas organizações seguem as diretrizes e regras que fazem com que todo o processo formativo decorra com qualidade, assegurando um retorno positivo sobre o investimento em formação.

Assim, ao escolher a sua entidade formadora, escolha uma empresa de formação que cumpra estes pressupostos, com uma abordagem focada nos objetivos da sua empresa. Pode encontrar aqui as 5 principais razões para recorrer a uma entidade formadora certificada.

Invista na formação dos seus colaboradores!

Investir em Formação Profissional Certificada é um trunfo para o crescimento das empresas e há, inclusive, soluções para financiar o plano de formação dos seus colaboradores, que pode conhecer aqui.

Agora que já conhece as respostas às perguntas mais comuns sobre formação, fale connosco para descobrir como é que a Formação Profissional Certificada pode fazer a diferença!

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Sabia que Portugal é dos países da UE com mais acidentes de trabalho? Formação é prevenir!

Sabia que Portugal é dos países da UE com mais acidentes de trabalho? Formação é prevenir!

Não só Portugal é dos países da UE com mais acidentes de trabalho, como os dados do EUROSTAT mostram que, em 2021, estávamos entre os três países com mais acidentes de trabalho não fatais, com uma taxa de 2.36 acidentes por 100 mil habitantes. Já no ranking dos acidentes de trabalho fatais, Portugal ocupava o 12º lugar. A boa notícia, porém, é que a Formação pode prevenir a ocorrência de acidentes no trabalho.

 

Acidentes de Trabalho em Portugal

A segurança no trabalho e a prevenção de acidentes é um tema cada vez mais importante entre as empresas. Sobretudo porque o número de acidentes é preocupante. Entre 2020 e 2024, a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) realizou mais de 2.742 inquéritos a acidentes de trabalho graves, com os seguintes resultados:

Tipo de acidente​​​ ​2020 2021 2022 2023​​ ​Total Geral​
​Nas instalações ​448​ ​632 638​ ​498 ​​2.342
De viagem, transporte ​ou​ circulação​ ​15 19 24 22 81
In Itinere​ 4 2 2 7 15
Total​​ 467 653 664​ 527​ 2.438

Embora se tenha registado uma ligeira redução entre 2022 e 2023, o número de acidentes manteve-se elevado, especialmente no setor das Indústrias Transformadoras e Extrativas, que registaram no global 739 acidente ao longo de 4 anos.

Por distrito, os dados da ACT revelam que Lisboa foi a geografia mais afetada (489 acidentes), seguindo-se Porto (530 acidentes), Braga (213) e Santarém (179).

Não pense, porém, que esta é uma realidade que afeta apenas as Grandes Empresas. Analisando a dimensão das empresas afetadas por acidentes graves entre 2020 e 2024, a ACT detetou 512 acidentes entre as Pequenas Empresas e 394 acidentes nas Micro. As Médias Empresas registaram 360 acidentes e as grandes 247.

 

Acidentes de Trabalho na UE

Os rankings da União Europeia não apresentam cenários mais animadores. Em 2021, foram registados 2,88 milhões de acidentes de trabalho não mortais, de acordo com o Eurostat, com Portugal a ocupar a terceira posição (2.368 acidentes). Estes acidentes, de resto, foram graves o suficiente para resultar em pelo menos quatro dias de afastamento do trabalho, com impacto para a produtividade das empresas.

Entre os setores mais afetados, destacam-se a construção, transportes e armazenamento, bem como a indústria transformadora.

 

Formação é a chave para prevenir acidentes

As empresas que investem em formação dedicada à segurança no trabalho têm mais capacidade para evitar acidentes, o que se traduz, é claro, num ambiente de trabalho mais eficiente, produtivo e positivo para todos. Como vê, mais do que cumprir a lei, trata-se de proteger a sua equipa e, consequentemente, o seu negócio.

Ora, que empresário é que não quer uma equipa motivada, num ambiente de trabalho seguro? Formação para prevenir acidentes significa que os seus colaboradores sabem agir com segurança e como atuar em situações de risco. E é aqui que a Academia Grow pode ajudar!

Temos uma ampla gama de formações na área da Segurança e Saúde no Trabalho, com cursos desenhados para garantir a proteção dos seus colaboradores e o cumprimento de todas as normas legais, nomeadamente:

Quer prevenir acidentes de trabalho investindo em Formação Profissional Certificada? Fale já connosco para reduzir o risco de acidentes de trabalho com conhecimento e competência técnica!

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