O prazo para o resgate do FCT vai acabar!

O prazo para o resgate do FCT vai acabar!

Com o fim das contribuições para o Fundo de Compensação do Trabalho (FCT), as empresas portuguesas passaram a poder recuperar 100% do valor que descontaram entre 2013 e 2023. Esta verba pode ser utilizada para financiar benefícios diretos para os trabalhadores, incluindo formação profissional totalmente suportada pelo saldo existente no FCT.

São cerca de 600 milhões de euros disponíveis para devolver às empresas e grande parte tem sido mobilizada para financiar formação certificada.

Ou seja, o resgate do FCT é – para empresários e diretores de recursos humanos – uma oportunidade de reforçar competências internas sem quaisquer custos adicionais.

Neste guia, explicamos como funciona o resgate do FCT, como fazer o pedido, quais são as finalidades permitidas e por que razão a formação é a aplicação mais vantajosa para a maioria das organizações.

O que é o resgate do FCT e porque é que agora pode recuperar esse valor?

O FCT foi criado em 2013, durante o período de assistência financeira da Troika, com o objetivo de acumular um montante que ajudasse a suportar indemnizações por cessação de contratos de trabalho. Para isso, as empresas contribuíam mensalmente com uma percentagem do salário base dos trabalhadores.

Em maio de 2023, estas contribuições foram suspensas e o Fundo de Compensação do Trabalho tinha acumulado até então um volume significativo de saldos por utilizar. Assim, acordou-se que as empresas poderiam resgatar integralmente o montante acumulado, desde que o aplicassem em finalidades específicas para os trabalhadores.

Há três soluções para resgatar a verba do FCT, mas a mais simples e estratégica de todas é a conversão em formação profissional.

Há 3 formas de resgatar o saldo do FCT

O valor acumulado pode ser mobilizado para três finalidades:

1) Formação profissional para os trabalhadores

É a opção mais simples, rápida e vantajosa para qualquer empresa, pois permite utilizar a verba acumulada desde 2013 para executar planos de formação à medida, financiar formações obrigatórias e cumprir as 40 horas de formação anual.

De resto, tem sido a opção preferida pelas empresas, que até agora têm mobilizado o saldo principalmente para este fim. E é fácil perceber porquê:

  • Não exige infraestruturas, acordos coletivos nem investimentos físicos;

  • Tem impacto imediato na produtividade;

  • Permite transformar um valor parado num ativo de desenvolvimento interno.

2) Apoio a custos e investimentos com habitação de trabalhadores

A empresa pode aplicar o saldo do FCT para apoiar despesas ou projetos habitacionais destinados aos colaboradores.

3) Apoio a creches, refeitórios e outros equipamentos sociais

Se houver intenção de criar ou melhorar infraestruturas sociais internas, é possível mobilizar o saldo para esse fim, desde que haja acordo com estruturas representativas dos trabalhadores.

Estas finalidades podem ser utilizadas individualmente ou combinadas.

Como fazer o pedido de mobilização do FCT?

O processo é inteiramente online e bastante simples.

Para começar, deve aceder ao portal oficial e iniciar o pedido de resgate, aqui: www.fundoscompensacao.pt

O pedido inclui:

  • indicação do valor a mobilizar e respetiva finalidade;

  • lista dos trabalhadores beneficiários;

  • declaração de compromisso de honra confirmando que estes foram auscultados e que não houve oposição;

  • (apenas para equipamentos sociais) cópia do acordo com estruturas representativas dos trabalhadores.

Quantas vezes posso mobilizar o saldo?

Depois de consultar no portal o saldo disponível, a recuperação depende do valor em causa:

  • Até 400 mil euros: 2 mobilizações

  • Acima de 400 mil euros: 4 mobilizações

No entanto, o montante total também pode ser mobilizado de uma só vez.

Já a transferência do valor ocorre sempre no dia 8 do mês seguinte ao pedido.

Até quando pode a sua empresa recuperar o saldo do FCT?

O prazo limite é 31 de dezembro de 2026. Depois dessa data, todos os valores não mobilizados serão transferidos para o Fundo de Garantia do FCT, deixando de poder ser utilizados pelas empresas.

Ou seja, se a sua empresa não pedir o saldo até 2026, perde o direito ao dinheiro que tem disponível.

Por isso, não perca a oportunidade de fazer o resgate do FCT e começar já a financiar a formação dos seus colaboradores.

Uma vez que pode investir tanto em formação obrigatória como em cursos à medida, estará, literalmente, a transformar dinheiro parado em desenvolvimento real. E sem custos adicionais para a empresa! Há lá melhor?

As empresas podem converter as contribuições para o FCT em Formação Profissional, mesmo em áreas obrigatórias, como a Segurança no Trabalho, Primeiros Socorros, ou outros domínios especializados.

Faça o resgate do FCT com a Academia Grow!

A Academia Grow da Estrategor, apoia a sua empresa em todas as fases:

  • avaliação das necessidades de formação;

  • cálculo e gestão do valor disponível no FCT;

  • preparação do pedido online;

  • criação de um plano de formação alinhado com o montante a resgatar;

  • implementação das formações;

  • relatório final para efeitos de conformidade.

Desenhamos programas adaptados às funções, equipas e objetivos da empresa, permitindo aproveitar 100% da verba do FCT antes do fim do prazo.

Recuperar 100% do saldo do FCT com Formação está apenas a um clique de distância

Fale já connosco e saiba como transformar o seu Fundo de Compensação do Trabalho em Formação de excelência para a sua equipa!

Fale connosco para recuperar o saldo do FCT com Formação!

Regulamento Geral de Proteção de Dados Pessoais

Formação em Finanças? Não é um quebra-cabeças!

Formação em Finanças? Não é um quebra-cabeças!

A formação em Finanças para Não Financeiros tornou-se uma das competências mais valorizadas nas empresas modernas. Num contexto em que dados, indicadores e análises financeiras orientam cada vez mais a tomada de decisão, compreender os fundamentos das finanças deixou de ser exclusivo de contabilistas ou gestores.

Olhe à sua volta. Verá que muitos profissionais — sejam gestores de equipa, responsáveis de área, técnicos especializados ou empreendedores — sabe interpretar números, avaliar riscos e perceber o impacto das suas decisões no desempenho global da organização.

Para as empresas, investir neste tipo de formação é uma forma eficaz de fortalecer capacidades internas, reforçar a autonomia das equipas e elevar o nível de decisão em todos os departamentos.

As finanças não são só para “financeiros”…

Numa empresa, cada decisão tem impacto financeiro, mesmo as que parecem apenas operacionais, comerciais ou tecnológicas.

Decidir comprar um equipamento, ajustar preços, reorganizar processos, contratar colaboradores ou lançar um novo produto implica analisar custos e benefícios, bem como avaliar riscos, compreender margens e antecipar o impacto nos recursos disponíveis.

Sem conhecimento financeiro de base, estas decisões podem tornar-se intuitivas ou incompletas.

Com formação em finanças, porém, transformam-se em decisões fundamentadas e alinhadas com os objetivos estratégicos.

Isto é especialmente relevante para:

  • gestores que precisam de interpretar relatórios e indicadores;

  • equipas comerciais que querem melhorar margens;

  • departamentos operacionais que gerem custos;

  • responsáveis de projeto que necessitam de preparar investimentos;

  • empreendedores que ambicionam escalar o negócio.

Formação: compreender o presente para decidir o futuro

A análise financeira é uma das competências-chave do mundo empresarial, pois permite:

  • Interpretar resultados,

  • Identificar tendências,

  • Avaliar a rentabilidade de produtos, serviços ou setores,

  • Perceber a estrutura de custos,
  • Antecipar necessidades de financiamento,

  • E medir riscos.

É aqui que se decide o futuro da empresa. E é aqui que a formação para não financeiros faz toda a diferença.

Afinal, o valor de qualquer negócio depende dos ganhos que consegue gerar e dos riscos que é capaz de controlar.

Com domínio dos conceitos essenciais, torna-se mais fácil saber como obter o capital necessário, como preservá-lo e, principalmente, como rentabilizá-lo.

Estas competências não servem apenas aos departamentos financeiros, mas toda a organização.

E se a sua função não for financeira?

A literacia financeira tornou-se transversal, não só a vários departamentos de uma empresa, mas ao nosso dia-a-dia.

A Comissão Europeia e a OCDE reforçaram esse ponto em 2022 ao publicarem o Referencial de Literacia Financeira para Adultos, sublinhando que os trabalhadores precisam de competências financeiras básicas para tomar decisões mais informadas, tanto no trabalho como na vida pessoal.

Esta necessidade é ainda mais evidente num período de inflação elevada e perda de poder de compra, em que compreender as bases de como gerir um orçamento, planear despesas, organizar uma poupança e avaliar custos e benefícios é vital para a estabilidade financeira empresarial, individual e familiar.

Assim, a formação financeira tem um impacto duplo: melhora o desempenho dentro da empresa e contribui para maior autonomia e resiliência financeira fora dela.

Precisa de formação em finanças para não financeiros? A Academia Grow pode ajudar!

A Academia Grow desenvolveu uma formação prática, acessível e orientada para profissionais que não têm formação financeira, mas que precisam de dominar os conceitos essenciais para melhorar desempenho e apoiar decisões.

É um curso disponível a empresas que pretendem inscrever colaboradores ou equipas completas, adaptada à experiência e caraterísticas de cada organização.

Fale connosco para desenhar um Plano de Formação à medida!

5 cursos para fechar o ano e cumprir as 40 horas de formação

5 cursos para fechar o ano e cumprir as 40 horas de formação

Cumprir as 40 horas de formação é um desafio comum a muitas empresas à medida que entramos no último trimestre do ano. Esta obrigação legal está definida no Código do Trabalho (art.º 131, Lei n.º 7/2009) e já falámos dela aqui, contudo, há outra que muitas empresas desconhecem: pelo menos 10% dos trabalhadores devem concluir formação certificada todos os anos.

Mas, mais do que um dever, a formação contínua, quando bem escolhida, é uma oportunidade estratégica para acelerar resultados, reforçar competências, melhorar processos e preparar a empresa para novos desafios.

Por isso, neste artigo, recomendamos-lhe 5 cursos para fechar o ano e garantir o cumprimento das 40 horas de formação. Tratam-se de formações práticas, certificadas e adaptáveis à realidade das empresas

Formação certificada para cumprir as 40 horas de formação

  1. Condução de Reuniões: transformar encontros em decisões e resultados

Num contexto em que muitas horas se perdem em reuniões improdutivas, este curso ajuda equipas e líderes a criar reuniões de trabalho eficazes, orientados para decisões e ações concretas.

 O que vai aprender?

    • Planear reuniões com foco e propósito.
    • Comunicar com assertividade e lidar com diferentes perfis.
    • Utilizar feedback e feedforward de forma construtiva.
    • Conduzir debriefings que promovem melhoria contínua.

Ideal para: gestores, líderes, empreendedores e equipas de projeto.

Uma reunião eficaz reduz desperdício de tempo, clarifica responsabilidades e aumenta a produtividade transversal. Saiba mais aqui!

 

  1. Gestão de Equipas: liderar pessoas com foco em resultados

Cumprir as 40 horas de formação obrigatória e reforçar o espírito de equipa? Sim, com este curso é possível.

Nesta formação desenvolvem-se competências essenciais para quem lidera pessoas, tais como:

    • Organização do trabalho da equipa.
    • Comunicação eficaz e adaptada.
    • Técnicas de motivação e dinamização.
    • Gestão de conflitos e mediação.
    • Liderança orientada para a mudança.
    • Trabalho colaborativo focado em resultados.

 Ideal para: líderes de equipas, coordenadores, chefias intermédias.

 Uma equipa alinhada aumenta o desempenho, reduz falhas e reforça o clima organizacional.

Saiba mais sobre este curso aqui.

 

  1. Equipamentos de Proteção Individual (EPI): segurança, conformidade e prevenção

A segurança no trabalho continua a ser uma obrigação legal e uma prioridade estratégica. Este curso desenvolve competências fundamentais para proteger pessoas e reduzir riscos, dotando os seus colaboradores de conhecimento prático sobre:

    • Enquadramento legal dos EPI em Portugal.
    • Tipos de EPI e respetivas aplicações.
    • Direitos e deveres do empregador e trabalhador.
    • Utilização correta dos equipamentos.
    • Manutenção e inspeção.

 Ideal para: todos os colaboradores, especialmente áreas operacionais.

 Quer reduzir o risco de acidentes e o absentismo, reforçando a cultura de segurança da sua equipa? Esta é a formação de que precisa!

 Saiba mais aqui!

 

  1. Primeiros Socorros: capacidade de resposta que salva vidas

Uma organização preparada para emergências demonstra maturidade operacional e responsabilidade social, especialmente se estiver dotada destas competências:

    • Procedimentos de suporte básico de vida.
    • Intervenção perante engasgamento, hemorragias, queimaduras e choque.
    • Posição lateral de segurança.
    • Reconhecimento de sinais de paragem cardiorrespiratória.
    • Organização da emergência dentro da empresa.

Ideal para: todos os colaboradores, particularmente membros das equipas de emergência.

Com esta formação, pode cumprir as 40 horas de formação e garantir uma resposta rápida e correta para ajudar a salvar vidas.

Saiba mais aqui.

 

  1. Atendimento de Excelência: experiências que fidelizam clientes

Num mercado competitivo, o atendimento de excelência é um dos maiores diferenciadores da qualidade do serviço prestado.

 O que torna este curso transformador?

    • Técnicas de comunicação orientadas para a satisfação do cliente.
    • Escuta ativa, empatia e rapport.
    • Gestão de reclamações com profissionalismo.
    • Estratégias para clientes difíceis.
    • Construção de relações de confiança.

 Ideal para: equipas comerciais, apoio ao cliente, operações e recepção.

 Aproveite o cumprimento das 40 horas de formação para melhorar a experiência do cliente, reforçar a reputação da sua empresa e aumentar o potencial de vendas.

 Saiba mais aqui!

40 horas de formação obrigatória para preparar o futuro

A par de multas por incumprimento e a perda de credibilidade perante os colaboradores, falhar a oportunidade das 40 horas de formação obrigatória é não preparar a empresa para um futuro mais competitivo, eficiente e resiliente.

Até porque a formação é um investimento de elevado retorno, especialmente quando estruturada com foco nas necessidades concretas das empresas e das suas equipas.

 

Dê o próximo passo: garanta já as formações da sua equipa

A Academia Grow disponibiliza soluções flexíveis, certificadas e alinhadas com o Código do Trabalho, permitindo fechar o ano em conformidade sem comprometer a qualidade da aprendizagem.

Podemos ajudar a sua empresa a:

    • Diagnosticar necessidades de formação.
    • Definir planos ajustados à dimensão e setor da empresa.
    • Organizar sessões rápidas e eficazes até ao final do ano.
    • Registar e certificar todas as horas cumpridas.

Se quer evitar correrias de última hora, proteger a sua organização e reforçar as competências das suas equipas, este é o momento de agir.

Não deixe para dezembro o que pode garantir agora. Vamos preparar juntos as suas formações?

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Como diagnosticar necessidades de formação: o seu guia completo

Como diagnosticar necessidades de formação: o seu guia completo

Diagnosticar necessidades de formação é um processo determinante para garantir que o investimento em desenvolvimento de competências gere resultados reais.

Afinal, sem um levantamento rigoroso, é impossível construir um plano de formação eficaz, alinhado com a estratégia das empresas e capaz de melhorar a performance das equipas. Por isso, neste guia, vamos revelar-lhe:

Porquê diagnosticar necessidades de formação?

O diagnóstico de necessidades de formação permite identificar lacunas nas competências internas, alinhar objetivos de negócio com o desenvolvimento das equipas e antecipar desafios futuros. Para decisores e profissionais de recursos humanos, este processo garante que a formação deixa de ser uma atividade pontual e passa a constituir uma ferramenta estratégica com impacto direto na produtividade e na competitividade.

Assim, ao diagnosticar as necessidades de formação é possível:

  • Reduzir desperdício financeiro, investindo apenas em formação com impacto directo no desempenho;

  • Alinhar competências com a estratégia, garantindo que as equipas têm capacidade para executar o plano operacional da empresa;

  • Responder a mudanças no mercado, preparando colaboradores para novos processos, tecnologias e exigências setoriais;

  • Melhorar indicadores de performance, como qualidade, eficiência, autonomia e satisfação dos colaboradores.

Guia completo para diagnosticar necessidades de formação na sua empresa

 

  1. Análise organizacional: o ponto de partida

Qualquer diagnóstico de necessidades de formação eficaz começa com uma leitura clara do contexto organizacional. Isto implica compreender tanto a estratégia e objetivos anuais da empresa, como os indicadores críticos de desempenho, as funções-chave nas equipas e os projetos em curso que possam exigir novas competências.

Nesta fase, a equipa de RH atua como parceiro estratégico, traduzindo necessidades de negócio em requisitos de competências.

  1. Levantamento de competências: como identificar gaps e prioridades

Definido o contexto, segue-se recolha sistemática de informação. Existem várias metodologias, que podem ser combinadas para gerar um diagnóstico robusto:

    • Entrevistas individuais e entrevistas com líderes: Permitem recolher perceções detalhadas sobre dificuldades, expectativas, oportunidades e blocos de desempenho.
      Essenciais para captar insights qualitativos.
    • Questionários e inquéritos: Úteis para chegar rapidamente a toda a organização, identificar padrões e medir perceções.
      São especialmente eficazes quando utilizados com escalas comportamentais e listas de competências específicas.
    • Observação direta no posto de trabalho: Ajuda a validar o que é reportado em entrevistas e questionários, permitindo perceber métodos de trabalho, erros repetidos, desperdícios e competências comportamentais demonstradas.
    • Avaliação de desempenho: Quando bem implementada, fornece dados sobre metas atingidas, comportamentos demonstrados e áreas críticas a melhorar.
    • Testes de competências: Podem incluir testes técnicos, exercícios práticos, simulações ou avaliações comportamentais (ex.: DISC, MBTI, etc.).
    • Análise documental: Revisão de manuais, procedimentos, indicadores de qualidade, não conformidades, auditorias e requisitos normativos — especialmente importante em setores industriais e regulados.
  1. Construir a Matriz de Competências

Uma boa prática reconhecida internacionalmente consiste na criação de uma Matriz de Competências, que permite:

    • Mapear competências técnicas e comportamentais por função;

    • Avaliar o nível atual vs. nível desejado;

    • Identificar lacunas prioritárias;

    • Justificar investimentos com base em evidência.

Esta matriz funciona como um “raio-X” da organização e torna decisões de formação muito mais objetivas.

  1. Definir prioridades: do diagnóstico ao plano formativo

Feito o diagnóstico de necessidades de formação, é necessário hierarquizá-las tendo em conta critérios como impacto no desempenho e produtividade, urgência, número de colaboradores afetados e metas da empresa.

Esta será a base de um Plano de Formação realista, mensurável e alinhado, o qual deve responder a questões essenciais:

    • Quais são as competências a desenvolver?

    • Que objetivos específicos queremos atingir?

    • Quem são os destinatários?

    • Qual é o melhor formato de formação? (presencial, e-learning, blended, on-the-job)

    • Quanto tempo e que investimento são necessários?

    • Como será feita a avaliação?

Lembre-se que o plano deve incluir ações calendarizadas, metodologias pedagógicas, conteúdos, modelos de avaliação e indicadores de sucesso, como já falámos aqui.

  1. Avaliar o impacto: medir resultados para melhorar continuamente

A formação só gera valor quando o seu impacto é avaliado. Um dos modelos mais utilizados é o de Kirkpatrick, que mede:

    • Reação: satisfação dos formandos e relevância percebida;
    • Aprendizagem: conhecimentos e competências adquiridos;
    • Comportamento: aplicação no posto de trabalho;
    • Resultados: impacto na produtividade, qualidade, vendas, segurança, etc.

 

Diagnosticamos as necessidades de formação da sua empresa

A Academia Grow desenvolveu uma solução completa, que acompanha a empresa em todas as fases do processo:

    • Diagnóstico de necessidades, com metodologias rigorosas e ferramentas próprias;

    • Construção de Matriz de Competências;

    • Elaboração do Plano de Formação alinhado com objetivos estratégicos;

    • Implementação das ações formativas com formadores certificados;

    • Avaliação do impacto e relatório de resultados.

O resultado é simples: menos esforço para a empresa, mais eficácia na formação e decisões baseadas em dados.

Contacte a equipa da Academia Grow para receber uma proposta adaptada aos desafios e objetivos da sua empresa.

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Como acelerar a Gestão de Conflitos com formação?

Como acelerar a Gestão de Conflitos com formação?

Os conflitos fazem parte do dia a dia, seja em ambientes pessoais, profissionais ou sociais. Muitas vezes, associamos a palavra conflito a algo negativo, que gera tensão e deve ser evitado. No entanto, uma boa gestão de conflitos pode ser um motor de mudança, inovação e crescimento.

Na Academia Grow, acreditamos que desenvolver competências em Gestão de Conflitos é essencial para quem quer comunicar melhor, fortalecer relações e liderar equipas de forma mais eficaz. É precisamente isso que trabalhamos na nossa formação Gestão de Conflitos – UFCD 1531, financiada pelo programa Pessoas 2030.

O que é, afinal, um conflito?

Antes de mais, para uma boa gestão de conflitos é importante distinguir entre:

    • Desacordo
      É mensurável e objetivo, pois consiste numa diferença clara entre o que se deseja e o que existe na realidade. Situa-se no plano racional, permitindo que as partes envolvidas discutam argumentos de forma lógica, imparcial e baseada em factos.
    • Conflito
      O conflito é mais profundo e não é mensurável de forma objetiva. Surgem, muitas vezes, de uma acumulação de desacordos mal resolvidos, passando para o plano emocional e relacional.

Por isso, mais do que a diferença de opinião ou factos, um conflito é uma divergência de identidades, valores e sentimentos. Na prática, pode surgir quando duas ou mais partes têm necessidades, objetivos ou interesses incompatíveis, exigindo competências emocionais e relacionais para restaurar confiança e criar um entendimento que vá além da simples resolução do problema imediato.

Quais são as causas de um conflito no trabalho?

Os conflitos podem ter várias origens, entre elas:

    • Falta de comunicação;
    • Diferenças de personalidade;
    • Competição por recursos;
    • Metas divergentes;
    • Stress e pressão;
    • Choques culturais;
    • Diferentes perceções sobre uma mesma situação.

Quais são os tipos de conflito?

Depois de compreendermos a diferença entre desacordo e conflito, importa perceber que os conflitos podem assumir diferentes formas:

    • Conflitos intrapessoais, que acontecem dentro de cada indivíduo, muitas vezes ligados a dilemas internos, escolhas difíceis ou contradições entre valores e sentimentos;
    • Conflitos interpessoais, que surgem entre duas ou mais pessoas, geralmente alimentados por mal-entendidos, diferenças de personalidade ou interesses divergentes;
    • E conflitos organizacionais, mais comuns em ambientes de trabalho, que podem surgir entre colegas, equipas ou departamentos.

Estes últimos subdividem-se em três categorias:

    • Conflitos de relação, que resultam de tensões pessoais e estilos de comunicação diferentes;
    • Conflitos de tarefa, que aparecem quando há falta de clareza nos objetivos ou prioridades contraditórias;
    • E os conflitos de processo, que dizem respeito à forma como o trabalho deve ser realizado, envolvendo métodos, recursos ou estilos de execução distintos.

 

Como tornar um conflito numa oportunidade?

Posto isto, é claro que resolver um conflito tem impactos diretos na produtividade de uma organização, tanto para o bom como para o mau.

    • Impactos positivos: a resolução de um conflito estimula a criatividade, fortalece equipas, impulsiona melhorias e pode acelerar a resolução de problemas.
    • Impactos negativos: geram stress, reduzem produtividade, criam climas de incerteza e desgaste emocional.

A diferença está, por isso, em como gerimos um conflito no ambiente de trabalho. Felizmente, temos formação modular certificada (gratuita) para apoiar todos os profissionais no ativo e desempregados.

     

    Formação gratuita em Gestão de Conflitos (UFCD 1531)

    A Gestão de Conflitos não é apenas uma ferramenta para líderes, é uma competência essencial para qualquer profissional que queira comunicar melhor, trabalhar em equipa e crescer pessoalmente.

    Na Academia Grow, disponibilizamos gratuitamente a formação Gestão de Conflitos – UFCD 1531, integrada no programa Pessoas 2030:

    • Formação gratuita, modular e certificada.
    • Destinada a ativos empregados e desempregados, residentes nas regiões do Norte, Centro e Alentejo.
    • Focada no desenvolvimento de competências práticas, com aplicação imediata no contexto profissional e pessoal.

    Inscreva-se já aqui e dê o próximo passo para transformar os conflitos em aliados do seu crescimento pessoal e profissional!

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    Saiba como investir o saldo do Fundo de Compensação do Trabalho em Formação Profissional!

    Saiba como investir o saldo do Fundo de Compensação do Trabalho em Formação Profissional!

    Se a sua empresa descontou verbas para o Fundo de Compensação do Trabalho (FCT), desde o início do ano que é possível recuperar esse montante. E, na verdade, bastam 4 passos para fazê-lo e investir o saldo do Fundo de Compensação do Trabalho em Formação Profissional para os seus colaboradores. Esta é, por isso, uma oportunidade única para apostar na qualificação sem incorrer em custos adicionais. Quer saber como?

    O Fundo de Compensação do Trabalho foi criado para assegurar o pagamento de compensações em caso de despedimento. No entanto, as verbas descontadas estão a ser devolvidos às empresas através de medidas de apoio aos trabalhadores. Uma dessas medidas passa pela conversão do saldo do Fundo de Compensação em Formação Profissional Certificada.

    Ou seja, as empresas podem investir em novas competências para as suas equipas ou, inclusive, apostar na renovação de conhecimentos em áreas de formação obrigatórias que, normalmente, não são apoiadas pelos fundos comunitários do Portugal 2030. E, tudo isto, sem a necessidade de incorrer em novos investimentos.

     

    Como investir em Formação com o saldo do FCT?

    As empresas podem recuperar o saldo a que têm direito efetuando um pedido online, no qual devem indicar:

        • O valor e as finalidades do pedido;
        • Identificar os trabalhadores beneficiários;
        • Entregar a declaração, sob compromisso de honra, comprovando o direito de auscultação e a não existência de oposição fundamentada por parte dos trabalhadores.

    Além disso, o saldo do Fundo de Compensação do Trabalho pode ser mobilizado:

        • Em duas vezes, caso o valor disponível seja inferior a €400.000;
        • Ou até 4 vezes, se o valor for superior.

     

    4 passos para resgatar o saldo do Fundo de Compensação do Trabalho

    Vamos agora revelar-lhe como investir o saldo do FCT em Formação Profissional recorrendo a apenas 4 passos:

     

    1. Identificar as necessidades de formação e o saldo disponível

    O pedido de resgate é feito online, indicando o valor a resgatar e a finalidade do pedido. Por isso, se pretende converter o saldo do Fundo de Compensação em Formação Profissional deve começar por identificar as necessidades formativas da sua empresa e o saldo disponível no FCT que precisará de utilizar para colmatá-las.

    No nosso catálogo de formação encontrará cursos em 17 áreas de formação certificada pela DGERT. Mas pode também confiar na experiência dos nossos consultores, que há quase 30 anos apoiam as empresas no desenvolvimento do seu capital humano e, por isso mesmo, podem ajudar a escolher os cursos com maior potencial para a sua equipa. E sabia que também disponibilizamos um serviço de Consultoria de Gestão de Formação que inclui o diagnóstico de necessidades formativas, construção e execução do plano de formação e avaliação da eficácia da formação? Como vê, estamos mesmo ao lado da sua empresa!

     

     2. Auscultar os colaboradores quanto à utilização do saldo do FCT para Formação

    É uma das obrigações do resgate do saldo do FCT para Formação Profissional: nenhum colaborador pode opor-se a esta utilização. Assim, as empresas devem comunicar aos seus trabalhadores (ou entidades representativas) a finalidade do resgate e entregar com o pedido uma declaração sob compromisso de honra confirmando a inexistência de oposição.

     

     3. Informar os beneficiários da formação

    Não existindo qualquer oposição, o passo seguinte é informar os trabalhadores que usufruirão das ações de formação. Aqui, uma vez mais, o apoio técnico-pedagógico dos nossos consultores é indispensável, pois este é um bom momento para calendarizar as ações, definir turmas e garantir o cumprimento de todos os critérios para resgatar o saldo do FCT.

    É a ACT (Autoridade para as Condições do Trabalho que fiscaliza este processo, por isso, experiência e credibilidade voltam a ser as palavras de ordem.

     

     4. Efetuar o pedido e avançar com a formação

    Ultrapassados os passos anteriores e cumpridos os critérios para o resgate, a sua empresa está finalmente em condições para avançar com o pedido.

    Quanto ao prazo para reembolso, o ciclo de aprovações e pagamentos dos pedidos de resgate é mensal. Ou seja, as transferências das verbas para os empregadores ocorrem no mês seguinte ao do pedido. Como tal, quanto mais cedo submeter o seu pedido de resgate, mais cedo recuperará a verba e poderá começar a investir em conhecimento e competências.

     

    Quer realizar formação na sua Empresa? Fale com os nossos consultores!

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