7 dicas de segurança para evitar lesões no trabalho

7 dicas de segurança para evitar lesões no trabalho

A ergonomia no trabalho e a correta movimentação manual de cargas são dois dos fatores mais importantes para prevenir lesões musculoesqueléticas nas empresas. Por isso mesmo, hoje, partilhamos consigo algumas dicas de segurança da nossa formação para evitar lesões e acidentes.

Afinal, da logística à indústria ou à construção, passando pelo comércio, a restauração, entre outros, levantar, transportar ou empurrar cargas faz parte da rotina diária. No entanto, pequenos erros de postura ou de organização do trabalho podem provocar dores lombares, fadiga muscular ou lesões mais graves.

Há, porém, boas práticas simples a implementar no dia-a-dia e que podem reduzir significativamente estes riscos e melhorar a produtividade das equipas. Vamos, então, conhecer 7 dicas práticas de segurança no âmbito da nossa formação em ergonomia e movimentação de cargas.

 

Ergonomia e Movimentação de Cargas: dicas de segurança

1. Manter uma postura neutra reduz o risco de lesões

Uma das regras mais importantes da ergonomia é manter o corpo numa postura neutra, ou seja, com as articulações alinhadas e a coluna numa posição natural.

Quando o corpo está alinhado:

  • os músculos trabalham com menor esforço
  • os tendões e nervos sofrem menos pressão
  • a biomecânica do movimento torna-se mais eficiente

Por outro lado, trabalhar com a coluna curvada, os ombros tensos ou o pescoço inclinado durante longos períodos aumenta significativamente o risco de distúrbios musculoesqueléticos.

 

2. Manter as ferramentas e objetos na zona de conforto

Outro princípio fundamental da ergonomia é respeitar a chamada zona de conforto do trabalhador.

Idealmente, ferramentas, comandos e objetos utilizados com frequência devem estar entre a linha dos ombros e a cintura. Esta posição permite:

  • reduzir a necessidade de elevar os braços
  • evitar curvar a coluna repetidamente
  • diminuir o esforço muscular

Pequenas alterações na organização do posto de trabalho podem ter um grande impacto na prevenção de lesões.

Este tipo de adaptação do posto de trabalho é um dos temas abordados na formação em Movimentação Manual de Cargas.

 

3. IA generativa avançada nas empresas: criar ferramentas próprias

Trabalhar durante muito tempo na mesma posição — seja sentado ou de pé — pode provocar fadiga muscular e problemas circulatórios.

A ergonomia recomenda alternar posturas sempre que possível. Por exemplo:

  • trabalhadores que permanecem sentados devem levantar-se regularmente
  • quem trabalha de pé deve alternar o apoio do peso entre os pés
  • pequenas pausas ajudam a reduzir a tensão muscular

A movimentação regular do corpo é essencial para manter o sistema musculoesquelético saudável.

 

4. Reduzir movimentos repetitivos sempre que possível

Muitos processos produtivos implicam movimentos repetitivos realizados durante várias horas.

Quando um mesmo grupo muscular é utilizado repetidamente sem tempo de recuperação, aumenta o risco de DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados com o Trabalho).

Para reduzir este risco, as empresas podem:

  • alternar tarefas entre trabalhadores
  • automatizar determinados processos
  • ajustar metas de produção
  • melhorar a ergonomia das ferramentas.

 

5. Levantar e transportar cargas da forma correta

A movimentação manual de cargas inclui várias atividades como:

  • levantar
  • empurrar
  • puxar
  • transportar
  • baixar ou deslocar objetos.

Algumas dicas de segurança, porém, podem facilitar estas tarefas, tais como manter a carga próxima do corpo, dobrar os joelhos ao invés da coluna e procurar distribuir o peso de forma equilibrada, sem torções do corpo.

Em contrapartida, cargas demasiado pesadas, volumosas ou instáveis aumentam significativamente o risco de lesões lombares.

 

6. Avaliar o ambiente de trabalho também é essencial

Nem todos os riscos estão relacionados com a carga em si. O próprio ambiente pode aumentar o perigo, especialmente se existirem pavimentos irregulares ou escorregadios, movimentações em espaços reduzidos ou temperaturas extremas.

Este tipo de condições pode obrigar os trabalhadores a adotar posturas inadequadas ou aumentar a probabilidade de acidentes. Por isso, na formação Ergonomia e Movimentação Manual de Cargas partilhamos dicas práticas para, caso a caso, identificar e corrigir estes riscos.

 

7. Utilizar equipamentos adequados para movimentação de cargas

Sempre que possível, a movimentação manual deve ser substituída por equipamentos mecânicos ou assistidos, como porta-paletes.

No entanto, mesmo quando se utilizam estes equipamentos, é importante respeitar algumas regras:

  • nunca exceder a capacidade máxima de carga
  • garantir que a carga está equilibrada
  • respeitar a sinalização e regras de circulação
  • utilizar equipamentos de proteção individual

A utilização incorreta de equipamentos pode provocar quedas de objetos, esmagamentos ou atropelamentos.

 

Formação em Ergonomia e Movimentação de Cargas para Empresas

A ergonomia no trabalho, mais do que uma questão de conforto, é um fator essencial de segurança, produtividade e prevenção de lesões profissionais.

Investir na formação dos colaboradores permite:

  • reduzir acidentes de trabalho
  • diminuir o absentismo por lesões musculoesqueléticas
  • melhorar as condições de trabalho
  • aumentar a eficiência das equipas

Na Academia Grow, disponibilizamos a formação Ergonomia e Movimentação Manual de Cargas, especialmente desenvolvida para empresas que pretendem reforçar as práticas de segurança no trabalho.

Fale connosco e descubra como esta formação pode aumentar a segurança da sua equipa!

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Vamos falar de Segurança e Saúde no Trabalho na era digital?

Vamos falar de Segurança e Saúde no Trabalho na era digital?

Falar de Segurança e Saúde no Trabalho na era digital é falar de ganhos em eficiência, flexibilidade e inovação, mas também de novos riscos. Embora menos visíveis, o seu impacto é real e afeta as organizações

A transformação digital mudou profundamente a forma como trabalhamos. Computadores portáteis, plataformas colaborativas, smartphones e sistemas inteligentes fazem hoje parte do quotidiano de milhões de trabalhadores. No entanto, esta nova realidade trouxe também novos riscos para a segurança e saúde no trabalho (SST), muitos deles menos visíveis, mas com impacto real nas pessoas e nas organizações.

A questão já não é saber se a digitalização afeta a saúde dos trabalhadores, mas como as empresas podem prevenir esses riscos e promover ambientes de trabalho saudáveis, sustentáveis e produtivos.

 

A saúde no trabalho vai além da ausência de acidentes

A Organização Mundial da Saúde define a saúde ocupacional como a promoção e manutenção do mais elevado nível de bem-estar físico, mental e social dos trabalhadores. Esta definição é particularmente relevante na era digital, onde muitos dos riscos não resultam de máquinas perigosas ou ambientes industriais, mas de organização do trabalho, uso intensivo de tecnologia e pressão constante.

Hoje, a SST passou a ser um factor estratégico, com impacto directo no desempenho, na retenção de talento, no absentismo e no clima organizacional.

 

Segurança e Saúde no Trabalho na era digital: riscos menos visíveis

A digitalização alterou, não só a forma como o trabalho é executado, mas também a forma como o corpo e a mente respondem às exigências profissionais.

Segundo a Autoridade para as Condições de Trabalho, a crescente utilização de tecnologias digitais expõe os trabalhadores a novos riscos profissionais, exigindo uma abordagem preventiva mais integrada.

Entre os principais riscos associados ao trabalho digital destacam-se:

Riscos físicos e biomecânicos

O uso prolongado de computadores e dispositivos digitais está associado a:

    • posturas inadequadas mantidas durante longos períodos;
    • movimentos repetitivos;
    • ausência de pausas regulares;
    • aumento das lesões musculoesqueléticas relacionadas com o trabalho (LMERT).

Riscos psicossociais

A tecnologia trouxe flexibilidade, mas também:

    • ritmos de trabalho mais intensos;
    • pressão para estar sempre disponível;
    • dificuldade em separar vida profissional e pessoal;
    • aumento do stress, ansiedade ou do risco de burnout.

Assim, a Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho alerta para o facto de estes riscos físicos e psicossociais surgirem frequentemente em conjunto.

 

Porque é que isto deve preocupar decisores e responsáveis de RH?

Porque os impactos da segurança e saúde no trabalho na era digital não se limitam ao indivíduo. Ou seja, quando a saúde dos trabalhadores é afetada, as organizações sentem-no de forma clara em várias dimensões:

  • aumento do absentismo e das baixas prolongadas;
  • quebra de produtividade;
  • maior rotatividade;
  • dificuldades na atracção e retenção de talento;
  • maior exposição a riscos legais e reputacionais.

Ignorar estes sinais é adiar um problema que, mais cedo ou mais tarde, se torna estrutural.

 

Proteger o corpo e a mente: uma visão integrada da prevenção

Na era digital, proteger a saúde dos trabalhadores implica olhar para a SST de forma integrada, combinando prevenção de riscos profissionais com promoção do bem-estar psicológico.

De acordo com a ACT, esta abordagem passa por medidas concretas, como:

  • avaliação regular dos postos de trabalho digitais, com foco na ergonomia;
  • promoção de pausas activas e organização equilibrada do tempo de trabalho;
  • sensibilização para a gestão do tempo e para o equilíbrio entre vida profissional e pessoal;
  • implementação de estratégias de prevenção dos riscos psicossociais;
  • envolvimento dos trabalhadores e aposta contínua na formação.

Mais do que reagir a problemas, trata-se de criar uma cultura de prevenção, ajustada à realidade digital.

 

A digitalização como oportunidade para reduzir o risco

Não obstante, a tecnologia não é, por si só, um problema. Quando bem utilizada, a era digital permite:

  • identificar riscos de forma mais precoce;
  • melhorar a organização do trabalho;
  • reduzir esforços físicos desnecessários;
  • apoiar decisões preventivas baseadas em dados.

O desafio está em garantir que a digitalização avança lado a lado com a prevenção, a formação e a responsabilidade organizacional.

 

O papel da formação na SST do presente e do futuro

Neste contexto, a formação assume um papel central. Não apenas para cumprir obrigações legais, mas também para:
Capacitar decisores e responsáveis de RH;
Atualizar competências face aos novos riscos;
Promover práticas de trabalho mais saudáveis;
Reforçar o compromisso das organizações com o bem-estar dos seus trabalhadores.

A segurança e saúde no trabalho na era digital exige conhecimento actualizado, visão estratégica e uma abordagem humana.

 

Formação em Segurança e Saúde no Trabalho na era digital: fale connosco!

A era digital trouxe novas formas de trabalhar, mas também novas responsabilidades para as organizações. Proteger a saúde dos trabalhadores implica reconhecer riscos físicos e psicossociais, agir de forma preventiva e investir numa cultura de bem-estar.

As empresas que compreendem esta realidade não só cumprem a lei, como constroem ambientes de trabalho mais resilientes, produtivos e sustentáveis.

Fale connosco!

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Conhece os 3 pilares da Segurança no Trabalho?

Conhece os 3 pilares da Segurança no Trabalho?

Garantir a segurança no trabalho vai muito além do cumprimento de uma obrigação legal. Se cumprir os 3 pilares da Segurança no Trabalho é um sinal claro de cuidado com os colaboradores e um fator que contribui diretamente para a sustentabilidade, reputação e sucesso das empresas.

A formação garante, não apenas um ambiente de trabalho seguro e saudável, mas uma equipa na qual cada colaborador sabe como agir muito antes de ocorrer um acidente.

Mas, antes de escolher a próxima formação ou implementar novas medidas, importa dar um passo atrás e colocar a questão essencial: está a fazer as perguntas certas sobre Segurança no Trabalho?

 

O que é a Segurança e Higiene no Trabalho?

A Segurança e Higiene no Trabalho corresponde a um conjunto de práticas, normas e medidas legais destinadas a prevenir acidentes de trabalho e doenças profissionais, bem como a proteger a saúde física e psicológica dos colaboradores.

Conforme estipulado pelo Regime Jurídico da Promoção da Segurança e Saúde no Trabalho, as empresas são responsáveis por proporcionar um ambiente de trabalho seguro para todos, identificando, avaliando e controlando os riscos presentes nas suas atividades. Isto inclui desde a correta utilização de equipamentos de trabalho e proteção individual até à promoção de boas práticas ergonómicas e organizacionais.

O objetivo é simples, mas exigente: reduzir riscos, evitar acidentes e garantir condições de trabalho dignas e seguras para todos.

 

Segurança no Trabalho: tudo começa na formação

Assegurar condições de segurança e saúde não é apenas uma imposição legal. É uma demonstração clara de responsabilidade social e de valorização do capital humano, que aproxima as empresas dos mais elevados critérios ESG valorizados pelo mercado.

Empresas que investem numa abordagem consistente à SST tendem a registar:

  • Menor número de acidentes e incidentes
  • Redução do absentismo e das baixas médicas
  • Maior motivação e envolvimento dos colaboradores
  • Melhoria da produtividade e da qualidade do trabalho
  • Menor exposição a coimas, indemnizações e paragens operacionais

Tudo isto começa com decisões informadas e com uma visão estratégica da segurança no trabalho. Assim, dos primeiros socorros à condução de empilhadores, formação é o primeiro passo para uma cultura de segurança.

 

Os 3 pilares da Segurança e Higiene no Trabalho

Uma estratégia eficaz de Segurança e Saúde no Trabalho assenta em três pilares fundamentais: prevenção, proteção e sensibilização.

Vamos conhecê-los em detalhe:

Prevenção

A prevenção consiste em antecipar e minimizar os riscos antes de estes se traduzirem em acidentes ou problemas de saúde.

Inclui, entre outras ações:

  • Identificação e avaliação contínua de riscos
  • Implementação de boas práticas de segurança
  • Manutenção regular de máquinas e equipamentos
  • Inspeções periódicas aos locais de trabalho
  • Formação adequada às funções e aos riscos existentes

Uma empresa preventiva não reage apenas a problemas: atua antes de eles surgirem.

Proteção

Mesmo com medidas preventivas, o risco nunca é zero. A função de proteção visa garantir que, caso algo corra mal, os danos são reduzidos ao mínimo possível.

Alguns exemplos de medidas de proteção incluem:

  • Existência e manutenção de extintores e sistemas de combate a incêndios
  • Disponibilização de kits de primeiros socorros
  • Utilização adequada de Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  • Definição de procedimentos de emergência e evacuação

A proteção prepara a empresa para responder de forma rápida e eficaz em situações de emergência.

Sensibilização

A sensibilização é o pilar que sustenta a prevenção e a proteção. Colaboradores informados e conscientes dos riscos são agentes ativos da segurança.

Esta função envolve:

  • Formação contínua em segurança e saúde no trabalho
  • Comunicação clara sobre riscos e procedimentos
  • Promoção de comportamentos seguros
  • Envolvimento dos trabalhadores na prevenção

Uma cultura de segurança constrói-se com conhecimento, responsabilidade e participação.

 

Empresas: o que diz a legislação

Em Portugal, a Segurança e Saúde no Trabalho é regulada pela Lei n.º 102/2009, de 10 de setembro, que estabelece o regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho.

Esta legislação aplica-se à generalidade das atividades profissionais, abrangendo o setor privado, cooperativo e social, e define um conjunto claro de obrigações para as entidades empregadoras.

De forma resumida, as empresas são obrigadas a:

  • Garantir condições seguras e saudáveis no exercício das funções;
  • Implementar medidas de prevenção, formação e vigilância da saúde;
  • Realizar avaliações de risco contínuas;
  • Promover uma cultura de prevenção dentro da organização.

Estas regras aplicam-se a trabalhadores por conta de outrem, trabalhadores independentes e, sempre que compatível, a outras formas de prestação de trabalho.

 

O que acontece em caso de incumprimento?

O incumprimento das regras de Segurança e Higiene no Trabalho constitui uma contraordenação muito grave, sujeita a coimas elevadas.

Para além do impacto financeiro, a empresa pode ser responsabilizada por acidentes resultantes de negligência, enfrentando indemnizações, danos reputacionais e prejuízos operacionais.

Em situações mais graves, as autoridades competentes podem determinar a suspensão temporária ou definitiva da atividade da empresa.

 

Os 3 pilares da segurança assentam em Formação

Mais do que cumprir a lei ou realizar ações pontuais de formação, a Segurança e Saúde no Trabalho exige uma abordagem estruturada, contínua e alinhada com a realidade da empresa.

Antes de escolher a próxima formação, importa questionar:

  • Que riscos existem na minha atividade?
  • Que competências precisam os meus colaboradores?
  • Que medidas de prevenção, proteção e sensibilização estão efetivamente implementadas?

Na Grow, acreditamos que a formação é essencial para a segurança das equipas. Mas o verdadeiro impacto e resultado só existe quando integrada numa estratégia clara e ajustada às necessidades da empresa.

Apoiamos as organizações não apenas na realização de ações de formação, mas também na definição de estratégias de Segurança e Saúde no Trabalho assentes em prevenção, proteção e sensibilização.

Fazer as perguntas certas é o primeiro passo para proteger pessoas. Falar connosco é o passo seguinte para construir um ambiente de trabalho mais seguro na sua empresa.

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Segurança no Trabalho: esta formação é obrigatória!

Segurança no Trabalho: esta formação é obrigatória!

Sabia que a formação em Segurança é obrigatória? A Lei de Segurança e Saúde no Trabalho é obrigatória para todas as empresas e exige mais do que equipamentos adequados ou procedimentos internos. A formação é um elemento central neste regime jurídico, estabelecido pela Lei n.º 102/2009, que determina que empregadores e trabalhadores devem possuir competências, informação e preparação suficientes para prevenir riscos e atuar corretamente em situações de emergência.

Para apoiar a sua empresa, reunimos 5 dicas essenciais para garantir o cumprimento da lei através da formação e para reforçar a segurança no local de trabalho.

1) Fornecer as informações e a formação necessárias!

A formação é obrigatória segundo a Lei n.º 102/2009, que atribui ao empregador a responsabilidade de assegurar que os colaboradores possuem toda a informação e formação necessárias para executar a sua atividade de forma segura.

Isto inclui, por exemplo, os riscos associados ao posto de trabalho, medidas de prevenção e, naturalmente, a utilização correta de equipamentos e ferramentas.

Mas atenção: o cumprimento desta obrigação não se esgota numa sessão pontual de formação. Implica atualização contínua, especialmente quando surgem novos equipamentos, processos produtivos, substâncias perigosas ou metodologias de trabalho.

 

2) Dar formação adequada aos trabalhadores

À semelhança da primeira dica, esta destina-se também aos responsáveis das empresas, pois devem fornecer aos trabalhadores a formação adequada no domínio da segurança e saúde no trabalho. Naturalmente, esta obrigação deve respeitar o posto de trabalho e o nível de risco das atividades, mas é obrigatório assegurar formação permanente caso existam trabalhadores especificamente designados para atividades de segurança.

3) Formar para as principais medidas

Primeiros Socorros, Combate a Incêndios e Evacuação de Trabalhadores são as áreas prioritárias para formação, tendo em conta a dimensão da empresa e os riscos existentes. Assim, no sentido de cumprir a Lei de Segurança no Trabalho com formação, deve formar os trabalhadores responsáveis em número suficiente nestes três domínios.

De igual modo, também os trabalhadores são responsáveis por utilizarem corretamente os equipamentos, zelar pela sua segurança e saúde e participar na formação sobre Segurança e Saúde no Trabalho.

4) Definir a pessoa responsável pelas atividades de segurança

Nas empresas que empreguem no máximo nove trabalhadores e cuja atividade não seja de risco elevado, as medidas de segurança no trabalho podem ser exercidas diretamente pelo empregador. Mas tal só é possível se este possuir a formação adequada.

Em alternativa, os empregadores podem designar um ou mais trabalhadores, embora, uma vez mais, apenas se estes possuírem formação para tal.

 

5) Estar atento aos direitos e aos deveres

Para além de receberem toda a informação sobre os riscos existentes, os trabalhadores têm também o direito de serem informados quanto às medidas a adotar em caso de emergência e de se afastarem do seu posto caso exista um perigo iminente.

Quanto a deveres, nunca é demais lembrar que cabe ao empregado fornecer a formação adequada à sua equipa, nomeadamente nos domínios dos Primeiros Socorros, Combate a Incêndios e Evacuação. Também os trabalhadores devem cumprir as regras e instruções fornecidas e contribuir para a segurança e saúde de todos.

Precisa de cumprir a Lei de Segurança no Trabalho com formação? A Academia Grow pode ajudar!

Além de ser uma obrigação legal, a formação é um investimento estratégico: reduz acidentes, aumenta a produtividade e protege a empresa de riscos legais e operacionais.

A Academia Grow prepara planos de formação à medida, com cursos certificados nas áreas de:

  • Segurança e Saúde no Trabalho;

  • Primeiros Socorros;

  • Prevenção e Combate a Incêndios;

  • Evacuação e Gestão de Emergências;

  • Entre outros.

Fale connosco para desenhar um Plano de Formação à medida, que ajude a sua empresa a crescer, ao mesmo tempo que cumpre este regime de Segurança no Trabalho!

Segurança na Condução de Empilhadores: tudo o que precisa de saber sobre esta formação obrigatória

Segurança na Condução de Empilhadores: tudo o que precisa de saber sobre esta formação obrigatória

Quando falamos de segurança na condução de empilhadores, falamos da linha que separa uma operação eficiente de um potencial acidente de trabalho. A formação em condução de empilhadores, mais do que uma recomendação, é uma obrigatoriedade legal e uma necessidade operacional em qualquer empresa que utilize equipamentos de movimentação de cargas.

Por que razão a formação em empilhadores é obrigatória?

A Portaria n.º 987/93, de 6 de outubro, estabelece a necessidade de formação específica para operadores de equipamentos de trabalho com riscos especiais, como os empilhadores. Esta obrigatoriedade aplica-se a todas as empresas, independentemente da sua dimensão ou setor de atividade.

Ou seja, não dar formação em condução de empilhadores pode resultar em graves consequências, tais como:

    • Sanções legais e administrativas para a empresa;
    • Maior risco de acidentes graves ou fatais;
    • Perda de produtividade devido a paragens forçadas;
    • Aumento dos custos com seguros e indemnizações.

Assim, esta formação obrigatória garante que todos os operadores de empilhadores conhecem os princípios de segurança, os procedimentos de operação e as normas legais aplicáveis.

 

Manobrar um empilhador sem formação: quais são os riscos?

Sabia que a maioria dos acidentes de trabalho e, em especial, acidentes com empilhadores resultam de erros humanos evitáveis?

Entre os riscos mais frequentes estão:

    • Queda lateral ou frontal do equipamento;
    • Atropelamento de colegas de trabalho;
    • Colapso de cargas mal empilhadas;
    • Danos estruturais em armazéns ou instalações.

Para além do prejuízo que estes acidentes acarretam, podem pôr em perigo a vida dos próprios operadores e colegas de trabalho. Então, o que fazer para minimizar – ou evitar! – cada um destes riscos? Apostando em formação adequada e prática supervisionada.

 

O que se aprende num curso de segurança na condução de empilhadores?

O curso de empilhadores promovido pela Academia GROW, com base nos referenciais legais e técnicos, inclui:

    • Características e tipos de empilhadores;
    • Princípios de segurança antes, durante e após a utilização;
    • Checklists de verificação diária;
    • Regras de circulação e sinalização;
    • Procedimentos em caso de emergência;
    • Responsabilidades legais do operador e da empresa;
    • Demonstrações práticas e simulações com empilhadores.

É um curso técnico, acessível, com forte componente prática. Dito de outro modo, é ideal para empresas que querem operar com segurança e responsabilidade.

 

A quem se destina esta formação?

A formação em condução de empilhadores é indicada para:

    • Operadores de equipamentos de movimentação de cargas;
    • Trabalhadores de armazém, logística ou produção;
    • Técnicos de Higiene e Segurança no Trabalho (HST);
    • Supervisores de equipas operacionais.

Também é recomendada para empresas que pretendem regularizar a situação legal dos seus colaboradores ou integrar novas práticas de segurança no trabalho, o que contribuirá para aumentar a eficiência e a confiança dos operadores, bem como reduzir a probabiblidade de erro humano, diminuir os custos de reparações e prolongar a vida útil dos equipamentos.

Por isso, investir nesta formação é investir na sustentabilidade operacional da sua empresa!

 

Formação em empilhadores: uma obrigação, todas as vantagens

A segurança na condução de empilhadores não deve ser vista como um encargo, mas como uma ferramenta estratégica de proteção e eficiência.

Na Academia GROW, disponibilizamos esta formação com base em conteúdos atualizados, formadores de elevada competência e experiência, focados numa abordagem prática que permita aplicar imediatamente os conhecimentos adquiridos.

Temos também outras formações em Segurança no Trabalho que pode conhecer aqui!

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Siga estas dicas de conforto e segurança para melhorar o seu posto de trabalho!

Siga estas dicas de conforto e segurança para melhorar o seu posto de trabalho!

Já falámos de regras na operação de empilhadores e dos principais Equipamentos de Proteção Individual, mas há um domínio da Segurança no Trabalho comum a empresas industriais e de serviços: a ergonomia. A formação para implementar práticas de ergonomia reduz o risco de lesões, melhora a produtividade e promove o bem-estar dos colaboradores. Por isso, neste artigo, ficará a saber como melhorar a ergonomia do seu posto de trabalho, os principais riscos e algumas dicas para garantir conforto e segurança.

Riscos no trabalho de pé e sentado

Trabalha de pé ou sentado? Uma posição de trabalho de pé pode ser extenuante, já que exige esforço por parte dos músculos para manter essa posição por períodos de tempo prolongados.

Nesta posição, o coração esforça-se mais por bombear o sangue até às extremidades, pelo que o trabalho em linhas de montagem e armazenamento, bem como nos setores da metalomecânica ou restauração, pode provocar dores nas costas, inflamações nas pernas ou cansaço muscular.

Desengane-se, porém, se pensa que trabalhar sentado é melhor. O consumo de energia pode ser menor do que o trabalho de pé, mas trabalhar sentado também exige um elevado esforço por parte da coluna vertebral e do abdómen, que têm de suportar a maior parte do peso do corpo.

Além destas preocupações, há ainda alguns riscos ergonómicos aos quais empresas e trabalhadores devem estar atentos, nomeadamente:

    • Posturas Incorretas e Estáticas

Trabalhar por longos períodos em posições inadequadas, como manter o tronco curvado ou braços acima da linha dos ombros, pode causar fadiga muscular e lesões.

    • Movimentos Repetitivos

Repetir os mesmos movimentos ao longo do dia – sem pausas adequadas – aumenta o risco de distúrbios musculoesqueléticos, como as lesões por esforços repetitivos (LER).

    • Manipulação de Cargas

Levantar ou transportar cargas de forma inadequada ou em condições desfavoráveis pode provocar lesões lombares e outros problemas de saúde.

    • Fatores Ambientais

Ruído excessivo, vibrações, iluminação inadequada e temperaturas extremas afetam diretamente a saúde e a produtividade dos trabalhadores.

Principais dicas de conforto e segurança

1) Adote uma postura neutra e confortável

    • Em pé ou sentado, procure garantir que as articulações estão alinhadas e o corpo relaxado.
    • Ajuste a altura de mesas e cadeiras para evitar curvaturas excessivas da coluna.

2) Minimize o Esforço Muscular e a Repetitividade

Com recurso à IA ou sistemas de automação, as empresas devem automatizar tarefas repetitivas sempre que possível, de modo a reduzir a fadiga e evitar lesões. Pausas regulares ou alterações na posição de trabalho poderão também mitigar o risco de lesões por esforços repetidos.

 3) Melhore a Manipulação de Cargas

    • Assegure aos seus colaboradores formação adequada sobre segurança no trabalho, capacitando-os a manobrar objetos de forma correta e com os meios adequados.
    • Invista em equipamentos auxiliares, como plataformas elevatórias para movimentação de cargas pesadas.

 4) Otimize o Ambiente de Trabalho

    • Recorra ao equilíbrio entre luz natural e artificial para evitar cansaço ocular e acidentes.
    • Instale equipamentos que reduzam o impacto de ruídos e vibrações nas áreas de trabalho.
    • Mantenha uma ventilação adequada para evitar desconfortos térmicos e garantir o conforto dos colaboradores.

 5) Disponibilize Ferramentas e Mobiliário Ergonómicos

    • Utilize cadeiras ajustáveis, teclados inclinados e ferramentas que reduzam o esforço.
    • Organize o posto de trabalho para que os objetos de uso frequente estejam ao alcance sem necessidade de esticar ou curvar o corpo.

Procura formação em ergonomia no posto de trabalho?

Investir em formação de ergonomia no local de trabalho e segurança e conforto evita tanto a ocorrência de lesões como reduz o absentismo, promovendo a produtividade dos colaboradores e a eficiência nas suas tarefas.

Na Academia GROW apoiamos as empresas com formação em práticas seguras e otimização da ergonomia no posto de trabalho. Fale connosco para conhecer os nossos cursos e promover um ambiente de trabalho mais seguro e eficiente!

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