Casos de sucesso: Formação é evolução no Grupo Pinto & Cruz

Casos de sucesso: Formação é evolução no Grupo Pinto & Cruz

Se ainda duvida que a Formação é uma oportunidade de evolução, deixamos-lhe um desafio:

Consegue imaginar um mundo sem Formação Profissional, onde as empresas evoluem, mas os seus colaboradores não renovam competências?

Do conhecimento técnico às soft skills, a Formação é o eixo de uma empresa competitiva e inovadora, já para não falar do cumprimento das 40 horas anuais de formação, esse requisito legal sobre o qual pode saber mais aqui.

Mas como é que a Formação se torna, então, numa oportunidade de evolução? Eis o primeiro passo: identificar as necessidades e definir um plano. Foi isso que fez o Grupo Pinto & Cruz!

Vamos conhecer esta história de evolução com sucesso?

 

Casos de sucesso: 88 anos de rigor e competência

António Pinto e Arnaldo Cruz fundaram a empresa em 1935, na cidade do Porto. Os serviços de engenharia são o ADN da atividade do Grupo Pinto & Cruz, que atua em diversas áreas e países.

Portugal, Angola, Moçambique e Cabo Verde completam uma rede que já conta com mais de 700 colaboradores.

A equilibrar uma estrutura com esta dimensão estão o rigor e a competência. Mas está também uma aposta contínua e diferenciadora, uma estratégia que tem contribuído para um posicionamento distintivo no mercado: a Formação.

 

A formação na evolução dos colaboradores e empresa

Para percebermos melhor o impacto desta aposta no universo do grupo, falámos com Ana Ferreira, do departamento de Recursos Humanos. Para o Grupo Pinto & Cruz, a Formação Profissional é uma aposta que beneficia tanto a empresa como a sua equipa:

“Não só a formação é crucial para a valorização pessoal dos colaboradores, como para o nosso desenvolvimento e diferenciação”.

São vantagens que já conhecemos neste episódio do nosso podcast.

Não obstante, o investimento do Grupo Pinto & Cruz neste domínio tem sido cada vez maior. Assim, nesta cultura favorável à aprendizagem, cada um é estimulado a querer saber mais e a envolver-se nos compromissos da empresa. Trata-se, portanto, de “uma aposta nas pessoas”.

 

 

O sucesso da formação à medida

Com o apoio da Academia GROW, o foco do projeto formativo tem sido o atendimento de excelência. O resultado desta evolução é, para a empresa, notório: reforça-se a qualidade do serviço através de “uma área transversal a todas as empresas do grupo e funções”.

A empatia ou a comunicação com o cliente são temas comuns nos cursos de Atendimento de Excelência, os quais, como destaca a técnica de RH, são adaptados à realidade da empresa: “a formadora já conhece o nosso grupo, as áreas de negócio e os vários pontos a desenvolver”.

“Sempre que precisamos de reciclar conhecimentos, a formadora sabe como adaptar os conteúdos à nossa realidade”.

É com orgulho e satisfação que a Academia GROW da ESTRATEGOR tem apoiado a evolução do Grupo Pinto & Cruz, uma história de sucesso que continuaremos a acompanhar para ver as conquistas que o futuro reserva!

 

Quer fazer da sua empresa um caso de sucesso?

Se também acredita na Formação como oportunidade de evolução, conte connosco para levar a sua equipa mais longe. Em modo presencial ou à distância, temos cursos para tornar a sua empresa mais competitiva e inovadora. Pode conhecê-los aqui!

Ou fale connosco para fazermos da sua empesa um caso de sucesso!

Whistleblowing: Já conhece a nova Lei?

Whistleblowing: Já conhece a nova Lei?

É a 20 de junho de 2022 que entra em vigor o novo regime geral de proteção de denunciantes ou, por outras palavras, a Lei nº 93/2021, de 20 de dezembro. Até lá, as empresas deverão garantir a sua conformidade, não apenas com o novo quadro legal, mas também com o Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD).

A boa notícia, no entanto, é que a Academia GROW tem uma formação para apoiar as empresas na aplicação deste diploma. Mas, antes disso, vamos saber em que consiste, afinal, a Lei de whistleblowing!

A Lei nº 93/2021 é uma estratégia de prevenção da corrupção, transpondo para a realidade portuguesa a chamada Diretiva Whistleblower, uma norma de âmbito europeu relativa à proteção dos denunciantes de infrações. Assim, à luz do diploma, as organizações enquadráveis devem adotar canais de denúncia e medidas de proteção dos Whistleblowers.

E a que organizações se destina a nova Lei de Whistleblowing? A sua empresa será uma delas? E, se sim, o que deve fazer até junho deste ano? É isso que veremos de seguida!

Artigo 4º: A denúncia ou divulgação pública pode ter por objeto infrações cometidas, que estejam a ser cometidas ou cujo cometimento se possa razoavelmente prever, bem como tentativas de ocultação de infrações.

Promover a denúncia e evitar retaliações

Segundo a nova lei, “a pessoa singular que denuncie ou divulgue publicamente uma infração” é considerada um denunciante. Além de agir “de boa fé”, deve ter um fundamento sério e recorrer a canais de denúncia para revelar infrações que tenham sido cometidas ou venham a sê-lo.

Estes canais de denúncia devem ser implementados por:

  • Entidades privadas e públicas com 50 ou mais trabalhadores;
  • Entidades sujeitas a determinados atos da UE, entre os quais o da prevenção de branqueamento de capitais, independentemente do número de trabalhadores;
  • Municípios com 10.000 ou mais habitantes.

Artigo 11º: As entidades obrigadas notificam, no prazo de sete dias, o denunciante da receção da denúncia e informam-no, de forma clara e acessível, dos requisitos, autoridades competentes, e forma e admissibilidade da denúncia externa.

A violação do novo regime constitui uma contraordenação, com coimas que podem ascender a 250.000 euros nos casos muito graves, ou 125.000 quando não existam canais de denúncia internos. Todavia, mais do que uma série de regras, a Lei de Whistleblowing é uma nova forma de cultura e ética organizacional.

Garantir a conformidade da sua empresa? Nós ajudamos!

A pouco mais de dois meses da entrada em vigor da Lei nº93/2021, a Academia GROW, em parceria com a SEGI Consulting, está a dinamizar um curso para apoiar as empresas na implementação de todas as normas aplicáveis.

É já em maio que arranca esta formação de Whistleblowing e Canais de Denúncia – Compliance, em horário laboral e pós-laboral.

 Faça a sua inscrição aqui ou contate-nos para mais informações!

Empresas: 7 passos para um bom Plano de Formação

Empresas: 7 passos para um bom Plano de Formação

Qualquer empresário que ambicione o sucesso – ou apenas manter-se à tona num mercado cada vez mais competitivo – sabe que uma das dimensões que jamais poderá descurar é a Formação Profissional dos seus colaboradores.

Dizemos isto não só por causa do mínimo de 40 horas de formação anual que cada organização deve (à luz do Código de Trabalho) proporcionar aos seus colaboradores, mas também porque dificilmente a inovação e o crescimento se concretizam num ambiente que não valoriza a atualização de competências, processos e tecnologias.

Mas como é que se idealiza, define e concretiza um bom plano de Formação Profissional? E como ter a certeza de que este ativo vai ser efetivamente aproveitado pelos colaboradores, tendo em vista o progresso da empresa?

Acima de tudo, e tal como os grandes investimentos, a aposta neste recurso deve ser feita de forma ponderada, racional e tendo por base uma série de passos ou questões. Prepare, por isso, o bloco de notas digital e siga-nos nesta viagem!

1) Queremos formação. Mas para quê e porquê?

A pergunta de partida que vai definir todo o plano consiste, muito simplesmente, em compreender quais as necessidades que existem no seio da empresa. Afinal, é precisamente a essas lacunas que a Formação Profissional deverá atender.

Importa, por isso mesmo, que se comece por fazer um diagnóstico junto de todas as áreas/departamentos de uma organização, para que cada uma possa definir que qualificações, melhorias ou investimentos são prioritários para o reforço da sua produtividade.

Com base nesse levantamento, definem-se que áreas de formação profissional poderão merecer um investimento mais urgente ou que, pelo menos, sejam concordantes com as evoluções que se esperam da empresa.

2) Como organizar as ideias e planear a Formação?

Uma vez feito o relatório das necessidades de cada departamento, chega a altura de o responsável pelo plano de Formação (por norma, um elemento afeto à área de Recursos Humanos) estabelecer as linhas-mestras do futuro programa de qualificação.

O fator mais importante a ter em conta nesta fase do processo é a certeza de que o plano em questão possa realmente atender às principais dificuldades ou limitações que a empresa manifesta. Sabendo que cada organização dispõe de uma combinação única de cultura, capital humano e recursos próprios, é essencial levar em conta esta singularidade.

Nesse sentido, nenhum plano fica fechado sem responder ao seguinte:

  • Quais as principais necessidades que temos?
  • Que objetivos pretendemos atingir com a Formação?
  • Que conteúdos terão de ser abordados?
  • Quantos pessoas deverão frequentar o Plano?
  • Quais os meios e equipamentos necessários?
  • Quanto tempo irá durar a Formação?
  • Quais serão os custos associados a todo este Plano de Formação

3) Como se deve calendarizar a Formação?

Não há, a este respeito, uma resposta definitiva. Para se esquematizar um projeto de qualificação profissional que seja motivador e traga dividendos, é importante atender à sensibilidade de todos os elementos, bem como à dos eventuais formadores.

Mais, todavia, do que definir apenas o horário das ações de Formação, é necessário compreender até que ponto será preferível desenvolver sessões curtas (embora mais prolongadas no tempo) ou intensivas (com um maior número de horas num menor intervalo de semanas ou meses).

Na medida em que pode variar imenso, consoante o setor e o ritmo de trabalho das organizações, esta é uma etapa essencial para o sucesso do programa de Formação Profissional. Apenas os elementos da empresa poderão compreender quais os melhores timings (por exemplo: longe de picos de produção) para concretizar o plano.

4) Quais os principais encargos que a Formação pode implicar?

Indissociável de qualquer processo de planeamento está o cálculo dos encargos que todo e qualquer investimento exige. No que diz respeito aos programas de Formação Profissional, existe uma série de tópicos que jamais poderão ser esquecidos:

  • Qual a remuneração dos formadores?
  • Existirão despesas com a deslocação?
  • Que valor teremos de dar pelo uso de uma sala/instalações para a formação?
  • Haverá outros encargos associados ao decorrer da ação formativa?
  • Quais os custos de oportunidade, em caso de desistência ou substituição de colaboradores?

Antes de concretizar qualquer projeto de qualificação dos seus membros, é importante que as empresas possam avaliar – junto de eventuais entidades formadoras – a possibilidade de o Plano de Formação ser elegível para Programas de apoio ao financiamento.

Seja como for, e no momento de comparar preços, procure concentrar-se no serviço que melhor responda às necessidades que foram diagnosticadas na fase de planeamento.

5) A que tipo de entidades ou profissionais devo recorrer?

Se a empresa não tiver, no seio da sua estrutura, acesso aos recursos humanos e/ou materiais necessários para a realização de Formação interna, então será preciso recorrer a uma entidade externa. Mas existindo tanta oferta no mercado, como descobrir a quem recorrer?

A principal recomendação é muito simples: aposte na qualidade. Exemplo disso são as entidades formadoras certificadas pela Direção Geral do Emprego e das Relações do Trabalho (DGERT), das quais se exigem elevados critérios de credibilidade, responsabilidade e idoneidade.

Por outro lado, é à certificação do IEFP ou ao currículo profissional que deverá prestar especial atenção, no caso de recorrer a formadores individuais. Avalie a possibilidade de ser este profissional a deslocar-se às instalações da empresa, se o número de formandos o justificar.

6) A Formação tem de ser obrigatoriamente presencial?

Um aspeto que o cenário de pandemia COVID-19 ajudou a desenvolver foi a tendência para a dinamização de reuniões, conferências e seminários à distância. Claro está que a organização de ações de formação nunca poderia ficar alheia a este novo paradigma.

Por isso mesmo, quando se planeia a concretização de um plano formativo, é importante equacionar – caso o setor de atividade ou a natureza das aprendizagens o permita – as mais-valias (sanitárias, económicas, logísticas e de agenda) do usufruto deste serviço à distância.

Em alternativa ao sistema presencial, existe a modalidade de e-learning (em que a formação profissional se desenvolve através de uma plataforma online que permite a autoaprendizagem ao ritmo de cada um) ou live streaming (a transmissão de uma ação de formação em tempo real).

7) Tudo preparado para a Formação?

Uma vez definidos todos os pontos anteriores, os seus colaboradores estarão preparados para aproveitar ao máximo os dividendos deste importante processo de qualificação, adaptação e atualização das práticas empresariais.

Falta apenas uma etapa: garantir que os diferentes responsáveis de cada departamento estabeleçam as datas mais estratégicas para o funcionamento da Formação, as quais serão – naturalmente – comunicadas aos colaboradores.

A Academia GROW dispõe do know-how, do corpo de formadores e das certificações da DGERT indispensáveis para o desenvolvimento de Programas de Formação apostados na qualidade e na resposta às necessidades de cada formando ou empresa.

Entre em contacto connosco ou veja o nosso catálogo de Formação!