5 dicas para melhorar a comunicação

5 dicas para melhorar a comunicação

Melhorar a comunicação é uma das competências mais valorizadas no mundo profissional. E é também uma das que mais impacto tem nos resultados de qualquer pessoa ou equipa.

Numa reunião, numa apresentação ou numa negociação, a diferença entre quem é ouvido e quem convence está muitas vezes na forma como conta a história.

Porque, na verdade, não se trata de falar mais ou de usar palavras difíceis. Trata-se de construir mensagens com propósito, de adaptar o discurso a quem está do outro lado e de comunicar com autenticidade. É exatamente isso que o storytelling ensina.

Aqui ficam cinco dicas práticas para começar a aplicar hoje.

5 dicas para melhorar a comunicação profissional e convencer

1. Comece pela ignição, isto é, desperte a atenção antes de apresentar a ideia

A ignição é o momento que define tudo o que vem a seguir. É o primeiro impacto, a frase, a pergunta ou a história que faz com que quem está do outro lado queira continuar a ouvir.

Uma boa ignição não precisa de ser dramática. Pode ser uma pergunta inesperada, uma situação reconhecível ou um facto surpreendente. O que importa é que seja relevante para o interlocutor e que crie uma ligação imediata ao que vai dizer a seguir.

Na prática, antes de qualquer apresentação ou reunião importante, pergunte-se: qual é a primeira frase que vai fazer com que quem me ouve queira continuar a ouvir?

2. Use histórias reais para tornar a mensagem mais persuasiva

Usar storytelling na comunicação é mais do que inventar histórias. Aliás, as histórias inventadas são as que menos cativam. Por isso, esta técnica consiste em usar experiências reais para tornar uma ideia concreta e credível.

Afinal, uma história pessoal bem contada tem mais poder de persuasão do que qualquer argumento técnico.

Porquê? Porque as histórias ativam a empatia. Quando partilha uma experiência real, quem ouve consegue imaginar-se na mesma situação. E isso cria uma ligação emocional.

Por isso, da próxima vez que precisar de convencer alguém, substitua um argumento técnico por uma história curta que ilustre o mesmo ponto. Observe a diferença na reação.

3. Conheça o seu perfil comunicacional e o de quem está do outro lado

Comunicar com impacto exige autoconhecimento. Do passivo ao agressivo, do manipulador ao assertivo, cada pessoa tem um perfil comunicacional e esse perfil influencia a forma como transmite e recebe mensagens.

Conhecer o seu próprio estilo é o primeiro passo. Depois, importa identificar o perfil de quem está do outro lado e adaptar a comunicação em conformidade. Porque uma mensagem que funciona com um interlocutor direto pode não funcionar com alguém que precisa de mais contexto e segurança.

Na prática, reflita sobre o seu estilo de comunicação predominante: em situações de pressão, tende a ser mais passivo ou mais assertivo? Essa consciência é o ponto de partida para comunicar de forma mais eficaz.

4. Comunique com narrativa e estrutura

Uma das técnicas centrais do storytelling é a estrutura narrativa: ignição, desenvolvimento e clímax.

Esta estratégia, mais do que ajudar a contar histórias, melhora a comunicação persuasiva, conduzindo o leitor a uma conclusão ou decisão.

Porque certamente já se apercebeu como uma apresentação sem estrutura se perde. E como uma proposta comercial sem arco narrativo não convence. Ou seja, quando organiza a mensagem com início, meio e fim claros, está a facilitar o trabalho de quem ouve e a aumentar as probabilidades de ser persuasivo.

Portanto, na próxima apresentação que preparar, identifique claramente estes três momentos: qual é a ignição, como desenvolve o argumento e qual é o clímax, ou seja, a conclusão que quer que o interlocutor leve.

5. Se está a melhorar a comunicação verbal, lembre-se da não-verbal

O corpo também comunica: a postura, o olhar, o tom de voz e os gestos comunicam tanto (ou mais) do que as palavras. E quando a linguagem não verbal contradiz o que está a ser dito, a mensagem perde credibilidade.

Numa apresentação ou negociação, a congruência entre o que se diz e como se diz é determinante, pois quem comunica com autenticidade alinha naturalmente as duas dimensões. E isso transmite confiança.

Experimente, por isso, gravar-se numa apresentação ou reunião e observe a sua linguagem não verbal. Muitas vezes, os sinais que enviamos sem perceber são os que mais influenciam a perceção de quem está do outro lado.

Comece já a melhorar a comunicação com formação!

Estas cinco dicas são apenas o ponto de partida. Se quer desenvolvê-las com profundidade, exercícios práticos, feedback e acompanhamento, a Academia GROW tem formação certificada em Storytelling na Comunicação, com 25 horas, online e financiada, disponível para empresas, empregados e desempregados em Lisboa e Setúbal.

 

FAQ’s: Perguntas frequentes sobre comunicação e storytelling

O que é o storytelling na comunicação profissional?
Storytelling na comunicação é a aplicação de técnicas narrativas para tornar uma mensagem mais clara, memorável e persuasiva. Em contexto profissional, é usado em apresentações, negociações, liderança de equipas e comunicação com clientes.

Como melhorar a comunicação em apresentações?
A chave está na estrutura da mensagem, no domínio da linguagem não verbal e na capacidade de adaptar o discurso ao público. Uma boa ignição, um desenvolvimento claro e um clímax forte são os três pilares de qualquer apresentação eficaz.

O que é a comunicação assertiva?
Comunicação assertiva é a capacidade de expressar ideias, opiniões e necessidades de forma clara e direta, respeitando o interlocutor. É um dos perfis comunicacionais mais eficazes em contexto profissional e pode ser desenvolvido com prática e as ferramentas certas.

É possível aprender a comunicar melhor?
Sim. A comunicação é uma competência que se desenvolve — com autoconhecimento, prática e método. Cursos de formação certificada, como os da Academia GROW, oferecem um percurso estruturado para quem quer melhorar de forma consistente.

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Saiba como  formação em Primeiros Socorros pode fazer a diferença

Saiba como formação em Primeiros Socorros pode fazer a diferença

Num escritório, numa fábrica ou num armazém, basta um momento inesperado para surgir uma situação de emergência. Afinal, uma queda, uma queimadura, uma indisposição súbita ou um acidente de trabalho podem acontecer a qualquer momento. E, muitas vezes, os primeiros minutos fazem toda a diferença.

É precisamente por isso que a formação em Primeiros Socorros continua a ser uma das áreas mais importantes para as empresas que procuram reforçar a segurança das equipas e preparar os colaboradores para agir de forma rápida e eficaz.

Na Academia GROW, esta formação é ministrada por Vítor Braga, Técnico de Emergência Pré-Hospitalar do INEM há mais de 18 anos e formador especializado na área da emergência e socorrismo. Mais do que ensinar conceitos teóricos, o nosso formador empenha-se em preparar pessoas para avaliar situações, agir em segurança e prestar os primeiros cuidados até à chegada dos meios de emergência.

 

Porque é importante investir em formação em Primeiros Socorros?

Quando se fala em segurança no trabalho, muitas empresas associam o tema apenas à prevenção de acidentes ou ao cumprimento de obrigações legais. Mas a realidade é mais ampla.

Independentemente do setor de atividade, existem sempre riscos associados ao dia-a-dia profissional, riscos para os quais colaboradores preparados podem fazer a diferença.

Segundo Vítor Braga:

“Numa empresa que opera essencialmente em escritório ou numa indústria, existem sempre riscos inerentes à atividade em questão.”

A formação em Primeiros Socorros permite dotar os trabalhadores de conhecimentos básicos para responderem adequadamente perante situações de emergência.

 

Os primeiros minutos podem ser decisivos

Em muitas situações, o primeiro apoio prestado à vítima antes da chegada do INEM ou dos bombeiros pode ter impacto direto na evolução da ocorrência.

Assim, ao longo da formação, os participantes aprendem a avaliar riscos antes de intervir, agir de forma calma e segura, identificar prioridades, prestar assistência básica à vítima e colaborar corretamente com os meios de emergência. Como refere o formador:

“São estes pequenos gestos que salvam vidas.”

Ou seja, o objetivo da formação em Primeiros Socorros não é substituir profissionais de emergência, mas garantir que os colaboradores sabem como agir até à chegada de ajuda diferenciada.

 

Da formação em primeiros socorros à prática

Um dos aspetos mais valorizados na formação é a componente prática. Na perspetiva de Vítor Braga, conhecer técnicas de socorro é fundamental saber aplicar as técnicas de socorro em contexto real.

“Ter o conhecimento é a primeira fase da formação. Saber aplicá-lo é o passo seguinte.”

Por isso, as ações de formação incluem treino prático, simulação de cenários e exercícios orientados para situações reais. Esta abordagem permite desenvolver competências relacionadas com a gestão de stress, tomada de decisão, comunicação em emergência e trabalho em equipa.

Segundo o formador, o treino é essencial porque as pessoas reagem de forma diferente perante situações críticas e nem sempre conseguem gerir o stress adequadamente.

 

O trabalho em equipa também faz a diferença nos primeiros socorros

Outro dos temas abordados nas formações é a importância da coordenação entre pessoas durante uma emergência. Como explica Vítor Braga:

“O socorro à vítima é um momento de interação, avaliação, planeamento e decisão.”

Em muitos casos, o trabalho em equipa permite dividir tarefas, agilizar a assistência à vítima e melhorar a comunicação com os meios de emergência. Mas, para isso, é importante que os colaboradores tenham conhecimentos básicos de Primeiros Socorros e saibam atuar dentro dos seus limites.

Por outro lado, embora a formação em Primeiros Socorros seja frequentemente procurada por empresas, os conhecimentos adquiridos são úteis em qualquer contexto do dia-a-dia, desde acidentes domésticos, situações na via pública ou emergências familiares, situações em que estas competências podem fazer a diferença.

Como defende o formador:

“O conhecimento básico de primeiros socorros devia ser inerente ao conhecimento base de qualquer cidadão.”

 

Formação em Primeiros Socorros na Academia GROW

A formação em Primeiros Socorros da Academia GROW procura combinar conhecimento técnico, treino prático e preparação para situações reais.

As ações podem incluir conteúdos relacionados com suporte básico de vida, atuação perante acidentes de trabalho, gestão inicial da emergência, prevenção de riscos e treino prático através da simulação de cenários para, mais do que cumprir obrigações legais, preparar os colaboradores para agir de forma segura, eficaz e responsável.

Quer reforçar a segurança da sua equipa com formação em Primeiros Socorros? Fale connosco e conheça as soluções de formação da Academia GROW.

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Gestão do Stress e do Tempo: os erros mais frequentes nas equipas (e como corrigi-los)

Gestão do Stress e do Tempo: os erros mais frequentes nas equipas (e como corrigi-los)

A gestão do stress e do tempo é uma das competências mais importantes numa equipa. E, contudo, é dos temas menos abordados. Muitas vezes, o problema não é falta de interesse, mas uma acumulação de erros que passam despercebidos até serem referidos de forma concreta numa formação… Ou até originarem conflitos irreversíveis.

Se chega ao fim do dia com a sensação de que o seu tempo rendeu pouco, se está constantemente a responder e a reagir, este artigo é para si. Vamos explorar algumas das fragilidades que agravam a gestão do stress e do tempo, especialmente a forma como as equipas organizam o seu trabalho e gerem o seu dia-a-dia.

É que na Academia GROW este tema é trabalhado em contexto de formação profissional, com equipas multiprofissionais que reconhecem este padrão no seu próprio dia-a-dia. Sabemos bem a importância de atacar as dificuldades antes de se agravarem. Por isso, se quer começar já a perceber onde estão os maiores pontos de melhoria, partilhamos os seis erros mais comuns na gestão do stress e do tempo… e o que fazer para os corrigir.

Os erros mais frequentes na gestão do stress e do tempo

1. Tratar o stress como um problema individual

O stress no trabalho raramente é apenas um problema de quem o sente. De facto, quando os níveis de stress numa equipa são elevados, há quase sempre outras causas por trás: excesso de carga de trabalho, falta de clareza nas funções ou falta de apoio ao nível da liderança.

Tratar o stress como uma fragilidade individual é, por isso, não só impreciso como contraproducente. Portanto, a gestão do stress começa por reconhecer que é, também, uma responsabilidade coletiva.

2. Ignorar que cada pessoa reage de forma diferente

Numa equipa profissional, as pessoas não reagem todas da mesma forma às mesmas situações, pois um desafio estimulante para uns pode ser uma pressão enorme para outros. Ignorar estas diferenças (ou esperar que todos se adaptem da mesma maneira) é um dos erros com maior impacto na coesão e no desempenho das equipas.

Ou seja, uma gestão do stress eficaz passa, inevitavelmente, por conhecer cada pessoa, as suas características e os seus limites.

3. Confundir o que é urgente com o que é importante

Este é provavelmente o erro mais frequente na gestão do tempo. E um dos mais difíceis de corrigir.

Como a urgência é visível e imediata, tende a ganhar sempre prioridade em detrimento do que é importante. Uma boa gestão do stress e do tempo passa, por isso, em capacitar a equipa para distinguir os dois conceitos e a gerir prioridades em função do que é mais importante.

4. Não identificar o que consome o tempo da equipa

Antes da gestão do tempo, é preciso perceber o que o consome. Interrupções, reuniões mal estruturadas, tarefas repetidas por falta de processos claros ou comunicação ineficiente são alguns dos maiores desperdiçadores de tempo nas organizações.

Ou seja, nem sempre são os colaboradores que gerem mal o tempo, mas é o próprio contexto que não lhes permite outra abordagem. Importa, como tal, identificar e eliminar esses desperdiçadores antes mesmo de conhecer técnicas para melhorar a gestão do tempo.

5. Reagir à mudança em vez de a antecipar

As mudanças organizacionais (estrutura, função, objetivos ou ferramentas) são uma constante no contexto profissional. E, no entanto, continuam a ser geridas de forma reativa na maioria das empresas.

O problema é que a reação significa sempre um custo acrescido em tempo perdido, acumulação de stress e  resistências que poderiam ter sido evitadas.

Antecipar a mudança, comunicá-la com clareza e preparar as equipas para a transição não é apenas uma boa prática de gestão, mas também uma forma concreta de reduzir o stress organizacional.

6. Gerir sem plano… e chamar a isso “flexibilidade”

A flexibilidade é uma competência real e valiosa. Mas há uma diferença importante entre ser flexível e trabalhar sem estrutura. De facto, a ausência de planeamento tem um custo elevado: decisões tomadas sob pressão, tempo gasto a apagar fogos e uma sensação crónica de que o dia terminou sem que o essencial tenha sido feito. Um bom plano de gestão do tempo não elimina a flexibilidade, pois é precisamente o que cria as condições para que ela seja exercida de forma consciente.

Formação: Quer desenvolver estas competências na sua empresa?

O curso de Gestão do Stress e Gestão do Tempo da Academia GROW foi desenvolvido para equipas multiprofissionais que lidam com os desafios do ambiente de trabalho atual. Com um programa que aborda desde a pluralidade humana e as causas do stress ao planeamento e à gestão de prioridades, esta formação pode ser adaptada às necessidades específicas de cada organização.

Para conhecer todas as condições e receber uma proposta personalizada, fale connosco!

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Gestão de Equipas: 6 dicas práticas para líderes e gestores

Gestão de Equipas: 6 dicas práticas para líderes e gestores

A gestão de equipas é uma das competências mais exigentes em qualquer empresa. Não se trata apenas de distribuir tarefas ou acompanhar prazos, mas saber como comunicar, motivar, resolver conflitos e orientar cada profissional para objetivos comuns. Por isso mesmo esta competência pode (e deve) ser desenvolvida com formação.

Na Academia GROW, temos disponível um curso de Gestão de Equipas para gestores e líderes que querem melhorar estas competências e motivar a sua equipa a ir mais além. Mas, se quiser começar já a fazer a diferença na sua equipa, partilhamos seis práticas para aplicar no seu dia-a-dia.

5 passos para candidatar a sua empresa a Formação Financiada

1. Organização: uma boa gestão de equipas começa aqui

Uma equipa só poderá apresentar bons resultados quando todos sabem exatamente o que se espera de cada um. Por isso, procure garantir que os papéis estão definidos, as responsabilidades distribuídas e as prioridades claras.

Sem esta estrutura, o ambiente de trabalho fica mais propício a gerar confusão, frustração ou, inclusive, duplicação de esforços. Ou seja, melhorar a gestão da sua equipa começa na organização antes do trabalho.

2. Comunicação eficaz: a competência de um bom líder

A comunicação é o motor que faz funcionar a gestão de uma equipa. Não se trata apenas do que é dito, mas de como, quando e com que propósito.

Uma comunicação eficaz alinha expectativas, antecipa mal-entendidos e reforça a confiança entre líder e colaboradores. Como tal, gerir é comunicar. E essa é uma das competências centrais trabalhadas na formação em gestão de equipas da Academia GROW.

3. Gestão de pessoas e resultados: dois objetivos compatíveis

Um dos equívocos mais comuns na liderança é a ideia de que orientar para os resultados significa descurar as pessoas ou que valorizar a equipa implica abrir mão dos objetivos. Ora, a gestão de equipas eficaz faz as duas coisas.

Equipas motivadas e bem lideradas produzem melhores resultados, motivo pelo qual desempenho e bem-estar andam lado a lado numa boa gestão de equipa.

4. Motivação: uma competência de gestão

Manter uma equipa motivada é um trabalho ativo, pois exige que o gestor conheça bem os seus colaboradores, compreenda o que os move e crie condições para que esse impulso se mantenha ao longo do tempo. Reconhecimento, autonomia, oportunidades de desenvolvimento e sentido de propósito são fatores determinantes que o gestor pode, e deve, trabalhar de forma intencional.

5. Gestão de equipas também é gerir conflitos

O conflito é inevitável em qualquer equipa. Mas o que determina o seu impacto é a forma como é gerido. De facto, ignorar ou adiar a resolução de tensões tende a agravá-las. É, por isso, preferível abordá-las com serenidade, foco no problema e respeito pelas pessoas, atitudes que, na verdade, podem reforçar a coesão e a confiança dentro da equipa.

6. Orientação para a mudança: a competência que distingue as melhores equipas

As empresas mudam, os mercados mudam, as funções evoluem. Ou seja, uma organização que não está preparada para acompanhar essa dinâmica vai ter crescente dificuldade em manter o desempenho. É por isso que o papel de um líder formado em gestão de equipas passa por criar essa resiliência de forma proativa: antecipar, comunicar com transparência e apoiar os colaboradores na transição.

Formação: Quer desenvolver estas competências na sua empresa?

O curso de Gestão de Equipas da Academia GROW foi desenvolvido para gestores e líderes que querem evoluir nesta área de forma estruturada e aplicável ao seu contexto real. Com um programa completo, que aborda  desde a organização do trabalho à comunicação, motivação, gestão de conflitos e liderança, esta formação pode ser adaptada às necessidades de cada organização.

Para conhecer todas as condições e receber uma proposta personalizada, fale connosco!

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Guia prático em 5 passos para Formação Financiada

Guia prático em 5 passos para Formação Financiada

Sempre que o Portugal 2030 abre um concurso de Formação Financiada, como o SIQRH – Formação Empresarial, repete-se o mesmo padrão: a abertura das candidaturas nem sempre é imediata, mas quando acontece, o prazo para submeter costuma ser curto.

Por isso, a pergunta mais útil não é “quando abre o aviso?“, mas sim “o que posso fazer agora para estar pronto quando abrir?“.

Preparámos, como tal, um guia em 5 passos práticos com tudo o que recomendamos que a sua empresa faça para preparar uma candidatura sólida aos apoios do Portugal 2030 para Formação Financiada, sem complicações técnicas e sem perder tempo mais tarde.

5 passos para candidatar a sua empresa a Formação Financiada

1. Confirmar se a empresa reúne as condições de elegibilidade

Antes de avançar, vale a pena confirmar três critérios que, regra geral, definem o acesso a estes apoios:

  • Dimensão da empresa: Média ou Grande Empresa;
  • Localização: sede ou estabelecimento nas regiões Norte, Centro ou Alentejo;
  • Enquadramento setorial: integração num dos Clusters de Competitividade reconhecidos (Calçado e Moda, Automóvel, AEC, Habitat Sustentável, Têxtil e Tecnologia, PRODUTECH, Engineering & Tooling, entre outros).

Se a sua empresa cumprir estas três condições, já está em posição de avançar para a preparação do projeto.

2. Diagnosticar as necessidades reais de formação

Um bom projeto de formação começa sempre pela mesma pergunta: que competências faltam, hoje, para a empresa atingir os seus objetivos?

Vale a pena olhar para a empresa, não só em termos de competências técnicas (hard skills), mas também de organização e sociais (soft skills):

  • Que processos ou tarefas estão a ser travados por falta de competências?
  • Que equipas vão ser mais impactadas pelos próximos desafios do negócio (digitalização, sustentabilidade, internacionalização, crescimento)?
  • Que competências de liderança, comercial ou digital fazem falta às chefias?

Este diagnóstico é o que dá sentido a todo o resto da candidatura. Sem ele, o risco é escolher formações genéricas, pouco alinhadas com a realidade da empresa

3. Definir prioridades e estruturar o plano de formação

Com as necessidades identificadas, o passo seguinte é transformá-las num plano com prioridades claras. Nem todas as formações têm o mesmo impacto, por isso, o plano deve responder a estas perguntas:

  • Que ações têm maior retorno para o negócio a curto prazo?
  • Que equipas ou colaboradores devem ser envolvidos em cada ação?
  • Qual o formato mais adequado — presencial, online ou misto?
  • Como se articula o plano com os objetivos do Cluster de Competitividade em que a empresa se insere?

Um plano de formação bem estruturado é, também, um dos fatores mais valorizados na avaliação das candidaturas.

4. Reunir a documentação e a informação de suporte

Enquanto o aviso não abre, este é o momento ideal para tratar de tudo o que normalmente atrasa uma candidatura de última hora:

  • Documentação legal e financeira da empresa;
  • Informação sobre as equipas a envolver em cada ação de formação;
  • Objetivos de negócio que fundamentam a necessidade de formação;
  • Enquadramento da empresa no respetivo Cluster de Competitividade.

Reunir esta informação com antecedência é o que permite submeter a candidatura com confiança, assim que o concurso abrir, sem correrias de última hora.

5. Submeter a candidatura (ou estar pronto para o fazer)

Com o diagnóstico feito, o plano definido e a documentação reunida, resta um passo: submeter a candidatura dentro do prazo definido no aviso. Pela nossa experiência, este prazo tende a ser mais curto do que as empresas esperam.

Chegar aqui com o trabalho de preparação já feito significa, normalmente, mais tempo para rever, ajustar e fortalecer o projeto antes de o submeter e garantir que todas as necessidades de formação da empresa estão cobertas, quer a curto-prazo, quer a médio e longo-prazo.

Comece já a preparar a candidatura da sua empresa

A Academia GROW da Estrategor é certificada pela DGERT em 17 áreas de formação e conta com mais de 30 anos de experiência em incentivos e formação financiada. Por isso, trabalhamos lado a lado com a sua empresa em cada um destes 5 passos, do diagnóstico à submissão da candidatura.

Fale connosco e comece já a preparar o plano de formação da sua empresa.

 

FAQ’s: Perguntas frequentes sobre formação financiada pelo Portugal 2030

Que empresas podem candidatar-se aos apoios do Portugal 2030 para Formação? Médias e Grandes Empresas das regiões Norte, Centro e Alentejo, integradas nos Clusters de Competitividade reconhecidos pelo programa.

É preciso esperar pela abertura do aviso para começar a preparar a candidatura? Não. Grande parte do trabalho — diagnóstico de necessidades, definição de prioridades, estruturação do plano de formação e reunião de documentação — pode e deve ser feito antes da abertura oficial.

Quanto tempo demora a preparar uma candidatura? Depende da dimensão do projeto, mas o diagnóstico de necessidades e a estruturação do plano de formação costumam ser as fases que mais tempo exigem — por isso, compensa começar cedo.

A Academia GROW pode ajudar em todo o processo? Sim. A Academia GROW da Estrategor acompanha a empresa desde o diagnóstico de necessidades até à submissão da candidatura, incluindo a estruturação do plano de formação.

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3 formações em IA para a sua empresa

3 formações em IA para a sua empresa

As formações em IA tornaram-se, nos últimos anos, uma das apostas mais diretas para aumentar a produtividade das equipas e preparar as empresas para os desafios da digitalização. Mais do que adotar novas ferramentas, o verdadeiro ganho está em garantir que toda a equipa sabe como as usar no dia a dia.

Se está a pensar reforçar as competências digitais da sua empresa, deixamos-lhe 3 recomendações de formação certificada, pensadas para diferentes necessidades e níveis de experiência.

Vale a pena investir em formações em IA?

A maioria das empresas já experimentou ferramentas de Inteligência Artificial, mas será que estão a tirar delas o máximo proveito? A diferença entre uma ferramenta subaproveitada e um verdadeiro ganho de produtividade está, quase sempre, na formação da equipa.

Investir em cursos para empresas nesta área permite, portanto:

  • Reduzir o tempo gasto em tarefas repetitivas e administrativas;
  • Melhorar a qualidade e a rapidez da tomada de decisão;
  • Preparar os colaboradores para usar a IA de forma autónoma e segura;
  • Cumprir, em simultâneo, parte da obrigação legal de formação certificada.

 

As 3 formações em IA que recomendamos para a sua empresa

Nem todas as equipas partem do mesmo ponto nem têm as mesmas necessidades. Por isso, selecionámos 3 formações certificadas que cobrem diferentes perfis: da equipa em geral, que quer começar a usar IA no trabalho diário, aos decisores, que precisam de a aplicar na estratégia e na tomada de decisão.

1. IA no Ambiente de Trabalho

Indicada para toda a equipa, independentemente da área ou função, esta é a formação para quem quer começar pelo essencial. Ou seja, pode conhecer as principais ferramentas de IA e sbaer, de forma prática, como integrá-las nas tarefas do dia a dia.

É a opção ideal para empresas que estão a dar os primeiros passos na adoção de IA e querem garantir que toda a equipa parte do mesmo nível de conhecimento.

Conheça este curso aqui.

2. Inteligência Artificial para Negócios

Pensada para decisores e gestores, esta formação mostra como aplicar a IA na análise de informação, no planeamento estratégico e na tomada de decisão. Mais do que uma introdução técnica, é uma formação orientada para quem precisa de decidir com mais rapidez e segurança, com o apoio de ferramentas de IA.

Conheça este curso aqui.

3. Produtividade com ChatGPT – Otimização das Tarefas Diárias

Esta formação vai direta ao que mais tempo consome no dia a dia: emails, relatórios, apresentações e resumos.

Através de exemplos práticos, os participantes aprendem técnicas concretas para reduzir significativamente o tempo gasto nestas tarefas, libertando espaço para trabalho de maior valor acrescentado.

Conheça este curso aqui.

Estas formações contam para as 40 horas de formação obrigatória?

Sim. Todas as formações da Academia GROW são formações certificadas, reconhecidas pela DGERT, pelo que contam para o cumprimento da obrigação legal de formação profissional contínua, as afamadas 40 horas de formação obrigatória.

Isto significa que, ao investir em formação em IA para a sua equipa, está simultaneamente a cumprir uma obrigação legal e a criar um impacto real na produtividade da empresa.

 

Como financiar a formação em IA na sua empresa?

Uma das soluções para apoiar este investimento é o resgate do Fundo de Compensação do Trabalho (FCT), que permite recuperar parte dos valores entregues pela empresa a este fundo e convertê-los em crédito de formação certificada, sem impacto direto na tesouraria.

Se quiser desenhar um plano à medida da sua empresa, fale connosco.

 

FAQ’s: Perguntas frequentes sobre formações em IA com certificação

O que são formações em IA para empresas? São cursos de formação profissional que ensinam equipas e colaboradores a utilizar ferramentas de Inteligência Artificial no contexto de trabalho, com foco em produtividade, automação de tarefas e apoio à tomada de decisão.

Estas formações são certificadas? Sim, todas as formações da Academia GROW by Estrategor são certificadas pela DGERT.

Estas formações contam para as 40 horas de formação obrigatória por trabalhador? Sim, sendo formações certificadas, contam para o cumprimento desta obrigação legal.

Existem formações à medida para empresas? Sim. Além destas 3 formações, a Academia GROW desenvolve também programas de formação à medida, ajustados aos objetivos e às necessidades específicas de cada empresa, e disponibiliza um catálogo mais alargado de cursos, incluindo IA Generativa com ChatGPT.

Como posso financiar a formação da minha equipa? Uma das soluções é o resgate do Fundo de Compensação do Trabalho (FCT), que permite converter valores já entregues pela empresa em crédito de formação certificada.

Fale connosco!

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