O que é o FCT e porque está a ser devolvido?

Saiba o que é o Fundo de Compensação do Trabalho, porque deixou de receber contribuições das empresas e de que forma os montantes acumulados podem agora ser mobilizados.

Neste excerto do podcast Estratégias & Negócios, explicamos o enquadramento do FCT, as alterações introduzidas ao regime e as possibilidades que as empresas têm para usar este saldo em finalidades úteis, incluindo a formação profissional certificada. 

 

Há mais para descobrir sobre o FCT no nosso podcast!

Este é um dos excertos que selecionámos da nossa conversa com Miguel Teixeira, consultant na Estrategor e um dos nossos especialistas no resgate do Fundo de Compensação do Trabalho.

Pode ouvir o episódio completo aqui: www.estrategor.pt/podcast

Quer fazer o resgate do seu FCT e converter o fundo em formação a custo 0? Fale connosco!

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Regulamento Geral de Proteção de Dados Pessoais

Finanças para Não Financeiros: uma competência essencial para novos empresários em 2026

Finanças para Não Financeiros: uma competência essencial para novos empresários em 2026

Criar um negócio implica muito mais do que ter uma boa ideia. Num momento em que surgem novos apoios do Portugal 2030 para projetos de criação e modernização de empresas, compreender os fundamentos financeiros da gestão tornou-se uma competência essencial para qualquer empresário.

Em 2026, os novos apoios de Base Territorial dirigidos a projetos até 300 mil euros criam oportunidades importantes para micro e pequenas empresas investirem em equipamentos, instalações, digitalização e crescimento.

Mas existe um fator que continua a distinguir os projetos mais sustentáveis: a capacidade de tomar decisões financeiras informadas.

É precisamente aqui que a formação em Finanças para Não Financeiros ganha relevância.

 

Gerir um negócio implica tomar decisões financeiras todos os dias

Definir preços, contratar colaboradores, investir em equipamentos, reorganizar processos ou avançar para uma candidatura ao Portugal 2030 são decisões com impacto financeiro direto.

Mesmo empresários sem formação financeira precisam hoje de compreender conceitos como custos, margens, rentabilidade, tesouraria ou financiamento para gerir o negócio de forma sustentável. Sem esse conhecimento, torna-se mais difícil avaliar riscos, controlar recursos e perceber o verdadeiro impacto das decisões tomadas.

 

Os apoios do Portugal 2030 exigem empresas mais preparadas

Os novos sistemas de incentivos valorizam projetos estruturados, sustentáveis e alinhados com objetivos de modernização e competitividade.

Isso significa que os empresários precisam de compreender melhor:

  • Como planear investimentos;
  • Como organizar recursos;
  • Como antecipar necessidades de tesouraria;
  • E como avaliar a viabilidade financeira do negócio.

Na prática, obter apoio financeiro é apenas uma parte do processo. O verdadeiro desafio está em transformar esse investimento em crescimento sustentável.

Finanças para Não Financeiros: porque esta formação é tão importante?

Durante muitos anos, os temas financeiros eram vistos como uma área reservada à contabilidade ou aos departamentos financeiros. Hoje, essa realidade mudou.

Empresários, gestores e responsáveis de diferentes áreas precisam cada vez mais de interpretar indicadores, compreender números e apoiar decisões com base em informação financeira.

A formação em Finanças para Não Financeiros procura precisamente tornar estes conceitos acessíveis e aplicáveis à realidade das empresas. Ao longo da formação, os participantes desenvolvem competências para:

  • Interpretar demonstrações financeiras;
  • Compreender custos e margens;
  • Elaborar orçamentos;
  • Analisar indicadores financeiros;
  • Apoiar decisões de investimento e financiamento.

Mais do que linguagem técnica, o foco está na capacidade de compreender o negócio e tomar decisões mais fundamentadas.

 

Formação em Finanças para Não Financeiros na Academia GROW

A formação em Finanças para Não Financeiros da Academia GROW foi desenvolvida para profissionais sem formação financeira de base, mas que necessitam de compreender os principais conceitos financeiros aplicados à gestão empresarial.

A formação aborda temas como informação contabilística e financeira, balanço, demonstração de resultados, fluxos de caixa, orçamentação e indicadores de apoio à gestão.

Quer reforçar as competências financeiras da sua equipa ou preparar-se melhor para gerir o crescimento da sua empresa? Fale connosco e conheça a formação em Finanças para Não Financeiros da Academia GROW.

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Regulamento Geral de Proteção de Dados Pessoais

Saiba como  formação em Primeiros Socorros pode fazer a diferença

Saiba como formação em Primeiros Socorros pode fazer a diferença

Num escritório, numa fábrica ou num armazém, basta um momento inesperado para surgir uma situação de emergência. Afinal, uma queda, uma queimadura, uma indisposição súbita ou um acidente de trabalho podem acontecer a qualquer momento. E, muitas vezes, os primeiros minutos fazem toda a diferença.

É precisamente por isso que a formação em Primeiros Socorros continua a ser uma das áreas mais importantes para as empresas que procuram reforçar a segurança das equipas e preparar os colaboradores para agir de forma rápida e eficaz.

Na Academia GROW, esta formação é ministrada por Vítor Braga, Técnico de Emergência Pré-Hospitalar do INEM há mais de 18 anos e formador especializado na área da emergência e socorrismo. Mais do que ensinar conceitos teóricos, o nosso formador empenha-se em preparar pessoas para avaliar situações, agir em segurança e prestar os primeiros cuidados até à chegada dos meios de emergência.

 

Porque é importante investir em formação em Primeiros Socorros?

Quando se fala em segurança no trabalho, muitas empresas associam o tema apenas à prevenção de acidentes ou ao cumprimento de obrigações legais. Mas a realidade é mais ampla.

Independentemente do setor de atividade, existem sempre riscos associados ao dia-a-dia profissional, riscos para os quais colaboradores preparados podem fazer a diferença.

Segundo Vítor Braga:

“Numa empresa que opera essencialmente em escritório ou numa indústria, existem sempre riscos inerentes à atividade em questão.”

A formação em Primeiros Socorros permite dotar os trabalhadores de conhecimentos básicos para responderem adequadamente perante situações de emergência.

 

Os primeiros minutos podem ser decisivos

Em muitas situações, o primeiro apoio prestado à vítima antes da chegada do INEM ou dos bombeiros pode ter impacto direto na evolução da ocorrência.

Assim, ao longo da formação, os participantes aprendem a avaliar riscos antes de intervir, agir de forma calma e segura, identificar prioridades, prestar assistência básica à vítima e colaborar corretamente com os meios de emergência. Como refere o formador:

“São estes pequenos gestos que salvam vidas.”

Ou seja, o objetivo da formação em Primeiros Socorros não é substituir profissionais de emergência, mas garantir que os colaboradores sabem como agir até à chegada de ajuda diferenciada.

 

Da formação em primeiros socorros à prática

Um dos aspetos mais valorizados na formação é a componente prática. Na perspetiva de Vítor Braga, conhecer técnicas de socorro é fundamental saber aplicar as técnicas de socorro em contexto real.

“Ter o conhecimento é a primeira fase da formação. Saber aplicá-lo é o passo seguinte.”

Por isso, as ações de formação incluem treino prático, simulação de cenários e exercícios orientados para situações reais. Esta abordagem permite desenvolver competências relacionadas com a gestão de stress, tomada de decisão, comunicação em emergência e trabalho em equipa.

Segundo o formador, o treino é essencial porque as pessoas reagem de forma diferente perante situações críticas e nem sempre conseguem gerir o stress adequadamente.

 

O trabalho em equipa também faz a diferença nos primeiros socorros

Outro dos temas abordados nas formações é a importância da coordenação entre pessoas durante uma emergência. Como explica Vítor Braga:

“O socorro à vítima é um momento de interação, avaliação, planeamento e decisão.”

Em muitos casos, o trabalho em equipa permite dividir tarefas, agilizar a assistência à vítima e melhorar a comunicação com os meios de emergência. Mas, para isso, é importante que os colaboradores tenham conhecimentos básicos de Primeiros Socorros e saibam atuar dentro dos seus limites.

Por outro lado, embora a formação em Primeiros Socorros seja frequentemente procurada por empresas, os conhecimentos adquiridos são úteis em qualquer contexto do dia-a-dia, desde acidentes domésticos, situações na via pública ou emergências familiares, situações em que estas competências podem fazer a diferença.

Como defende o formador:

“O conhecimento básico de primeiros socorros devia ser inerente ao conhecimento base de qualquer cidadão.”

 

Formação em Primeiros Socorros na Academia GROW

A formação em Primeiros Socorros da Academia GROW procura combinar conhecimento técnico, treino prático e preparação para situações reais.

As ações podem incluir conteúdos relacionados com suporte básico de vida, atuação perante acidentes de trabalho, gestão inicial da emergência, prevenção de riscos e treino prático através da simulação de cenários para, mais do que cumprir obrigações legais, preparar os colaboradores para agir de forma segura, eficaz e responsável.

Quer reforçar a segurança da sua equipa com formação em Primeiros Socorros? Fale connosco e conheça as soluções de formação da Academia GROW.

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Regulamento Geral de Proteção de Dados Pessoais

Como criar um Plano de Formação financiada para o Portugal 2030 em 2026?

Como criar um Plano de Formação financiada para o Portugal 2030 em 2026?

As candidaturas ao Portugal 2030 para planos de formação financiada são uma das principais oportunidades para as empresas qualificarem equipas com apoio a fundo perdido.

Mas há um fator que continua a fazer a diferença entre projetos aprovados e candidaturas com menor pontuação: a qualidade do Plano de Formação. Na prática, um Plano de Formação para o Portugal 2030 deve demonstrar de forma clara:

  • Quais os desafios da empresa;
  • Que competências precisam de ser reforçadas;
  • Como a formação contribui para a competitividade do negócio;
  • E de que forma o projeto se alinha com os objetivos estratégicos do Cluster de Competitividade.

Neste artigo explicamos-lhe como estruturar um Plano de Formação financiada para o Portugal 2030 em 2026 e quais os aspetos mais valorizados nas candidaturas.

 

Portugal 2030: que empresas podem obter apoio para formação financiada?

O SIQRH – Formação Empresarial (Clusters) destina-se a Médias e Grandes Empresas das regiões Norte, Centro e Alentejo integradas em Clusters de Competitividade reconhecidos. O objetivo passa por apoiar projetos de formação que contribuam para:

  • Reforçar competências críticas;
  • Acelerar a digitalização;
  • Promover inovação organizacional;
  • Aumentar produtividade e competitividade;
  • Apoiar a transição energética e sustentável das empresas.

Os projetos podem financiar formação para trabalhadores, gestores e empresários, incluindo formação presencial, online ou híbrida.

 

O que deve incluir um Plano de Formação financiada para obter apoio financeiro?

Um dos erros mais comuns nas candidaturas é apresentar um plano demasiado genérico, pouco alinhado com a realidade da empresa ou sem ligação clara à estratégia do Cluster.

Com efeito, os projetos mais sólidos tendem a demonstrar coerência entre necessidades, objetivos, áreas de formação e impacto esperado.

Por isso, antes de escolher cursos ou definir cronogramas, é essencial estruturar o plano de formação financiada, com base nos seguintes passos:

1. Identificar necessidades reais da empresa

O ponto de partida deve ser sempre o diagnóstico de necessidades, ou seja, responder à pergunta: Quais são os principais desafios da empresa nos próximos anos?

  • Digitalização de processos?
  • Automatização industrial?
  • Internacionalização?
  • Sustentabilidade?
  • Retenção e liderança de equipas?
  • Segurança e eficiência operacional?

As ações de formação devem responder diretamente a estes desafios.

 

2. Relacionar a formação com os objetivos do Cluster

No SIQRH – Formação Empresarial (Clusters), o programa do Portugal 2030 que apoia os projetos autónomos de formação, não basta justificar a formação apenas com necessidades internas. Na prática, as empresas devem demonstrar que o projeto contribui para os objetivos estratégicos do Cluster de Competitividade em que a empresa se insere.

Por isso, as candidaturas tendem a valorizar áreas como:

  • Indústria 4.0;
  • Digitalização;
  • Inteligência artificial;
  • Sustentabilidade;
  • Eficiência energética;
  • Gestão da produção;
  • Internacionalização;
  • Liderança e gestão de equipas.

 

3. Escolha áreas de formação com impacto operacional

Nos apoios do Portugal 2030 para 2026, um bom Plano de Formação financiada deve demonstrar impacto prático na organização, sendo valorizadas ações que contribuam para melhorar a produividade, otimizar processos, aumentar a capacidade de inovação e, principalmente, acelerar a adaptação tecnológica.

Isto significa que a formação deve estar diretamente ligada ao funcionamento da empresa e não apenas ao cumprimento de obrigações formais.

 

4. Estruturar um plano realista e executável

Outro aspeto crítico é a coerência do plano apresentado: carga horária, cronograma, número de participantes e metodologia devem ser adequados à realidade operacional da empresa.

Assim, para evitar projetos demasiado ambiciosos, genéricos ou difíceis de executar, é importante definir prioridades, equipas, calendário e objetivos mensuráveis, que possam ser avaliados posteriormente.

 

5. Preparar o projeto com antecedência

As empresas que começam a estruturar o Plano de Formação antes da abertura oficial das candidaturas conseguem normalmente apresentar projetos mais consistentes.

Por isso, além do levantamento de necessidades, é importante antecipar, não só o alinhamento com o Cluster, mas também a definição das áreas estratégias e a organização das equipas.

Assim, quanto maior for a preparação, maior será a capacidade de estruturar um plano de formação financiada alinhado com os objetivos do Portugal 2030.

 

A Academia GROW apoia a preparação de planos de formação financiada

A Academia GROW da Estrategor, apoia empresas na preparação e execução de projetos de formação financiada no âmbito do Portugal 2030, atuando enquanto entidade certificada pela DGERT em 17 áreas de formação, disponível para prestar apoio em todas as fases do projeto, desde o diagnóstico de necessidades à estruturação, execução e acompanhamento do projeto.

Mais do que executar ações de formação, o nosso foco é ajudar as empresas a transformar a formação numa ferramenta de crescimento, modernização e competitividade.

Quer preparar um Plano de Formação financiado pelo Portugal 2030 para a sua empresa? Fale connosco.

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Gestão de conflitos nas empresas: como melhorar?

Gestão de conflitos nas empresas: como melhorar?

A gestão de conflitos nas empresas é um dos fatores mais críticos (e frequentemente subvalorizados) no desempenho das equipas. Num contexto em que a colaboração, a rapidez de decisão e a eficácia operacional são determinantes, a forma como as pessoas comunicam e lidam com divergências tem impacto direto na produtividade, no ambiente de trabalho e nos resultados do negócio.

Mais do que evitar conflitos, o desafio está em saber geri-los de forma construtiva. E isso começa, inevitavelmente, pela comunicação.

 

Porque é que a gestão de conflitos é crítica nas empresas?

Os conflitos fazem parte de qualquer organização. Surgem de diferenças de opinião, pressão, objetivos desalinhados ou falhas de comunicação. O problema não é a existência de conflitos, mas a forma como são geridos, pois podem originar:

  • perda de produtividade;
  • atrasos na tomada de decisão;
  • deterioração do ambiente de trabalho;
  • aumento da rotatividade;
  • impacto negativo na relação com clientes.

Por outro lado, quando bem geridos, os conflitos podem estimular novas ideias, melhorar processos, reforçar relações e, principalmente, aumentar a coesão da equipa.

Um estudo publicado pela Universidade Católica Portuguesa, da autoria de Lara Joana Lopes de Figueiredo, demonstra que o conflito é uma realidade inerente às organizações e, quando devidamente gerido, pode contribuir para o desenvolvimento, melhoria das relações e maior eficácia das equipas. O mesmo estudo destaca ainda que ambientes de trabalho marcados por conflitos mal geridos tendem a afetar negativamente a motivação, o desempenho e o bem-estar dos colaboradores.

O papel da comunicação na gestão de conflitos nas empresas

Grande parte dos conflitos nas empresas tem origem em falhas de comunicação.

Estas falhas podem resultar tanto de mensagens pouco claras, como interpretações erradas, ausência de escuta ativa ou uma linguagem verbal ou não verbal pouco desenvolvida.

A comunicação não é apenas o que se diz, mas como se diz e como é interpretado. Por isso, pequenos ruídos comunicacionais, quando acumulados, transformam-se facilmente em conflitos mais complexos.

Comunicação assertiva: o equilíbrio entre passividade e agressividade

A assertividade é uma das competências mais importantes na gestão de conflitos.

Em contexto profissional, existem quatro estilos principais de comunicação:

  • Passivo: evita o conflito, mas não resolve o problema;
  • Agressivo: impõe a sua posição, gerando tensão;
  • Manipulador: comunica de forma indireta, criando desconfiança;
  • Assertivo: expressa ideias de forma clara e respeitosa.

Assim, ao trabalhar a comunicação assertiva um profissional consegue defender pontos de vista sem gerar conflito, dar feedback construtivo e promover relações profissionais mais equilibradas.

Por outras palavras, equipas com maior nível de assertividade tendem a ser mais eficazes, coesas e produtivas.

Tipologias comportamentais: adaptar a comunicação a diferentes perfis

Naturalmente, nem todas as pessoas comunicam da mesma forma. E é precisamente essa diversidade que pode gerar conflitos.

É, portanto, essencial conseguir identificar perfis comportamentais num processo de comunicação, já que isso ajuda a comunicar, antecipar reações e evitar escaladas desnecessárias.

Por exemplo:

  • Perfis mais analíticos valorizam detalhe e estrutura;
  • Perfis mais diretos valorizam objetividade e rapidez;
  • Perfis mais relacionais valorizam empatia e contexto.

Adaptar a comunicação ao interlocutor é uma competência crítica para reduzir fricção e melhorar a colaboração.

Escuta ativa: a competência mais subestimada nas empresas

Muitos conflitos não resultam do que foi dito, mas do que não foi ouvido.

A escuta ativa implica dar atenção total ao interlocutor, mas também evitar interrupções, validar o que foi dito e fazer perguntas relevantes.

Ferramentas simples, como reformular a mensagem (“Se percebi bem…”) ou clarificar pontos (“Pode dar um exemplo?”), podem reduzir significativamente mal-entendidos e são um ponto de partida para melhorar a gestão de conflitos nas empresas.

Inteligência emocional e gestão de conflitos

A gestão de conflitos numa empresa, assim explicada, pode parecer muito racional. Mas não é.

Em situações de tensão, a resposta emocional pode muitas vezes sobrepor-se à racional, diminuindo a capacidade de ouvir, aumentando a impulsividade e escalando o conflito.

Desenvolver inteligência emocional permite, não apenas reconhecer emoções, mas também gerir reações e manter o foco na solução.

Formação em gestão de conflitos

Num ambiente empresarial cada vez mais exigente, a formação em comunicação e gestão de conflitos é essencial para a produtividade e os resultados do negócio, já que:

  • Melhora a comunicação interna;
  • Reduz conflitos improdutivos;
  • Aumenta a eficiência operacional;
  • Reforça a cultura organizacional.

Na Academia Grow, desenvolvemos programas de formação à medida das necessidades das empresas. Se pretende melhorar a comunicação na sua organização e potenciar os resultados da sua equipa, fale connosco!

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