Finanças para Não Financeiros: uma competência essencial para novos empresários em 2026

Finanças para Não Financeiros: uma competência essencial para novos empresários em 2026

Criar um negócio implica muito mais do que ter uma boa ideia. Num momento em que surgem novos apoios do Portugal 2030 para projetos de criação e modernização de empresas, compreender os fundamentos financeiros da gestão tornou-se uma competência essencial para qualquer empresário.

Em 2026, os novos apoios de Base Territorial dirigidos a projetos até 300 mil euros criam oportunidades importantes para micro e pequenas empresas investirem em equipamentos, instalações, digitalização e crescimento.

Mas existe um fator que continua a distinguir os projetos mais sustentáveis: a capacidade de tomar decisões financeiras informadas.

É precisamente aqui que a formação em Finanças para Não Financeiros ganha relevância.

 

Gerir um negócio implica tomar decisões financeiras todos os dias

Definir preços, contratar colaboradores, investir em equipamentos, reorganizar processos ou avançar para uma candidatura ao Portugal 2030 são decisões com impacto financeiro direto.

Mesmo empresários sem formação financeira precisam hoje de compreender conceitos como custos, margens, rentabilidade, tesouraria ou financiamento para gerir o negócio de forma sustentável. Sem esse conhecimento, torna-se mais difícil avaliar riscos, controlar recursos e perceber o verdadeiro impacto das decisões tomadas.

 

Os apoios do Portugal 2030 exigem empresas mais preparadas

Os novos sistemas de incentivos valorizam projetos estruturados, sustentáveis e alinhados com objetivos de modernização e competitividade.

Isso significa que os empresários precisam de compreender melhor:

  • Como planear investimentos;
  • Como organizar recursos;
  • Como antecipar necessidades de tesouraria;
  • E como avaliar a viabilidade financeira do negócio.

Na prática, obter apoio financeiro é apenas uma parte do processo. O verdadeiro desafio está em transformar esse investimento em crescimento sustentável.

Finanças para Não Financeiros: porque esta formação é tão importante?

Durante muitos anos, os temas financeiros eram vistos como uma área reservada à contabilidade ou aos departamentos financeiros. Hoje, essa realidade mudou.

Empresários, gestores e responsáveis de diferentes áreas precisam cada vez mais de interpretar indicadores, compreender números e apoiar decisões com base em informação financeira.

A formação em Finanças para Não Financeiros procura precisamente tornar estes conceitos acessíveis e aplicáveis à realidade das empresas. Ao longo da formação, os participantes desenvolvem competências para:

  • Interpretar demonstrações financeiras;
  • Compreender custos e margens;
  • Elaborar orçamentos;
  • Analisar indicadores financeiros;
  • Apoiar decisões de investimento e financiamento.

Mais do que linguagem técnica, o foco está na capacidade de compreender o negócio e tomar decisões mais fundamentadas.

 

Formação em Finanças para Não Financeiros na Academia GROW

A formação em Finanças para Não Financeiros da Academia GROW foi desenvolvida para profissionais sem formação financeira de base, mas que necessitam de compreender os principais conceitos financeiros aplicados à gestão empresarial.

A formação aborda temas como informação contabilística e financeira, balanço, demonstração de resultados, fluxos de caixa, orçamentação e indicadores de apoio à gestão.

Quer reforçar as competências financeiras da sua equipa ou preparar-se melhor para gerir o crescimento da sua empresa? Fale connosco e conheça a formação em Finanças para Não Financeiros da Academia GROW.

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Regulamento Geral de Proteção de Dados Pessoais

5 formações para implementar o RGPD e a Lei de Whistleblowing na sua empresa

5 formações para implementar o RGPD e a Lei de Whistleblowing na sua empresa

Já não basta cumprir a lei. Hoje, é essencial construir uma cultura organizacional assente na transparência, na proteção de dados e na gestão responsável da informação. Felizmente, temos formações para implementar o RGPD e a Lei de Whistleblowing em empresas como a sua.

Até porque o alerta vem da OCDE e é claro: a falta de formação continua a ser uma das maiores fragilidades das empresas na implementação do Regulamento Geral de Proteção de Dados e do Regulamento Geral de Proteção de Denunciantes de Infrações. Além disso, o impacto pode ir muito além das coimas, afetando também a reputação e a confiança interna.

Por isso, neste artigo, partilhamos 5 formações práticas da Academia Grow que apoiam a implementação do RGPD e da Lei de Whistleblowing com eficácia, aplicabilidade real e ajustadas às necessidades das PME.

Formações para implementar (e cumprir) o RGPD e a Lei de Canais de Denúncia?

1. Implementação de um Sistema de Proteção de Dados na sua Empresa

Este curso permite estruturar e operacionalizar um sistema completo de proteção de dados, desde o diagnóstico inicial até à implementação de procedimentos e políticas em conformidade com o RGPD.

Com uma abordagem prática e ajustada às especificidades da organização, é a escolha certa para quem pretende garantir que a proteção de dados é uma realidade e não apenas uma formalidade documental.

Porque é essencial: Permite alinhar a empresa com o RGPD, identificar lacunas, prevenir riscos e garantir a conformidade face a futuras auditorias ou inspeções.

Ideal para: Empresários, gestores, diretores de RH, responsáveis jurídicos e técnicos de sistemas de informação.

Saiba mais aqui.

 

2. Whistleblowing e Canais de Denúncia – Compliance

A entrada em vigor da Lei n.º 93/2021 trouxe novas exigências para as empresas, obrigando à implementação de canais de denúncia seguros, anónimos e eficazes. Este curso foca-se na criação e gestão desses canais, assegurando a sua integração com a proteção de dados e as boas práticas de compliance, em conformidade com o Regime Geral de Proteção de Denunciantes de Infrações.

Porque é essencial: Ajuda a construir sistemas de denúncia robustos, em conformidade com a legislação nacional e europeia, promovendo a cultura de integridade e a proteção do denunciante.

Ideal para: Gestores, diretores de RH, responsáveis de compliance, assessores jurídicos e DPOs.

Saiba mais aqui.

 

3. Sensibilização – Canais de Denúncia

Mais do que implementar canais, é essencial que os colaboradores saibam como os utilizar de forma consciente e segura. Esta ação de curta duração promove a sensibilização das equipas para os seus direitos, responsabilidades e para a importância de um ambiente organizacional ético e transparente.

Porque é essencial: Garante que todos os colaboradores compreendem o funcionamento e a importância dos canais de denúncia, prevenindo usos indevidos e reforçando a confiança no sistema.

Ideal para: Todos os colaboradores, especialmente em empresas com canais de denúncia já implementados.

Saiba mais aqui.

 

4. Prevenção contra Ciberataques

Num mundo cada vez mais digital, a proteção de dados começa com comportamentos seguros. Este curso ajuda as equipas a reconhecer e evitar ameaças digitais, promovendo boas práticas no uso diário da tecnologia e reduzindo o risco de incidentes com impacto na reputação e no funcionamento da empresa.

Porque é essencial: A maioria dos incidentes de cibersegurança resulta de falhas humanas. Esta formação reforça a prevenção e a responsabilidade digital de todos.

Ideal para: Qualquer colaborador que utilize equipamentos digitais ou aceda a informação sensível.

Saiba mais aqui.

 

5. Prevenção da Fraude e Corrupção nas Organizações

Esta formação é uma ferramenta fundamental para promover a cultura de ética e integridade dentro das empresas. Explora conceitos como plano de prevenção de riscos, código de conduta, gestão de conflitos de interesse e identificação de comportamentos de risco.

Porque é essencial: Contribui para a construção de ambientes organizacionais mais seguros, responsáveis e alinhados com as boas práticas de governação.

Ideal para: Responsáveis de gestão, departamentos jurídicos e todos os profissionais com funções de coordenação ou supervisão.

Saiba mais aqui.

 

Formação em RGPD e Canais de Denúncia

Estas são apenas algumas das nossas formações para implementar o RGPD e a Lei de Whistleblowing na sua empresa. Pode conhecer outros aqui.

Todos os cursos da Academia Grow podem ser ajustados à sua realidade e objetivos, incluindo:

  • Carga horária flexível;
  • Modalidade presencial ou à distância;
  • Formadores com experiência prática e atualizada;
  • Certificação DGERT.

Se quer garantir a conformidade com o RGPD e a Lei de Whistleblowing, proteger os dados da sua organização e promover uma cultura de transparência e confiança, esta é a altura certa para investir em formação.

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Empresas

Denúncia responsável e proteção de dados: a sua empresa está preparada?

Denúncia responsável e proteção de dados: a sua empresa está preparada?

Está a sua empresa preparada para a proteção de dados, a governança e a denúncia responsável?

O novo relatório da OCDE lança um alerta claro: muitas empresas continuam vulneráveis devido à falta de formação prática em compliance e implementação de canais de denúncia.

Neste artigo, explicamos por que motivo a formação especializada é um investimento urgente. E como a Academia Grow pode ajudar a garantir a conformidade legal e reforçar a reputação da sua empresa.

A denúncia e a proteção de dados no centro da integridade empresarial?

A OCDE publicou este mês, junho de 2025, um relatório que destaca dois pilares que suportam a integridade e transparência das organizações:

  • A implementação eficaz de canais de denúncia;
  • E o cumprimento rigoroso da Lei Geral de Proteção de Dados.

O problema? Muitas empresas – especialmente as PME – ainda veem estas obrigações como meros requisitos legais, em vez de oportunidades para prevenir riscos, reforçar a cultura de confiança e proteger a sua reputação.

Para a OCDE, as empresas estão a subestimar os riscos de incumprimento em matéria de dados pessoais, como já alertava a nossa formadora e especialista em RGPD e Whistleblowing, Lúcia Marinho.

 

O que diz o relatório da OCDE?

Estas são algumas das conclusões do documento:

  • Mais de 60% das empresas analisadas não oferecem formação adequada sobre como utilizar os canais de denúncia;
  • Muitas organizações não conseguem garantir o anonimato e a proteção do denunciante, o que reduz drasticamente a eficácia do canal;
  • uma baixa perceção do risco associado à proteção de dados, especialmente entre PME;
  • Falta sensibilização prática sobre as obrigações do RGPD nas equipas de trabalho;

Posto isto, a OCDE recomenda uma abordagem integrada, com formação contínua e transversal para gestores, RH, compliance, TI e equipas operacionais.

 

Os riscos de incumprimento vão além das coimas

Não cumprir o RGPD pode resultar em coimas até 20 milhões de euros ou 4% do volume de negócios anual. Mas há outros riscos igualmente sérios:

  • Perda de confiança por parte dos clientes, parceiros e colaboradores;
  • Exposição mediática negativa (especialmente em casos de denúncias ignoradas);
  • Desorganização interna por ausência de processos definidos;
  • Falta de cultura de transparência, que afeta diretamente o clima organizacional.

 

A Lei nº 93/2021, que regula os canais de denúncia em Portugal também prevê coimas pesadas por incumprimento e é fiscalizada pelo MENAC (Mecanismo Nacional Anticorrupção).

 

A formação é a chave para transformar risco em valor

A boa notícia? A formação adequada pode evitar este cenário.

A Academia Grow tem uma oferta formativa completa e orientada para as reais necessidades das empresas portuguesas, incluindo:

 Com uma abordagem prática, atualizada e adaptada às PME, os nossos cursos ajudam as empresas a:

  • Cumprir os requisitos legais em vigor;
  • Garantir a proteção e anonimato dos denunciantes;
  • Implementar boas práticas de gestão de dados pessoais;

 

Denúncia e proteção de dados: tudo a postos?

Implementar canais de denúncia e proteger os dados de colaboradores e parceiros, mais do que uma responsabilidade, é um investimento na sustentabilidade das empresas.

Por essa razão, a Academia Grow da Estrategor apoia as empresas com formação para transformar esta obrigação numa vantagem competitiva.

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Canais de Denúncia: a sua empresa já cumpre esta lei?

Canais de Denúncia: a sua empresa já cumpre esta lei?

Mais do que a criação de um canal de denúncias, a Lei de Whistleblowing (ou Regime Geral de Proteção de Denunciantes de Infrações) trouxe novas obrigações legais a entidades públicas e privadas. Mas que obrigações são estas? E o que são, afinal, Canais de Denúncia? A sua empresa tem de cumprir esta lei?

Vamos descobrir neste artigo!

Lei n.º 93/2021: o novo regime de proteção de denunciantes

A Lei nº 93/2021 transpõe para Portugal um novo regime de âmbito europeu, a Diretiva (UE) 2019/1937, estabelecendo o regime geral de proteção de denunciantes de infrações, o RGPDI. Também conhecida por Lei de Whistleblowing, este diploma visa a proteção das pessoas que denunciam violações do direito europeu, tais como crimes ou omissões nos domínios de:

      • Contratação pública;
      • Segurança e conformidade de produtos;
      • Proteção do ambiente;
      • Saúde Pública;
      • Proteção da privacidade de dados pessoais;
      • Entre outros.

A Lei de Whistleblowing reforça, assim, a importância de se implementar um sistema robusto para assegurar a confidencialidade e o tratamento eficaz das denúncias, com transparência, independência e integridade. Se quer saber mais sobre este regime de proteção de denúncias, pode inscrever-se na nossa formação gratuita no âmbito do Emprego + Digital.

A sua empresa tem de cumprir esta lei?

Apenas estão legalmente obrigadas a implementar um canal de denúncias as seguintes entidades:

      • Empresas com 50 ou mais trabalhadores;
      • Independentemente do número de trabalhadores, as empresas abrangidas pela legislação relativa a serviços, produtos e mercados financeiros e prevenção do branqueamento de capitais e do financiamento do terrorismo, segurança dos transportes e proteção do ambiente;
      • Autarquias e municípios que empreguem 50 ou mais trabalhadores (exceto as autarquias locais que tenham menos de 10.000 habitantes).

Para cada uma destas situações, a implementação de um canal de denúncias visa proteger aqueles que denunciarem infrações e evitar represálias, o que obriga as entidades a um cuidado redobrado na proteção de denunciantes e no seguimento das denúncias.

 

Quem são os denunciantes?

A Lei 93/2021 estabelece o enquadramento legal: qualquer pessoa que, num contexto laboral, reporte infrações com fundamentos razoáveis, contribuindo para uma atividade mais segura e ética. Isso inclui:

      • Trabalhadores do setor privado, social ou público;
      • Prestadores de serviços ou fornecedores;
      • Titulares de participações sociais, incluindo pessoas pertencentes à gestão e membros não executivos;
      • Voluntários e estagiários.

Posto isto, vamos conhecer as principais obrigações na implementação da Lei de Whistleblowing.

 

Implementar um Canal de Denúncia: por onde começar?

A criação de um Canal de Denúncias tem um impacto principalmente organizacional, já que as entidades abrangidas devem implementar um sistema especializado que garanta anonimato, a proteção dos dados pessoais dos denunciantes e o tratamento das denúncias. Este sistema pode ser informático (software), telefónico ou presencial, desde que toda a informação seja tratada de forma sigilosa, com a devida proteção do denunciante, e dentro dos prazos previstos na lei. Auditorias regulares para avaliação da eficácia do canal tornam-se, por esse motivo, obrigatórias.

A empresa deve ainda adotar meios para formalizar os procedimentos de denúncia, nomeadamente, integrando o funcionamento dos Canais de Denúncia nos regulamentos internos e promovendo a formação profissional dos colaboradores para que saibam como funcionam os Canais de Denúncia.

 

Garanta o compliance com Formação!

A Academia GROW tem disponível uma formação de Whistleblowing e Canais de Denúncia, para garantir o compliance da sua organização. Esta formação é assegurada por Lúcia Marinho, a nossa especialista em RGPDI e Proteção de Dados, e permite capacitar a sua empresa com ferramentas e conhecimento para implementar o Regime Geral de Proteção de Denunciantes.

E já lhe dissemos que este curso é gratuito? Com o Programa Emprego Mais Digital, a Formação de Whistleblowing e Canais de Denúncia já tem inscrições abertas, por isso, reserve agora o seu lugar!

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Portugal2030: Quer contratar Recursos Humanos Altamente Qualificados?

Portugal2030: Quer contratar Recursos Humanos Altamente Qualificados?

Se quer contratar Recursos Humanos Altamente Qualificados, o Portugal 2030 tem novos apoios financeiros à disposição das micro, pequenas e médias empresas: estão abertas as candidaturas à contratação para as PME das regiões do Centro e do Alentejo, quer nos territórios classificados como de Baixa Densidade, quer nos restantes.

Este concurso tem uma taxa de financiamento de 50% e apoia a integração de quadros altamente qualificados nas PME, financiando as despesas com o salário base, bem como os custos com a Segurança Social, Seguro de Acidentes de Trabalho, Subsídio de Férias e de Natal.

Por isso, se quer contratar recursos humanos altamente qualificados, esta é a oportunidade de obter apoios!

Contrate recursos humanos qualificados com o Portugal 2030

Os novos concursos à Contratação de Recursos Humanos Altamente Qualificados destinam-se, como referimos, a apoiar a integração de profissionais especializados nas empresas, desde que tenham nível de qualificação mínimo igual ou superior a 6 (Licenciatura). O objetivo, não obstante a região do país, passa por acelerar a transição digital e promover a capacidade de inovação.

É por essa razão que as candidaturas, além de detalharem o plano de inserção dos novos colaboradores nas empresas, devem estar alinhadas com a Estratégia Regional de Especialização Inteligente (RIS3) de cada região, de forma a responder aos desafios de transformação do tecido empresarial.

Os documentos oficiais da RIS3 para a região Centro estão disponíveis aqui e, para o Alentejo, aqui.

Quais os apoios do Portugal 2030 à contratação?

Se quer contratar recursos humanos altamente qualificados para a sua PME, este concurso cofinancia a 50% os custos salariais com a contratação, durante um período máximo de 36 meses, tendo em conta os seguintes limites:

Salário base mínimo
Licenciados e Mestres: 1.333,35€
Doutorados e pós-doutorados: 1.333,35€

Salário base máximo
Licenciados e Mestres: 1.964,94€
Doutorados e pós-doutorados: 2.916,89€

 

Para além dos vencimentos, são ainda elegíveis os respetivos encargos obrigatórios e, à semelhança de outros concursos do Portugal 2030, a sua empresa só poderá contratar recursos qualificados depois de submetida a candidatura.

Mas há ainda outro aspeto a considerar: a dotação orçamental. É que este concurso estará aberto até dezembro de 2024, com as candidaturas a decorrerem em quatro fases ao longo do ano. Contudo, estas poderão encerrar assim que for atingida a dotação orçamental disponível, a qual corresponde a:

  • Territórios de baixa densidade no Alentejo: 3 milhões de euros
  • Restantes territórios no Alentejo: 1 milhão de euros
  • Territórios de baixa densidade no Centro: 4 milhões euros
  • Restantes territórios no Centro: 6 milhões de euros

 

Quer financiar a contratação de recursos qualificados? Nós ajudamos!

As candidaturas à Contratação já estão abertas para a região do Alentejo e do Centro. Mas, caso a sua empresa se situe noutra zona do país, saiba que brevemente estarão disponíveis novos avisos tanto para o Norte e para o Algarve. Não há, por isso, tempo a perder!

 

Fale já connosco para candidatar a sua empresa ao Portugal 2030 e receber apoios para contratar recursos humanos altamente qualificados!

Prepare a sua andidatura com a Academia GROW!

O Portugal 2030 tem apoios para formação a caminho da sua empresa. Preencha o formulário e deixe o resto connosco!

Regulamento Geral de Proteção de Dados Pessoais

Recrutar talentos é difícil? Temos o workshop para si!

Recrutar talentos é difícil? Temos o workshop para si!

Trabalha na área dos Recursos Humanos e acha que recrutar talentos é difícil? Então, temos o workshop para si: 10 horas de dicas e saber prático em recrutamento e seleção de talento… sem estragar tudo no final!

Sim, leu bem: o workshop que, em apenas duas edições, ajudou mais de 20 empresas a inovarem nos seus processos de recrutamento está de volta para uma terceira e última edição. Desta vez, em horário pós-laboral e para apenas 12 participantes. E quando começa? Já a 9 de novembro, entre as 18h30 e as 21 horas.

Esta é, portanto, a altura certa para se inscrever neste workshop que temos para si. Reserve já o seu lugar!

Workshop: Como atrair, selecionar talento…

e não estragar tudo no final!

Duração: 10 horas
3ª e última edição: 9, 16, 23 e 30 de abril, das 18h30 às 21 horas
Formato: 100% remoto
Investimento: €150 + IVA

Inscreva-se já aqui!

 

E não perca muito mais tempo… Isto porque, no caso das edições anteriores, a lotação ficou esgotada muito rapidamente, com mais de 20 recrutadores de empresas nacionais a aproveitarem esta oportunidade para se diferenciarem da concorrência também pela capacidade de atrair e reter talento, especialmente numa altura em recrutar é uma tarefa cada vez mais difícil. Contamos consigo?

Recrutar talentos é difícil… Porquê?

27% das organizações portuguesas pretendem aumentar o número de colaboradores em 2024, revela o estudo Total Compensation 2023, da Mercer. A análise feita a 570 empresas nacionais mostra que, desde o início do período pós-pandemia, os empregadores estão abertos a fazer contratações, mas têm esbarrado numa dificuldade: escassez de mão-de-obra qualificada.

Do turismo à agricultura ou do comércio às tecnologias, assistimos a uma lacuna entre as necessidades das empresas e as competências disponíveis no mercado. E, como se isso não bastasse, os recrutadores debatem-se com técnicas e ferramentas obsoletas, um loop de carga administrativa, longas horas de análise e triagem de currículos e mudanças legislativas que devem acompanhar e cumprir…

É uma realidade que o nosso especialista em recrutamento e seleção, António Cunha, conhece bem. Nesta entrevista, o formador destaca que “há uma pressão maior sobre o mercado, fruto da procura intensiva de empresas internacionais, sobretudo as tecnológicas”.

Mas esta não é a única razão por que recrutar talentos é difícil. A par da dificuldade de competir pela via dos salários, o tecido empresarial português, maioritariamente composto por pequenas e médias empresas, “não tem um brand awareness nem um employer branding tão consolidado, o que é normal”, realça o formador.

Como contrariar, então, esta dificuldade?

Recrutar é difícil? Temos 3 dicas para si!

Um dos segredos que António Cunha partilhou connosco (e que vai explorar no workshop) é a criação de um anúncio sexy, orgânico e genuíno. Afinal, esse é o conteúdo que tende a gerar mais impacto.

Por outro lado, também as gerações mais novas procuram projetos com os quais se identifiquem. Como tal, além de disponibilizar toda a informação útil para o candidato, importa apostar na preparação das entrevistas e na personalização das questões.

Outra dica importante do nosso formador é a aposta nas parcerias, pois as empresas nem sempre têm meios para resolver internamente os processos de recrutamento.

Inscreva-se neste workshop em recrutamento

Portanto, se acha que recrutar é difícil, não pode perder o workshop que temos para si!. Preparámos com António Cunha uma terceira e última edição do nosso workshop prático em recrutamento e seleção.

Com base na sua experiência, o formador procurará conhecer os desafios de 12 participantes e dar-lhes novas ferramentas para aplicarem já no seu dia-a-dia. Partilhará novas ideias, mas também os erros cometidos ao longo da sua carreira e as lições que aprendeu para recrutar os melhores e, principalmente, para retê-los.

No final deste crash course, os participantes saberão como construir e operacionalizar um processo de atração e seleção de talento, não obstante o nível de experiência ou a dimensão da empesa.

Os temas a abordar serão:

      • Aumentar a atratividade da empresa e melhorar o posicionamento;
      • Construir um processo ágil, célere, que facilite a seleção;
      • Implementar ferramentas que permitam rentabilizar o tempo;
      • Aumentar o conforto e confiança para desenvolver entrevistas;
      • Construir um plano de onboarding eficaz.
      • Legislação a cumprir na hora de contratar.

Quer recrutar talentos sem estragar tudo? Inscreva-se já no workshop que vai tornar o seu trabalho mais fácil!

 Fale connosco para mais informações!