Formação Financiada em Lisboa e Setúbal: as 5 competências que não pode perder

Formação Financiada em Lisboa e Setúbal: as 5 competências que não pode perder

Empresas de Lisboa e Setúbal têm acesso a cinco formações modulares certificadas e financiadas pelo Pessoas 2030, sem qualquer custo, para desenvolver novas competências digitais, de comunicação e de atendimento ao cliente.

Há competências que as equipas deixam de desenvolver, não por falta de vontade, mas porque nunca houve tempo nem orçamento para as trabalhar a sério. Cada mês sem formação é um mês em que essas lacunas continuam a custar produtividade, clientes e oportunidades, mesmo que isso não apareça em nenhum relatório.

A formação modular certificada e financiada pelo Pessoas 2030 resolve precisamente este obstáculo: cursos práticos, organizados em módulos de 25 horas ou percursos, compatíveis com a operação diária da empresa e sem qualquer encargo financeiro. Todos são certificados pela DGERT e reconhecidos no Catálogo Nacional de Qualificações (CNQ).

Eis as cinco competências que a sua equipa não pode perder (e as formações financiadas que as resolvem):

  1. Proficiência Digital | Nível Básico (100 horas)
  2. Desenvolver Competências Pessoais e Criativas (25 horas)
  3. Atendimento ao Cliente e Gestão de Reclamações (25 horas)
  4. Cortesia, Etiqueta e Protocolo no Atendimento (25 horas)
  5. Storytelling na Comunicação (25 horas)

Quanto custa à sua equipa não dominar ferramentas digitais?

Custa mais do que parece. Equipas sem formação estruturada em ferramentas digitais trabalham mais devagar, dependem constantemente de quem “percebe mais” e deixam passar riscos de segurança sem se aperceberem.

A formação Proficiência Digital | Nível Básico, com 100 horas e financiamento total pelo Pessoas 2030, cobre desde a pesquisa e organização de informação até à criação de conteúdos e proteção de dados. Para empresas de Lisboa e Setúbal a competir por talento qualificado, ter equipas digitalmente autónomas é uma vantagem que se sente todos os dias, não só quando algo corre mal.

A sua equipa toma decisões com clareza, ou espera sempre por validação?

Quando faltam ferramentas de autoconhecimento e de definição de objetivos, as equipas tendem a hesitar mais, a pedir mais confirmações e a demorar mais tempo a decidir, mesmo em situações simples. É uma lacuna que raramente se assume em voz alta, mas que se sente na velocidade com que as coisas avançam.

A formação Desenvolver Competências Pessoais e Criativas, com 25 horas, trabalha exatamente isto: autonomia, resiliência e clareza na tomada de decisão, para equipas que já têm o conhecimento técnico mas ainda não têm as ferramentas para agir com confiança.

Sabe quantos clientes já perdeu por causa de uma reclamação mal gerida?

Provavelmente não sabe, e é aí que está o problema. Uma reclamação bem gerida pode fidelizar um cliente para sempre, uma mal gerida pode custar não só esse cliente, mas todos os que ele influencia.

A formação Atendimento ao Cliente e Gestão de Reclamações, com 25 horas, prepara as equipas para responder com assertividade e sangue-frio em situações difíceis, presenciais ou digitais, reduzindo o desgaste emocional e o risco reputacional de más respostas dadas sob pressão.

O atendimento é consistente ou depende de quem está de turno?

Quando não há normas claras de cortesia e protocolo, cada colaborador atende à sua maneira, e o cliente sente essa inconsistência, mesmo sem conseguir nomeá-la. É esse detalhe, muitas vezes invisível na gestão, que decide se um cliente volta ou não.

A formação Cortesia, Etiqueta e Protocolo no Atendimento, com 25 horas, estabelece um padrão de atendimento profissional e consistente em toda a equipa, especialmente relevante para empresas de Lisboa e Setúbal com atendimento presencial regular.

As suas equipas comerciais sabem comunicar?

Há uma diferença enorme entre apresentar números e contar uma história que leva alguém a agir. Equipas que não dominam storytelling perdem oportunidades em reuniões, apresentações e negociações, mesmo quando o produto ou serviço é bom.

A formação Storytelling na Comunicação, com 25 horas, equipa as equipas comerciais e de gestão com ferramentas para comunicar de forma mais persuasiva e memorável, transformando dados em argumentos que convencem.

FAQ: Perguntas frequentes

A formação modular certificada para empresas de Lisboa e Setúbal é mesmo gratuita?
Sim. É cofinanciada pelo Pessoas 2030, pelo que não tem qualquer custo para a empresa nem para os colaboradores inscritos.

Que empresas podem inscrever a sua equipa nestas formações?
Empresas de qualquer setor de atividade sediadas nas regiões de Lisboa e Setúbal.

A formação pode ser organizada para a minha equipa?
Sim. É possível organizar turmas dedicadas para empresas, com planeamento de horários adaptado à operação.

Qual é a duração total se uma empresa quiser inscrever a equipa em todas as formações?
No total, somam 200 horas de formação certificada, distribuídas por temas complementares que cobrem competências digitais, pessoais e de comunicação.

Como posso inscrever a minha equipa?
As pré-inscrições já estão abertas e podem ser feitas aqui.

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Como criar um Plano de Formação financiada para o Portugal 2030 em 2026?

Como criar um Plano de Formação financiada para o Portugal 2030 em 2026?

As candidaturas ao Portugal 2030 para planos de formação financiada são uma das principais oportunidades para as empresas qualificarem equipas com apoio a fundo perdido.

Mas há um fator que continua a fazer a diferença entre projetos aprovados e candidaturas com menor pontuação: a qualidade do Plano de Formação. Na prática, um Plano de Formação para o Portugal 2030 deve demonstrar de forma clara:

  • Quais os desafios da empresa;
  • Que competências precisam de ser reforçadas;
  • Como a formação contribui para a competitividade do negócio;
  • E de que forma o projeto se alinha com os objetivos estratégicos do Cluster de Competitividade.

Neste artigo explicamos-lhe como estruturar um Plano de Formação financiada para o Portugal 2030 em 2026 e quais os aspetos mais valorizados nas candidaturas.

 

Portugal 2030: que empresas podem obter apoio para formação financiada?

O SIQRH – Formação Empresarial (Clusters) destina-se a Médias e Grandes Empresas das regiões Norte, Centro e Alentejo integradas em Clusters de Competitividade reconhecidos. O objetivo passa por apoiar projetos de formação que contribuam para:

  • Reforçar competências críticas;
  • Acelerar a digitalização;
  • Promover inovação organizacional;
  • Aumentar produtividade e competitividade;
  • Apoiar a transição energética e sustentável das empresas.

Os projetos podem financiar formação para trabalhadores, gestores e empresários, incluindo formação presencial, online ou híbrida.

 

O que deve incluir um Plano de Formação financiada para obter apoio financeiro?

Um dos erros mais comuns nas candidaturas é apresentar um plano demasiado genérico, pouco alinhado com a realidade da empresa ou sem ligação clara à estratégia do Cluster.

Com efeito, os projetos mais sólidos tendem a demonstrar coerência entre necessidades, objetivos, áreas de formação e impacto esperado.

Por isso, antes de escolher cursos ou definir cronogramas, é essencial estruturar o plano de formação financiada, com base nos seguintes passos:

1. Identificar necessidades reais da empresa

O ponto de partida deve ser sempre o diagnóstico de necessidades, ou seja, responder à pergunta: Quais são os principais desafios da empresa nos próximos anos?

  • Digitalização de processos?
  • Automatização industrial?
  • Internacionalização?
  • Sustentabilidade?
  • Retenção e liderança de equipas?
  • Segurança e eficiência operacional?

As ações de formação devem responder diretamente a estes desafios.

 

2. Relacionar a formação com os objetivos do Cluster

No SIQRH – Formação Empresarial (Clusters), o programa do Portugal 2030 que apoia os projetos autónomos de formação, não basta justificar a formação apenas com necessidades internas. Na prática, as empresas devem demonstrar que o projeto contribui para os objetivos estratégicos do Cluster de Competitividade em que a empresa se insere.

Por isso, as candidaturas tendem a valorizar áreas como:

  • Indústria 4.0;
  • Digitalização;
  • Inteligência artificial;
  • Sustentabilidade;
  • Eficiência energética;
  • Gestão da produção;
  • Internacionalização;
  • Liderança e gestão de equipas.

 

3. Escolha áreas de formação com impacto operacional

Nos apoios do Portugal 2030 para 2026, um bom Plano de Formação financiada deve demonstrar impacto prático na organização, sendo valorizadas ações que contribuam para melhorar a produividade, otimizar processos, aumentar a capacidade de inovação e, principalmente, acelerar a adaptação tecnológica.

Isto significa que a formação deve estar diretamente ligada ao funcionamento da empresa e não apenas ao cumprimento de obrigações formais.

 

4. Estruturar um plano realista e executável

Outro aspeto crítico é a coerência do plano apresentado: carga horária, cronograma, número de participantes e metodologia devem ser adequados à realidade operacional da empresa.

Assim, para evitar projetos demasiado ambiciosos, genéricos ou difíceis de executar, é importante definir prioridades, equipas, calendário e objetivos mensuráveis, que possam ser avaliados posteriormente.

 

5. Preparar o projeto com antecedência

As empresas que começam a estruturar o Plano de Formação antes da abertura oficial das candidaturas conseguem normalmente apresentar projetos mais consistentes.

Por isso, além do levantamento de necessidades, é importante antecipar, não só o alinhamento com o Cluster, mas também a definição das áreas estratégias e a organização das equipas.

Assim, quanto maior for a preparação, maior será a capacidade de estruturar um plano de formação financiada alinhado com os objetivos do Portugal 2030.

 

A Academia GROW apoia a preparação de planos de formação financiada

A Academia GROW da Estrategor, apoia empresas na preparação e execução de projetos de formação financiada no âmbito do Portugal 2030, atuando enquanto entidade certificada pela DGERT em 17 áreas de formação, disponível para prestar apoio em todas as fases do projeto, desde o diagnóstico de necessidades à estruturação, execução e acompanhamento do projeto.

Mais do que executar ações de formação, o nosso foco é ajudar as empresas a transformar a formação numa ferramenta de crescimento, modernização e competitividade.

Quer preparar um Plano de Formação financiado pelo Portugal 2030 para a sua empresa? Fale connosco.

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O prazo de resgate do FCT termina em 2026

O prazo de resgate do FCT termina em 2026

O Fundo de Compensação do Trabalho (FCT), acumulado entre 2013 e 2023, está a ser devolvido às empresas para apoiar a formação dos colaboradores ou os custos com habitação e equipamentos sociais. Mas o prazo de resgate do FCT termina a 31 de dezembro de 2026.

Depois dessa data, os valores não mobilizados são transferidos para o Fundo de Garantia do FCT (FGCT), deixando de estar disponíveis.

Na prática, isto significa que o montante não utilizado até ao final de 2026 será perdido. Para muitas empresas, trata-se de uma verba relevante, acumulada ao longo de vários anos, que pode agora ser convertida em investimento direto nos trabalhadores e sem qualquer custo adicional.

 

O que mudou no Fundo de Compensação do Trabalho?

O Fundo de Compensação do Trabalho foi criado em 2013, com o objetivo de assegurar parte das compensações devidas aos trabalhadores em caso de cessação do contrato de trabalho. Durante cerca de uma década, as empresas estiveram obrigadas a efetuar contribuições mensais para este fundo.

No entanto, com a publicação do Decreto-Lei n.º 115/2023, o FCT foi alterado de forma significativa. As contribuições foram suspensas, o fundo passou a ter natureza fechada e foi aberta a possibilidade de as empresas recuperarem o saldo acumulado, desde que o utilizem em determinadas finalidades.

Segundo dados divulgados, o montante global disponível ronda os 600 milhões de euros, o que reforça a dimensão desta oportunidade para o tecido empresarial português.

 

Para que serve o resgate do FCT?

O saldo do FCT pode ser mobilizado para diferentes finalidades, todas orientadas para benefício dos trabalhadores, designadamente:

  • Financiamento de formação profissional certificada;
  • Apoio a custos ou investimentos relacionados com habitação;
  • Criação ou melhoria de equipamentos sociais, como creches ou refeitórios;
  • Pagamento de até 50% das compensações por cessação do contrato de trabalho (em condições específicas).

Embora existam várias possibilidades, a formação profissional tem sido a solução mais utilizada pelas empresas, já que permite reforçar as competências dos colaboradores em qualquer área (inclusive as obrigatórias, como a Segurança) e sem custos adicionais.

Ao optar pela formação financiada pelo resgate do FCT, as empresas conseguem transformar um valor acumulado num investimento imediato nas suas equipas. Além disso, o resgate do FCT não exige acordos complexos nem investimentos estruturais, sendo possível adaptar o plano formativo às necessidades concretas da empresa.

Trata-se também de uma oportunidade para cumprir as 40 horas obrigatórias de formação anual, impactando diretamente a produtividade e a qualificação das equipas.

 

Como fazer o resgate do FCT?

O processo de mobilização do FCT é feito online, através do portal oficial dos Fundos de Compensação: www.fundoscompensacao.pt

O pedido é simples e exige as seguintes indicações:

  • Montante a mobilizar;
  • Finalidade da utilização;
  • E nº de trabalhadores abrangidos.

É ainda necessária uma declaração de compromisso que confirme que os trabalhadores foram auscultados e não se opõem à utilização do saldo.

Importa também ter em conta que existem limites ao número de mobilizações: empresas com saldos até 400.000 euros podem efetuar até duas mobilizações, enquanto saldos superiores permitem até quatro pedidos.

 

E se não fizer o resgate do FCT até dezembro de 2026?

Se o saldo do FCT não for mobilizado até 31 de dezembro de 2026, o valor transita automaticamente para o Fundo de Garantia do FCT.

A partir desse momento, a empresa perde o acesso à verba e deixa de poder utilizá-la para qualquer finalidade, sendo que também não será possível recuperar o saldo mais tarde.

Ou seja, planear já o resgate do FCT é meio caminho para aproveitar esta oportunidade de realizar formação sem custos adicionais. Afinal, a mobilização do saldo implica planeamento, especialmente quando envolve formação, já que obriga a definir objetivos, estruturar um plano formativo e garantir a execução dentro dos prazos.

Adiar este processo aumenta o risco de não conseguir utilizar o saldo disponível.

 

Como a Academia Grow pode ajudar no resgate do FCT?

A Academia Grow da Estrategor apoia as empresas em todas as fases do resgate do FCT, desde a análise do saldo disponível até à execução da formação certificada.

Este é o último ano para recuperar o saldo do FCT. E, na prática, o tempo útil para planear e executar a utilização dessa verba é mais curto do que parece. À medida que o prazo se aproxima, é expectável um aumento significativo da procura, o que pode dificultar a execução atempada dos planos de formação.

Se ainda não iniciou o processo, este é o momento certo para agir.

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Há formação financiada pelo Portugal 2030 em 2026!

Há formação financiada pelo Portugal 2030 em 2026!

O início de um novo ano é, para muitas empresas, o momento para rever estratégias, definir prioridades e decidir onde investir. Felizmente, em 2026 há boas oportunidades para fazer formação financiada pelo Portugal 2030, com novas competências para a sua equipa e mais competitividade para a sua empresa.

Falamos-lhe do programa SIQRH – Formação Empresarial – Operações individuais, um sistema de incentivos do Portugal 2030 que concede às empresas de média ou grande dimensão apoio a fundo perdido para investir em formação à medida, isto é, projetos autónomos de formação.

Neste artigo explicamos-lhe, de forma clara e prática:

  • Como funcionam os apoios do Portugal 2030 para projetos de formação;
  • Que tipo de iniciativas podem ser financiadas;
  • Quais as áreas de formação que o Portugal 2030 privilegia?

 

Portugal 2030: porquê apostar em formação financiada em 2026?

Num contexto marcado pela transformação digital, os projetos de formação financiada pelo Portugal 2030 são apoiados através do SIQRH – Formação Empresarial – Operações individuais, um sistema de incentivos que permite às empresas:

  • qualificar trabalhadores, gestores e empresários;
  • preparar equipas para novos desafios tecnológicos e organizacionais;
  • melhorar processos internos e eficiência operacional;
  • alinhar competências com a estratégia de crescimento do negócio.

Quando este investimento é feito com apoio financeiro, o impacto torna-se ainda mais relevante, pois reduz o esforço financeiro da empresa e aumenta o retorno do investimento nas pessoas.

 

Formação financiada pelo Portugal 2030: o que são os projetos autónomos de formação?

Os projetos autónomos de formação são candidaturas que permitem às empresas apresentar um plano de formação à medida das suas necessidades.

Estes projetos destinam-se à formação de ativos (trabalhadores, empresários e gestores) e podem incluir ações presenciais, online, em sala ou em contexto de trabalho.

O objetivo é apoiar projetos de formação que tenham impacto real na organização e contribuam para a sua competitividade, resiliência e capacidade de adaptação.

 

Que áreas de formação podem ser financiadas?

Um dos pontos fortes do SIQRH é a amplitude das áreas de formação financiada pelo Portugal 2030. Ou seja, as empresas podem apostar em cursos alinhados com os seus desafios específicos, nomeadamente:

  • Ambiente de trabalho eficiente e seguro
    Formação em segurança, saúde no trabalho, ergonomia e bem-estar, essencial para reduzir riscos, melhorar condições de trabalho e cumprir obrigações legais.
  • Competências técnicas críticas para o negócio
    Ações focadas em competências técnicas diretamente ligadas à atividade da empresa, fundamentais para melhorar a qualidade, a produtividade e a eficiência.
  • Digitalização, Indústria 4.0 e economia digital
    Formação em ferramentas digitais, automação, processos digitais e tecnologias associadas à Indústria 4.0, apoiando a modernização das empresas.
  • Inteligência Artificial, ciência dos dados e machine learning
    Capacitação das equipas para compreender e aplicar soluções de IA, análise de dados e apoio à tomada de decisão, cada vez mais relevantes em diferentes áreas de negócio.
  • Ferramentas de gestão e melhoria da produtividade
    Formação em metodologias de gestão, organização do trabalho, melhoria contínua e produtividade, com impacto direto nos resultados da empresa.
  • Liderança e motivação de equipas
    Desenvolvimento de competências de liderança, comunicação e gestão de equipas, essenciais para reter talento e garantir o envolvimento das pessoas.
  • Sustentabilidade, economia circular e transição energética
    Formação em práticas sustentáveis, eficiência energética, economia circular e ESG, temas cada vez mais valorizados por clientes, parceiros e mercados.
  • Internacionalização e marketing digital
    Capacitação em estratégias de entrada em mercados externos, gestão da marca, vendas online, comunicação e marketing digital.

Estas áreas de formação financiada podem ser combinadas num mesmo projeto para a candidatura ao Portugal 2030, desde que devidamente fundamentadas e alinhadas com os objetivos da empresa.

 

Formação financiada em abril de 2026

Embora a abertura das candidaturas esteja prevista já em abril, a experiência mostra que os projetos autónomos de formação mais bem-sucedidos são os que:

  • Resultam de um diagnóstico claro das necessidades da empresa;
  • Estão alinhados com a estratégia e os objetivos do negócio;
  • São estruturados com tempo, evitando decisões apressadas.

Preparar o projeto com antecedência permite definir prioridades, envolver as equipas certas e maximizar o apoio a obter.

 

Obtenha apoios para a formação pelo Portugal 2030

A Academia GROW, academia de formação da Estrategor, é certificada em 17 áreas de formação e tem vindo a apoiar empresas na definição, preparação e execução de projetos de formação financiados.

O nosso apoio é integrado e acompanha a empresa em todas as fases:

  • identificação das necessidades de formação;
  • desenho do plano formativo alinhado com os objetivos estratégicos;
  • apoio técnico na preparação da candidatura ao Portugal 2030;
  • execução da formação e acompanhamento técnico-pedagógico.

Mais do que executar ações de formação, o nosso foco é garantir que a formação contribui efetivamente para o crescimento e sustentabilidade da sua empresa.

 

Se quer perceber como estruturar um projeto de formação financiado à medida da sua empresa e apoiado pelo Portugal 2030, este é o momento certo para começar a planear. Fale connosco!

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6 passos para criar um Plano de Formação e candidatar-se ao Portugal 2030

6 passos para criar um Plano de Formação e candidatar-se ao Portugal 2030

Na hora de se candidatar ao Portugal 2030, criar um Plano de Formação ajustado à sua empresa não só é crucial para qualificar as equipas, mas também para garantir o sucesso de uma candidatura aos apoios financeiros do Portugal 2030. Mas como fazê-lo?

Neste artigo, explicamos-lhe como criar um Plano de formação credível e com potencial para beneficiar dos apoios financeiros para a qualificação profissional.

Porque é essencial um bom Plano de Formação?

Um Plano de Formação credível e à medida faz com que o investimento em formação profissional seja – mais do que um imperativo legal – uma ferramenta estratégica de crescimento. Num mercado em constante evolução, apostar na qualificação das equipas é a chave para:

    • Impulsionar a produtividade e a inovação, tirando partido de equipas com mais competências para serem eficientes e implacáveis na hora de executarem as suas tarefas;
    • Aumentar a competitividade da empresa, dotando os colaboradores de novo know-how e skills que muitos concorrentes podem ainda não ter aprofundado;
    • Promover a retenção de talento, já que os colaboradores se sentem motivados a investirem a sua atenção e competências na empresa, aumentando o seu compromisso e empenho.

Finalmente – mas não menos importante – há novas oportunidades de financiamento para as empresas obterem apoio a fundo perdido, como já lhe revelámos aqui. E isso faz com que a criação de um bom Plano de Formação seja ainda mais importante para o sucesso de uma candidatura a estes incentivos!

6 passos para criar um Plano de Formação credível

1. Identificar as necessidades de formação

Comece por identificar as competências essenciais para o crescimento do seu negócio. Envolva os diferentes departamentos para perceber que lacunas precisam de ser colmatadas e quais as áreas estratégicas para investir.

2. Definir objetivos claros

Cada ação de formação deve ter um propósito bem definido. Quer melhorar a eficiência dos processos internos? Potenciar a liderança? Expandir conhecimentos sobre digitalização e sustentabilidade? Estabeleça objetivos concretos e mensuráveis.

 

3. Planear as ações de formação

Escolha os temas, a metodologia e a carga horária das formações. Defina se serão presenciais, online ou híbridas, e como se encaixarão na rotina dos colaboradores sem comprometer a produtividade.

 

4. Preparar a orçamentação e antecipar os recursos necessários

Calcule o investimento necessário, considerando custos de formadores, materiais, deslocações e eventuais impactos operacionais. Nesta fase, é crucial explorar os apoios financeiros disponíveis.

 

5. Escolher Parceiros e Entidades Formadoras

Opte por entidades certificadas e experientes, garantindo que a formação terá qualidade e um impacto real na empresa. No nosso caso, a Academia Grow da Estrategor é uma entidade formadora com acreditação DGERT em 17 áreas de formação profissional e trabalhamos exclusivamente com formadores experientes e especialistas nas suas áreas.

Acreditamos que trabalhar com especialistas pode otimizar o processo e garantir melhores resultados. Conheça aqui alguns dos nossos casos de sucesso!

 

6. Implementar e Avaliar

Após a formação, avalie os resultados: os colaboradores aplicam os novos conhecimentos? Houve melhorias no desempenho? A empresa atingiu os objetivos propostos? O acompanhamento pós-formação é essencial para maximizar o retorno do investimento.

Como Financiar a Formação com o Portugal 2030?

O Portugal 2030 oferece incentivos que permitem às empresas formar os seus colaboradores e recuperarem o investimento feito.

Atualmente, estão abertas as candidaturas ao aviso SIQRH – Formação empresarial individual clusters. Estes projetos têm uma duração máxima de 24 meses e devem ser adaptados às necessidades das empresas e do setor em que se inserem.

Os apoios financeiros cobrem áreas essenciais para a modernização e competitividade das empresas, tais como:

      • Digitalização;
      • Economia circular e sustentabilidade;
      • Liderança e gestão de equipas;
      • Estratégias de internacionalização;
      • …E muito mais!

Como Submeter uma Candidatura?

As candidaturas ao Portugal 2030 já estão abertas e terminam a 31 de março de 2025. Para aumentar a probabilidade de sucesso, é essencial contar com apoio especializado na estruturação do plano formativo e na submissão da candidatura.

Se quer garantir que a sua empresa aproveita esta oportunidade de financiamento, a Academia Grow e a Estrategor estão disponíveis para apoiar na construção de um plano de formação eficaz e na candidatura ao Portugal 2030.

Quer investir no crescimento da sua equipa com financiamento a fundo perdido? Fale connosco e descubra como podemos ajudar!

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Como financiar a formação através do Portugal 2030?

Como financiar a formação através do Portugal 2030?

A formação profissional é um pilar essencial para a inovação e competitividade das empresas. Mais do que a obrigação de proporcionar 40 horas de formação aos seus colaboradores, esta é uma oportunidade de crescimento e diferenciação, sobretudo agora que é possível financiar a formação da sua equipa através do Portugal 2030 e os novos apoios para Projetos Autónomos de Formação Financiada.

Os apoios do Portugal 2030 para financiar a formação profissional são uma oportunidade para Médias e Grandes Empresas reforçarem a sua competitividade. Na prática, é possível beneficiar de financiamento a fundo perdido para capacitar as suas equipas sem custos adicionais.

Quer saber mais sobre estas candidaturas do Portugal 2030? Vamos explorar todos os detalhes.

Portugal 2030:

O que são os Projetos Autónomos de Formação?

Os PAF são projetos financiados que visam aumentar as qualificações dos trabalhadores, preparando as empresas para desafios como a digitalização, inovação e internacionalização. Além disso, estes projetos podem também abranger empresários e gestores, garantindo que todos estão na linha da frente para responder aos desafios das suas empresas.

Com a publicitação do aviso de candidaturas SIQRH – Formação empresarial individual clusters, estes projetos têm uma duração de 24 meses e devem ser adaptados às necessidades das empresas e do setor em que se inserem.

Deve, portanto, aproveitar este apoio para financiar a formação se pretende:

      • Reduzir custos com a formação;
      • Garantir a qualificação contínua da equipa, promovendo a retenção de talento;
      • E preparar a empresa para desafios como a transição digital e sustentabilidade.

Quais os setores elegíveis para obter financiamento?

No âmbito do Portugal 2030, está aberto o aviso SIQRH – Formação Empresarial Individual Clusters, que financia 100% dos projetos de formação em setores estratégicos (ou Clusters de Competitividade) para o desenvolvimento económico nacional:

      • Calçado e Moda;
      • Automóvel;
      • AEC – Arquitetura, Engenharia e Construção;
      • Habitat Sustentável;
      • Engineering & Tool;
      • PRODUTECH;
      • Têxtil, Tecnologia e Moda.

Se a sua empresa pertence a um destes setores e opera no Norte, Centro ou Alentejo, pode candidatar-se e obter apoio para formar a sua equipa sem custos adicionais.

Que áreas de formação são financiadas?

As formações financiadas através dos PAF devem contribuir para a modernização e competitividade das empresas, abrangendo temas como:

      • Aperfeiçoamento competências técnicas para o negócio;
      • Economia circular, sustentabilidade e ambiente;
      • Economia digital, digitalização e Indústria 5.0;
      • Ferramentas de trabalho colaborativo, processos de produção e gestão da cadeia de abastecimento ágil e eficiente;
      • Ferramentas de gestão e melhoria da produtividade;
      • Internacionalização: Estratégias de entradas em mercados e otimização de processos de gestão; Criação e gestão da marca; Vendas online, comunicação e marketing digital;
      • Liderança e motivação de equipas de trabalho;
      • Entre outras.

Estas formações podem ser presenciais ou online e devem ser organizadas em módulos de 25 horas, envolvendo grupos de até 25 trabalhadores por ação.

 

Qual é a taxa de financiamento?

A taxa base de financiamento para os PAF é de 50% a fundo perdido, podendo mesmo financiar a totalidade dos projetos de investimento desde que as empresas cumpram algumas das condições previstas e contem com o apoio especializado da Academia Grow e da Estrategor.

Este financiamento pode ser usado para:

      • Custos com formadores e formandos;
      • Materiais e deslocações;
      • Serviços de consultoria para diagnóstico e planeamento.

 

Como submeter a candidatura?

As candidaturas ao Portugal 2030 para financiar a formação já estão abertas e o prazo de submissão termina a 31 de março de 2025. Por isso, quanto mais cedo iniciar a sua candidatura, maior a probabilidade de garantir financiamento!

Mas como começar? O primeiro passo é identificar as necessidades da sua empresa e estruturar um plano formativo alinhado com os critérios do programa. Se precisa de apoio neste processo, a Estrategor e a Academia Grow podem ajudar a preparar uma candidatura vencedora, garantindo que a sua empresa aproveita esta oportunidade para investir no talento e competitividade da sua equipa.

Não perca esta oportunidade! Contacte-nos agora e descubra como obter financiamento para formar os seus colaboradores e fortalecer a sua empresa no mercado.

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