Como fazer o resgate do FCT para formação a custo 0?

Sabia que o Plano de formação da sua empresa pode ser financiado através do Fundo de Compensação do Trabalho? Pode transformar o saldo do FCT em formação certificada para a sua equipa. Sem custos adicionais nem mais investimentos.

Neste excerto do podcast Estratégias & Negócios, explicamos como este mecanismo pode ajudar as empresas a converter um valor já existente em cursos certificados, alinhados com as necessidades dos trabalhadores e com os objetivos do negócio.

A formação pode abranger áreas técnicas, comportamentais, digitais, obrigatórias ou ajustadas à realidade específica da empresa.

 

Há mais para descobrir sobre o FCT no nosso podcast!

Este é um dos excertos que selecionámos da nossa conversa com Miguel Teixeira, consultant na Estrategor e um dos nossos especialistas no resgate do Fundo de Compensação do Trabalho.

Pode ouvir o episódio completo aqui: www.estrategor.pt/podcast

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E se não fizer o pedido de resgate do FCT em 2026?

O saldo disponível no Fundo de Compensação do Trabalho não deve ficar esquecido. Existe um prazo para fazer o resgate do FCT e, se a empresa não avançar até ao final de 2026, pode perder o saldo que acumulou.

Neste excerto do podcast Estratégias & Negócios, explicamos o que pode acontecer ao valor disponível se o pedido de resgate não for feito atempadamente e porque é importante tratar este tema com antecedência.

 

Há mais para descobrir sobre o FCT no nosso podcast!

Este é um dos excertos que selecionámos da nossa conversa com Miguel Teixeira, consultant na Estrategor e um dos nossos especialistas no resgate do Fundo de Compensação do Trabalho.

Pode ouvir o episódio completo aqui: www.estrategor.pt/podcast

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O que é o FCT e porque está a ser devolvido?

Saiba o que é o Fundo de Compensação do Trabalho, porque deixou de receber contribuições das empresas e de que forma os montantes acumulados podem agora ser mobilizados.

Neste excerto do podcast Estratégias & Negócios, explicamos o enquadramento do FCT, as alterações introduzidas ao regime e as possibilidades que as empresas têm para usar este saldo em finalidades úteis, incluindo a formação profissional certificada. 

 

Há mais para descobrir sobre o FCT no nosso podcast!

Este é um dos excertos que selecionámos da nossa conversa com Miguel Teixeira, consultant na Estrategor e um dos nossos especialistas no resgate do Fundo de Compensação do Trabalho.

Pode ouvir o episódio completo aqui: www.estrategor.pt/podcast

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Saiba como  formação em Primeiros Socorros pode fazer a diferença

Saiba como formação em Primeiros Socorros pode fazer a diferença

Num escritório, numa fábrica ou num armazém, basta um momento inesperado para surgir uma situação de emergência. Afinal, uma queda, uma queimadura, uma indisposição súbita ou um acidente de trabalho podem acontecer a qualquer momento. E, muitas vezes, os primeiros minutos fazem toda a diferença.

É precisamente por isso que a formação em Primeiros Socorros continua a ser uma das áreas mais importantes para as empresas que procuram reforçar a segurança das equipas e preparar os colaboradores para agir de forma rápida e eficaz.

Na Academia GROW, esta formação é ministrada por Vítor Braga, Técnico de Emergência Pré-Hospitalar do INEM há mais de 18 anos e formador especializado na área da emergência e socorrismo. Mais do que ensinar conceitos teóricos, o nosso formador empenha-se em preparar pessoas para avaliar situações, agir em segurança e prestar os primeiros cuidados até à chegada dos meios de emergência.

 

Porque é importante investir em formação em Primeiros Socorros?

Quando se fala em segurança no trabalho, muitas empresas associam o tema apenas à prevenção de acidentes ou ao cumprimento de obrigações legais. Mas a realidade é mais ampla.

Independentemente do setor de atividade, existem sempre riscos associados ao dia-a-dia profissional, riscos para os quais colaboradores preparados podem fazer a diferença.

Segundo Vítor Braga:

“Numa empresa que opera essencialmente em escritório ou numa indústria, existem sempre riscos inerentes à atividade em questão.”

A formação em Primeiros Socorros permite dotar os trabalhadores de conhecimentos básicos para responderem adequadamente perante situações de emergência.

 

Os primeiros minutos podem ser decisivos

Em muitas situações, o primeiro apoio prestado à vítima antes da chegada do INEM ou dos bombeiros pode ter impacto direto na evolução da ocorrência.

Assim, ao longo da formação, os participantes aprendem a avaliar riscos antes de intervir, agir de forma calma e segura, identificar prioridades, prestar assistência básica à vítima e colaborar corretamente com os meios de emergência. Como refere o formador:

“São estes pequenos gestos que salvam vidas.”

Ou seja, o objetivo da formação em Primeiros Socorros não é substituir profissionais de emergência, mas garantir que os colaboradores sabem como agir até à chegada de ajuda diferenciada.

 

Da formação em primeiros socorros à prática

Um dos aspetos mais valorizados na formação é a componente prática. Na perspetiva de Vítor Braga, conhecer técnicas de socorro é fundamental saber aplicar as técnicas de socorro em contexto real.

“Ter o conhecimento é a primeira fase da formação. Saber aplicá-lo é o passo seguinte.”

Por isso, as ações de formação incluem treino prático, simulação de cenários e exercícios orientados para situações reais. Esta abordagem permite desenvolver competências relacionadas com a gestão de stress, tomada de decisão, comunicação em emergência e trabalho em equipa.

Segundo o formador, o treino é essencial porque as pessoas reagem de forma diferente perante situações críticas e nem sempre conseguem gerir o stress adequadamente.

 

O trabalho em equipa também faz a diferença nos primeiros socorros

Outro dos temas abordados nas formações é a importância da coordenação entre pessoas durante uma emergência. Como explica Vítor Braga:

“O socorro à vítima é um momento de interação, avaliação, planeamento e decisão.”

Em muitos casos, o trabalho em equipa permite dividir tarefas, agilizar a assistência à vítima e melhorar a comunicação com os meios de emergência. Mas, para isso, é importante que os colaboradores tenham conhecimentos básicos de Primeiros Socorros e saibam atuar dentro dos seus limites.

Por outro lado, embora a formação em Primeiros Socorros seja frequentemente procurada por empresas, os conhecimentos adquiridos são úteis em qualquer contexto do dia-a-dia, desde acidentes domésticos, situações na via pública ou emergências familiares, situações em que estas competências podem fazer a diferença.

Como defende o formador:

“O conhecimento básico de primeiros socorros devia ser inerente ao conhecimento base de qualquer cidadão.”

 

Formação em Primeiros Socorros na Academia GROW

A formação em Primeiros Socorros da Academia GROW procura combinar conhecimento técnico, treino prático e preparação para situações reais.

As ações podem incluir conteúdos relacionados com suporte básico de vida, atuação perante acidentes de trabalho, gestão inicial da emergência, prevenção de riscos e treino prático através da simulação de cenários para, mais do que cumprir obrigações legais, preparar os colaboradores para agir de forma segura, eficaz e responsável.

Quer reforçar a segurança da sua equipa com formação em Primeiros Socorros? Fale connosco e conheça as soluções de formação da Academia GROW.

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Gestão de conflitos nas empresas: como melhorar?

Gestão de conflitos nas empresas: como melhorar?

A gestão de conflitos nas empresas é um dos fatores mais críticos (e frequentemente subvalorizados) no desempenho das equipas. Num contexto em que a colaboração, a rapidez de decisão e a eficácia operacional são determinantes, a forma como as pessoas comunicam e lidam com divergências tem impacto direto na produtividade, no ambiente de trabalho e nos resultados do negócio.

Mais do que evitar conflitos, o desafio está em saber geri-los de forma construtiva. E isso começa, inevitavelmente, pela comunicação.

 

Porque é que a gestão de conflitos é crítica nas empresas?

Os conflitos fazem parte de qualquer organização. Surgem de diferenças de opinião, pressão, objetivos desalinhados ou falhas de comunicação. O problema não é a existência de conflitos, mas a forma como são geridos, pois podem originar:

  • perda de produtividade;
  • atrasos na tomada de decisão;
  • deterioração do ambiente de trabalho;
  • aumento da rotatividade;
  • impacto negativo na relação com clientes.

Por outro lado, quando bem geridos, os conflitos podem estimular novas ideias, melhorar processos, reforçar relações e, principalmente, aumentar a coesão da equipa.

Um estudo publicado pela Universidade Católica Portuguesa, da autoria de Lara Joana Lopes de Figueiredo, demonstra que o conflito é uma realidade inerente às organizações e, quando devidamente gerido, pode contribuir para o desenvolvimento, melhoria das relações e maior eficácia das equipas. O mesmo estudo destaca ainda que ambientes de trabalho marcados por conflitos mal geridos tendem a afetar negativamente a motivação, o desempenho e o bem-estar dos colaboradores.

O papel da comunicação na gestão de conflitos nas empresas

Grande parte dos conflitos nas empresas tem origem em falhas de comunicação.

Estas falhas podem resultar tanto de mensagens pouco claras, como interpretações erradas, ausência de escuta ativa ou uma linguagem verbal ou não verbal pouco desenvolvida.

A comunicação não é apenas o que se diz, mas como se diz e como é interpretado. Por isso, pequenos ruídos comunicacionais, quando acumulados, transformam-se facilmente em conflitos mais complexos.

Comunicação assertiva: o equilíbrio entre passividade e agressividade

A assertividade é uma das competências mais importantes na gestão de conflitos.

Em contexto profissional, existem quatro estilos principais de comunicação:

  • Passivo: evita o conflito, mas não resolve o problema;
  • Agressivo: impõe a sua posição, gerando tensão;
  • Manipulador: comunica de forma indireta, criando desconfiança;
  • Assertivo: expressa ideias de forma clara e respeitosa.

Assim, ao trabalhar a comunicação assertiva um profissional consegue defender pontos de vista sem gerar conflito, dar feedback construtivo e promover relações profissionais mais equilibradas.

Por outras palavras, equipas com maior nível de assertividade tendem a ser mais eficazes, coesas e produtivas.

Tipologias comportamentais: adaptar a comunicação a diferentes perfis

Naturalmente, nem todas as pessoas comunicam da mesma forma. E é precisamente essa diversidade que pode gerar conflitos.

É, portanto, essencial conseguir identificar perfis comportamentais num processo de comunicação, já que isso ajuda a comunicar, antecipar reações e evitar escaladas desnecessárias.

Por exemplo:

  • Perfis mais analíticos valorizam detalhe e estrutura;
  • Perfis mais diretos valorizam objetividade e rapidez;
  • Perfis mais relacionais valorizam empatia e contexto.

Adaptar a comunicação ao interlocutor é uma competência crítica para reduzir fricção e melhorar a colaboração.

Escuta ativa: a competência mais subestimada nas empresas

Muitos conflitos não resultam do que foi dito, mas do que não foi ouvido.

A escuta ativa implica dar atenção total ao interlocutor, mas também evitar interrupções, validar o que foi dito e fazer perguntas relevantes.

Ferramentas simples, como reformular a mensagem (“Se percebi bem…”) ou clarificar pontos (“Pode dar um exemplo?”), podem reduzir significativamente mal-entendidos e são um ponto de partida para melhorar a gestão de conflitos nas empresas.

Inteligência emocional e gestão de conflitos

A gestão de conflitos numa empresa, assim explicada, pode parecer muito racional. Mas não é.

Em situações de tensão, a resposta emocional pode muitas vezes sobrepor-se à racional, diminuindo a capacidade de ouvir, aumentando a impulsividade e escalando o conflito.

Desenvolver inteligência emocional permite, não apenas reconhecer emoções, mas também gerir reações e manter o foco na solução.

Formação em gestão de conflitos

Num ambiente empresarial cada vez mais exigente, a formação em comunicação e gestão de conflitos é essencial para a produtividade e os resultados do negócio, já que:

  • Melhora a comunicação interna;
  • Reduz conflitos improdutivos;
  • Aumenta a eficiência operacional;
  • Reforça a cultura organizacional.

Na Academia Grow, desenvolvemos programas de formação à medida das necessidades das empresas. Se pretende melhorar a comunicação na sua organização e potenciar os resultados da sua equipa, fale connosco!

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RGPD para equipas de IT: o que precisa mesmo de saber?

RGPD para equipas de IT: o que precisa mesmo de saber?

O RGPD para equipas de IT, mais do que um conjunto de regras e obrigações, é um conjunto de práticas que devem estar integradas no dia-a-dia dos sistemas, acessos e operações.

Na realidade, a conformidade com o RGPD começa e termina na tecnologia. São as equipas de IT que traduzem princípios legais em controlos concretos: quem acede a quê, que dados são armazenados, durante quanto tempo e com que nível de proteção.

E é precisamente aqui que muitas organizações falham: sabem o que o RGPD exige, mas não sabem como operacionalizar essas exigências nos sistemas.

 

Porque é que o RGPD depende diretamente das equipas de IT?

Frequentemente, o RGPD é visto como um tema jurídico para as equipas de IT. No entanto, por ser um conjunto de normas operacionais, a proteção de dados coloca as equipas de IT no centro da conformidade, já que:

  • Traduzem requisitos legais em controlos técnicos (acessos, encriptação, logs);
  • Garantem a proteção efetiva dos dados nos sistemas;
  • São a primeira linha de resposta a incidentes.

Ou seja, o RGPD para equipas de IT garante que os sistemas estão configurados para cumprir as normas da proteção de dados.

 

Princípios do RGPD para equipas de IT

Há três princípios que têm impacto direto na arquitetura e operação de sistemas IT:

  1. Minimização de dados

O primeiro princípio passa por recolher apenas os dados estritamente necessários, evitando situações como logs com dados pessoais completos em produção, bases de dados de teste com dados reais e dados recolhidos apenas por precaução. 

  1. Limitação de finalidade

Em segundo lugar, os dados só podem ser usados para o propósito para o qual foram recolhidos. Assim, logo no desenho dos sistemas é obrigatório apresentar com clareza a finalidade da recolha. 

  1. Limitação de conservação

O último princípio para as equipas de IT passa por definir e automatizar políticas de retenção de dados, já que estes não podem ser recolhidos e armazenados indefinidamente.

 

Estes três princípios, aparentemente simples, obrigam a repensar profundamente a forma como muitos sistemas são concebidos.

 

Privacy by Design no RGPD para empresas

Um dos conceitos mais relevantes do RGPD para equipas de IT é o privacy by design, ou seja, a capacidade de integrar a proteção de dados desde a fase de conceção dos sistemas ao invés de uma decisão posterior.

Na prática, isto traduz-se em decisões como:

  • Definir acessos e permissões antes do desenvolvimento;
  • Implementar pseudonimização em ambientes de teste;
  • Garantir configurações seguras por defeito (ex: MFA ativo);
  • Validar controlos em fase de testes.

Assim, a privacidade deve estar presente em todo o ciclo de vida do sistema, da conceção à manutenção.

 

RGPD para IT: o que é mesmo obrigatório?

O artigo 32º do RGPD obriga à implementação de medidas técnicas e organizativas adequadas. Trata-se de um requisito legal que, na prática, se traduz no controlo de acessos com princípio de least privilegie, encriptação de dados em trânsito e em repouso, logging e auditoria de acessos, backups regulares, entre outras obrigações.

Estes controlos, todavia, continuam a ser uma das principais falhas na implementação do RGPD nas empresas.

Afinal, os maiores riscos estão frequentemente associados a erros comuns, tais como:

  • Buckets cloud com acesso público indevido;
  • Credenciais comprometidas sem MFA;
  • Backups não encriptados;
  • Dados pessoais em logs ou ambientes de teste;
  • Permissões excessivas (acessos globais).

Estes são exemplos reais abordados na formação nossa formação em RGPD para equipas de IT, já que são ainda responsáveis por grande parte das violações de dados.

 

Atenção equipas de IT: o que é uma violação do RGPD?

Na prática, uma violação de dados pessoais quando ocorre:

  • Acesso não autorizado (confidencialidade);
  • Alteração indevida de dados (integridade);
  • Perda de acesso (disponibilidade);

Exemplos destas violações incluem um computador perdido sem encriptação, email enviado para destinatário errado ou dados expostos numa base de dados pública.

Nestes casos, o RGPD estabelece um prazo máximo de 72 horas para notificar a autoridade competente após a deteção de uma violação.

Assim, não só o principal sistema de defesa são os próprios colaboradores como, além disso, a disciplina operacional é a principal forma de mitigar uma violação de dados pessoais.

 

RGPD: assegure a preparação da sua equipa de IT com formação

O RGPD cumpre-se diariamente com decisões técnicas, configurações corretas e processos bem definidos. Cada permissão atribuída, cada log guardado, cada sistema implementado tem impacto direto na proteção de dados e, precisamente por isso, a formação em RGPD é crítica para garantir às empresas o cumprimento das suas obrigações legais.

A formação da Academia Grow sobre RGPD para equipas de IT foi desenhada para responder a um problema muito concreto: transformar requisitos legais em práticas técnicas aplicáveis no dia a dia.

Se a sua organização trabalha com dados pessoais, esta é uma competência que não pode ficar fora do seu plano de formação. Fale connosco para mais informações!

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