Formação 100% financiada: candidaturas abertas!

Formação 100% financiada: candidaturas abertas!

Já estão abertas as inscrições para a frequência de ações de Formação Modular Financiada! Esta é uma valiosa oportunidade para que ativos empregados e desempregados de curta duração possam complementar as suas competências profissionais.

Lembramos que esta é uma formação certificada e totalmente gratuita, que pode ser frequentada em regime presencial ou através de e-learning.

É necessário apenas que os candidatos residam na Região Norte do país e preencham um dos seguintes critérios:

  • Estarem empregados (com habilitações iguais ou superiores ao 6º ano);
  • Serem desempregados NDLD (com habilitações iguais ou superiores ao 12º ano).

Apostada em ajudar os portugueses a responder aos desafios do futuro, a Academia GROW convida todos os interessados a fazer a pré-inscrição nesta iniciativa de qualificação profissional, cofinanciada pelo POISE (Portugal 2020).

Para mais informações, não hesite em falar connosco!

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Aprender ao longo da vida: a tendência que veio para ficar!

Aprender ao longo da vida: a tendência que veio para ficar!

Rotinas aceleradas, necessidade de tomar decisões rapidamente, exigências cada vez maiores e competitividade a níveis nunca antes vistos. Se este cenário lhe soa familiar, então saiba que chegou em segurança ao mundo profissional do século XXI.

Mas como reagir a um ambiente tão volátil, em que novos desafios se colocam diariamente às pessoas e empresas? Embora complexo, este é um problema em torno do qual universidades, think thanks e profissionais de Recursos Humanos parecem convergir numa solução.

Será necessário que cada um de nós – não importa a faixa etária, o percurso profissional ou o grau de experiência – aposte continuamente na consolidação da sua Formação Profissional e, inclusivamente, na sua própria requalificação.

 

A era do lifelong learning

Ao longo da vida, crescemos, conhecemos novas pessoas, tomamos decisões importantes e procuramos concretizar os objetivos que idealizámos para nós próprios (sejam eles materiais, profissionais, afetivos ou mais ligados ao mundo das experiências).

Ainda assim, existe algo que jamais poderemos descurar: a vontade de expandir os nossos conhecimentos e competências profissionais – seja com o objetivo de nos mantermos atualizados perante o mercado de trabalho, seja pela realização pessoal que a aprendizagem contínua nos permite.

Afinal, e à margem de outros processos de aprendizagem, o lifelong learning é um conceito que abrange quatro grandes pilares:

  • Aprender a conhecer (obter e interpretar a informação);
  • Aprender a fazer (colocar em prática o que se aprende);
  • Aprender a conviver (soft skills ligadas ao trabalho em equipa e gestão de conflitos);
  • Aprender a ser (incutir valores como a autonomia, espírito crítico e responsabilidade).

Aprender ao longo da vida deixou de ser um tabu no meio laboral para se transformar num imperativo que as empresas já aprenderam a valorizar. Afinal, quem deseja manter, na sua estrutura, colaboradores desatualizados, desmotivados e pouco preparados para a inovação?

 

Reskilling: aprender o que é diferente

Indissociável do mundo em que vivemos é a constante reescrita das regras do mercado de trabalho. Ainda foi há pouco que fenómenos como a Automação, a Indústria 4.0 e a Inteligência Artificial anunciaram a sua chegada, mas os seus efeitos estão aí para durar.

O que significa isto ao certo? Quer dizer que, um pouco por todos os setores de atividade, muitas profissões vão ‘desaparecer’ (sendo gradualmente assumidas pelas tecnologias digitais), ao passo que novas competências e funções serão exigidas aos Recursos Humanos.

É nesse contexto que muito temos ouvido falar em Reskilling – a noção de que, mais do que aprender continuamente, é expectável que cada um desenvolva novas qualificações que permitam complementar (e diferenciar) o percurso profissional até aqui traçado.

Em suma, o Reskilling implica:

  • A construção de perfis pessoais e laborais mais heterogéneos;
  • Uma ênfase na antecipação das tendências futuras;
  • Domínio de soft skills como a resiliência e a flexibilidade;
  • Organizações preparadas para o investimento na Formação dos colaboradores.

 

Aprender como e onde?

Num universo tão dominado pelas tecnologias digitais, é também através delas que surgem novas soluções e oportunidades para os Recursos Humanos. Nesse sentido, convém lembrar que o acesso a programas de Formação Profissional nunca foi tão fácil como hoje.

Um fator que a inesperada pandemia de COVID-19 possibilitou foi o florescimento do e-learning enquanto veículo para a (re)qualificação profissional. As vantagens desta metodologia de aprendizagem são, aliás, fáceis de resumir:

  • Os cursos são frequentáveis em qualquer hora e local, facilitando a gestão de tempo;
  • Cada formando aprende ao seu ritmo e progride consoante as necessidades;
  • Existe a possibilidade de acompanhamento e suporte permanente;
  • Verifica-se uma evidente poupança de custos em todo o processo.

 

Há muito que a Academia GROW defende as mais-valias do e-learning enquanto mecanismo de aprendizagem, consciente de que os sucessos do futuro se constroem hoje. Não hesite em entrar em contacto connosco para mais informações!

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ISO 27001: aprender a implementar a Segurança da Informação

ISO 27001: aprender a implementar a Segurança da Informação

Todos sabemos que nenhuma Organização funciona sem um propósito, uma estratégia para o atingir e recursos humanos empenhados nas funções que têm em mãos. Ainda assim, o século XXI provou que existe outro ativo valioso a levar em conta: a Informação.

Das bases de dados aos processos relacionados com o desenvolvimento de serviços e acompanhamento de clientes, sem esquecer o know-how de todos os colaboradores, a Informação circula em cada empresa da mesma forma que o sangue percorre o nosso corpo.

Exatamente por ser tão precioso, este é um bem que importa proteger a todo o custo, adotando mecanismos ligados à Segurança da Informação. Quem não o fizer corre sérios riscos de ver a sua Organização sofrer consequências, que podem incluir:

  • Elevados custos com a reparação de vulnerabilidades;
  • Quebras relevantes no ritmo de produção;
  • Perda de reputação no mercado;
  • Degradação da confiança dos clientes e parceiros;
  • Risco de sanções e de incumprimento legal.

Sistema de Gestão da Segurança da Informação

Para detetar possíveis vulnerabilidades à Segurança da Informação e – acima de tudo – para prevenir danos catastróficos no funcionamento das empresas, existe um conjunto de procedimentos e mecanismos que podem ser adotados.

Recomendada internacionalmente é, por exemplo, a implementação da Norma ISO 27001. Trata-se de um padrão de referência que descreve as etapas necessárias para o desenvolvimento de um Sistema de Gestão de Segurança da Informação.

Se uma organização está certificada com esta Norma, isso significa que ela concebeu e implementou um conjunto de requisitos únicos, que lhe permitem um controlo mais eficiente da Segurança da Informação nos seus mecanismos, através de uma lógica de melhoria contínua.

Mas compreender e implementar a Norma ISO 27001 não tem de ser uma dor de cabeça. Aliás: numa época em que Informação é sinónimo de poder, a Academia GROW tem desenvolvido cursos em live streaming dedicados a esta área!

Está pronto para elevar a sua Organização ao próximo nível? Então fale connosco para mais informações!

Conformidade legal: Formar para a “Compliance”

Conformidade legal: Formar para a “Compliance”

Para que possam operar no seu melhor modo – especialmente num momento que impõe novos desafios e poder de adaptação – todas as Organizações precisam de obedecer a critérios relacionados à conformidade legal (ou compliance).

Ainda assim, poucas serão as empresas que, por entre os seus a fazeres e correrias diárias, dispõem do tempo ou energia necessários para conseguir acompanhar as alterações regulamentares ou implementá-las de forma atempada e proativa.

Sabia que, a fim de assegurar o exemplar cumprimento da Conformidade Legal, a sua Organização deve atender a um conjunto específico de etapas? São elas:

  • Identificação dos requisitos legais e normativos;
  • Reconhecimento das obrigações de conformidade que é preciso cumprir;
  • Implementação de soluções;
  • Verificação periódica do cumprimento dessas mesmas obrigações.

Dito assim, pode parecer uma tarefa hercúlea. Mas a importância de as empresas sintonizarem o seu funcionamento com os imperativos de Conformidade Legal não pode ser subestimada. Felizmente, pode transformar-se num processo muito mais fácil!

A pensar no bom funcionamento das Organizações, a Academia GROW dinamiza cursos dedicados à Conformidade Legal, assentes na personalização dos conteúdos, na flexibilidade de quem os frequenta e no prestígio dos melhores formadores.

Fale connosco para mais informações!

Formação Profissional: perguntas e respostas

Formação Profissional: perguntas e respostas

Falar sobre Formação Profissional é fazer referência a um ativo essencial para o desenvolvimento da capacidade dos Recursos Humanos e, desde logo, para o progresso de toda e qualquer empresa – não importa o setor de atividade.

Ainda assim, e apesar de ser unanimemente reconhecido como um bem precioso, continuam a existir muitas ideias feitas relativamente a este tema, ou à forma como a Formação Profissional pode ser organizada e ministrada.

Lembrando que a qualificação dos colaboradores é não apenas um investimento, mas também um compromisso obrigatório que as Organizações devem assumir, deixamos algumas perguntas e respostas, na esperança de esclarecer a importância e os deveres associados a este ativo.

Por que razão precisam as empresas de formação profissional?

Tal como já referimos, ao apostar na qualificação dos Recursos Humanos a empresa está, na verdade, a potenciar oportunidades para o seu próprio desenvolvimento e competitividade no mercado.

Mais do que um ‘luxo’ ou extravagância, esta é uma forma eficaz de garantir que pessoas relacionadas com diferentes departamentos fiquem a par de evoluções e novas tecnologias, despertando sentimentos de autonomia, criatividade e motivação.

Em suma, não deverá surpreendê-lo que os players que mais longe chegam em qualquer mercado sejam precisamente aqueles que reconhecem os limites da sua cultura organizacional e apostam na Formação Profissional, recolhendo os seus frutos no futuro!

As empresas são legalmente obrigadas a dar Formação Profissional?

O Código do Trabalho é claro nesta matéria: as empresas têm o dever de proporcionar um mínimo de 40 horas de Formação por ano aos seus trabalhadores.

Importa, naturalmente, que a qualificação oferecida seja adequada às necessidades do colaborador e devidamente reconhecida como útil, competindo também à entidade empregadora a organização de planos de formação de natureza anual ou plurianual.

Por outro lado, os Recursos Humanos que estejam numa empresa ao abrigo de contratos a termo (por período igual ou superior a três meses) devem ter acesso a um volume de horas de formação que seja proporcional à duração do seu vínculo laboral.

Sublinhe-se que as empresas que não cumpram o acima descrito incorrem numa contraordenação grave, punível com coimas proporcionais ao seu volume de negócios.

A Formação é um direito ou um dever para o colaborador?

Poderemos dizer que ambos. Tal como mencionado, os funcionários de uma Organização têm o direito de aceder a um mínimo de 40 horas de formação contínua por ano – exceção feita, como já vimos, aos casos de contratos de trabalho a termo certo.

Paralelamente, é também um dever do colaborador usufruir deste processo de Qualificação das suas próprias competências profissionais, não podendo este recusar a sua participação neste tipo de ações.

Mas o que acontece se o colaborador não tiver acesso às 40 horas estipuladas por Lei?

No caso de a entidade empregadora não proporcionar, até à conclusão dos dois anos posteriores ao seu vencimento, as condições para que um funcionário usufrua desse direito, este passa a dispor de um crédito de horas equivalente para a realização de Formação por sua própria iniciativa.

Posto isto, o colaborador pode fazer uso deste crédito de horas para aceder ao um programa de qualificação profissional que considere adequado, tendo apenas de comunicar à empresa essa intenção num prazo de, pelo menos, dez dias.

A quem devo recorrer para proporcionar/obter Formação Profissional?

A entidade empregadora pode assumir, ela própria, a responsabilidade de ministrar Formação Profissional, desde que contenha Recursos Humanos devidamente qualificados para o efeito. É, no entanto, comum que as empresas recorram ao trabalho de formadores externos.

Nesses casos, importa que as Organizações procurem entidades formadoras certificadas pela DGERT, que possam assegurar os critérios de idoneidade e qualidade do trabalho de qualificação a dinamizar.

A Formação tem de ser presencial? Ou existem outras modalidades?

As reuniões online, os webinars e a comunicação por videoconferência transformaram-se, fruto dos novos tempos, em tecnologias indispensáveis para o dia-a-dia das empresas. O mesmo aconteceu, naturalmente, com a Formação Profissional.

Significar isto que os colaboradores podem reforçar as suas qualificações não apenas em regime presencial, mas também através de Planos de Formação feitos em live streaming(transmissão em direto, simulando uma sala de aula virtual) e em e-learning (onde, através do acesso a uma plataforma, existe a aprendizagem de forma assíncrona e ao ritmo de cada um).

Estas modalidades trazem as suas vantagens, nomeadamente numa época de algum constrangimento à mobilidade e em que os cuidados com o distanciamento social se tornaram mais prementes.

Certificada pela DGERT, a Academia GROW dispõe de um leque de formadores de referência em diversas áreas, estando capacitada para oferecer um Serviço Integrado de Formação para empresas!

Para mais informações, entre em contacto connosco, ou fique a par dos nossos Planos de Formação, feitos à medida das empresas e desenvolvidos nas modalidades de e-learning, live streaming ou presencial!

Kaizen: Pessoas e Empresas em Melhoria Contínua!

Kaizen: Pessoas e Empresas em Melhoria Contínua!

Chama-se Kaizen e transformou-se num recurso cada vez mais procurado e valorizado por empresas dos mais diversos setores. Atenção: não é um produto ou serviço. Trata-se – isso sim – de uma filosofia, tendo em vista a melhoria contínua de quem a aplica!

Idealizada no Japão do pós-Guerra, a própria palavra diz-nos tudo: ‘Kai’ significa ‘mudança’, ao passo que ‘Zen’ quer dizer ‘virtude’. Kaizen traduz-se – por isso mesmo – como a ‘mudança para o melhor’.

Inspirado pelo contexto industrial de um país economicamente arrasado, o conceito de Kaizen acredita que o progresso contínuo se consegue não necessariamente através de soluções externas, mas sim pela otimização dos recursos de que dispomos.

Assim sendo, e ao invés de prometer resultados rápidos, a filosofia oriental sabe que é pela concretização de pequenos atos e mudanças a cada dia que se alcançam as grandes transformações no tempo.

Benefícios para as empresas

Mas por que razão é o Kaizen tão importante para as empresas? Em primeiro lugar, convém lembrar que não são precisos gastos financeiros para a sua implementação. Afinal, o que esta abordagem propõe é que as equipas olhem para si próprias e compreendam, por exemplo:

  • Como podem aumentar a produtividade?
  • De que forma devem combater desperdícios?
  • Que medidas precisam de tomar para diminuir os tempos de produção?
  • Que estratégias existem para motivar os recursos humanos?
  • Que métodos aplicar para poupar custos?

Apesar de a filosofia Kaizen dizer respeito a um processo gradual que exige tempo até demonstrar resultados, importa lembrar que os benefícios são transversais aos diferentes departamentos de uma empresa ou a múltiplos setores de atividade.

Tratando-se de uma abordagem que deve envolver todos os elementos de uma organização (e não apenas a chefia ou gerência), os resultados não poderiam ser mais abrangentes:

  • Produtos com melhor qualidade;
  • Mais clientes satisfeitos;
  • Maior criatividade no desenvolvimento de soluções;
  • Menor risco de acidentes de trabalho;
  • Maior eficácia no alcance dos objetivos empresariais.

Acreditando nas mais-valias de uma aprendizagem e evolução contínuas, a Academia GROW tem desenvolvido cursos dedicados à filosofia Kaizen, a pensar no sucesso e crescimento das empresas! Não hesite em falar connosco para qualquer informação.