Nov 24, 2020 | Sem categoria
Todos sabemos que nenhuma Organização funciona sem um propósito, uma estratégia para o atingir e recursos humanos empenhados nas funções que têm em mãos. Ainda assim, o século XXI provou que existe outro ativo valioso a levar em conta: a Informação.
Das bases de dados aos processos relacionados com o desenvolvimento de serviços e acompanhamento de clientes, sem esquecer o know-how de todos os colaboradores, a Informação circula em cada empresa da mesma forma que o sangue percorre o nosso corpo.
Exatamente por ser tão precioso, este é um bem que importa proteger a todo o custo, adotando mecanismos ligados à Segurança da Informação. Quem não o fizer corre sérios riscos de ver a sua Organização sofrer consequências, que podem incluir:
- Elevados custos com a reparação de vulnerabilidades;
- Quebras relevantes no ritmo de produção;
- Perda de reputação no mercado;
- Degradação da confiança dos clientes e parceiros;
- Risco de sanções e de incumprimento legal.
Sistema de Gestão da Segurança da Informação
Para detetar possíveis vulnerabilidades à Segurança da Informação e – acima de tudo – para prevenir danos catastróficos no funcionamento das empresas, existe um conjunto de procedimentos e mecanismos que podem ser adotados.
Recomendada internacionalmente é, por exemplo, a implementação da Norma ISO 27001. Trata-se de um padrão de referência que descreve as etapas necessárias para o desenvolvimento de um Sistema de Gestão de Segurança da Informação.
Se uma organização está certificada com esta Norma, isso significa que ela concebeu e implementou um conjunto de requisitos únicos, que lhe permitem um controlo mais eficiente da Segurança da Informação nos seus mecanismos, através de uma lógica de melhoria contínua.
Mas compreender e implementar a Norma ISO 27001 não tem de ser uma dor de cabeça. Aliás: numa época em que Informação é sinónimo de poder, a Academia GROW tem desenvolvido cursos em live streaming dedicados a esta área!
Está pronto para elevar a sua Organização ao próximo nível? Então fale connosco para mais informações!
Nov 17, 2020 | Sem categoria
Para que possam operar no seu melhor modo – especialmente num momento que impõe novos desafios e poder de adaptação – todas as Organizações precisam de obedecer a critérios relacionados à conformidade legal (ou compliance).
Ainda assim, poucas serão as empresas que, por entre os seus a fazeres e correrias diárias, dispõem do tempo ou energia necessários para conseguir acompanhar as alterações regulamentares ou implementá-las de forma atempada e proativa.
Sabia que, a fim de assegurar o exemplar cumprimento da Conformidade Legal, a sua Organização deve atender a um conjunto específico de etapas? São elas:
- Identificação dos requisitos legais e normativos;
- Reconhecimento das obrigações de conformidade que é preciso cumprir;
- Implementação de soluções;
- Verificação periódica do cumprimento dessas mesmas obrigações.
Dito assim, pode parecer uma tarefa hercúlea. Mas a importância de as empresas sintonizarem o seu funcionamento com os imperativos de Conformidade Legal não pode ser subestimada. Felizmente, pode transformar-se num processo muito mais fácil!
A pensar no bom funcionamento das Organizações, a Academia GROW dinamiza cursos dedicados à Conformidade Legal, assentes na personalização dos conteúdos, na flexibilidade de quem os frequenta e no prestígio dos melhores formadores.
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Nov 10, 2020 | Sem categoria
Falar sobre Formação Profissional é fazer referência a um ativo essencial para o desenvolvimento da capacidade dos Recursos Humanos e, desde logo, para o progresso de toda e qualquer empresa – não importa o setor de atividade.
Ainda assim, e apesar de ser unanimemente reconhecido como um bem precioso, continuam a existir muitas ideias feitas relativamente a este tema, ou à forma como a Formação Profissional pode ser organizada e ministrada.
Lembrando que a qualificação dos colaboradores é não apenas um investimento, mas também um compromisso obrigatório que as Organizações devem assumir, deixamos algumas perguntas e respostas, na esperança de esclarecer a importância e os deveres associados a este ativo.
Por que razão precisam as empresas de formação profissional?
Tal como já referimos, ao apostar na qualificação dos Recursos Humanos a empresa está, na verdade, a potenciar oportunidades para o seu próprio desenvolvimento e competitividade no mercado.
Mais do que um ‘luxo’ ou extravagância, esta é uma forma eficaz de garantir que pessoas relacionadas com diferentes departamentos fiquem a par de evoluções e novas tecnologias, despertando sentimentos de autonomia, criatividade e motivação.
Em suma, não deverá surpreendê-lo que os players que mais longe chegam em qualquer mercado sejam precisamente aqueles que reconhecem os limites da sua cultura organizacional e apostam na Formação Profissional, recolhendo os seus frutos no futuro!
As empresas são legalmente obrigadas a dar Formação Profissional?
O Código do Trabalho é claro nesta matéria: as empresas têm o dever de proporcionar um mínimo de 40 horas de Formação por ano aos seus trabalhadores.
Importa, naturalmente, que a qualificação oferecida seja adequada às necessidades do colaborador e devidamente reconhecida como útil, competindo também à entidade empregadora a organização de planos de formação de natureza anual ou plurianual.
Por outro lado, os Recursos Humanos que estejam numa empresa ao abrigo de contratos a termo (por período igual ou superior a três meses) devem ter acesso a um volume de horas de formação que seja proporcional à duração do seu vínculo laboral.
Sublinhe-se que as empresas que não cumpram o acima descrito incorrem numa contraordenação grave, punível com coimas proporcionais ao seu volume de negócios.
A Formação é um direito ou um dever para o colaborador?
Poderemos dizer que ambos. Tal como mencionado, os funcionários de uma Organização têm o direito de aceder a um mínimo de 40 horas de formação contínua por ano – exceção feita, como já vimos, aos casos de contratos de trabalho a termo certo.
Paralelamente, é também um dever do colaborador usufruir deste processo de Qualificação das suas próprias competências profissionais, não podendo este recusar a sua participação neste tipo de ações.
Mas o que acontece se o colaborador não tiver acesso às 40 horas estipuladas por Lei?
No caso de a entidade empregadora não proporcionar, até à conclusão dos dois anos posteriores ao seu vencimento, as condições para que um funcionário usufrua desse direito, este passa a dispor de um crédito de horas equivalente para a realização de Formação por sua própria iniciativa.
Posto isto, o colaborador pode fazer uso deste crédito de horas para aceder ao um programa de qualificação profissional que considere adequado, tendo apenas de comunicar à empresa essa intenção num prazo de, pelo menos, dez dias.
A quem devo recorrer para proporcionar/obter Formação Profissional?
A entidade empregadora pode assumir, ela própria, a responsabilidade de ministrar Formação Profissional, desde que contenha Recursos Humanos devidamente qualificados para o efeito. É, no entanto, comum que as empresas recorram ao trabalho de formadores externos.
Nesses casos, importa que as Organizações procurem entidades formadoras certificadas pela DGERT, que possam assegurar os critérios de idoneidade e qualidade do trabalho de qualificação a dinamizar.
A Formação tem de ser presencial? Ou existem outras modalidades?
As reuniões online, os webinars e a comunicação por videoconferência transformaram-se, fruto dos novos tempos, em tecnologias indispensáveis para o dia-a-dia das empresas. O mesmo aconteceu, naturalmente, com a Formação Profissional.
Significar isto que os colaboradores podem reforçar as suas qualificações não apenas em regime presencial, mas também através de Planos de Formação feitos em live streaming(transmissão em direto, simulando uma sala de aula virtual) e em e-learning (onde, através do acesso a uma plataforma, existe a aprendizagem de forma assíncrona e ao ritmo de cada um).
Estas modalidades trazem as suas vantagens, nomeadamente numa época de algum constrangimento à mobilidade e em que os cuidados com o distanciamento social se tornaram mais prementes.
Certificada pela DGERT, a Academia GROW dispõe de um leque de formadores de referência em diversas áreas, estando capacitada para oferecer um Serviço Integrado de Formação para empresas!
Para mais informações, entre em contacto connosco, ou fique a par dos nossos Planos de Formação, feitos à medida das empresas e desenvolvidos nas modalidades de e-learning, live streaming ou presencial!
Nov 3, 2020 | Sem categoria
Chama-se Kaizen e transformou-se num recurso cada vez mais procurado e valorizado por empresas dos mais diversos setores. Atenção: não é um produto ou serviço. Trata-se – isso sim – de uma filosofia, tendo em vista a melhoria contínua de quem a aplica!
Idealizada no Japão do pós-Guerra, a própria palavra diz-nos tudo: ‘Kai’ significa ‘mudança’, ao passo que ‘Zen’ quer dizer ‘virtude’. Kaizen traduz-se – por isso mesmo – como a ‘mudança para o melhor’.
Inspirado pelo contexto industrial de um país economicamente arrasado, o conceito de Kaizen acredita que o progresso contínuo se consegue não necessariamente através de soluções externas, mas sim pela otimização dos recursos de que dispomos.
Assim sendo, e ao invés de prometer resultados rápidos, a filosofia oriental sabe que é pela concretização de pequenos atos e mudanças a cada dia que se alcançam as grandes transformações no tempo.
Benefícios para as empresas
Mas por que razão é o Kaizen tão importante para as empresas? Em primeiro lugar, convém lembrar que não são precisos gastos financeiros para a sua implementação. Afinal, o que esta abordagem propõe é que as equipas olhem para si próprias e compreendam, por exemplo:
- Como podem aumentar a produtividade?
- De que forma devem combater desperdícios?
- Que medidas precisam de tomar para diminuir os tempos de produção?
- Que estratégias existem para motivar os recursos humanos?
- Que métodos aplicar para poupar custos?
Apesar de a filosofia Kaizen dizer respeito a um processo gradual que exige tempo até demonstrar resultados, importa lembrar que os benefícios são transversais aos diferentes departamentos de uma empresa ou a múltiplos setores de atividade.
Tratando-se de uma abordagem que deve envolver todos os elementos de uma organização (e não apenas a chefia ou gerência), os resultados não poderiam ser mais abrangentes:
- Produtos com melhor qualidade;
- Mais clientes satisfeitos;
- Maior criatividade no desenvolvimento de soluções;
- Menor risco de acidentes de trabalho;
- Maior eficácia no alcance dos objetivos empresariais.
Acreditando nas mais-valias de uma aprendizagem e evolução contínuas, a Academia GROW tem desenvolvido cursos dedicados à filosofia Kaizen, a pensar no sucesso e crescimento das empresas! Não hesite em falar connosco para qualquer informação.