Teletrabalho: 4 técnicas para (voltar a) aplicar

Teletrabalho: 4 técnicas para (voltar a) aplicar

Agora que o país regressa ao Confinamento geral, chega o momento de empresários e colaboradores se readaptarem a novas regras de restrição à circulação, com naturais consequências para a nossa vida pessoal e profissional. Sim, o teletrabalho – para aqueles que, entretanto, o abandonaram – voltou! Diluir a fronteira entre casa e trabalho? Estar longe dos colegas de equipa ou projeto? Reuniões eletronicamente mediadas? Pois claro.

Ao longo de 2020, todos tivemos de aprender a funcionar neste regime. E, segundo um estudo da consultora McKinsey & Company, são cada vez mais as empresas europeias que optaram por fazer do remote work uma filosofia definitiva. Qual a razão?

Talvez porque os mitos que tanto se associavam ao teletrabalho – a suposta falta de produtividade, a incapacidade de concretizar objetivos, a ausência de comunicação eficiente – não encontraram eco na realidade, à medida que as empresas aprenderam a prosperar neste formato.

Ainda assim, nada como aproveitar o momento que atravessamos para lembrar alguns conselhos a levar em consideração, a fim de garantir que os próximos dias em teletrabalho sejam tão eficientes quanto o pretendido!

 

1. Como em tudo, é importante definir objetivos

Num ambiente em que estamos fisicamente afastados dos nossos colegas de equipa, e em que a partilha espontânea de inputs se torna menos imediata e mais artificial, é à nossa capacidade de auto-organização que convém pedir esforços.

Dito de outra forma, é essencial que no arranque de cada dia (ou, quem sabe, na conclusão do anterior) se estabeleçam os objetivos mais importantes a alcançar ao longo das próximas horas. Falamos – claro está – de metas concretas, que possam ser quantificáveis e fáceis de aferir.

Trata-se de uma estratégia simples, embora extremamente importante, de avaliar a nossa própria produtividade e rendimento numa conjuntura que tudo parece distante, remoto e pouco tangível.

 

2. Trabalhar com o tempo, e não contra ele

À medida que voltamos a ligar os computadores a partir de casa, perdemos o ritual diário de nos deslocarmos até ao local de trabalho, num gesto da rotina que nos preparava, mentalmente, para os desafios que se seguiriam.

Por esse motivo, e em consonância com a necessidade de definirmos objetivos claros para que possamos manter o foco na produtividade, é igualmente essencial que aprendamos a gerir, da melhor forma possível, o tempo que temos em mãos.

Num artigo em que pediu a opinião de vários especialistas das Tecnologias de Informação, o The Enterprisers Project lembra a importância de, por exemplo, desativar todo o tipo de notificações (inclusive, as que se relacionam com trabalho) nos períodos do dia em que nos sentimos mais produtivos.

Naturalmente, isto quer dizer que haverá também momentos estratégicos ao longo do dia para fazer a leitura e análise dos e-mails, alertas e tentativas de contacto que ficaram temporariamente colocados em segundo plano.

 

3. O sedentarismo é inimigo da perfeição

Sabemos – como é óbvio – que a perfeição não existe. Mas o bom rendimento ao longo da jornada laboral não dispensa o recurso a pausas estratégicas, seja para mover o corpo e fazer um pouco de exercício, seja para comer algo nutritivo ou, em último caso, para sentir um pouco de ar fresco.

De outra forma, será impossível preservar os níveis de concentração e eficiência que tanto ambicionamos. Por outro lado, é essencial não permitir que a diluição das fronteiras entre a vida profissional e doméstica nos conduza a possíveis cenários de burnout.

Estabelecer objetivos e delinear timings ajuda a manter o equilíbrio. Mas mesmo numa altura em que as limitações à circulação são elevadas (fruto do problema de saúde pública que atravessamos), nunca poderemos subestimar o efeito regenerador que a atividade física proporciona.

 

4. Simular o melhor ambiente de trabalho possível

Na impossibilidade de nos deslocarmos ao escritório, é indispensável que o local da casa que escolhemos para executar as nossas tarefas profissionais seja o mais sóbrio possível, conciliando uma atmosfera que permita um equilíbrio ideal entre concentração e conforto.

Remover, do nosso campo de visão, quaisquer objetos que possam remeter para momentos de lazer ou para os compromissos de família é um must. Ainda assim, os especialistas vão mais longe e não escondem que as maiores distrações são de natureza digital.

Aliás, numa conjuntura em que as conversas e reuniões em formato virtual regressam em força, voltamos a sublinhar os perigos que o tão famoso multitasking acarreta para a produtividade, à medida que o e-mail, o telemóvel e as redes sociais estão a meros segundos de uma consulta.

 

Sempre atenta aos desafios dos profissionais e das empresas, a Academia GROW desenvolve a formação financiada e não-financiada que permite antecipar o futuro. Já conhece o nosso Serviço Integrado? Entre em contacto connosco para mais informações!

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A pandemia que nos digitalizou

A pandemia que nos digitalizou

Quem as viu e quem as vê! Falamos das empresas portuguesas e estrangeiras que, ao longo de um ano atípico a todos os níveis, tiveram de reaprender a funcionar e a prosperar perante um contexto económico, social e sanitário inimaginável ainda há pouco mais de um ano.

Modelos de negócio que se reinventaram, equipas em teletrabalho, reuniões à distância, transformações súbitas nos comportamentos de consumo e – acima de tudo – a perceção de que era preciso encontrar respostas urgentes para um novo cenário.

Como a necessidade aguça o engenho, Portugal e o mundo assistiram a uma tão surpreendente quanto acelerada digitalização das empresas, precipitando chefias e equipas para um inusitado jogo, feito de novas regras e exigências.

E agora que uma nova variante de COVID-19 obriga a Europa a reforçar as suas lógicas de combate à pandemia, sabemos que as mudanças que se exigiram das empresas ao longo de 2020 não são temporárias. Vieram para ficar.

 

Um caminho sem retorno

 

A aposta numa gestão mais proativa e flexível, o estreitar dos laços de confiança entre colaboradores e parceiros, bem como a integração de novas competências de resiliência e adaptação na cultura organizacional contam-se entre os desafios que, de acordo com o Financial Express, vieram para ficar.

Mas indissociável deste “Novo Normal” é a crescente valorização que a literacia em ferramentas digitais assume. É, a este respeito, impossível não falar do boom que o nosso país testemunhou no e-commerce, reflexo da forma como empresas e clientes tiveram de adaptar-se às regras de confinamento, revolucionado os processos de consumo.

Claro está, no entanto, que a transição para o mundo digital é muito mais complexa e exigente. Entidades como a Porto Business School e a empresa belga Selligent Marketing Cloud mostram compreender muito bem o papel que o Marketing Digital e a Gestão da Dados assumirão nos próximos dias, meses e anos.

Afinal, agora que até os mais resistentes à mudança competem por uma presença relevante neste ecossistema virtual, saber comunicar, estabelecer estratégias eficientes, construir uma relação significativa com o consumidor e prever comportamentos tornou-se um must.

É, por isso, sem surpresa que os Recursos Humanos com estas características se apresentarão como preciosos ativos para empresas e gestores à procura da diferenciação e de lógicas inovadoras num panorama em que as regras ainda estão por escrever.

Sempre atenta aos novos desafios do universo económico e laboral, a Academia GROW tem vindo a desenvolver formação em áreas como o Marketing Digital. Fale connosco para ficar a par de uma oferta formativa adaptada – também ela – aos desafios do “Novo Normal”.

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Formação Profissional em Tempo de Pandemia

Formação Profissional em Tempo de Pandemia

A formação profissional é uma ferramenta de extrema importância para que indivíduos e organizações atinjam os seus objetivos, promovendo um aumento da capacidade de desempenho, satisfação pessoal e profissional.

Sendo a formação um elemento dinamizador da aprendizagem e do desenvolvimento organizacional, esta deve ser planeada e desenhada de forma regular e sistemática, com o objetivo da aquisição de novos conhecimentos e habilidades que permitam modificar comportamentos e adaptação a novas situações, aumentando o desempenho profissional.

 

Face à atual situação de pandemia COVID-19, o país foi obrigado ao confinamento e a adaptar-se a uma nova realidade, que nos mostrou ser possível continuar a desenvolver a nossa atividade profissional à distância, bem como continuar a apostar na nossa formação em absoluta lealdade aos nossos projetos de aprendizagem e evolução pessoal e profissional ao longo da vida. Através da utilização de soluções e aplicações tecnológicas inovadoras, podemos retomar o processo de aprendizagem de forma eficaz, potenciando as nossas habilitações e skills.

A formação à distância permite aumentar de forma rápida e sustentada as competências e os níveis de qualificação, tem cada vez mais procura por parte dos cidadãos e empresas que pretendem continuar a formar os seus colaboradores.  

 

 

A Academia Grow atenta aos novos desafios e contribuindo para mitigar o distanciamento social e confinamento a que todos estamos sujeitos, teve que se reinventar e capacitar a sua equipa de técnicos e formadores para os novos desafios da formação. Transitou os seus conteúdos pedagógicos para o contexto de aprendizagem a distância, criando um leque de soluções que satisfazem e respondem às necessidades dos seus clientes e do público em geral.

Através da utilização de plataformas tecnológicas inovadoras, a Academia Grow disponibiliza uma alargada oferta formativa que permite superar as dificuldades em tempo de pandemia, mantendo o padrão de aprendizagem em permanente inovação.

 

 

As atuais formas de organização da formação adotadas pela GROW, são:

  • Curso em Live Streaming (sessões síncronas) – participação em simultânea de todos os formandos e formador, com interação em tempo real em sala de aula virtual;
  • Cursos em e-Learning (sessões assíncronas) – permite aos participantes maior flexibilidade e uma aprendizagem adaptada ao seu ritmo e aos seus horários pessoais. Os materiais pedagógicos são disponibilizados na plataforma, permitindo aos formandos acederem aos mesmos quando quiserem.
  • Curso em b-Learning (sessões assíncronas e presencias) – modalidade que combina sessões assíncronas e algumas sessões presenciais, vantajosas para esclarecer dúvidas junto do formador.
  • Cursos presencias em sala de aula – apenas cursos que pelas suas características, não podem ser ministrados na modalidade de formação à distância.

Criando respostas à sua medida e apostando no investimento em novas competências, a Academia Grow, adaptou o seu catálogo de formação a esta nova realidade!

Consulte o nosso o site e inscreva-se nos cursos e áreas de formação do seu interesse.

Para mais informações entre em contacto connosco!

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Desenvolvimento pessoal e comportamental: as competências do futuro

Desenvolvimento pessoal e comportamental: as competências do futuro

Longe vão os tempos em que o bom profissional era aquele que se contentava em dominar o conjunto de competências técnicas necessárias para a sua função.

Cada vez mais, o mercado comprova que as pessoas que trazem mais-valia para toda e qualquer empresa são aquelas que conjugam a sua formação e experiência profissional com a dimensão única que as torna humanas.

Comunicar, por exemplo, é mais do que dominar a expressão oral – é também a capacidade de saber ouvir e compreender. Mas a essa competência acrescentam-se outras, tais como:

. adaptação a novos contextos,
. automotivação,
. capacidade de planeamento,
. empatia,
. inteligência emocional,
. perseverança,
. e muito mais.

Podemos dizer que as soft skills vieram para ficar e mudaram as regras do jogo. Até porque o seu domínio é decisivo para aspetos como o bom trabalho em equipa, a motivação dos colaboradores e, inclusivamente, para a autoconfiança das empresas perante novos desafios.

Adquirir estas competências nunca foi tão fácil nem indispensável! Aproveitando a tecnologia para encurtar distâncias, a Academia GROW oferece-lhe oportunidades de formação em áreas como o Autocoaching, a Neuro-Estratégia e a Inteligência Emocional.

Junte-se a nós! A produtividade da sua empresa agradece e os seus colaboradores também porque o desenvolvimento pessoal é um saber que serve para toda a vida!

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5 razões por que o e-learning veio para ficar!

5 razões por que o e-learning veio para ficar!

Já não há volta a dar. Se no arranque de 2020 ainda se chegou a pensar que a pandemia de COVID-19 pudesse trazer apenas um simples boom temporário para a formação à distância, hoje temos a certeza de algo bem diferente: o e-learning veio para ficar.

Mesmo depois do regresso à ‘normalidade’, será cada vez mais difícil ignorar as vantagens de uma metodologia que, se outrora era vista com desconfiança ou receio, hoje é acolhida de boa vontade, tornando-se o método preferencial de diversas empresas e particulares.

E se o teletrabalho, os dias em isolamento e as normas de segurança fazem com que estejamos cada vez mais horas em frente ao computador, por que não aproveitar esse tempo extra também para a nossa evolução, quer como pessoas, quer como profissionais?

Vamos relembrar, por isso, as cinco razões por que o e-learning veio para ficar!

 

1) Aprender à distância é mais económico

 

Quando dizemos que este tipo de formação é menos dispendioso, não estamos a referir-nos apenas ao preço associado à frequência dos cursos. Falamos também das despesas que se evitam, por exemplo, com deslocações, à medida que se minimizam outros custos logísticos.

Por outro lado, convém lembrar que a frequência de cursos em e-learning se traduz numa modalidade mais ecológica de alcançar objetivos, reduzindo consumos e enfatizando as ferramentas digitais de aprendizagem, em detrimento de materiais como o papel.

 

2) A Flexibilidade é o novo standard

 

Todos sabemos o que é viver em pleno século XXI. Somos autores e personagens de vidas agitadas, com imensos afazeres e rotinas por cumprir. Num ritmo tão acelerado e rico em estímulos, que tempo existe para a Formação?

É preciso que ela decorra nos momentos do dia em que nos sentimos mais motivados e produtivos. Mas quando é que isso acontece? De manhã cedo? Ao anoitecer? A meio da tarde? Dependerá, naturalmente, de cada um.

Nesse caso, uma das vantagens do e-learning é que nos permite decidir a que hora do dia ou momento da semana acedemos aos conteúdos, executamos as tarefas associadas ao plano de Formação e testamos as competências adquiridas. Já não existem horários rígidos para aprender.

 

3) Uma questão de autonomia e ritmo

 

Em sintonia com o que acima dissemos, as metodologias de Formação assíncrona também permitem que cada pessoa desenvolva o seu progresso de forma autónoma, respeitando o seu ritmo sem perder a motivação.

Isto permite que formandos com muitas tarefas no dia-a-dia possam consolidar o seu know-how em pequenas doses, ao passo que outros poderão optar por concentrar, em poucas horas ou dias, a assimilação de todos os conteúdos.

Em suma, somos nós que definimos o calendário e a longevidade da formação, bem como a frequência com que acedemos à plataforma e a velocidade com que concluímos os módulos. Já tínhamos avisado que a flexibilidade era o novo padrão, certo?

 

4) O acompanhamento existe e é personalizado

 

Dar por sua conta – em casa ou no local de trabalho – a frequentar uma formação em e-learning sem a presença física de um formador e de uma turma até pode parecer, à primeira vista, desmotivador.

No entanto, o facto de o seu Plano de Formação decorrer de forma assíncrona não significa que esteja completamente sozinho na sua caminhada. Bem pelo contrário: as plataformas de e-learning que a Academia GROW dinamiza promovem a interação entre participantes e formador.

Expor dúvidas, partilhar feedback, pedir informações e requisitar o contacto são opções possíveis e amplamente recomendadas nesta metodologia de aprendizagem.

 

5) Mais diversidade e poder de escolha

 

Lembrando que o acesso a formação em regime de e-learning permite esbater distâncias, torna-se possível que qualquer pessoa aceda facilmente aos cursos de que mais necessita, ao invés de se conformar apenas com a oferta existente na sua localização geográfica.

E numa altura em que tanto se fala de conceitos como lifelong learning e reskilling (a ideia de que teremos de aprender novas competências ao longo da vida para nos adaptarmos a um mercado de trabalho em mudança), a capacidade de escolhermos um percurso diferenciador torna-se um must.

Aliás: da aquisição de soft skills às competências no universo das TI, sem esquecer domínios técnicos como a otimização contínua das empresas, é bem amplo o leque de domínios que pode ser aprendido em formato e-learning.

Para mais informações sobre esta e outras modalidades de Formação profissional, não hesite em entrar em contacto connosco!

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Psicologia Positiva: não é moda, é Ciência para ficar

Psicologia Positiva: não é moda, é Ciência para ficar

Felizmente, estamos cada vez mais habituados a falar sobre Saúde Mental. Mas se a imagem de pessoas deitadas num divã a divagar sobre problemas é a primeira coisa que lhe vem à cabeça quando se fala em Psicologia, então está na hora de rever as ideias!

Já ouviu falar em Psicologia Positiva? Não, não se trata de outra tendência de mercado ligada à Autoajuda. Falamos, pelo contrário, de um campo científico que quer mudar o nosso foco: e se em vez de discutirmos problemas nos concentrarmos no que promove a Felicidade?

Afinal, há muito que a Ciência esclareceu o papel que as emoções positivas assumem no bem-estar e na saúde. Assim sendo, potenciar pensamentos, sentimentos e comportamentos que reforcem o melhor de nós é tão válido quanto dissecar sobre aquilo que nos afeta ou limita.

E agora que palavras como COVID-19, desemprego, emergência e incerteza aparecem tantas vezes nas conversas diárias, nada como investir naquilo que nos pode trazer um pouco de paz de espírito, resistência ao stresse e – acima de tudo – autoconhecimento!

 

Do consultório para a vida diária

Entre os principais objetivos da Psicologia Positiva está a necessidade de trabalhar atributos como a autoconfiança, o bom humor, a esperança no futuro ou a gratidão pelas pequenas coisas – isto, claro, a par de outras virtudes que já enumerámos.

Mas ao invés de guardarmos estas competências para nós mesmos, podemos (e devemos) usá-las no dia-a-dia, seja junto das pessoas que nos são mais próximas, seja em contexto de trabalho.

Já ouviu falar que os sorrisos são contagiosos, certo? Pois bem, tanto no ambiente empresarial como no académico, os preceitos da Psicologia Positiva permitem extrair o melhor de cada pessoa, promovendo uma dinâmica onde a motivação, a empatia e a entreajuda se transformam numa vitória de todos!

Se quiser aprender mais sobre esta área, então sabia que a Academia GROW tem um curso de Psicologia Positiva em live training agendado para breve! Entre em contacto connosco para mais informações e, acima de tudo, seja saudável!

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