Tecnologias de Informação ao serviço da eficiência empresarial

Tecnologias de Informação ao serviço da eficiência empresarial

Já não é surpresa para ninguém que as Tecnologias de Informação e a Inovação caminham de mão dadas sob qualquer percurso empresarial digno de sucesso. Hoje em dia, até indicadores como a eficiência, a gestão de tempo e a qualidade do nosso trabalho dependem (e muito) do desempenho do software que utilizamos.

Seja o gerente de uma empresa, seja um especialista dos Recursos Humanos ou até um profissional do Marketing, há uma mensagem que lhe queremos transmitir. Não, não queremos dizer que o investimento em Tecnologias de Informação será o futuro. Até porque já é o presente!

Não faltam, aliás, estudos de mercado que nos lembram por que razão os projetos e iniciativas empresariais mais vezes falham. Por norma, contam-se aspetos como:

  • a ausência de ferramentas estatísticas;
  • a falta de comunicação;
  • a incapacidade para gerir equipas à distância;
  • a adoção de soluções de software simples, embora extremamente limitadas.

Num mundo competitivo e global ao qual se acrescentam as consequências de uma pandemia, perder tempo, recursos, energia e dinheiro em projetos que não se concretizam por má gestão e planeamento torna-se um erro cada vez mais grave para as organizações.

Predisposta a combater este cenário, a Academia GROW tem vindo a desenvolver programas de formação dedicados às Tecnologias de Informação em contexto empresarial. Exemplo disso, são os cursos de Microsoft Project e de Microsoft Excel.

Desenvolvidos na modalidade de e-learning, estes cursos permitem que qualquer pessoa desenvolva conhecimentos e competências profissionais ao seu próprio ritmo e de forma 100% online.

Entre em contacto connosco e fique a par da nossa oferta formativa ou dos programas que desenvolvemos à medida das suas necessidades!

Novos incentivos ao Emprego: ATIVAR.PT!

Novos incentivos ao Emprego: ATIVAR.PT!

Até 18 de dezembro, as empresas e os desempregados inscritos no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) podem beneficiar de uma nova medida de apoio, tendo em vista a criação de emprego e a integração de jovens no mercado de trabalho: os Estágios ATIVAR.PT

Com uma duração de nove meses, os Estágios desenvolvidos através deste Programa de Apoio destinam-se a pessoas com idade compreendida entre os 18 e os 30 anos, cujas qualificações se situem entre os níveis 3 e 8 do QNQ. Adicionalmente, a medida está também aberta a candidatos:

  • Até 45 anos de idade, que estejam desempregados há pelo menos um ano e tenham obtido um nível de qualificação nos últimos 3 anos;
  • Com mais de 45 anos, se inscritos no IEFP há mais de 12 meses e forem detentores de uma qualificação entre os níveis 4 a 8 do QNC;
  • Que tenham mais de 30 anos e estejam inscritos em Centro Qualifica;
  • Em situação desfavorecida (portadores de deficiência, vítimas de violência doméstica, refugiados, etc.).

Dado a conjuntura excecional que o país enfrenta, o acesso aos Estágios ATIVAR.PT encontra-se aberto, até 30 de junho de 2021, também a:

  • Candidatos entre 18 e 35 anos;
  • Pessoas com mais de 35 anos, desempregadas há pelo menos 6 meses, desde que tenham obtido um nível de qualificação nos últimos 3 anos.

Incentivo ATIVAR.PT

Com candidaturas abertas até 30 de dezembro, o Incentivo ATIVAR.PT corresponde a outra medida de combate ao desemprego. No entanto, e em vez de programas de estágio, o seu objetivo é premiar empresas que celebrem contratos de trabalho com desempregados inscritos no IEFP.

Para além da obrigação de anunciar a oferta de emprego (devidamente enquadrada no âmbito do Incentivo ATIVAR.PT) no portal iefponline, as empresas assumem o compromisso de promover formação profissional ao colaborador.

O tipo de apoios à contratação varia entre a natureza do contrato celebrado com o trabalhador (sem termo ou a termo certo, por um período mínimo de 12 meses), a região do país (havendo majorações para a criação de emprego no Interior) e outros critérios.

Pode aceder a mais informações sobre estes Programas de Apoio aqui ou entrar em contacto connosco. Na Academia GROW desenvolvemos Programas de Formação ajustados às necessidades de empresas e particulares!

Formação Profissional: por que devem as Empresas investir?

Formação Profissional: por que devem as Empresas investir?

Tal como todos os empresários sabem, as mais recentes diretivas do Código do Trabalho especificam que cada colaborador tem o direito de frequentar um mínimo de 40 horas de Formação Profissional por ano.

Mais do que um ‘encargo’ extra para os gestores, o reforço da qualificação dos Recursos Humanos permite que as organizações se equipem de ferramentas e recursos muito valiosos para fazer face a um mercado volátil, exigente e competitivo.

Medidas como esta só lembram o incalculável papel que a Formação exerce, não apenas na contínua adaptação das empresas a novas tecnologias e processos, mas também na própria Economia do país que, deste modo, surge melhor capacitada para a Inovação e a mudança.

Ganha o colaborador e ganha a empresa!

Por vezes, os desafios que vão surgindo no dia-a-dia e as ambições ou metas mais urgentes acabam por fazer com que o reforço das qualificações se perpetue num segundo plano, até porque falamos de algo que exige planeamento e ponderação.

É por essa razão que sublinhamos as vantagens que só este investimento oferece. Assim sendo, do ponto de vista dos Recursos Humanos, é importante lembrar que a Formação permite:

  • O crescimento pessoal e profissional de todos os elementos;
  • Mais autoconfiança e vontade de alcançar novos objetivos;
  • Despertar a autonomia, a criatividade e a proatividade na execução de tarefas;
  • Reforçar a satisfação e motivação dos colaboradores em relação à empresa;
  • Potenciar a aprendizagem ou assimilação de soft skills.

Bem sabemos que ter uma equipa motivada para os desafios, adaptada às mais recentes inovações e encorajada a pensar por si haverá de trazer frutos para qualquer organização. Mas também as empresas (ao nível macro) beneficiam com a Formação, uma vez que:

  • Existe uma evidente melhoria na cultura organizacional;
  • As novas competências e a motivação permitem que todos se sintam integrados;
  • Amplifica a produtividade, a competitividade e o know-howda empresa;
  • Simultaneamente, aumenta a sua predisposição para a inovação;
  • Consolidam-se as hipóteses de sucesso, crescimento e satisfação do cliente.

Na Academia GROW, conhecemos os desafios que as empresas enfrentam e também as estratégias por detrás dos planos de Formação Profissional que trazem sucesso às organizações.

Entre em contacto connosco e invista hoje mesmo na qualificação dos seus colaboradores!

Tem um projeto 2020 aprovado? Então junte-lhe a formação!

Tem um projeto 2020 aprovado? Então junte-lhe a formação!

Estimular novos conhecimentos, despertar a mente para outras formas de ver a realidade, atualizar competências e expandir horizontes. São muitas as vantagens que a formação profissional permite, não apenas para as pessoas que a frequentam, mas – acima de tudo – para as organizações em que elas se inserem.

Nesse sentido, e a pensar nas empresas que obtiveram projetos de investimento aprovados no âmbito dos Sistemas de Incentivos em Inovação, Qualificação ou Internacionalização, chamamos a atenção para o Aviso N.º 11/SI/2020.

Até 30 de dezembro, os empresários poderão complementar os apoios recebidos ao seu projeto de investimento com uma componente de formação profissional, desde que esta vá ao encontro de necessidades diretamente ligadas ao reforço da competitividade da empresa.

Falamos de um programa formativo criado e executado à medida de cada caso, tendo em vista o desenvolvimento de competências para âmbitos como sejam a inovação, o alcance de novos mercados e produtos, tecnologias ou modelos organizacionais.

Quem pode concorrer?

São elegíveis todas as empresas (PME ou não) com projetos de investimento aprovados, localizadas em qualquer região de Portugal Continental. Dito isto, existem alguns critérios que o plano de formação terá de seguir:

  • Estar sintonizado com os propósitos do projeto de investimento validado;
  • Iniciar-se durante o período de execução do projeto de investimento;
  • Terminar, no máximo, um ano depois da conclusão do projeto.

Sublinhe-se que os custos elegíveis com os programas formativos poderão ser financiados até 100%, caso sejam desenvolvidos em horário laboral.

Se já tem um projeto de investimento aprovado pelo Portugal 2020, então não desperdice esta oportunidade. Fale connosco, que nós orientamos todo o programa de formação!

Projetos Autónomos de Formação: candidaturas até 30 de dezembro

Projetos Autónomos de Formação: candidaturas até 30 de dezembro

Investir na qualificação dos recursos humanos deixou de ser uma simples opção estratégica para se transformar numa necessidade com que todas as empresas (não importa o setor ou a dimensão) devem lidar, a fim de se adaptarem aos novos desafios do mercado.

Um dos caminhos ideais para o reforço dessa competitividade e atualização técnica passa pelo desenvolvimento de planos de formação que sejam desenhados à medida das necessidades existentes dentro de cada organização.

Nesse sentido, as empresas localizadas no Norte, Centro e Alentejo (NUTS II do Continente) podem candidatar-se, até 30 de dezembro, ao desenvolvimento de Projetos Autónomos de Formação (no âmbito do Aviso nº10/SI/2020).

Este é um sistema de incentivos apostado em reforçar a qualificação de empresários, gestores e demais colaboradores em torno de áreas associadas à Inovação e à Mudança. Mais concretamente, serão privilegiados projetos em sintonia com:

  • Inovação produtiva;
  • Transferência de tecnologia;
  • Adoção de tecnologias da Indústria 4.0;
  • Internacionalização;
  • Qualificação das empresas.

Quem está elegível?

O Aviso nº10/SI/2020 dirige-se às PME e Não PME das referidas regiões, que se dediquem a qualquer setor de atividade, com exceção de Agricultura, Pesca e Produção Agrícola, bem como das áreas Financeira e de Seguros, Defesa, ou Lotarias e outros jogos de aposta.

Paralelamente, também se exige:

  • Contabilidade organizada (ao abrigo da legislação aplicável);
  • Valor de capitais próprios positivo (tendo por base o ano anterior à candidatura);
  • Não ser uma empresa sujeita a injunção de recuperação ou com salários em atraso;
  • Certificado PME.

Consoante a dimensão da empresa que dinamiza o Projeto Autónomos de Formação, existem diferentes critérios de Financiamento. No entanto, e nos casos em que as ações formativas decorram em horário laboral, poderá ser possível a obtenção de um apoio para até 100% das despesas elegíveis.

Esta garantia da totalidade do financiamento das despesas é algo que a Portaria 255/2020 deixa claro. Futuramente, as empresas que sejam contempladas com auxílios do Estado obterão o reembolso a 100% do seu investimento em Formação, desde que os colaboradores a frequentem em período laboral.

Presencial? Live streaming? E-learning?

O ano de 2020 trouxe inesperados desafios para colaboradores, empresas e toda a sociedade, fruto dos efeitos da pandemia de COVID-19. Mas é em conjunturas como esta que promover a qualificação e a modernização das organizações se torna ainda mais urgente.

Sempre atenta às necessidades das empresas, a Academia GROW disponibiliza serviços de Consultoria de Formação que ajudarão o seu projeto a materializar-se à mercê dos seus objetivos e necessidades.

Sabia, por exemplo, que as ações de formação também podem ser feitas por videoconferência (live streaming) ou através de uma plataforma online (e-learning)? Pois é: novos tempos trazem novas estratégias formativas!

Entre em contacto connosco, ou subscreva a nossa newsletter, e não perca nenhuma oportunidade de investir na sua qualificação!

Empresas: 7 passos para um bom Plano de Formação

Empresas: 7 passos para um bom Plano de Formação

Qualquer empresário que ambicione o sucesso – ou apenas manter-se à tona num mercado cada vez mais competitivo – sabe que uma das dimensões que jamais poderá descurar é a Formação Profissional dos seus colaboradores.

Dizemos isto não só por causa do mínimo de 40 horas de formação anual que cada organização deve (à luz do Código de Trabalho) proporcionar aos seus colaboradores, mas também porque dificilmente a inovação e o crescimento se concretizam num ambiente que não valoriza a atualização de competências, processos e tecnologias.

Mas como é que se idealiza, define e concretiza um bom plano de Formação Profissional? E como ter a certeza de que este ativo vai ser efetivamente aproveitado pelos colaboradores, tendo em vista o progresso da empresa?

Acima de tudo, e tal como os grandes investimentos, a aposta neste recurso deve ser feita de forma ponderada, racional e tendo por base uma série de passos ou questões. Prepare, por isso, o bloco de notas digital e siga-nos nesta viagem!

1) Queremos formação. Mas para quê e porquê?

A pergunta de partida que vai definir todo o plano consiste, muito simplesmente, em compreender quais as necessidades que existem no seio da empresa. Afinal, é precisamente a essas lacunas que a Formação Profissional deverá atender.

Importa, por isso mesmo, que se comece por fazer um diagnóstico junto de todas as áreas/departamentos de uma organização, para que cada uma possa definir que qualificações, melhorias ou investimentos são prioritários para o reforço da sua produtividade.

Com base nesse levantamento, definem-se que áreas de formação profissional poderão merecer um investimento mais urgente ou que, pelo menos, sejam concordantes com as evoluções que se esperam da empresa.

2) Como organizar as ideias e planear a Formação?

Uma vez feito o relatório das necessidades de cada departamento, chega a altura de o responsável pelo plano de Formação (por norma, um elemento afeto à área de Recursos Humanos) estabelecer as linhas-mestras do futuro programa de qualificação.

O fator mais importante a ter em conta nesta fase do processo é a certeza de que o plano em questão possa realmente atender às principais dificuldades ou limitações que a empresa manifesta. Sabendo que cada organização dispõe de uma combinação única de cultura, capital humano e recursos próprios, é essencial levar em conta esta singularidade.

Nesse sentido, nenhum plano fica fechado sem responder ao seguinte:

  • Quais as principais necessidades que temos?
  • Que objetivos pretendemos atingir com a Formação?
  • Que conteúdos terão de ser abordados?
  • Quantos pessoas deverão frequentar o Plano?
  • Quais os meios e equipamentos necessários?
  • Quanto tempo irá durar a Formação?
  • Quais serão os custos associados a todo este Plano de Formação

3) Como se deve calendarizar a Formação?

Não há, a este respeito, uma resposta definitiva. Para se esquematizar um projeto de qualificação profissional que seja motivador e traga dividendos, é importante atender à sensibilidade de todos os elementos, bem como à dos eventuais formadores.

Mais, todavia, do que definir apenas o horário das ações de Formação, é necessário compreender até que ponto será preferível desenvolver sessões curtas (embora mais prolongadas no tempo) ou intensivas (com um maior número de horas num menor intervalo de semanas ou meses).

Na medida em que pode variar imenso, consoante o setor e o ritmo de trabalho das organizações, esta é uma etapa essencial para o sucesso do programa de Formação Profissional. Apenas os elementos da empresa poderão compreender quais os melhores timings (por exemplo: longe de picos de produção) para concretizar o plano.

4) Quais os principais encargos que a Formação pode implicar?

Indissociável de qualquer processo de planeamento está o cálculo dos encargos que todo e qualquer investimento exige. No que diz respeito aos programas de Formação Profissional, existe uma série de tópicos que jamais poderão ser esquecidos:

  • Qual a remuneração dos formadores?
  • Existirão despesas com a deslocação?
  • Que valor teremos de dar pelo uso de uma sala/instalações para a formação?
  • Haverá outros encargos associados ao decorrer da ação formativa?
  • Quais os custos de oportunidade, em caso de desistência ou substituição de colaboradores?

Antes de concretizar qualquer projeto de qualificação dos seus membros, é importante que as empresas possam avaliar – junto de eventuais entidades formadoras – a possibilidade de o Plano de Formação ser elegível para Programas de apoio ao financiamento.

Seja como for, e no momento de comparar preços, procure concentrar-se no serviço que melhor responda às necessidades que foram diagnosticadas na fase de planeamento.

5) A que tipo de entidades ou profissionais devo recorrer?

Se a empresa não tiver, no seio da sua estrutura, acesso aos recursos humanos e/ou materiais necessários para a realização de Formação interna, então será preciso recorrer a uma entidade externa. Mas existindo tanta oferta no mercado, como descobrir a quem recorrer?

A principal recomendação é muito simples: aposte na qualidade. Exemplo disso são as entidades formadoras certificadas pela Direção Geral do Emprego e das Relações do Trabalho (DGERT), das quais se exigem elevados critérios de credibilidade, responsabilidade e idoneidade.

Por outro lado, é à certificação do IEFP ou ao currículo profissional que deverá prestar especial atenção, no caso de recorrer a formadores individuais. Avalie a possibilidade de ser este profissional a deslocar-se às instalações da empresa, se o número de formandos o justificar.

6) A Formação tem de ser obrigatoriamente presencial?

Um aspeto que o cenário de pandemia COVID-19 ajudou a desenvolver foi a tendência para a dinamização de reuniões, conferências e seminários à distância. Claro está que a organização de ações de formação nunca poderia ficar alheia a este novo paradigma.

Por isso mesmo, quando se planeia a concretização de um plano formativo, é importante equacionar – caso o setor de atividade ou a natureza das aprendizagens o permita – as mais-valias (sanitárias, económicas, logísticas e de agenda) do usufruto deste serviço à distância.

Em alternativa ao sistema presencial, existe a modalidade de e-learning (em que a formação profissional se desenvolve através de uma plataforma online que permite a autoaprendizagem ao ritmo de cada um) ou live streaming (a transmissão de uma ação de formação em tempo real).

7) Tudo preparado para a Formação?

Uma vez definidos todos os pontos anteriores, os seus colaboradores estarão preparados para aproveitar ao máximo os dividendos deste importante processo de qualificação, adaptação e atualização das práticas empresariais.

Falta apenas uma etapa: garantir que os diferentes responsáveis de cada departamento estabeleçam as datas mais estratégicas para o funcionamento da Formação, as quais serão – naturalmente – comunicadas aos colaboradores.

A Academia GROW dispõe do know-how, do corpo de formadores e das certificações da DGERT indispensáveis para o desenvolvimento de Programas de Formação apostados na qualidade e na resposta às necessidades de cada formando ou empresa.

Entre em contacto connosco ou veja o nosso catálogo de Formação!