Set 15, 2020 | Sem categoria
Qualquer empresário que ambicione o sucesso – ou apenas manter-se à tona num mercado cada vez mais competitivo – sabe que uma das dimensões que jamais poderá descurar é a Formação Profissional dos seus colaboradores.
Dizemos isto não só por causa do mínimo de 40 horas de formação anual que cada organização deve (à luz do Código de Trabalho) proporcionar aos seus colaboradores, mas também porque dificilmente a inovação e o crescimento se concretizam num ambiente que não valoriza a atualização de competências, processos e tecnologias.
Mas como é que se idealiza, define e concretiza um bom plano de Formação Profissional? E como ter a certeza de que este ativo vai ser efetivamente aproveitado pelos colaboradores, tendo em vista o progresso da empresa?
Acima de tudo, e tal como os grandes investimentos, a aposta neste recurso deve ser feita de forma ponderada, racional e tendo por base uma série de passos ou questões. Prepare, por isso, o bloco de notas digital e siga-nos nesta viagem!
1) Queremos formação. Mas para quê e porquê?
A pergunta
de partida que vai definir todo o plano consiste, muito simplesmente, em compreender
quais as necessidades que existem no seio da empresa. Afinal, é
precisamente a essas lacunas que a Formação Profissional deverá atender.
Importa, por isso mesmo, que se comece por fazer um diagnóstico junto de todas as áreas/departamentos de uma organização, para que cada uma possa definir que qualificações, melhorias ou investimentos são prioritários para o reforço da sua produtividade.
Com base nesse levantamento, definem-se que áreas de formação profissional poderão merecer um investimento mais urgente ou que, pelo menos, sejam concordantes com as evoluções que se esperam da empresa.
2) Como organizar as ideias e planear a Formação?
Uma vez feito o relatório das necessidades de cada departamento, chega a altura de o responsável pelo plano de Formação (por norma, um elemento afeto à área de Recursos Humanos) estabelecer as linhas-mestras do futuro programa de qualificação.
O fator mais
importante a ter em conta nesta fase do processo é a certeza de que o plano
em questão possa realmente atender às principais dificuldades ou limitações que
a empresa manifesta. Sabendo que cada organização dispõe de uma combinação
única de cultura, capital humano e recursos próprios, é essencial levar em
conta esta singularidade.
Nesse
sentido, nenhum plano fica fechado sem responder ao seguinte:
- Quais as principais necessidades que temos?
- Que objetivos pretendemos atingir com a Formação?
- Que conteúdos terão de ser abordados?
- Quantos pessoas deverão frequentar o Plano?
- Quais os meios e equipamentos necessários?
- Quanto tempo irá durar a Formação?
- Quais serão os custos associados a todo este Plano de Formação
3) Como se deve calendarizar a Formação?
Não há, a este respeito, uma resposta definitiva. Para se esquematizar um projeto de qualificação profissional que seja motivador e traga dividendos, é importante atender à sensibilidade de todos os elementos, bem como à dos eventuais formadores.
Mais,
todavia, do que definir apenas o horário das ações de Formação, é necessário compreender
até que ponto será preferível desenvolver sessões curtas (embora mais
prolongadas no tempo) ou intensivas (com um maior número de horas num
menor intervalo de semanas ou meses).
Na medida em que pode variar imenso, consoante o setor e o ritmo de trabalho das organizações, esta é uma etapa essencial para o sucesso do programa de Formação Profissional. Apenas os elementos da empresa poderão compreender quais os melhores timings (por exemplo: longe de picos de produção) para concretizar o plano.
4) Quais os principais encargos que a Formação pode implicar?
Indissociável de qualquer processo de planeamento está o cálculo dos encargos que todo e qualquer investimento exige. No que diz respeito aos programas de Formação Profissional, existe uma série de tópicos que jamais poderão ser esquecidos:
- Qual a remuneração dos formadores?
- Existirão despesas com a deslocação?
- Que valor teremos de dar pelo uso de uma
sala/instalações para a formação?
- Haverá outros encargos associados ao
decorrer da ação formativa?
- Quais os custos de oportunidade, em caso
de desistência ou substituição de colaboradores?
Antes de
concretizar qualquer projeto de qualificação dos seus membros, é importante
que as empresas possam avaliar – junto de eventuais entidades formadoras – a
possibilidade de o Plano de Formação ser elegível para Programas de apoio ao financiamento.
Seja como for, e no momento de comparar preços, procure concentrar-se no serviço que melhor responda às necessidades que foram diagnosticadas na fase de planeamento.
5) A que tipo de entidades ou profissionais devo recorrer?
Se a empresa não tiver, no seio da sua estrutura, acesso aos recursos humanos e/ou materiais necessários para a realização de Formação interna, então será preciso recorrer a uma entidade externa. Mas existindo tanta oferta no mercado, como descobrir a quem recorrer?
A principal recomendação é muito simples: aposte na qualidade. Exemplo disso são as entidades formadoras certificadas pela Direção Geral do Emprego e das Relações do Trabalho (DGERT), das quais se exigem elevados critérios de credibilidade, responsabilidade e idoneidade.
Por outro lado, é à certificação do IEFP ou ao currículo profissional que deverá prestar especial atenção, no caso de recorrer a formadores individuais. Avalie a possibilidade de ser este profissional a deslocar-se às instalações da empresa, se o número de formandos o justificar.
6) A Formação tem de ser obrigatoriamente presencial?
Um aspeto que o cenário de pandemia COVID-19 ajudou a desenvolver foi a tendência para a dinamização de reuniões, conferências e seminários à distância. Claro está que a organização de ações de formação nunca poderia ficar alheia a este novo paradigma.
Por isso
mesmo, quando se planeia a concretização de um plano formativo, é importante equacionar
– caso o setor de atividade ou a natureza das aprendizagens o permita – as mais-valias
(sanitárias, económicas, logísticas e de agenda) do usufruto deste serviço à
distância.
Em alternativa ao sistema presencial, existe a modalidade de e-learning (em que a formação profissional se desenvolve através de uma plataforma online que permite a autoaprendizagem ao ritmo de cada um) ou live streaming (a transmissão de uma ação de formação em tempo real).
7) Tudo preparado para a Formação?
Uma vez definidos todos os pontos anteriores, os seus colaboradores estarão preparados para aproveitar ao máximo os dividendos deste importante processo de qualificação, adaptação e atualização das práticas empresariais.
Falta apenas
uma etapa: garantir que os diferentes responsáveis de cada departamento
estabeleçam as datas mais estratégicas para o funcionamento da Formação, as
quais serão – naturalmente – comunicadas aos colaboradores.
A Academia
GROW dispõe do know-how, do corpo de formadores e das certificações da
DGERT indispensáveis para o desenvolvimento de Programas de Formação
apostados na qualidade e na resposta às necessidades de cada formando ou
empresa.
Entre em contacto connosco ou veja o nosso catálogo de Formação!
Set 11, 2020 | Sem categoria
Lembra-se do tempo em que uma boa equipa comercial era composta apenas
por profissionais que sabiam ‘falar bem’, que demonstravam confiança no seu
produto/serviço e que recorriam a uma estratégia homogénea para abordar o
mercado?
Estamos, hoje, muito longe dessa realidade. Cada vez mais, os
profissionais dedicados ao contacto com o público são desafiados a lidar com consumidores
exigentes, seletivos e informados, que procuram um serviço personalizado
às suas necessidades.
Saber comunicar (de uma nova forma) e otimizar os recursos ao nosso dispor tornaram-se, assim, em duas estratégias essenciais!
A comunicação para lá da ‘comunicação’
O segredo para o sucesso de qualquer interação comercial está na capacidade de se desenvolver um bom rapport com o potencial cliente. Importa, por isso, que despertemos a nossa sensibilidade para a comunicação não-verbal. Ela manifesta-se em aspetos como:
- O tom de voz que usamos para dizer algo;
- A presença/ausência de contacto ocular;
- A expressão que o nosso rosto transmite;
- O uso de gesticulação enquanto falamos;
- A nossa postura corporal
- A noção de distância social que usamos
para comunicar;
- …
Atentar a estas dimensões da comunicação e otimizá-las no sentido de
reforçar a coerência e impacto de uma mensagem (seja ela de natureza
comercial ou não) é um fator cada vez menos negligenciável rumo ao sucesso.
Mas não basta isso! Saber ouvir é igualmente importante, razão
pela qual cada vez se fala mais em Escuta Ativa. Esta técnica exige que,
ao invés de sermos recetores passivos de uma mensagem, levemos em consideração
várias estratégias:
- Ouvir com a máxima atenção possível
(parece fácil, mas não sempre é);
- Manifestar interesse por aquilo que o
interlocutor a expressar;
- Prestar atenção aos comportamentos verbais e
não-verbais;
- Procurar identificar as necessidades, anseios
ou dúvidas subjacentes ao que está a ser dito;
- …
Quando utilizada de forma eficiente, esta técnica – que tem grandes raízes no conceito da Empatia – transforma-se numa ferramenta capaz de assegurar um desempenho diferenciador em qualquer equipa comercial. E os clientes agradecem, claro!
Personalização e adaptação
Somos todos seres humanos, o que quer dizer que cada um de nós é portador de uma história de vida, de uma sensibilidade, de um conjunto de ambições e de formas de ver o mundo únicas e inimitáveis.
Não admira, por isso, que valorizemos – enquanto consumidores – a personalização
ou o acesso a propostas exclusivas. Conscientes disso estão áreas como a
Neuro-Estratégia, que procura capitalizar o potencial de cada um para o
alcance dos melhores resultados possíveis!
Preparado para elevar a sua equipa comercial ao próximo nível? Então aproveite o curso de Neuro-Estratégia nas Vendas para Equipas Comerciais de Alto Desempenho que a Academia GROW dinamiza este mês!
Para mais informações, entre em contacto connosco!
Set 3, 2020 | Sem categoria
Sabe o que é
uma pessoa inteligente? Pode parecer uma pergunta óbvia, mas a resposta é mais
complexa do que se imagina! Até porque as melhores mentes não são necessariamente
aquelas que ‘sabem’ muito. São as que conciliam o seu lado racional com o
emocional.
Não perca, por isso, demasiado tempo a lamentar ou a orgulhar-se do seu QI. O que faz a diferença – seja na vida pessoal, seja nas relações amorosas ou no mundo profissional – é o conjunto de atributos e competências que avaliam a nossa Inteligência Emocional.
Como assim, “Inteligência Emocional”?
Leu bem!
Existem diferentes tipos de inteligência. Sendo assim, algo que jamais
deveríamos descurar é a capacidade de detetarmos, compreendermos e reagirmos
– de uma forma eficiente e benéfica – ao que se passa ‘cá dentro’:
as nossas emoções.
Assim se
chega ao autoconhecimento. E quanto mais depressa soubermos o que nos
move e torna felizes, ou aquilo que mais se adequa aos nossos valores, mais cedo
teremos a força para perseguir os nossos objetivos, sem hesitar ou
desistir perante as adversidades.
Mas a Inteligência Emocional também se expressa na capacidade de reconhecermos as emoções do outro e de agirmos da forma mais construtiva possível para todos. Falamos da empatia, da comunicação assertiva e da capacidade de mediar conflitos.
O domínio emocional nas empresas
Atendendo ao que já dissemos, torna-se evidente que o maior líder e o melhor colega de trabalho são aqueles que sabem estar bem consigo próprios sem, no entanto, condicionarem as necessidades ou emoções do outro.
Naturalmente,
as vantagens de uma boa Inteligência Emocional no contexto profissional são evidentes:
- os colaboradores sentem-se mais motivados
e, desde logo, resilientes;
- há uma melhor priorização de tarefas, pois as energias
são canalizadas na direção certa;
- a resolução de problemas é facilitada, pois
todos estão focados na solução;
- o trabalho em equipa é produtivo e
permite o desenvolvimento de melhores insights;
- os erros são transformados em oportunidades
de aprendizagem e consolidação;
- os colaboradores querem aprender mais,
fazendo evoluir a organização;
- e muitos outros benefícios…
Consciente disso, a Academia GROW tem dinamizado cursos dedicados à Inteligência Emocional nas empresas. Mas como sabemos que o sucesso das organizações depende sempre do potencial de cada elemento, também investimos no Coaching!
Entre em contacto connosco e comece hoje a desenvolver o seu autoconhecimento, rumo ao futuro!
Ago 24, 2020 | Sem categoria
Se antes era
um sonho, agora transformou-se no ‘novo normal’. Falamos das reuniões,
conferências e programas de formação em que participamos a partir de casa ou
local de trabalho, reunindo pessoas de diferentes cidades, países e
continentes.
Como todas
as tecnologias, as reuniões à distância trazem enormes benefícios que
não precisamos de voltar a lembrar: flexibilidade de horários, maior conforto, anulação
de distâncias físicas, poupança de custos e rentabilização do tempo.
Mas algo que o cenário de pandemia COVID-19 deixou claro é que a capacidade de conversar, negociar ou aprender por videoconferência também exige procedimentos e cuidados!
Planear é a palavra-chave
O principal fator que pode determinar o sucesso de qualquer reunião à distância é precisamente o mesmo que faria a diferença num contexto presencial: o planeamento.
Acima de
tudo, é importante que o ambiente mais ‘descontraído’ que associamos a uma zoom
call não nos leve a negligenciar o pragmatismo. Na ausência de sinais
não-verbais que nos permitam interpretar o outro, apostar numa comunicação
direta e bem estruturada é fulcral.
Aqui ficam
alguns conselhos para planear as suas reuniões à distância:
- Definir claramente os propósitos da sessão
e organizá-los por tópicos;
- Partilhar, antecipadamente, eventuais documentos
que ajudem os ouvintes a segui-lo;
- Procurar conhecer algo dos nossos
interlocutores (personalidade, expectativas…);
- Definir o fundo em que vai ser filmado:
de preferência sóbrio e sem ruído;
- Testar, com antecedência, a webcam,
o microfone e a conexão Wi-Fi;
- Descontrair um pouco, fazer alongamentos
e beber água antes de começar a reunião.
E durante a videoconferência?
Se a preparação é a mãe de qualquer sucesso, convém lembrar que há comportamentos a que devemos atentar também durante a reunião. O facto de não termos os nossos interlocutores numa situação ‘cara a cara’ exige um esforço adicional para manter o ritmo e para que ninguém se distraia.
Seguem algumas
ideias a ter em conta:
- Manter uma postura cuidada, que demonstre atenção
pelo que está a ser dito;
- Não se deixe condicionar pela sensação de
ser observado – é algo comum a todos;
- Minimize o acesso a distrações (como
o telemóvel e demais notificações);
- Não ler e-mails durante a intervenção de
alguém, pois perderá o foco;
- Sendo um ambiente rico em (possíveis)
distrações, ser direto e prático é essencial;
- Olhar para a câmara quando fala aumentará
a sua concentração e a confiança.
Esperamos
que estes conselhos possam fazer a diferença!
Na Academia GROW, o que mais queremos é ajudá-lo a alcançar o maior sucesso nesta época de desafios e imprevistos. Temos, inclusivamente, um curso de Condução de Reuniões à Distância à sua espera!
Contacte-nos e não perca as
nossas propostas de formação profissional!
Ago 13, 2020 | Sem categoria
Como o próprio nome indica, a
formação à medida significa que está adaptada às necessidades e características
específicas das organizações, ou seja, tem em conta o contexto de constantes
mutações do tecido empresarial, que preocupa o empresário, como:
- a adaptação
- a sobrevivência
- a qualidade
- a qualificação dos seus colaboradores
- as novas tecnologias
Neste sentido, para que estas formações tenham o sucesso desejado é necessário conhecer a empresa, efetuar um levantamento de necessidades, onde serão identificados os pontos sensíveis da empresa. É aqui que a parceria GROW / Cliente surge.
A GROW, através da sua equipa de consultores-formadores especialistas nas diversas áreas de conhecimento essenciais para um elevado desempenho em contextos empresariais específicos, elabora os módulos de formação atuais, inovadores e personalizáveis ao cliente que lhe permita uma melhoria na sua performance. Preocupa-se com a uniformização de conhecimentos e competências adquiridos pelos colaboradores e faz a monitorização de resultados e avaliação de impacto da formação. Trata-se de um serviço diferenciador.
Outras das vantagens desta
formação é que a mesma pode ser dada nas próprias instalações do cliente, sem
que este tenha custos acrescidos de deslocação e em situações específicas, como
é o caso da formação de empilhadores.
A GROW está disponível para ser parceira na estruturação do seu plano de formação à medida, através das suas 17 áreas de formação certificadas pela DGERT. Para obter mais informações, contacte-nos.
Jul 27, 2020 | Sem categoria
40 horas de formação anual: um ativo para rentabilizar!
Em 2019 assistimos a uma interessante mudança na legislação laboral portuguesa: o volume de horas de formação contínua a que cada colaborador tem direito aumentou de 35 para um novo mínimo de 40 horas por ano.
À luz do Código de Trabalho, todas
as entidades empregadoras são legalmente obrigadas a respeitar e a fazer
cumprir o direito de cada funcionário ao reforço da sua qualificação
profissional. Adicionalmente, devem estabelecer planos de natureza anual ou
plurianual que permitam o alcance deste objetivo.
No entanto, e ao invés de encarar
a formação como mais uma obrigação legal, as empresas podem e devem encontrar
neste recurso uma indispensável oportunidade para o reforço da sua
competitividade, para a atualização de conhecimentos técnicos e, inclusivamente,
para o desenvolvimento da inovação.
Outrora vista como dispendiosa ou um entrave à gestão de tempo, a formação é hoje um recurso prático, eficaz e ajustável ao funcionamento das empresas. Aliás, numa altura em que a pandemia de COVID-19 forçou gerentes e trabalhadores a reconfigurar as suas lógicas de trabalho, também a requalificação profissional apresenta novas soluções!
Do Live Streaming ao e-Learning
É neste contexto que se destacam modalidades como, por exemplo, o Live Streaming. Este sistema permite a frequência de uma formação em tempo real, através de vídeo, simulando uma sala de aula em que todos estão ligados em rede. As vantagens são evidentes:
- os participantes interagem entre si em tempo real;
- torna as formações geograficamente acessíveis, quando realizadas fora da área de trabalho ou residência do colaborador;
- preserva-se o ambiente dinâmico e envolvente das metodologias tradicionais.
Outra tendência em franco crescimento é o e-Learning,
que permite o acesso à formação profissional – quer em direto, quer via sessões
assíncronas – através de uma plataforma digital. Entre os seus principais
pontos fortes, encontram-se:
- a capacidade de os formandos gerirem a aprendizagem ao seu ritmo;
- maior flexibilidade para conciliar os compromissos profissionais com a formação;
- estruturação dos cursos em módulos permite que cada pessoa se sinta motivada e detentora do seu próprio progresso.
Sempre atenta às necessidades do mundo empresarial, a Academia de Formação GROW está disposta a ajudar as empresas a cumprir a obrigação legal de 40 horas anuais de formação profissional com o máximo de dividendos possível.
Aliando o uso das metodologias
mais inovadoras ao compromisso com as medidas de segurança que se
exige em plena pandemia de COVID-19, é na formação online que
continuamos a apostar!
Veja os cursos disponíveis!