Out 2, 2020 | Sem categoria
Tal como
todos os empresários sabem, as mais recentes diretivas do Código do Trabalho
especificam que cada colaborador tem o direito de frequentar um mínimo de 40
horas de Formação Profissional por ano.
Mais do que
um ‘encargo’ extra para os gestores, o reforço da qualificação dos Recursos
Humanos permite que as organizações se equipem de ferramentas e recursos muito
valiosos para fazer face a um mercado volátil, exigente e competitivo.
Medidas como
esta só lembram o incalculável papel que a Formação exerce, não apenas
na contínua adaptação das empresas a novas tecnologias e processos, mas
também na própria Economia do país que, deste modo, surge melhor capacitada
para a Inovação e a mudança.
Ganha o colaborador e ganha a empresa!
Por vezes, os desafios que vão surgindo no dia-a-dia e as ambições ou metas mais urgentes acabam por fazer com que o reforço das qualificações se perpetue num segundo plano, até porque falamos de algo que exige planeamento e ponderação.
É por essa
razão que sublinhamos as vantagens que só este investimento oferece. Assim
sendo, do ponto de vista dos Recursos Humanos, é importante lembrar que
a Formação permite:
- O crescimento pessoal e profissional de
todos os elementos;
- Mais autoconfiança e vontade de alcançar
novos objetivos;
- Despertar a autonomia, a criatividade
e a proatividade na execução de tarefas;
- Reforçar a satisfação e motivação
dos colaboradores em relação à empresa;
- Potenciar a aprendizagem ou assimilação
de soft skills.
Bem sabemos
que ter uma equipa motivada para os desafios, adaptada às mais recentes
inovações e encorajada a pensar por si haverá de trazer frutos para qualquer
organização. Mas também as empresas (ao nível macro) beneficiam com a
Formação, uma vez que:
- Existe uma evidente melhoria na cultura
organizacional;
- As novas competências e a motivação permitem que
todos se sintam integrados;
- Amplifica a produtividade, a competitividade
e o know-howda empresa;
- Simultaneamente, aumenta a sua predisposição
para a inovação;
- Consolidam-se as hipóteses de sucesso, crescimento
e satisfação do cliente.
Na Academia
GROW, conhecemos os desafios que as empresas enfrentam e também as
estratégias por detrás dos planos de Formação Profissional que trazem
sucesso às organizações.
Entre em contacto connosco e invista hoje mesmo na qualificação dos seus colaboradores!
Set 25, 2020 | Sem categoria
Estimular
novos conhecimentos, despertar a mente para outras formas de ver a realidade,
atualizar competências e expandir horizontes. São muitas as vantagens que a
formação profissional permite, não apenas para as pessoas que a
frequentam, mas – acima de tudo – para as organizações em que elas se
inserem.
Nesse
sentido, e a pensar nas empresas que obtiveram projetos de investimento aprovados
no âmbito dos Sistemas de Incentivos em Inovação, Qualificação ou
Internacionalização, chamamos a atenção para o Aviso N.º 11/SI/2020.
Até 30 de
dezembro, os empresários poderão complementar os apoios recebidos ao seu projeto
de investimento com uma componente de formação profissional, desde que esta
vá ao encontro de necessidades diretamente ligadas ao reforço da
competitividade da empresa.
Falamos de
um programa formativo criado e executado à medida de cada caso, tendo em
vista o desenvolvimento de competências para âmbitos como sejam a inovação, o
alcance de novos mercados e produtos, tecnologias ou modelos organizacionais.
Quem pode concorrer?
São elegíveis todas as empresas (PME ou não) com projetos de investimento aprovados, localizadas em qualquer região de Portugal Continental. Dito isto, existem alguns critérios que o plano de formação terá de seguir:
- Estar sintonizado com os propósitos do
projeto de investimento validado;
- Iniciar-se durante o período de execução do
projeto de investimento;
- Terminar, no máximo, um ano depois da
conclusão do projeto.
Sublinhe-se
que os custos elegíveis com os programas formativos poderão ser financiados
até 100%, caso sejam desenvolvidos em horário laboral.
Se já tem um projeto de investimento aprovado pelo Portugal 2020, então não desperdice esta oportunidade. Fale connosco, que nós orientamos todo o programa de formação!
Set 18, 2020 | Sem categoria
Investir na qualificação dos
recursos humanos deixou de ser uma simples opção estratégica para se
transformar numa necessidade com que todas as empresas (não importa o setor ou
a dimensão) devem lidar, a fim de se adaptarem aos novos desafios do mercado.
Um dos caminhos
ideais para o reforço dessa competitividade e atualização técnica passa pelo desenvolvimento
de planos de formação que sejam desenhados à medida das necessidades
existentes dentro de cada organização.
Nesse
sentido, as empresas localizadas no Norte, Centro e Alentejo (NUTS
II do Continente) podem candidatar-se, até 30 de dezembro, ao
desenvolvimento de Projetos Autónomos de Formação (no âmbito do Aviso
nº10/SI/2020).
Este é um
sistema de incentivos apostado em reforçar a qualificação de empresários,
gestores e demais colaboradores em torno de áreas associadas à Inovação e à
Mudança. Mais concretamente, serão privilegiados projetos em sintonia com:
- Inovação produtiva;
- Transferência de tecnologia;
- Adoção de tecnologias da Indústria 4.0;
- Internacionalização;
- Qualificação das empresas.
Quem está elegível?
O Aviso nº10/SI/2020 dirige-se às PME e Não PME das referidas regiões, que se dediquem a qualquer setor de atividade, com exceção de Agricultura, Pesca e Produção Agrícola, bem como das áreas Financeira e de Seguros, Defesa, ou Lotarias e outros jogos de aposta.
Paralelamente,
também se exige:
- Contabilidade organizada (ao abrigo da
legislação aplicável);
- Valor de capitais próprios positivo
(tendo por base o ano anterior à candidatura);
- Não ser uma empresa sujeita a injunção de
recuperação ou com salários em atraso;
- Certificado PME.
Consoante a dimensão da empresa que dinamiza o Projeto Autónomos de Formação, existem diferentes critérios de Financiamento. No entanto, e nos casos em que as ações formativas decorram em horário laboral, poderá ser possível a obtenção de um apoio para até 100% das despesas elegíveis.
Esta garantia da totalidade do financiamento das despesas é algo que a Portaria 255/2020 deixa claro. Futuramente, as empresas que sejam contempladas com auxílios do Estado obterão o reembolso a 100% do seu investimento em Formação, desde que os colaboradores a frequentem em período laboral.
Presencial? Live streaming? E-learning?
O ano de 2020 trouxe inesperados desafios para colaboradores, empresas e toda a sociedade, fruto dos efeitos da pandemia de COVID-19. Mas é em conjunturas como esta que promover a qualificação e a modernização das organizações se torna ainda mais urgente.
Sempre
atenta às necessidades das empresas, a Academia GROW disponibiliza serviços
de Consultoria de Formação que ajudarão o seu projeto a materializar-se à
mercê dos seus objetivos e necessidades.
Sabia, por
exemplo, que as ações de formação também podem ser feitas por
videoconferência (live streaming) ou através de uma plataforma online (e-learning)?
Pois é: novos tempos trazem novas estratégias formativas!
Entre em contacto connosco, ou subscreva a nossa newsletter, e
não perca nenhuma oportunidade de investir na sua qualificação!
Set 15, 2020 | Sem categoria
Qualquer empresário que ambicione o sucesso – ou apenas manter-se à tona num mercado cada vez mais competitivo – sabe que uma das dimensões que jamais poderá descurar é a Formação Profissional dos seus colaboradores.
Dizemos isto não só por causa do mínimo de 40 horas de formação anual que cada organização deve (à luz do Código de Trabalho) proporcionar aos seus colaboradores, mas também porque dificilmente a inovação e o crescimento se concretizam num ambiente que não valoriza a atualização de competências, processos e tecnologias.
Mas como é que se idealiza, define e concretiza um bom plano de Formação Profissional? E como ter a certeza de que este ativo vai ser efetivamente aproveitado pelos colaboradores, tendo em vista o progresso da empresa?
Acima de tudo, e tal como os grandes investimentos, a aposta neste recurso deve ser feita de forma ponderada, racional e tendo por base uma série de passos ou questões. Prepare, por isso, o bloco de notas digital e siga-nos nesta viagem!
1) Queremos formação. Mas para quê e porquê?
A pergunta
de partida que vai definir todo o plano consiste, muito simplesmente, em compreender
quais as necessidades que existem no seio da empresa. Afinal, é
precisamente a essas lacunas que a Formação Profissional deverá atender.
Importa, por isso mesmo, que se comece por fazer um diagnóstico junto de todas as áreas/departamentos de uma organização, para que cada uma possa definir que qualificações, melhorias ou investimentos são prioritários para o reforço da sua produtividade.
Com base nesse levantamento, definem-se que áreas de formação profissional poderão merecer um investimento mais urgente ou que, pelo menos, sejam concordantes com as evoluções que se esperam da empresa.
2) Como organizar as ideias e planear a Formação?
Uma vez feito o relatório das necessidades de cada departamento, chega a altura de o responsável pelo plano de Formação (por norma, um elemento afeto à área de Recursos Humanos) estabelecer as linhas-mestras do futuro programa de qualificação.
O fator mais
importante a ter em conta nesta fase do processo é a certeza de que o plano
em questão possa realmente atender às principais dificuldades ou limitações que
a empresa manifesta. Sabendo que cada organização dispõe de uma combinação
única de cultura, capital humano e recursos próprios, é essencial levar em
conta esta singularidade.
Nesse
sentido, nenhum plano fica fechado sem responder ao seguinte:
- Quais as principais necessidades que temos?
- Que objetivos pretendemos atingir com a Formação?
- Que conteúdos terão de ser abordados?
- Quantos pessoas deverão frequentar o Plano?
- Quais os meios e equipamentos necessários?
- Quanto tempo irá durar a Formação?
- Quais serão os custos associados a todo este Plano de Formação
3) Como se deve calendarizar a Formação?
Não há, a este respeito, uma resposta definitiva. Para se esquematizar um projeto de qualificação profissional que seja motivador e traga dividendos, é importante atender à sensibilidade de todos os elementos, bem como à dos eventuais formadores.
Mais,
todavia, do que definir apenas o horário das ações de Formação, é necessário compreender
até que ponto será preferível desenvolver sessões curtas (embora mais
prolongadas no tempo) ou intensivas (com um maior número de horas num
menor intervalo de semanas ou meses).
Na medida em que pode variar imenso, consoante o setor e o ritmo de trabalho das organizações, esta é uma etapa essencial para o sucesso do programa de Formação Profissional. Apenas os elementos da empresa poderão compreender quais os melhores timings (por exemplo: longe de picos de produção) para concretizar o plano.
4) Quais os principais encargos que a Formação pode implicar?
Indissociável de qualquer processo de planeamento está o cálculo dos encargos que todo e qualquer investimento exige. No que diz respeito aos programas de Formação Profissional, existe uma série de tópicos que jamais poderão ser esquecidos:
- Qual a remuneração dos formadores?
- Existirão despesas com a deslocação?
- Que valor teremos de dar pelo uso de uma
sala/instalações para a formação?
- Haverá outros encargos associados ao
decorrer da ação formativa?
- Quais os custos de oportunidade, em caso
de desistência ou substituição de colaboradores?
Antes de
concretizar qualquer projeto de qualificação dos seus membros, é importante
que as empresas possam avaliar – junto de eventuais entidades formadoras – a
possibilidade de o Plano de Formação ser elegível para Programas de apoio ao financiamento.
Seja como for, e no momento de comparar preços, procure concentrar-se no serviço que melhor responda às necessidades que foram diagnosticadas na fase de planeamento.
5) A que tipo de entidades ou profissionais devo recorrer?
Se a empresa não tiver, no seio da sua estrutura, acesso aos recursos humanos e/ou materiais necessários para a realização de Formação interna, então será preciso recorrer a uma entidade externa. Mas existindo tanta oferta no mercado, como descobrir a quem recorrer?
A principal recomendação é muito simples: aposte na qualidade. Exemplo disso são as entidades formadoras certificadas pela Direção Geral do Emprego e das Relações do Trabalho (DGERT), das quais se exigem elevados critérios de credibilidade, responsabilidade e idoneidade.
Por outro lado, é à certificação do IEFP ou ao currículo profissional que deverá prestar especial atenção, no caso de recorrer a formadores individuais. Avalie a possibilidade de ser este profissional a deslocar-se às instalações da empresa, se o número de formandos o justificar.
6) A Formação tem de ser obrigatoriamente presencial?
Um aspeto que o cenário de pandemia COVID-19 ajudou a desenvolver foi a tendência para a dinamização de reuniões, conferências e seminários à distância. Claro está que a organização de ações de formação nunca poderia ficar alheia a este novo paradigma.
Por isso
mesmo, quando se planeia a concretização de um plano formativo, é importante equacionar
– caso o setor de atividade ou a natureza das aprendizagens o permita – as mais-valias
(sanitárias, económicas, logísticas e de agenda) do usufruto deste serviço à
distância.
Em alternativa ao sistema presencial, existe a modalidade de e-learning (em que a formação profissional se desenvolve através de uma plataforma online que permite a autoaprendizagem ao ritmo de cada um) ou live streaming (a transmissão de uma ação de formação em tempo real).
7) Tudo preparado para a Formação?
Uma vez definidos todos os pontos anteriores, os seus colaboradores estarão preparados para aproveitar ao máximo os dividendos deste importante processo de qualificação, adaptação e atualização das práticas empresariais.
Falta apenas
uma etapa: garantir que os diferentes responsáveis de cada departamento
estabeleçam as datas mais estratégicas para o funcionamento da Formação, as
quais serão – naturalmente – comunicadas aos colaboradores.
A Academia
GROW dispõe do know-how, do corpo de formadores e das certificações da
DGERT indispensáveis para o desenvolvimento de Programas de Formação
apostados na qualidade e na resposta às necessidades de cada formando ou
empresa.
Entre em contacto connosco ou veja o nosso catálogo de Formação!
Set 11, 2020 | Sem categoria
Lembra-se do tempo em que uma boa equipa comercial era composta apenas
por profissionais que sabiam ‘falar bem’, que demonstravam confiança no seu
produto/serviço e que recorriam a uma estratégia homogénea para abordar o
mercado?
Estamos, hoje, muito longe dessa realidade. Cada vez mais, os
profissionais dedicados ao contacto com o público são desafiados a lidar com consumidores
exigentes, seletivos e informados, que procuram um serviço personalizado
às suas necessidades.
Saber comunicar (de uma nova forma) e otimizar os recursos ao nosso dispor tornaram-se, assim, em duas estratégias essenciais!
A comunicação para lá da ‘comunicação’
O segredo para o sucesso de qualquer interação comercial está na capacidade de se desenvolver um bom rapport com o potencial cliente. Importa, por isso, que despertemos a nossa sensibilidade para a comunicação não-verbal. Ela manifesta-se em aspetos como:
- O tom de voz que usamos para dizer algo;
- A presença/ausência de contacto ocular;
- A expressão que o nosso rosto transmite;
- O uso de gesticulação enquanto falamos;
- A nossa postura corporal
- A noção de distância social que usamos
para comunicar;
- …
Atentar a estas dimensões da comunicação e otimizá-las no sentido de
reforçar a coerência e impacto de uma mensagem (seja ela de natureza
comercial ou não) é um fator cada vez menos negligenciável rumo ao sucesso.
Mas não basta isso! Saber ouvir é igualmente importante, razão
pela qual cada vez se fala mais em Escuta Ativa. Esta técnica exige que,
ao invés de sermos recetores passivos de uma mensagem, levemos em consideração
várias estratégias:
- Ouvir com a máxima atenção possível
(parece fácil, mas não sempre é);
- Manifestar interesse por aquilo que o
interlocutor a expressar;
- Prestar atenção aos comportamentos verbais e
não-verbais;
- Procurar identificar as necessidades, anseios
ou dúvidas subjacentes ao que está a ser dito;
- …
Quando utilizada de forma eficiente, esta técnica – que tem grandes raízes no conceito da Empatia – transforma-se numa ferramenta capaz de assegurar um desempenho diferenciador em qualquer equipa comercial. E os clientes agradecem, claro!
Personalização e adaptação
Somos todos seres humanos, o que quer dizer que cada um de nós é portador de uma história de vida, de uma sensibilidade, de um conjunto de ambições e de formas de ver o mundo únicas e inimitáveis.
Não admira, por isso, que valorizemos – enquanto consumidores – a personalização
ou o acesso a propostas exclusivas. Conscientes disso estão áreas como a
Neuro-Estratégia, que procura capitalizar o potencial de cada um para o
alcance dos melhores resultados possíveis!
Preparado para elevar a sua equipa comercial ao próximo nível? Então aproveite o curso de Neuro-Estratégia nas Vendas para Equipas Comerciais de Alto Desempenho que a Academia GROW dinamiza este mês!
Para mais informações, entre em contacto connosco!
Set 3, 2020 | Sem categoria
Sabe o que é
uma pessoa inteligente? Pode parecer uma pergunta óbvia, mas a resposta é mais
complexa do que se imagina! Até porque as melhores mentes não são necessariamente
aquelas que ‘sabem’ muito. São as que conciliam o seu lado racional com o
emocional.
Não perca, por isso, demasiado tempo a lamentar ou a orgulhar-se do seu QI. O que faz a diferença – seja na vida pessoal, seja nas relações amorosas ou no mundo profissional – é o conjunto de atributos e competências que avaliam a nossa Inteligência Emocional.
Como assim, “Inteligência Emocional”?
Leu bem!
Existem diferentes tipos de inteligência. Sendo assim, algo que jamais
deveríamos descurar é a capacidade de detetarmos, compreendermos e reagirmos
– de uma forma eficiente e benéfica – ao que se passa ‘cá dentro’:
as nossas emoções.
Assim se
chega ao autoconhecimento. E quanto mais depressa soubermos o que nos
move e torna felizes, ou aquilo que mais se adequa aos nossos valores, mais cedo
teremos a força para perseguir os nossos objetivos, sem hesitar ou
desistir perante as adversidades.
Mas a Inteligência Emocional também se expressa na capacidade de reconhecermos as emoções do outro e de agirmos da forma mais construtiva possível para todos. Falamos da empatia, da comunicação assertiva e da capacidade de mediar conflitos.
O domínio emocional nas empresas
Atendendo ao que já dissemos, torna-se evidente que o maior líder e o melhor colega de trabalho são aqueles que sabem estar bem consigo próprios sem, no entanto, condicionarem as necessidades ou emoções do outro.
Naturalmente,
as vantagens de uma boa Inteligência Emocional no contexto profissional são evidentes:
- os colaboradores sentem-se mais motivados
e, desde logo, resilientes;
- há uma melhor priorização de tarefas, pois as energias
são canalizadas na direção certa;
- a resolução de problemas é facilitada, pois
todos estão focados na solução;
- o trabalho em equipa é produtivo e
permite o desenvolvimento de melhores insights;
- os erros são transformados em oportunidades
de aprendizagem e consolidação;
- os colaboradores querem aprender mais,
fazendo evoluir a organização;
- e muitos outros benefícios…
Consciente disso, a Academia GROW tem dinamizado cursos dedicados à Inteligência Emocional nas empresas. Mas como sabemos que o sucesso das organizações depende sempre do potencial de cada elemento, também investimos no Coaching!
Entre em contacto connosco e comece hoje a desenvolver o seu autoconhecimento, rumo ao futuro!