5 razões para recorrer a uma Entidade Formadora Certificada

5 razões para recorrer a uma Entidade Formadora Certificada

Num mercado em constante evolução, dotar os colaboradores de competências e conhecimentos atualizados é fundamental quando o objetivo da Empresa é garantir um posicionamento distintivo. Contudo, nem sempre existe uma equipa interna especializada e dotada de valências que permitam a elaboração e materialização de um plano de formação ajustado e adaptado às necessidades e exigências dos colaboradores.

Baixos níveis de produtividade dos colaboradores, escassas competências para o desempenho das funções, aumento de rotatividade, ausência de crescimento e competitividade da organização, resulta da ausência prévia de um diagnóstico de necessidades de formação.

Uma solução eficaz passa pela contratação de Entidades Formadoras Certificadas, capazes de diagnosticar as necessidades dos colaboradores, organizar e implementar programas de formação ajustados à medida das organizações.

 

Neste artigo, partilhamos 5 razões para recorrer a uma Entidade Formadora Certificada!

 

1. Conhecimento e experiência

Entidades Formadoras Certificadas possuem o conhecimento e experiência necessários para elaborar programas formativos vivenciais e alinhados com as necessidades específicas do setor e da organização, permitindo, assim, uma melhoria significativa no desempenho organizacional, com impacto positivo no crescimento e competitividade da organização.

 

 2. Adaptabilidade e flexibilidade

Entidades Formadoras Certificadas oferecem soluções eficazes e alinhadas com os objetivos estratégicos da empresa. Além disso, possibilita a programação das ações consoante a atividade laboral da empresa.

Note-se que esta flexibilidade pode ser a grande diferença entre o sucesso e o fracasso num plano de formação. Uma abordagem centrada nas necessidades específicas da organização, garante uma maior relevância e aplicabilidade dos conteúdos formativos!

 

 3. Equipa especializada

A Equipa Pedagógica e os Formadores são o alicerce crucial no desenvolvimento de programas de formação, sendo composta por profissionais qualificados e experientes, com conhecimentos atualizados sobre as melhores práticas pedagógicas e as necessidades reais do mercado de trabalho.

Sabia que a excelência na formação depende, em grande medida, da competência, dedicação e inovação da equipa pedagógica e formador? A atualização constante e a capacitação contínua da Equipa são essenciais para manter a qualidade do ensino e responder às novas demandas e desafios formativos!

 

 4. Formação certificada

Entidades Formadoras Certificadas pela DGERT – Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho – seguem diretrizes e regras que fazem com que todo o processo formativo decorra com elevados níveis de qualidade. Além de aumentar a confiança na eficácia dos programas oferecidos, assegura um retorno positivo sobre o investimento em formação.

No final da formação, participantes com aproveitamento têm direito a um Certificado de Formação Profissional emitido através da Plataforma SIGO – Sistema Integrado de Gestão da Oferta Educativa e Formativa.

 

 5. Possibilidade de concorrer aos Fundos Comunitários para Financiar a Formação

Empresas que ambicionem obter apoios para financiamento de formação são obrigadas a recorrer a uma Entidade Formadora Certificada como forma de assegurar a integridade e eficácia do programa financiado.

Sabia que a Academia Grow é especialista na elaboração, execução e acompanhamento de projetos formativos financiados por Fundos Comunitários? Fale connosco!

 

Quer realizar formação na sua Empresa? Fale com os nossos consultores!

Recorrer a uma Empresa de Formação é uma estratégia inteligente para qualquer organização que pretenda alavancar a sua competitividade e alcançar um posicionamento distintivo no mercado.

Com os programas de formação disponibilizados pela Academia Grow os benefícios são claros: formação de alta qualidade ajustada às necessidades de cada Cliente, com impacto na melhoria da performance dos colaboradores.

 

Sabia que disponibilizamos também um serviço de Consultoria de Gestão de Formação? Caso a formação seja uma dor de cabeça para a sua Empresa, oferecemos um serviço integrado que inclui o diagnóstico de necessidades formativas, construção e execução do plano de formação e avaliação da eficácia da formação na sua empresa. Entre em contacto com a nossa Equipa!

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5 dicas para Implementar Práticas Seguras e Saudáveis na sua Empresa

5 dicas para Implementar Práticas Seguras e Saudáveis na sua Empresa

Temáticas como Saúde e Bem-Estar no trabalho têm especial enfoque no mercado atual. Efetivamente, sabemos que colaboradores satisfeitos são colaboradores produtivos e produtividade é ponto assente para o sucesso de uma Empresa.

Mas, além de cumprir as obrigações de Saúde e Higiene no Trabalho, sabe como pode incentivar a adoção de práticas seguras e saudáveis na sua Empresa? Partilhamos cinco dicas fundamentais

 

1. Promover a importância da segurança e saúde no local de trabalho

Colaboradores que têm noção dos possíveis riscos laborais a que estão expostos e quais as medidas de prevenção que devem adotar, estão mais propensos à alteração de comportamentos, reduzindo, assim, a ocorrência de acidentes e lesões.

 

2. Identificar os principais riscos ergonómicos associados às tarefas laborais

A identificação de riscos ergonómicos possibilita a sua correção antes de se tornarem problemas de saúde, nomeadamente: dores nas costas, tendinites e lesões por esforço repetitivo, entre outros, que são comuns em ambientes de trabalho projetados de forma inadequada.

 

3. Apresentar técnicas de ergonomia para prevenir lesões e melhorar o conforto no trabalho

Quando o local de trabalho está adaptado às necessidades dos trabalhadores, permite reduzir o risco de lesões e aumentar o conforto no desempenho das funções. Algumas técnicas passam por ajustar o espaço de trabalho, alterar o mobiliário ou equipamentos, e incentivar a adoção de boas práticas posturais.

 

4. Introduzir a prática da ginástica laboral como uma forma de promover a saúde física e mental dos colaboradores

A prática de ginástica laboral permite a redução de tensões musculares, melhora a circulação sanguínea e aumenta o bem-estar dos colaboradores.  Além disso, ao introduzir a ginástica laboral no dia-a-dia da Empresa, os responsáveis estão a demonstrar preocupação com a saúde física e mental da sua equipa, promovendo um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo.

 

5. Capacitar para a incorporação de hábitos saudáveis no dia-a-dia profissional

Ao capacitar os colaboradores para a adoção de hábitos saudáveis, as Empresas estão a promover uma cultura organizacional orientada para o bem-estar. Para isso, devem promover formações sobre a temática e incentivar a prática de exercícios de alongamento, fortalecimento e relaxamento durante o horário de trabalho.

 

Quer saber mais? Fale com a nossa equipa!

Ao incluírem estas práticas, as Empresas promovem um ambiente de trabalho seguro, saudável e produtivo. Afinal, investir na saúde e bem-estar dos colaboradores não reduz apenas os custos com acidentes de trabalho e ausências profissionais, mas contribui também para o aumento da satisfação e motivação dos colaboradores e, consequentemente, para o sucesso e a sustentabilidade das organizações!

Sabia que a Academia Grow desenvolve formação e workshops para Empresas orientados para a adoção destas práticas? Sim, isso mesmo! Fale connosco!

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“Conhecimento é a 1ª fase da formação em primeiros socorros, aplicá-lo é o seguinte”

“Conhecimento é a 1ª fase da formação em primeiros socorros, aplicá-lo é o seguinte”

É transversal a qualquer área, mas quando se trata de Primeiros Socorros há duas componentes que são fundamentais: conhecimento e ação. Para o nosso formador, Vítor Braga, uma formação em Primeiros Socorros não pode descurar estes pilares. Afinal, como o próprio diz, conhecimento é a 1ª fase da formação, saber aplicá-lo é o passo seguinte.

aqui demos a conhecer a experiência do nosso formador no domínio da emergência e prestação de auxílio, bem como a missão que guia cada ação de formação que leva às empresas e seus colaboradores.

Mas, hoje, vamos conhecer em detalhe o que implica uma formação em Primeiros Socorros. É que, na verdade, falamos de um momento que envolve:

      • Interação;
      • Avaliação;
      • Planeamento;
      • E decisão.

Vamos, então, falar do conhecimento em primeiros socorros e de como aplicá-lo nesta segunda parte da entrevista a Vítor Braga!

Academia GROW – Perante um acidente de trabalho, seja uma queimadura, queda ou outro, quais os primeiros cuidados que um socorrista deve adotar?

Vítor Braga – Primeiro, o socorrista deve ter uma atitude calma e segura, avaliar os riscos e perceber se tem condições de segurança para intervir junto da vítima. Se for o caso, aproxima-se da mesma, avalia a sua condição e presta o socorro adequado ao tipo de ocorrência que tem em mãos.

Sendo necessário, liga 112 para pedir um meio de socorro mais diferenciado e para encaminhar a vítima ao hospital.

AG – E o que fazer enquanto aguarda a chegada da equipa de bombeiros?

VB – Se fez o pedido, aguarda a chegada da equipa e faz toda a ponte de informação entre a vítima e as equipas dos bombeiros/INEM, colaborando com eles se for solicitado. É este o treino que fazemos nos cursos de primeiros socorros. Ter o conhecimento é a 1ª fase da formação, saber aplica-lo é o passo seguinte..

“O socorro à vítima é um momento de interação, avaliação, planeamento e decisão.”

AG – Nesses momentos de avaliação, socorro e eventual colaboração com socorristas profissionais, é preferível trabalhar em equipa ou pode a ação individual trazer resultados mais rápidos e eficazes?

VB – O socorro à vítima é um momento de interação, avaliação, planeamento e decisão. É um momento onde se deve privilegiar o trabalho em equipa porque são vários aspetos a serem aplicados simultaneamente e podemos dividir tarefas se assim for necessário.

Sendo assim, o trabalho em equipa pode trazer mais benefícios ao socorro do que o trabalho individual propriamente dito.

 

AG – Há alguma circunstância em que isso não seja aconselhável?

VB – Em equipa, podemos articular vários aspetos ao mesmo tempo sem comprometer o socorro à vítima. Mas é de realçar que esta “equipa”, para funcionar, deve estar munida de um nível básico de conhecimento. Caso isso não seja possível, privilegiamos o socorro apenas pela pessoa qualificada no local.

 

AG – Outra ação abordada na formação em Primeiros Socorros é a chamada para o 112. Quais as informações fundamentais para agilizarmos a resposta?

VB – As informações fundamentais para uma resposta rápida e eficaz são:

      • A localização exata (morada) e sempre que possível, com indicação de pontos de referência,
      • O número de telefone do qual estamos a ligar;
      • O número de vítimas, o sexo e a idade aparente das pessoas a necessitar de socorro;

O tipo de situação que temos (doença, acidente, parto, etc.), o que vemos, as queixas principais, o que observamos e o que sabemos fazer (“Tenho formação de primeiros socorros e sei fazer, por exemplo, Suporte Básico de Vida).

“Conhecimento das técnicas de preservação da vida é fundamental para a correta abordagem à vítima”

AG – Numa empresa, quais as qualidades que deve ter alguém formado em primeiros socorros?

VB Ser calmo e seguro para lidar com toda a situação que tem em mãos de uma forma correta. Ter autoconfiança e conhecimento, conhecimento básico, mas amplo de primeiros socorros, conhecimento das técnicas de preservação da vida é fundamental para a correta abordagem à vítima.

Também senso de urgência e facilidade na tomada de decisões, ou seja, conseguir compreender de forma rápida o que é mais urgente numa situação de emergência onde muitas vezes, não há tempo para dúvidas. É preciso que o socorrista tenha noção das suas ações e que possa efetuá-las de maneira assertiva.

 

AG – E ao nível da atuação?

VB – Conhecer e respeitar seus limites. É muito importante que o socorrista tenha plena noção dos seus limites e não os ultrapasse. O socorrista deve atuar com a intenção de manter a vítima viva e estável até que as equipas de emergência cheguem, não ultrapassando esse limite. Ser eficaz, ou seja, ir direto ao ponto é muito importante na atuação do socorrista. Por isso, é fundamental que já na primeira abordagem ele procure informar-se sobre a situação completa, entendendo o que aconteceu e quais as medidas a tomar.

 

AG – Mas, perante uma situação de emergência, na rua ou no local de trabalho, diferentes pessoas reagem de modo diferente…

VB – É verdade que as pessoas reagem de forma diferente às situações de emergência. Nem todas têm a capacidade de gerir o stress da melhor forma. Mas o treino e a casuística em lidar com este tipo de situações é que nos vão dar o traquejo e a calma necessária para abordar adequadamente cada situação. Por isso, na minha análise, a formação tem que incidir também no treino, na prática, na criação de cenários, criar obstáculos, preparar o socorrista para controlar emoções, gerir cenários, gerir pessoas…

“A formação tem que incidir no treino, na prática, na criação de cenários”

AG – As suas formações em Primeiros Socorros envolvem também esse treino?

VB – As formações que habitualmente ministro têm uma componente direcionada precisamente a esta gestão de cenários e gestão de stress. Assim, todo o conhecimento absorvido pelo formando é posto em prática corretamente, para que este socorrista que estamos a formar seja parte integrante da solução e não mais um problema a gerir no local.

 

AG – E é possível treinar essa capacidade de gestão mesmo em formações com cargas horárias mais reduzidas?

VB – É obvio que nem sempre conseguimos situações de treino ideais porque temos formações com cargas horárias diferentes, algumas mais curtas e temos que ajustar a abordagem dos conteúdos teóricos à prática. Mas sem dúvida que, mesmo com estas formações curtas, os formandos aprendem a gerir e a controlar emoções e reações, conseguindo pôr em prática todos os conteúdos abordados na formação.

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Ao incluir este curso essencial no Plano de Formação da sua empresa está, não apenas a cumprir as 40 horas de formação obrigatória, mas a capacitar os seus colaboradores de conhecimento para intervir e para prevenir.

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Primeiros Socorros: “Conhecimento para intervir é conhecimento para prevenir”

Primeiros Socorros: “Conhecimento para intervir é conhecimento para prevenir”

Há algo que Vítor Braga faz questão de deixar claro nas suas formações de Primeiros Socorros: “conhecimento para intervir é conhecimento para prevenir”. Este é, na verdade, o lema que o nosso formador leva às empresas que visita, guiado pela missão de posicionar os Primeiros Socorros como um dos pilares fundamentais do sucesso.

Afinal, falar de segurança no trabalho é mais do que apenas prevenir acidentes. É também uma forma de nos dotarmos de ferramentas para o dia-a-dia e, no caso das empresas, garantir a segurança, motivação e produtividade.

Vítor Braga combina todas estas componentes nas suas formações, mas também no seu dia-a-dia. Aliando a vocação de formador com a atividade enquanto Técnico de Emergência Pré-Hospitalar, conta com mais de 18 anos de experiência em emergência e procura levar às empresas conhecimento prático para intervir e prevenir. Conhecimento esse que, por sua vez, se transformará em segurança e satisfação.

Sobre isso falaremos, porém, na segunda parte desta entrevista. Para já, vamos conhecer melhor o nosso formador em Primeiros Socorros, Vítor Braga!

Academia Grow – Quando nasce a paixão pela emergência e prestação de auxílio?

Vítor Braga – A paixão pela emergência surgiu em 2002, quando ingressei num corpo de bombeiros com o objetivo de ministrar a componente de treino físico nas escolas de aspirantes a bombeiros. Como a minha formação base é desporto e educação física e havia uma lacuna grande de formação nessa área nos bombeiros, foi-me feito o convite e aceitei.

Logo nesse ano, decidi fazer a minha primeira formação na área da saúde e primeiros socorros, com um curso de 8 horas de suporte básico de Vida.

AG – E quando é que se deu o click para fazer da emergência o seu futuro?

VB – Posso dizer que esse curso foi o “click” que me levou a aprofundar uma área que tanto me fascina. A partir daí foi sempre a tentar saber mais, com muitas formações, em 2006 ingressei numa escola de estagiários (aspirantes) a bombeiro e fiz cerca de 200h de formações (muitas delas direcionadas à emergência pré-hospitalar).

Em 2008 e já com a certeza que queria fazer da emergência o meu percurso profissional, concorri ao INEM, onde permaneço até hoje como Técnico de Emergência Pré-Hospitalar. São mais de 18 anos de experiência na área da emergência pré-hospitalar e milhares de horas de formação adquirida e administrada.

“O conhecimento básico de primeiros socorros devia ser inerente ao conhecimento base de qualquer cidadão.”

AG – Foi aí que nasceu a vocação pelo ensino e pela partilha dos conhecimentos que foi adquirindo?

VB – Juntamente com a minha vontade em aprender a socorrer nasceu a minha outra paixão: ensinar. Comecei a dar formação em 2009, começando pela formação nos bombeiros, passando depois por formação nas escolas, em cursos CEF e EFA. Atualmente, colaboro com diversas empresas de formação na área dos primeiros socorros, técnicas de socorrismo, suporte básico de vida e suporte básico de vida com DAE (Desfibrilhador Automático Externo). E sou também formador interno do INEM nas valências de Suporte Básico de Vida com DAE.

 

AG – O facto de não trabalharmos sozinhos, seja num escritório ou numa fábrica, torna a formação em Primeiros Socorros mais importante?

VB – Na minha opinião o conhecimento básico de primeiros socorros devia ser inerente ao conhecimento base de qualquer cidadão.

 

AG – Mas qual a importância de se dotar os trabalhadores de conhecimentos em primeiros socorros?

VB – Numa empresa que opera essencialmente em escritório ou numa indústria, existem sempre riscos inerentes à atividade em questão. Atualmente, as empresas dispõem de planeamentos de segurança e têm protocolos a seguir em caso de acidentes… Por isso mesmo é importante formar os colaboradores, dotá-los de conhecimentos teóricos e técnicos, as chamadas “skills”. Serão essas skills que lhes permitirão efetuar o primeiro socorro, o qual é fundamental e, muitas vezes, determinante para a vida da vítima até à chegada dos meios de socorro diferenciados.

 

AG – São os tais “pequenos grandes” gestos que podem fazer a diferença…

VB – São estes “pequenos” gestos que salvam vidas, são estes gestos que tentamos e queremos transmitir aos formandos, tornando-os elementos fundamentais e decisivos na prestação dos primeiros cuidados à vítima.

“Cabe-nos a nós, formadores e empresas de formação, mostrar a importância dos Primeiros Socorros como um pilar fundamental para o crescimento das empresas”

AG – E é uma formação que deve se aplica somente aos trabalhadores?

VB – Este conhecimento deve ser inerente não só ao colaborador, que opera na linha principal de uma indústria, mas também ao administrativo que trabalha no escritório. Isto porque, a qualquer momento, alguém ao nosso lado pode precisar de ajuda. Como eu costumo frisar na formação: “Quando menos esperamos o inesperado acontece”.

 

AG – Estão as empresas hoje mais conscientes da importância de se conhecerem práticas de primeiros socorros? Ou ainda há caminho a fazer?

VB – Sim, penso que atualmente as empresas estão mais conscientes da importância de dotar os seus colaboradores de conhecimento prático de primeiros socorros. Devido ao planeamento obrigatório de segurança e à fiscalização cada vez mais “apertada”, surge também a necessidade de se criarem equipas preparadas para atuarem nessas situações.

Contudo creio que existe ainda muito trabalho a fazer nesta área. Existe muito aquela mentalidade: “Os acidentes só acontecem aos outros, na nossa empresa fazemos tudo com cuidado e não corremos riscos”.

 

AG – Qual o papel que a formação em Primeiros Socorros pode ter no crescimento das empresas?

VB – Na minha perspetiva, cabe-nos a nós, formadores e empresas de formação, mostrar a importância dos Primeiros Socorros como um pilar fundamental para o crescimento das empresas.

Colaboradores preparados para atuar são colaboradores motivados, são colaboradores que vão moldar o pilar da segurança e tornar a empresa sólida nessa área. Até porque, ao dotarmos o colaborador de conhecimento, não só o ajudamos a intervir como também a prevenir… É algo que deixo sempre claro nas minhas formações: “Conhecimento para intervir é conhecimento para prevenir”.

“Colaboradores preparados para atuar são colaboradores motivados”

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Recupere 100% do saldo do FCT com Formação!

Recupere 100% do saldo do FCT com Formação!

Lembra-se das contribuições que a sua empresa fazia mensalmente, por trabalhador, para o Fundo de Compensação do Trabalho (FCT)? Temos uma boa noticia: já é possível recuperar 100% do saldo descontado para o FCT e investir em Formação para a sua equipa!

Em causa está o fim das contribuições para o FCT, feitas entre 2013 e maio do ano passado. Estas contribuições correspondiam a uma percentagem do salário base do trabalhador, canalizada depois para um fundo, o FCT, que financiaria eventuais indemnizações por despedimento. Ora, com o fim destes descontos, o FCT tem agora cerca de 600 milhões de euros para devolver às empresas. Como?

Há três formas para recuperar 100% do montante retido no FCT:

      • Converter o valor retido em Formação;
      • Apoiar os custos e investimentos com habitação dos trabalhadores;
      • Apoiar outros investimentos em creches ou outros equipamentos para benefício dos trabalhadores, como refeitórios;

Sim, leu bem: a sua empresa pode resgatar a sua parte dos 600 milhões de euros retidos no FCT convertendo-a em Formação Profissional! Neste artigo, desenvolvido em parceria com a Estrategor, explicamos-lhe tudo!

As empresas podem converter as contribuições para o FCT em Formação Profissional, mesmo em áreas obrigatórias, como a Segurança no Trabalho, Primeiros Socorros, ou outros domínios especializados.

Como resgatar o dinheiro retido no FCT?

O pedido de mobilização é feito online, no site do Fundo de Compensação do Trabalho, indicando:

      • O valor a levantar e a finalidade;
      • Lista de trabalhadores que beneficiarão do reembolso;
      • Declaração, sob compromisso de honra, comprovando o dever de auscultação e a não existência de oposição por parte dos trabalhadores;
      • Cópia do acordo celebrado com as estruturas representativas dos trabalhadores, caso esteja em vista a construção de creches e refeitórios.

Sublinhe-se que a mobilização do FCT pode ser feita apenas para uma finalidade ou cumulando as finalidades entre si. Ou seja, pode dividir a verba por Formação e construção de refeitórios, por exemplo.

O pedido de mobilização da verba no FCT é feito online e há mais de 600 milhões de euros por devolver às empresas. Os saldos podem ser mobilizados por inteiro, em duas tranches ou, caso ultrapassem os 400 mil euros, em quatro vezes.

Quando posso pedir o resgate?

Agora mesmo! As contribuições para o FCT terminaram em maio de 2022, no seguimento de um acordo na Concertação Social, e as empresas já podem, desde o início deste ano, mobilizar a sua parte do FCT.

Feito o pedido, a transferência das verbas acontece no dia 8 do mês seguinte ao do pedido.

 

Como saber o valor que será devolvido?

Através da mesma página do pedido de mobilização, em www.fundoscompensacao.pt. Pode consultar aí o saldo disponível, tendo em atenção que os saldos inferiores a 400 mil euros poderão ser mobilizados até duas vezes. Acima desse valor são concedidas até quatro mobilizações.

Entre 15 e 29 de fevereiro, foi resgatado cerca de 0,1% do valor retido neste fundo, sendo que a maioria do dinheiro foi convertido em Formação, segundo dados do Ministério do Trabalho. Esta é, por isso, uma oportunidade para as empresas cumprirem as 40 horas de formação obrigatória!

Até quando posso recuperar o valor do FCT

31 de dezembro de 2026 é a data limite para levantar a verba a que a sua empresa tem direito. Depois, os saldos de cada empregador passam para o Fundo de Garantia do Fundo de Compensação do Trabalho. Ou seja, findo este prazo, as empresas podem perder a oportunidade de recuperar a sua verba.

O que era o FCT e porque acabou?

O Fundo de Compensação do Trabalho foi criado em 2013, aquando do período da troika, numa altura em que a taxa de desemprego era elevada.

Todos os meses, as empresas descontavam uma percentagem do vencimento de cada colaborador e, em caso de despedimento, o empregador requeria ao FCT a devolução do saldo daquele trabalhador para pagar eventuais indemnizações. Em maio de 2023, as contribuições para este fundo foram suspensas e, agora, as empresas têm a oportunidade de reaver a verba que descontaram e não foi usada.

Têm alguma sinopse sobre esta medida?

Temos, sim! Clicando neste link, terá acesso à sinopse que a Academia GROW com as principais informações sobre o resgate do FCT para formação.

Não perca a oportunidade de recuperar 100% das contribuições para o FCT! Contacte-nos hoje mesmo e saiba como transformar o seu Fundo de Compensação do Trabalho em Formação de excelência!

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Recuperar 100% do saldo do FCT com Formação está apenas a um clique de distância… A Academia GROW pode desenhar um plano de formação personalizado às necessidades da sua empresa e ao valor a resgatar, dando-lhe a oportunidade de investir esta verba no desenvolvimento profissional da sua equipa!

 

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