Teambuilding em Teletrabalho? Sim, é possível!

Teambuilding em Teletrabalho? Sim, é possível!

A pandemia de COVID-19 trouxe inúmeras mudanças à nossa rotina. Algumas vieram mesmo para ficar – como o teletrabalho. Embora a obrigatoriedade tenha sido levantada em agosto, trabalhar à distância é cada vez mais o modelo preferido de empresas e colaboradores.

Diariamente, várias notícias confirmam esta nova realidade: na Janssen Portugal, por exemplo, vigora atualmente um modelo híbrido, com alguns colaboradores a dividirem o seu tempo entre casa e escritório. Já na Siemens, pode-se trabalhar remotamente sem limite de dias, desde que as funções assim o permitam.

Desengane-se quem pensar que o fator financeiro é a única razão. Muitas empresas aprenderam a prosperar neste formato, encontrando novas oportunidades para reforçar a produtividade e superar objetivos. Mas, se comunicação e planeamento são fundamentais para este novo modelo, promover a coesão da equipa é igualmente indispensável.

Sim, falamos de Teambuilding. Pode ser complicado e exigir tempo, mas cultivar as relações interpessoais é vital para o sucesso de uma empresa, já que promove o espírito de equipa e une os colaboradores em torno dos mesmos objetivos.

Vamos conhecer algumas técnicas de Teambuilding à distância?

 

1) Desporto

A atividade física é uma excelente forma de criar laços, quer seja na rua ou em casa. Yoga, alongamentos, fitness… As possibilidades são inúmeras, desde que seja em equipa!

 

2) Jogos online

O gaming também já faz parte do mundo dos negócios. Uma rápida pesquisa pela internet revela vários sites com jogos online para equipas, promovendo momentos de diversão para todos, em tempo real.

 

3) Música, Filmes, Livros

Todos temos uma música preferida, um filme que não esquecemos ou um livro que nos marcou. Porque não começar o dia partilhando a sua canção preferida? Pode também organizar clubes de leitura e de filmes, onde todos possam conhecer os gostos de cada um.

 

5) Reconhecimento

Reconhecer o contributo de um colaborador é essencial à motivação, bem como à construção da identidade corporativa. Na sua próxima reunião, reserve alguns minutos para que cada um possa reconhecer o que o colega fez por ele ou pela equipa.

 

6) Vamos conversar?

Já que falamos de reuniões, não se esqueça desta tarefa simples: reservar tempo para conversar. O teletrabalho pode ser solitário, por isso, estes momentos são imprescindíveis para que todos se sintam um pouco mais próximos.

 

Lembre-se: criar experiências em grupo na sua empresa é promover um ambiente de trabalho mais produtivo e positivo.

 

Apostar na formação para o sucesso da equipa

Atenta aos desafios atuais do mercado de trabalho, a Academia GROW desenvolve formação à medida da sua empresa. Já conhece o nosso Serviço Integrado?

 

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Empresas

Acha que sabe comunicar? Aqui ficam 5 dicas!

Acha que sabe comunicar? Aqui ficam 5 dicas!

Já sabemos que o mercado de trabalho é competitivo e que as qualificações académicas são um bom argumento para destacarmos no nosso currículo. No entanto, há um conjunto de soft skills que não se expressam num diploma e que são igualmente importantes.

Hoje, mais do que nunca, as empresas valorizam quem se destaque pelas aptidões mentais, emocionais e sociais. Falemos, pois, de uma competência essencial a qualquer profissional (e transversal a vários dos nossos cursos de formação): Comunicação.

Quer em contexto de vendas, quer no local de trabalho, no contato direto ou indireto, comunicar é cativar o interesse do outro. Empatia e clareza são essenciais para um discurso eficaz e persuasivo, mas, como veremos de seguida, comunicar é muito mais do que falar.

 

1) Escuta ativa

Comecemos pelo menos óbvio: comunicar é saber escutar. Afinal, se o nosso interlocutor sentir que o estamos a ouvir, com atenção e interesse, estará mais disponível para ouvir também o que temos a dizer. Para isso, podemos:

  • Ouvir o que o outro tem a dizer antes de intervirmos ou interrompermos;
  • Dar sinais positivos de atenção, dizendo “sim” ou “compreendo” e fazendo perguntas;
  • Prestar atenção à postura, tom de voz, linguagem e, inclusive, às entrelinhas;
  • Reformular as ideias-chave daquilo que ouvimos usando as palavras do outro.

 

2) Perguntas poderosas

Valorizar as ideias do outro implica ouvi-lo até ao fim – mesmo quando não concordamos. Todavia, é igualmente importante fazer boas perguntas, que manifestem o nosso interesse e envolvam o interlocutor na conversa.

Uma boa pergunta é uma questão empenhada no outro. Logo, uma pergunta poderosa permite obter respostas poderosas. Por exemplo:

  • Questionar usando as palavras do outro;
  • Fazer questões abertas (começadas por “Como?”, “O quê?”, “E se?”);
  • Perante um tema difícil, começar por indicar que vamos fazer uma pergunta difícil.

Lembre-se: Uma pergunta poderosa não é uma ordem, mas, sim, uma questão que convida à reflexão e promove um ambiente propício ao diálogo.

 

3) Empatia ou Rapport

Não confundamos simpatia com empatia. Afinal, numa situação de stress, por exemplo, no trabalho ou em casa, nem sempre uma resposta melhora o nosso estado de espírito.

Mais importante do que responder é a capacidade de criarmos conexão, ou seja, rapport. Tal pode conseguir-se através de:

  • Contato visual ou sem ruídos de fundo que distraiam ou dificultem o diálogo;
  • Adotar uma atitude segura e equilibrada;
  • Mostrar paciência para ouvir e disponibilidade para conhecer;

 

4) Ser claro e persuasivo

É verdade, saber falar ajuda a cativar a atenção do outro. No entanto, não é fundamental ter o dom da oratória para se ser persuasivo. Mas, então, como convencer o nosso interlocutor?

  • Pensar no que vamos dizer antes de o dizermos;
  • Mostrar confiança e ser objetivo;
  • Antecipar as respostas/reações possíveis;
  • Escolher o canal certo para a mensagem;
  • Evitar frases iniciadas com “Não” ou “Porquê”, que coloquem o outro na defensiva.

 

5) Personalização

Se somos seres sociais, portadores de histórias de vida distintas e experiências diversas, faz sentido adequarmos o nosso discurso ao interlocutor, alinhando-o com as suas preferências. Para isso, podemos:

  • Conhecer o público-alvo;
  • Tratar o interlocutor pelo nome;
  • Newsletters e outras mensagens devem apresentar um tom afável, alinhado com os interesses do destinatário e com chamadas de ação (Call-To-Action);
  • Dar feedback ou fazer follow-up;

 

Hoje, muitos são os desafios para lidarmos com consumidores mais exigentes e informados. Seja presencialmente ou à distância, comunicar de modo claro e personalizado é uma forma de promovermos a nossa marca e empresa.

A Academia GROW dinamiza várias formações que o ajudarão a desenvolver a sua comunicação. Para mais informações, fale connosco ou conheça os próximos cursos de Formação Modular Financiada.

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Empresas

Quer ser empreendedor? 4 características que precisa de ter!

Quer ser empreendedor? 4 características que precisa de ter!

Ao longo dos últimos anos, ser empreendedor transformou-se numa necessidade para muitas pessoas, em Portugal e no mundo. E bem sabemos como podem ser inspiradores os relatos de quem deu asas aos seus projetos e se aventurou sozinho no mercado.

Mais, no entanto, do que uma simples ‘aventura’, o empreendedorismo implica um compromisso de longo prazo com um modo de vida marcado por elevadas doses de trabalho, estudo, ousadia, incerteza e aprendizagens.

Muito se tem escrito sobre esta atividade e, acima de tudo, acerca dos ‘segredos’ que distinguem os empreendedores de sucesso daqueles cujas ideias não saem do papel. De revistas como a Forbes e a Entrepreneur a portais como a Investopedia, são várias as análises.

Por isso mesmo, e a pensar naqueles que se imaginam a iniciar o seu próprio negócio, compilamos algumas das características mais importantes para o sucesso no empreendedorismo. Vamos a isso?

 

1) Autoconhecimento

Saber quem somos pode parecer uma atividade elementar, embora se trate, na verdade, de uma competência bem mais complexa do que inicialmente julgamos. Afinal, quantos de nós temos uma perceção 100% realista das nossas qualidades, defeitos e potencialidades?

Mas não basta isso: é preciso que sejamos capazes de nos olharmos a longo prazo. Imaginar-nos-emos dedicados a esta nova atividade dia e noite – quer às portas do sucesso, quer em pleno risco de falência – ao longo de anos a fio?

E até que ponto este negócio contribui para fazer de nós pessoas mais felizes, realizadas e alinhadas com os nossos valores? Acreditamos naquilo que vamos fazer? As respostas a estas perguntas residem apenas dentro de nós, daí a importância do Autoconhecimento.

 

2) Foco e perseverança

Para além de uma boa imagem de nós próprios e de uma perceção realista daquilo que nos motiva, é essencial que tenhamos outra competência basilar para qualquer tipo de sucesso e consistência na vida: a autodisciplina.

Afinal, é fácil gostarmos de sermos empreendedores quando as coisas correm ‘bem’. Mas o que fazer quando o mercado não aceita as nossas propostas? Ou assim que surgem imprevistos e obstáculos que nem sequer dependem da nossa ação? Como lidar com a incerteza?

Não baixar os braços implica uma capacidade de perseverança e convicção no projeto, mesmo quando os ganhos não se vislumbram no horizonte. Dominar esta competência significa ter as ferramentas necessárias para resistir aos desafios mais duros, sem perder o foco.

 

4) Comunicação

Não é segredo que a aposta em boas competências de comunicação corresponda hoje a uma das características mais valorizadas pelas empresas, nomeadamente quando desejam recrutar novos Recursos Humanos. E, dada a nossa condição de seres sociais, não poderia ser diferente.

No entanto, falar ‘muito’ ou ‘bem’ não basta. É preciso saber comunicar as ideias de uma forma coerente e persuasiva, não necessariamente com o intuito de impressionar os outros, mas sim com o objetivo de cativar o interesse de eventuais parceiros, investidores ou clientes.

Paralelamente, é importante desenvolver a Empatia. E o que significa isto? Saber ouvir, ler nas entrelinhas, observar a linguagem corporal e muito mais. Aqui reside o segredo para compreender aquilo que os seus futuros colaboradores estarão a sentir. E, sem eles, não avança!

 

5) Uma mente aberta

Um aspirante a empreendedor é alguém que procura, desde logo, afastar-se da multidão num esforço para se lançar – com poucas pessoas, ou até mesmo sem ninguém – num projeto próprio. Mas este passo exige também outro tipo de predisposição para a novidade.

As pessoas que alcançam o sucesso são, aliás, aquelas que compreendem a necessidade de desenvolver novas competências (hard ou soft skills), facilitando a sua própria jornada e obtendo o know-how que lhes falta. Até porque a evolução é um bem necessário.

Por outro lado, ser empreendedor implica também a capacidade de estarmos abertos a aprender com os outros, ponderando pontos de vista e conselhos. E claro que todos os inovadores escondem, dentro de si, um poço de criatividade – outra competência que faz a diferença!

 

Nunca é tarde para novas competências!

Depois de tudo o que leu, acha que o Empreendedorismo é para si? Então saiba que a Academia GROW dispõe de cursos orientados para esta área, quer na modalidade de Formação Modular Financiada, quer em registo de Live Training.

Fale connosco para mais informações e votos de muito sucesso!

# Empreendedor

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Empresas

Tire o máximo proveito de setembro com a nossa Formação financiada!

Tire o máximo proveito de setembro com a nossa Formação financiada!

Setembro é, para muitas pessoas, um mês de novos arranques. É o momento em que se saboreia o final das férias e se faz o regresso ao trabalho. Para outros, pode ser também a altura do ano em que se aposta num recomeço pessoal, com novos objetivos e desafios.

Independentemente do que setembro signifique para si, de uma coisa temos a certeza. É a altura de olharmos em frente e de caminharmos rumo a um futuro pessoal e profissional feito de novas competências, conhecimentos e argumentos para a diferenciação.

É nisso mesmo que a Academia GROW acredita e, por essa razão, apresentamos-lhe as nossas propostas de Formação 100% Financiada, com arranque para breve!

 

1) Empreendedorismo: crie o seu negócio

Este é o curso ideal para quem deseja desenvolver o seu próprio negócio e dominar as técnicas de gestão. Isto significa que compreenderá os riscos e as potencialidades do empreendedorismo e saberá identificar os traços pessoais necessários para o sucesso.

Passando da teoria à prática, este percurso ajudá-lo-á também a saber como desenvolver um plano de ação que permita organizar o seu futuro negócio, a par das principais estratégias que deverá implementar.

Este percurso é composto por duas UFCD (unidades de formação de curta duração):

  • Perfil e potencial do empreendedor – diagnóstico/ desenvolvimento (7852);
  • Plano de negócio – criação de pequenos e médios negócios (7855).

 

Mais informações?

  • Data: 15 de setembro a 22 de novembro de 2021
  • Carga horária: 75 Horas
  • Horário: segundas e quartas (14:00 às 18:00)
  • Local: Sala Virtual

Quero inscrever-me!

 

2) Como fazer vendas em tempos incertos:

Vivemos num mundo de constantes mudanças. Até porque se há um aspeto que a pandemia de COVID-19 mudou de vez foi o comportamento do consumidor. Hoje, estamos todos mais digitais e fenómenos como o e-commerce vieram para ficar!

A pensar nesses desafios, este curso tem como objetivo ajudá-lo a conhecer as últimas tendências do mercado. Mas claro que não basta isso: é preciso que a sua comunicação se diferencie. Leu bem: para continuar a vender é precisa uma nova relação com o cliente.

Este percurso é composto por três UFCD (unidades de formação de curta duração):

  • Atendimento não presencial ao cliente (9210);
  • Gestão de reclamações – venda não presencial (9212);
  • Marketing 3.0 (9215).

 

Mais informações?

  • Data: 14 de setembro a 16 de dezembro de 2021
  • Carga horária: 100 Horas
  • Horário: terças e quintas (18:30 às 22:30)
  • Local: Sala Virtual

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3) Marketing Pessoal e Imagem: Como Vencer a Crise com a sua Marca Pessoal?

Já não é um segredo: as soft skills fazem mesmo a diferença entre quem avança a nível pessoal ou profissional e os que ficam para trás. Não se admire, por isso, se continuar a ouvir falar de inteligência emocional, poder de negociação e comunicação assertiva!

O domínio destas competências é a chave para cultivarmos uma imagem (e marca!) pessoal capaz de impressionar potenciais empregadores, futuros parceiros de negócio e – claro está – eventuais clientes. Todos temos algo que nos torna únicos: basta cultivá-lo!

Este percurso é composto por três UFCD (unidades de formação de curta duração):

  • Inteligência Emocional (9208);
  • Comunicação Interpessoal e Assertividade (5440);
  • Métodos e práticas de negociação (5442).

 

Mais informações?

  • Data: 15 de setembro a 22 de dezembro de 2021
  • Carga horária: 100 Horas
  • Horário: segundas e quartas (18:30 às 22:30)
  • Local: Sala Virtual

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4) Desenvolvimento de competências pessoais:

Comunicar com confiança e empatia, a fim de melhorar o relacionamento com novos e potenciais clientes é um must nos dias que correm. Mas não basta ser “bom falante”. Mais do que tudo, é preciso saber ouvir e estar atento às mensagens não-verbais do nosso interlocutor.

Mas porque os negócios só se fazem caso haja um bom plano na sua base, a dinamização de técnicas de gestão de tempo e o planeamento de tarefas misturam-se com a comunicação para criar um pack que faz a diferença: não apenas hoje, mas – acima de tudo – amanhã!

Este percurso é composto por três UFCD (unidades de formação de curta duração):

  • Inteligência Emocional (9208);
  • Relacionamento Interpessoal (0403);
  • Gestão do tempo e organização do trabalho (0382).

 

Mais informações?

  • Data: 15 de setembro a 22 de novembro de 2021
  • Carga horária: 75 Horas
  • Horário: segundas e quartas (18:30 às 22:00)
  • Local: Sala Virtual

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Com propostas como estas, não há razões para desperdiçar o mês de setembro! Inscreva-se hoje mesmo num destes cursos e invista no seu futuro profissional!

Nota: os referidos percursos estão destinados a residentes na região Norte, que sejam:

  • Ativos Empregados (habilitações entre o 9º e o 12º ano);
  • Desempregados inscritos há menos de 12 meses no IEFP (habilitações iguais ou superiores ao 12º ano).

Se gostaria de saber mais sobre estes e outros cursos dinamizados pela Academia GROW, entre em contacto connosco. Boas aprendizagens!

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Empresas

A sua empresa vai dinamizar Formação? Não cometa estes 3 erros!

A sua empresa vai dinamizar Formação? Não cometa estes 3 erros!

Se está a ler estas linhas, então é bem provável que já saiba que investir em Formação é fazer uma aposta firme no seu futuro. Esta é uma frase que faz sentido para todos: sejamos empresários, trabalhadores ou pessoas à procura de um novo emprego.

Afinal, está mais do que provado que a aposta nas qualificações e em novas competências é o que faz as empresas alcançarem a inovação, com colaboradores motivados, proativos e habilitados a pensar fora da caixa.

Sendo certo que a Formação é um ativo essencial – especialmente agora que a digitalização começou a dominar as nossas lógicas de trabalho –, importa que as empresas saibam como aproveitá-lo. Caso contrário, desperdiçam-se recursos, esbanja-se tempo e nada evolui.

Hoje focamo-nos, por isso, nos erros mais comuns que as empresas cometem após decidiram que é necessário reforçar a qualificação dos seus Recursos Humanos.

 

1) Não ter objetivos bem definidos:

Antes de avançar com qualquer Plano, o departamento de Recursos Humanos deve compreender por que motivo a Formação é necessária na empresa. Se a encararmos apenas como uma simples obrigação legal que é preciso cumprir, estaremos a desperdiçar uma valiosa oportunidade.

Por isso mesmo, é preciso fazer um levantamento das necessidades e limitações que existem dentro de portas, com o intuito de se desenvolver um Programa que permita responder às lacunas da empresa. De outro modo, como poderíamos motivar os colaboradores?

Claro que tão importante como planear a Formação é avaliar se os seus objetivos foram cumpridos. Mas para que possamos compreender o seu impacto nos colaboradores e medir o retorno do investimento, precisamos de saber qual era a sua finalidade. Certo?

 

2) Não adaptar os conteúdos aos formandos:

Se as empresas dispõem de equipas de trabalho dedicadas a diferentes tarefas, faz sentido que os conteúdos a aprender ou consolidar variem consoante a função, necessidade ou expectativas dos formandos. Até porque longe vão os tempos dos conteúdos uniformizados para todos.

Mas para além de apostar num Plano de Formação que permita trazer valor acrescentado para o trabalho diário dos colaboradores, é também importante que se atente – tanto quanto possível – às suas expectativas pessoais, no que respeita à modalidade dos programas.

Faz sentido investir em formação on-the-job? Em cursos com uma vertente mais prática ou teórica? Apostaremos em ações feitas à distância ou de forma presencial? As chefias de maior sucesso são as que respondem a estas perguntas após consultarem os seus colaboradores.

 

3) Investir nas hard skills, mas esquecer o resto:

Já se percebeu que nada voltará a ser como antes no mercado de trabalho. Basta lembrar que as tenologias digitais, a globalização e a indústria 4.0 trouxeram outras formas de pensar o mundo empresarial, acarretando também novos desafios.

Bem vistas as coisas: quantas profissões novas não surgiram? E quantas atividades não correm o risco de se tornarem obsoletas? Onde queremos chegar com tudo isto? A conclusão é simples: ao longo dos anos, as pessoas vão ter de se adaptar a novas competências e papéis.

Mas esta capacidade de ajuste, a par da predisposição para aprender ao longo da vida e de assumir uma postura proativa não é algo que se aprende nos meios formais: falamos de soft skills – competências cada vez mais decisivas para o sucesso de todos. Nunca se esqueça delas!

 

Na Academia GROW, desenvolvemos Formação à sua medida – seja em regime presencial, em live streaming ou na modalidade de e-learning. Já consultou o nosso calendário de formação?

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Governo anuncia investimento total de 5 mil milhões de euros em Formação

Governo anuncia investimento total de 5 mil milhões de euros em Formação

Uma vez somadas as verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e do programa Portugal 2030, haverá um total de 5 mil milhões de euros exclusivamente alocados ao investimento em qualificações e competências da população ativa.

O anúncio foi feito no passado dia 28 de julho pelo primeiro-ministro, António Costa, na sequência do acordo dedicado à Formação Profissional celebrado junto dos parceiros sociais – tratando-se do primeiro documento do género a ser assinado em 14 anos.

Segundo o comunicado emitido pelo executivo, o acordo em causa procura sintonizar Portugal com “a meta europeia de ter, até 2030, 60% dos adultos entre 25 e 64 anos em ações de aprendizagem ao longo da vida (ALV) todos os anos”.

 

Sim, aprender ao longo da vida!

Este último conceito – conhecido internacionalmente como “lifelong learning” – pressupõe que, ao longo do nosso percurso profissional, teremos de conquistar novas competências que nos mantenham competitivos, especialmente num panorama em constante mudança.

O domínio das tecnologias digitais, a boa capacidade de comunicação e o poder de adaptação a novas realidades serão – a par de outras competências que só o futuro ditará – requisitos essenciais para a empregabilidade e para o sucesso de cada um de nós.

Se gostaria de começar a investir, desde já, no reforço das suas competências, entre em contacto connosco. Dispomos de várias modalidades de Formação, à medida das suas necessidades!

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