5 competências para ter sucesso em 2022

5 competências para ter sucesso em 2022

Em 2022, as empresas têm novas prioridades. E algumas não fazem parte dos currículos académicos. Falamos de soft skills, competências que, muitas vezes, só a experiência e o trabalho ensinam. Mas, sim, também podem ser aprendidas! E, depois de aprendidas, podem ser essenciais na hora de contratar um novo colaborador.

Se são competências simples? De facto, são. Mas, por mais simples que sejam, ajudam a resolver problemas complexos.

Quer conhecer aquelas que farão a diferença entre o sucesso e a derrota neste novo ano? Então vamos a isso!

 

1) Criatividade

Não, não falamos de arte. A criatividade revelou-se uma das soft skills mais críticas de 2021. E será ainda mais importante em 2022.

Pensar de modo criativo é como construir um castelo com peças de Lego. É preciso experimentar e aprender. Às vezes, até é preciso desmanchar e começar de novo. Por isso, em 2022, procure ser mais flexível, sem medo de experimentar nem errar!

 

2) Gestão de conflitos

Trabalhar em equipa nem sempre é fácil. Sobretudo, se o tivermos de fazer à distância!

Os momentos de stress são inevitáveis. Mas há formas de lidar com eles. Como? Flexibilizando tarefas, procurando meios de expressão criativa, através da atividade física ou, inclusive, investindo em formações para o seu desenvolvimento pessoal.

 

3) Resiliência

Hoje, mais do que uma palavra em voga, a resiliência é a competência que nos ajuda a sobreviver.

Contratempos e incerteza? Resiliência. Aprender novas técnicas? Resiliência. Mudar de emprego ou assumir mais responsabilidade? Resiliência. Todas as dificuldades por que passou antes demonstram a sua capacidade de resiliência. Como tal, inspire-se no que foi mais difícil de alcançar e não tenha medo de se superar.

 

4) Quanto mais digital, melhor

2022 é o ano da transição digital, onde os recursos tecnológicos estão no centro das organizações. Análise de dados, business intelligence ou gestão analítica serão ferramentas fundamentais para gerar valor para os clientes e para as empresas.

Se ainda não começou a investir nas suas competências digitais, este é o momento de o fazer!

 

5) AGILE

Num contexto de mudanças constantes, a metodologia Agile é uma poderosa ferramenta para encontrar soluções. Resultados em tempos mais curtos, com feedback rápido e centrado na melhoria contínua – isto é o que o Agile pode fazer por si!

E, para ajudar neste processo, a Academia GROW tem disponível um curso em AGILE. Vamos melhorar a capacidade de adaptação da sua equipa?

 

Sucesso em 2022? Adapte-se!

Em 2022, ter sucesso depende tanto da capacidade das empresas para se adaptarem às novas prioridades dos colaboradores, como das competências que estes desenvolverem para não ficarem para trás.

Adaptar e aprender será fundamental para um ano pleno de sucessos. Por isso, sempre que tiver de abraçar um novo desafio, conte connosco.

 

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Teletrabalho, produtividade e bem-estar… Como gerir?

Teletrabalho, produtividade e bem-estar… Como gerir?

Agora que estão em vigor novas restrições, como acolheu a notícia do regresso ao teletrabalho? Com satisfação ou um profundo sentimento de ansiedade?

Entre vantagens e desvantagens, a verdade é que o teletrabalho traz inúmeros desafios: reuniões à distância, problemas para ligar a câmara, coordenar o trabalho da restante equipa, os filhos que precisam de ajuda, o email sempre ligado no smartphone, as lides domésticas por fazer…

Mas o teletrabalho não tem de ser um inimigo do seu bem-estar. E, para evitar momentos de instabilidade, deixamos algumas dicas que ajudarão a equilibrar o mundo pessoal e profissional. Vamos a isso?

 

1) Escolher o local mais adequado

Comece por escolher um local onde se possa concentrar e de onde se possa afastar sempre que o trabalho terminar. Aproveite as lições de outros períodos de teletrabalho para perceber o que funcionou e o que não resultou de todo.

Acima de tudo, defina com a sua família quais as regras a seguir, evitando perturbações. E, já que falamos de perturbações, não se esqueça de evitar distrações digitais.

 

2) Online vs Offline

Se está a trabalhar em casa, encare o email como o seu escritório. Há horas em que está aberto e horas em que fecha. Desligar as notificações de email é uma forma evitar um estado de permanente alerta, o qual pode conduzir ao burnout.

 

3) A equipa a um clique de distância

Trabalhar remotamente não implica distanciar-se da sua equipa. As redes sociais ajudam a manter o contato entre todos, seja para um esclarecimento, seja para partilhar anseios ou preocupações.

 

4) Planear o tempo-livre

Evitando deslocações, ganha mais tempo para algumas das tarefas domésticas pendentes e, principalmente, aquelas que ajudam a distrair-se dos deveres.

Reserve também algum tempo para a atividade física (ou apenas sentir o ar fresco), mantendo, assim, um bom nível de concentração e energia.

 

5) Gerir o stress

Entre as exigências do trabalho, os constrangimentos da vida pessoal e as regras que a pandemia impõe, muitos são os fatores que geram ansiedade.

 

Lidar com o stress implica aceitar o inesperado. Quanto maior for a sua capacidade de gestão emocional, mais facilmente conseguirá transformar cada desafio em pequenas vitórias.

 

Desenvolver o seu bem-estar!

Alcançar o equilíbrio certo entre vida pessoal e profissional começa aqui: na capacidade de enfrentar o que foge ao nosso controlo, caraterística essencial para que o teletrabalho decorra sem percalços.

A pensar nisso, a Academia GROW tem disponível para si uma formação em Gestão de Stress e Conflitos. Mais do que enfrentar a imprevisibilidade das semanas que se aproximam, este é um curso certificado para adquirir as armas certas para crescer pessoal e profissionalmente.

 

 

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Cansaço, desinteresse e desmotivação? Saiba como prevenir o burnout!

Cansaço, desinteresse e desmotivação? Saiba como prevenir o burnout!

Se já viu o filme, Office Space, de 1999, recorda-se da forma como o protagonista lida com as consequências do seu esgotamento físico e mental. Se não viu, é um bom ponto de partida para perceber esta doença. Sim, leu bem: doença. Mas já lá vamos.

Peter Gibbons, o protagonista, é forçado a trabalhar noite adentro e aos fins-de-semana. Para ele, todos os dias são os piores dias da sua vida. Então, desiste. Objetivos e horários não importam mais. A aparência também não. Nem a namorada nem os colegas sabem lidar com a sua falta de motivação. E esta apatia, há 20 anos, mudou a forma como encaramos o mercado de trabalho.

Sentirmo-nos exaustos é normal. Mas e quando todos os dias são dias de ansiedade? E quando desistimos do trabalho e de nós próprios, como fez o protagonista de Office Space? Nesse caso, podemos estar perante os sinais de um burnout.

 

Mais do que um problema, é uma doença

O esgotamento é um problema real, reconhecido pela Organização Mundial de Saúde como doença. E está longe de ser raro: um estudo de âmbito europeu revelou que, em 2020, 54% dos portugueses tiveram ou estiveram no limiar do burnout. Desses, 65% eram mulheres.

A pressão, o excesso de trabalho em casa e no escritório ou o empenho sem contrapartidas são, frequentemente, os principais catalisadores. Mas há sinais mais subtis que, ainda assim, não deve ignorar:

  • Absentismo, exaustão ou perda de produtividade;
  • Dificuldade de em se concentrar, dormir ou dores musculares;
  • Ausência de vínculo emocional com o trabalho ou colegas;
  • Contentar-se com o mínimo, em vez de procurar fazer melhor.

 

Prevenir e não desistir

É nas empresas que a prevenção começa. Uma boa liderança pode identificar sinais de alerta e prevenir situações graves.

Quão bom é percebermos que as nossas dúvidas são ouvidas? Quão bom é sentirmo-nos incentivados e vermos o esforço reconhecido? Se concorda, então, procure aplicar estas estratégias:

1) Premiar o mérito, valorizando o empenho ou melhorando o conforto do escritório e o bem-estar de todos;

2) Ações de teambuilding, promovendo o espírito de equipa e o bem-estar;

3) Definir onde o trabalho acaba e a casa começa;

4) Reservar tempo para si e para os outros;

5) Praticar atividade física, pois ajuda a libertar a tensão e a definir objetivos;

6) Não desistir, avaliando o que está a faltar e o que deve mudar.

 

A Formação pode ajudar!

Parece contraditório, mas desenvolver novas competências ajuda a evitar o burnout. Sim, a Formação reforça capacidades e renova a motivação.

Pode aprender uma língua nova ou um novo programa de análise de dados. Mas pode também saber como gerir conflitos ou melhorar o equilíbrio emocional. Assim, sentir-se-á mais capaz para resistir à pressão e superar desafios.

Acima de tudo, não siga o exemplo de Peter Gibbons. Cada dia pode ser melhor que o anterior. E nós, na Academia GROW, cá estaremos para ajudar!

Entre em contato connosco para mais informações!

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Quer motivar mais a sua equipa e não sabe como? Invista em formação!

Quer motivar mais a sua equipa e não sabe como? Invista em formação!

No momento-chave de um potencial negócio ou num período conturbado, uma equipa motivada pode ser a diferença entre o sucesso e a derrota. Nos últimos meses, mesmo à distância, várias empresas procuraram a Academia GROW para reforçar as suas competências internas. Porquê? Porque a Formação é um passo vital para superar adversidades.

Sabemos o que está a pensar: formação exige tempo e dinheiro. Sim, é verdade. Exige tudo isso, bem como capacidade de organização e disponibilidade para ter ainda mais trabalho.

Se cumprir a lei é tudo o que lhe interessa, então basta garantir à sua equipa um mínimo de 40 horas de formação por ano. Mas e a competitividade da sua empresa? Valoriza a atualização de conhecimentos e processos? Quer distinguir-se da concorrência? A Formação, tal como um equipamento de última geração, ajuda a alcançar tudo isso. E, atenção: é tão importante para os colaboradores como para os líderes!

 

Por onde começar?

Em primeiro lugar, é importante fazer um diagnóstico e perceber quais as necessidades. Talvez precise de transformar os dados que reuniu até hoje em business intelligence. Ou talvez precise de conhecer melhor os seus clientes. Das competências técnicas às soft skills, a Formação deve concretizar aquilo que ambiciona para o seu futuro.

Pode parecer complexo, mas planear cada momento ajuda a tirar o máximo proveito deste investimento. Quer saber quais são os principais passos para fazer um bom plano? Conheça-os aqui.

 

Personalização

Lifelong learning, já o sabemos, é uma tendência que veio para ficar. Afinal, à medida que o mercado evolui e as exigências incrementam, também as nossas competências devem atualizar-se. Por isso, faz sentido que os conteúdos se adaptem tanto às necessidades da empresa como às caraterísticas dos formandos.

Vejamos um exemplo: um colaborador com mais antiguidade de casa saberá mais sobre as funções que desempenha ou os equipamentos usados do que um recém-contratado. De igual modo, uma empresa do sul do país não está limitada à oferta formativa da sua região. A Formação, quer em regime presencial como online, deve ser flexível e personalizada.

 

Todos contam, colaboradores e gestores

Agora que definiu objetivos e estabeleceu um plano, falta incluir o seu nome na lista de destinatários da Formação.

Sim, isso mesmo. Não obstante o nível de escolaridade, desenvolver qualificações é tão importante para os colaborares como para os responsáveis. Segundo um estudo encomendado pela Fundação Manuel dos Santos e divulgado este mês, apenas um terço das empresas tem gestores com formação superior. Por isso, reforçar competências permite:

  • Diferenciar o seu perfil enquanto líder;
  • Aumentar as oportunidades de crescimento;
  • Posicionar a empresa na linha da frente do seu setor.

Quão bom seria conseguir tudo isto?

 

Vamos entrar na era do conhecimento!

Como numa linha de montagem, mais Formação significa mais conhecimento. Com o conhecimento, cresce a confiança. Daí ao entusiasmo, basta um passo.

Para ajudar a dar esse passo e fazer do conhecimento a matéria-prima da competitividade, conte com a Academia GROW. Fale connosco para mais informações ou conheça os nossos cursos aqui.

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Teambuilding em Teletrabalho? Sim, é possível!

Teambuilding em Teletrabalho? Sim, é possível!

A pandemia de COVID-19 trouxe inúmeras mudanças à nossa rotina. Algumas vieram mesmo para ficar – como o teletrabalho. Embora a obrigatoriedade tenha sido levantada em agosto, trabalhar à distância é cada vez mais o modelo preferido de empresas e colaboradores.

Diariamente, várias notícias confirmam esta nova realidade: na Janssen Portugal, por exemplo, vigora atualmente um modelo híbrido, com alguns colaboradores a dividirem o seu tempo entre casa e escritório. Já na Siemens, pode-se trabalhar remotamente sem limite de dias, desde que as funções assim o permitam.

Desengane-se quem pensar que o fator financeiro é a única razão. Muitas empresas aprenderam a prosperar neste formato, encontrando novas oportunidades para reforçar a produtividade e superar objetivos. Mas, se comunicação e planeamento são fundamentais para este novo modelo, promover a coesão da equipa é igualmente indispensável.

Sim, falamos de Teambuilding. Pode ser complicado e exigir tempo, mas cultivar as relações interpessoais é vital para o sucesso de uma empresa, já que promove o espírito de equipa e une os colaboradores em torno dos mesmos objetivos.

Vamos conhecer algumas técnicas de Teambuilding à distância?

 

1) Desporto

A atividade física é uma excelente forma de criar laços, quer seja na rua ou em casa. Yoga, alongamentos, fitness… As possibilidades são inúmeras, desde que seja em equipa!

 

2) Jogos online

O gaming também já faz parte do mundo dos negócios. Uma rápida pesquisa pela internet revela vários sites com jogos online para equipas, promovendo momentos de diversão para todos, em tempo real.

 

3) Música, Filmes, Livros

Todos temos uma música preferida, um filme que não esquecemos ou um livro que nos marcou. Porque não começar o dia partilhando a sua canção preferida? Pode também organizar clubes de leitura e de filmes, onde todos possam conhecer os gostos de cada um.

 

5) Reconhecimento

Reconhecer o contributo de um colaborador é essencial à motivação, bem como à construção da identidade corporativa. Na sua próxima reunião, reserve alguns minutos para que cada um possa reconhecer o que o colega fez por ele ou pela equipa.

 

6) Vamos conversar?

Já que falamos de reuniões, não se esqueça desta tarefa simples: reservar tempo para conversar. O teletrabalho pode ser solitário, por isso, estes momentos são imprescindíveis para que todos se sintam um pouco mais próximos.

 

Lembre-se: criar experiências em grupo na sua empresa é promover um ambiente de trabalho mais produtivo e positivo.

 

Apostar na formação para o sucesso da equipa

Atenta aos desafios atuais do mercado de trabalho, a Academia GROW desenvolve formação à medida da sua empresa. Já conhece o nosso Serviço Integrado?

 

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Acha que sabe comunicar? Aqui ficam 5 dicas!

Acha que sabe comunicar? Aqui ficam 5 dicas!

Já sabemos que o mercado de trabalho é competitivo e que as qualificações académicas são um bom argumento para destacarmos no nosso currículo. No entanto, há um conjunto de soft skills que não se expressam num diploma e que são igualmente importantes.

Hoje, mais do que nunca, as empresas valorizam quem se destaque pelas aptidões mentais, emocionais e sociais. Falemos, pois, de uma competência essencial a qualquer profissional (e transversal a vários dos nossos cursos de formação): Comunicação.

Quer em contexto de vendas, quer no local de trabalho, no contato direto ou indireto, comunicar é cativar o interesse do outro. Empatia e clareza são essenciais para um discurso eficaz e persuasivo, mas, como veremos de seguida, comunicar é muito mais do que falar.

 

1) Escuta ativa

Comecemos pelo menos óbvio: comunicar é saber escutar. Afinal, se o nosso interlocutor sentir que o estamos a ouvir, com atenção e interesse, estará mais disponível para ouvir também o que temos a dizer. Para isso, podemos:

  • Ouvir o que o outro tem a dizer antes de intervirmos ou interrompermos;
  • Dar sinais positivos de atenção, dizendo “sim” ou “compreendo” e fazendo perguntas;
  • Prestar atenção à postura, tom de voz, linguagem e, inclusive, às entrelinhas;
  • Reformular as ideias-chave daquilo que ouvimos usando as palavras do outro.

 

2) Perguntas poderosas

Valorizar as ideias do outro implica ouvi-lo até ao fim – mesmo quando não concordamos. Todavia, é igualmente importante fazer boas perguntas, que manifestem o nosso interesse e envolvam o interlocutor na conversa.

Uma boa pergunta é uma questão empenhada no outro. Logo, uma pergunta poderosa permite obter respostas poderosas. Por exemplo:

  • Questionar usando as palavras do outro;
  • Fazer questões abertas (começadas por “Como?”, “O quê?”, “E se?”);
  • Perante um tema difícil, começar por indicar que vamos fazer uma pergunta difícil.

Lembre-se: Uma pergunta poderosa não é uma ordem, mas, sim, uma questão que convida à reflexão e promove um ambiente propício ao diálogo.

 

3) Empatia ou Rapport

Não confundamos simpatia com empatia. Afinal, numa situação de stress, por exemplo, no trabalho ou em casa, nem sempre uma resposta melhora o nosso estado de espírito.

Mais importante do que responder é a capacidade de criarmos conexão, ou seja, rapport. Tal pode conseguir-se através de:

  • Contato visual ou sem ruídos de fundo que distraiam ou dificultem o diálogo;
  • Adotar uma atitude segura e equilibrada;
  • Mostrar paciência para ouvir e disponibilidade para conhecer;

 

4) Ser claro e persuasivo

É verdade, saber falar ajuda a cativar a atenção do outro. No entanto, não é fundamental ter o dom da oratória para se ser persuasivo. Mas, então, como convencer o nosso interlocutor?

  • Pensar no que vamos dizer antes de o dizermos;
  • Mostrar confiança e ser objetivo;
  • Antecipar as respostas/reações possíveis;
  • Escolher o canal certo para a mensagem;
  • Evitar frases iniciadas com “Não” ou “Porquê”, que coloquem o outro na defensiva.

 

5) Personalização

Se somos seres sociais, portadores de histórias de vida distintas e experiências diversas, faz sentido adequarmos o nosso discurso ao interlocutor, alinhando-o com as suas preferências. Para isso, podemos:

  • Conhecer o público-alvo;
  • Tratar o interlocutor pelo nome;
  • Newsletters e outras mensagens devem apresentar um tom afável, alinhado com os interesses do destinatário e com chamadas de ação (Call-To-Action);
  • Dar feedback ou fazer follow-up;

 

Hoje, muitos são os desafios para lidarmos com consumidores mais exigentes e informados. Seja presencialmente ou à distância, comunicar de modo claro e personalizado é uma forma de promovermos a nossa marca e empresa.

A Academia GROW dinamiza várias formações que o ajudarão a desenvolver a sua comunicação. Para mais informações, fale connosco ou conheça os próximos cursos de Formação Modular Financiada.

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