Portugal 2030: Já conhece as medidas para apoiar a formação?

Portugal 2030: Já conhece as medidas para apoiar a formação?

Agora que o Acordo de Parceria foi apresentado a Bruxelas e as candidaturas ao Portugal 2030 (PT2030) estão quase a arrancar, chega o momento de começar a preparar o plano de formação profissional da sua empresa. Afinal, a formação é tão importante quanto a aquisição de nova tecnologia ou o aumento da capacidade produtiva.

No Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027, o domínio social é uma prioridade. Na verdade, das quatro agendas temáticas do Portugal 2030, há uma que concentra a maior fatia de fundos: 8.329 milhões de euros para a Digitalização, Inovação e Qualificações.

Quer saber com que apoios contar? Vamos a isso!

 

Digitalização, Inovação e Qualificações

Trata-se da agenda temática 2, que compreende 36% dos 24 mil milhões de euros ao dispor de Portugal na próxima década.

Esta é uma agenda dedicada aos desafios tecnológicos e sociais associados à transição digital da economia. Assim, perante as alterações esperadas em muitas das atuais profissões, responde-se com:

  • Incorporação de tecnologia;
  • Transferência de conhecimento;
  • Desenvolvimento de capital humano.

São dois os programas previstos para este fim: o Programa Inovação e Transição Digital e o Programa Demografia, Qualificações e Inclusão. Em ambos, esperam-se medidas para promover a aprendizagem ao longo da vida e formação de ativos empregados.

 

Formação para empresários

As baixas qualificações não são apenas um problema social. São um obstáculo à inovação e transformação do tecido produtivo.

Nesse sentido, a par dos colaboradores, também os empresários e gestores são identificados como um público-alvo dos apoios para a formação. A razão para tal é simples: em 2021, um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos revelava que apenas um terço dos gestores portugueses tinha formação superior, algo que impactava diretamente a produtividade das empresas.

 

Ganhar competitividade

Transformar o tecido produtivo até 2030 passa, então, por alcançar uma taxa de 60% de adultos em educação e formação. Para atingir este objetivo contribuirão instrumentos como, por exemplo:

  • Formação-Ação, articulando a formação em sala, a ação na empresa e a consultoria especializada;
  • Formação para empresários e gestores;
  • Formação para colaboradores inseridos em projetos de investimento;
  • Medidas de contratação de recursos humanos altamente qualificados.

Por outro lado, o mais recente Acordo subscrito pelo Governo e Parceiros Sociais prevê também 5 mil milhões de euros do PT2030 e do Plano de Recuperação e Resiliência para as qualificações profissionais.

Ou seja: 2030 trará apoios diretos para melhorarmos as nossas competências, bem como para empresas que se candidatem a Projetos de Formação e Qualificação.

 

Formação: vamos preparar a sua candidatura?

Ao beneficiar tanto quem emprega como quem é empregado, a formação profissional traduz-se em produtividade, conhecimento e diferenciação no mercado.

A Academia GROW, em articulação com a Estrategor, conta com mais de 25 anos de experiência na candidatura a fundos europeus. Para nós, desenvolver o capital humano das organizações é concretizar o futuro das empresas.

Fale connosco para prepararmos o seu projeto!

Já se inscreveu na sua próxima formação? 4 passos para fazer a escolha certa!

Já se inscreveu na sua próxima formação? 4 passos para fazer a escolha certa!

Quando pensa no futuro do seu trabalho, qual é a sua maior preocupação? Se acha que não está devidamente preparado para todas as mudanças ao seu redor, saiba que não é caso único: um estudo da Salesforce, levado a cabo em 19 países, revela como quase 80% dos profissionais sentem precisamente o mesmo.

A escassez de talento é um problema real e também em Portugal se faz sentir. Já no ano passado, o jornal Eco alertava para este facto: 6 em cada 10 empregadores tinham dificuldades em preencher vagas. Porquê? Porque a digitalização gera maior procura por novas competências.

Por isso, investir em formação é adaptar-se ao futuro da sua carreira e da sua empresa. Quer saber como?

 

Upskilling: um investimento no futuro

Do salto da carreira ao reforço do espírito de equipa, da especialização ao conhecimento digital, fazer upskilling é apostar numa mais-valia para si e para qualquer futuro empregador.

Se ainda acha que investir na sua formação é uma despesa, eis porque deve fazê-lo:

Melhora a sua performance e resultados.
Aumenta a sua confiança.
Valoriza a sua carreira e o seu contributo enquanto profissional.
Ajuda a adaptar-se às mudanças e a não temer o futuro.

Um guia em 4 passos para se afirmar no mercado

Já aqui falamos das vantagens da Metodologia Agile nas empresas. Mas sabia que também pode aplicá-la à sua evolução profissional? Afinal, falamos de flexibilidade, melhoria contínua, autonomia e conquista do mercado.

Por essa razão, a consultora McKinsey identificou quatro etapas que ajudam a escolher a formação certa para um salto de carreira bem-sucedido. Vamos saber quais são?

 

1) Avaliar

Que competências já tem e quais é que lhe faltam? Se já domina as principais Soft Skills (como espírito crítico ou de liderança) e trabalha com muitos dados, talvez seja útil investir num curso de Business Intelligence. Ou talvez pretenda dominar os segredos do Excel?

O mais importante é definir os seus objetivos, mas sem afunilar demasiado o perfil profissional. Assim, quanto mais amplas forem as suas aptidões, maior será a capacidade de resposta.

 

2) Planear

Este é o momento de definir uma estratégia. Upskilling deve ser um projeto formativo a longo-prazo e, por essa razão, importa planeá-lo. Dê preferência a cursos certificados, em empresas habilitadas para as áreas que lhe interessam e a formadores com experiência comprovada.

 

3) Agir

Feito o plano, defina prioridades. Vai apostar na formação em algo que quer muito aprender ou algo que lhe garante uma carreira melhor? Procure maximizar os dividendos deste esforço e avaliar o custo/benefício.

 

4) Reavaliar

Como em qualquer investimento, medir resultados é fundamental. O modelo Kirkpatrick, por exemplo, é usado em todo o mundo para aferir a eficácia de um plano formativo e, com base nisso, procurar mais oportunidades de crescimento.

 

Hora de upskilling!

Posto isto, temos uma boa notícia: porque sabemos bem como este é um passo importante para o seu desenvolvimento pessoal e profissional, a Academia GROW pode ajudar no upskilling da sua carreira. Temos vários cursos ao seu dispor em 17 áreas certificadas.

 

Fale connosco para tomar a decisão certa!

5 competências para ter sucesso em 2022

5 competências para ter sucesso em 2022

Em 2022, as empresas têm novas prioridades. E algumas não fazem parte dos currículos académicos. Falamos de soft skills, competências que, muitas vezes, só a experiência e o trabalho ensinam. Mas, sim, também podem ser aprendidas! E, depois de aprendidas, podem ser essenciais na hora de contratar um novo colaborador.

Se são competências simples? De facto, são. Mas, por mais simples que sejam, ajudam a resolver problemas complexos.

Quer conhecer aquelas que farão a diferença entre o sucesso e a derrota neste novo ano? Então vamos a isso!

 

1) Criatividade

Não, não falamos de arte. A criatividade revelou-se uma das soft skills mais críticas de 2021. E será ainda mais importante em 2022.

Pensar de modo criativo é como construir um castelo com peças de Lego. É preciso experimentar e aprender. Às vezes, até é preciso desmanchar e começar de novo. Por isso, em 2022, procure ser mais flexível, sem medo de experimentar nem errar!

 

2) Gestão de conflitos

Trabalhar em equipa nem sempre é fácil. Sobretudo, se o tivermos de fazer à distância!

Os momentos de stress são inevitáveis. Mas há formas de lidar com eles. Como? Flexibilizando tarefas, procurando meios de expressão criativa, através da atividade física ou, inclusive, investindo em formações para o seu desenvolvimento pessoal.

 

3) Resiliência

Hoje, mais do que uma palavra em voga, a resiliência é a competência que nos ajuda a sobreviver.

Contratempos e incerteza? Resiliência. Aprender novas técnicas? Resiliência. Mudar de emprego ou assumir mais responsabilidade? Resiliência. Todas as dificuldades por que passou antes demonstram a sua capacidade de resiliência. Como tal, inspire-se no que foi mais difícil de alcançar e não tenha medo de se superar.

 

4) Quanto mais digital, melhor

2022 é o ano da transição digital, onde os recursos tecnológicos estão no centro das organizações. Análise de dados, business intelligence ou gestão analítica serão ferramentas fundamentais para gerar valor para os clientes e para as empresas.

Se ainda não começou a investir nas suas competências digitais, este é o momento de o fazer!

 

5) AGILE

Num contexto de mudanças constantes, a metodologia Agile é uma poderosa ferramenta para encontrar soluções. Resultados em tempos mais curtos, com feedback rápido e centrado na melhoria contínua – isto é o que o Agile pode fazer por si!

E, para ajudar neste processo, a Academia GROW tem disponível um curso em AGILE. Vamos melhorar a capacidade de adaptação da sua equipa?

 

Sucesso em 2022? Adapte-se!

Em 2022, ter sucesso depende tanto da capacidade das empresas para se adaptarem às novas prioridades dos colaboradores, como das competências que estes desenvolverem para não ficarem para trás.

Adaptar e aprender será fundamental para um ano pleno de sucessos. Por isso, sempre que tiver de abraçar um novo desafio, conte connosco.

 

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Teletrabalho, produtividade e bem-estar… Como gerir?

Teletrabalho, produtividade e bem-estar… Como gerir?

Agora que estão em vigor novas restrições, como acolheu a notícia do regresso ao teletrabalho? Com satisfação ou um profundo sentimento de ansiedade?

Entre vantagens e desvantagens, a verdade é que o teletrabalho traz inúmeros desafios: reuniões à distância, problemas para ligar a câmara, coordenar o trabalho da restante equipa, os filhos que precisam de ajuda, o email sempre ligado no smartphone, as lides domésticas por fazer…

Mas o teletrabalho não tem de ser um inimigo do seu bem-estar. E, para evitar momentos de instabilidade, deixamos algumas dicas que ajudarão a equilibrar o mundo pessoal e profissional. Vamos a isso?

 

1) Escolher o local mais adequado

Comece por escolher um local onde se possa concentrar e de onde se possa afastar sempre que o trabalho terminar. Aproveite as lições de outros períodos de teletrabalho para perceber o que funcionou e o que não resultou de todo.

Acima de tudo, defina com a sua família quais as regras a seguir, evitando perturbações. E, já que falamos de perturbações, não se esqueça de evitar distrações digitais.

 

2) Online vs Offline

Se está a trabalhar em casa, encare o email como o seu escritório. Há horas em que está aberto e horas em que fecha. Desligar as notificações de email é uma forma evitar um estado de permanente alerta, o qual pode conduzir ao burnout.

 

3) A equipa a um clique de distância

Trabalhar remotamente não implica distanciar-se da sua equipa. As redes sociais ajudam a manter o contato entre todos, seja para um esclarecimento, seja para partilhar anseios ou preocupações.

 

4) Planear o tempo-livre

Evitando deslocações, ganha mais tempo para algumas das tarefas domésticas pendentes e, principalmente, aquelas que ajudam a distrair-se dos deveres.

Reserve também algum tempo para a atividade física (ou apenas sentir o ar fresco), mantendo, assim, um bom nível de concentração e energia.

 

5) Gerir o stress

Entre as exigências do trabalho, os constrangimentos da vida pessoal e as regras que a pandemia impõe, muitos são os fatores que geram ansiedade.

 

Lidar com o stress implica aceitar o inesperado. Quanto maior for a sua capacidade de gestão emocional, mais facilmente conseguirá transformar cada desafio em pequenas vitórias.

 

Desenvolver o seu bem-estar!

Alcançar o equilíbrio certo entre vida pessoal e profissional começa aqui: na capacidade de enfrentar o que foge ao nosso controlo, caraterística essencial para que o teletrabalho decorra sem percalços.

A pensar nisso, a Academia GROW tem disponível para si uma formação em Gestão de Stress e Conflitos. Mais do que enfrentar a imprevisibilidade das semanas que se aproximam, este é um curso certificado para adquirir as armas certas para crescer pessoal e profissionalmente.

 

 

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Cansaço, desinteresse e desmotivação? Saiba como prevenir o burnout!

Cansaço, desinteresse e desmotivação? Saiba como prevenir o burnout!

Se já viu o filme, Office Space, de 1999, recorda-se da forma como o protagonista lida com as consequências do seu esgotamento físico e mental. Se não viu, é um bom ponto de partida para perceber esta doença. Sim, leu bem: doença. Mas já lá vamos.

Peter Gibbons, o protagonista, é forçado a trabalhar noite adentro e aos fins-de-semana. Para ele, todos os dias são os piores dias da sua vida. Então, desiste. Objetivos e horários não importam mais. A aparência também não. Nem a namorada nem os colegas sabem lidar com a sua falta de motivação. E esta apatia, há 20 anos, mudou a forma como encaramos o mercado de trabalho.

Sentirmo-nos exaustos é normal. Mas e quando todos os dias são dias de ansiedade? E quando desistimos do trabalho e de nós próprios, como fez o protagonista de Office Space? Nesse caso, podemos estar perante os sinais de um burnout.

 

Mais do que um problema, é uma doença

O esgotamento é um problema real, reconhecido pela Organização Mundial de Saúde como doença. E está longe de ser raro: um estudo de âmbito europeu revelou que, em 2020, 54% dos portugueses tiveram ou estiveram no limiar do burnout. Desses, 65% eram mulheres.

A pressão, o excesso de trabalho em casa e no escritório ou o empenho sem contrapartidas são, frequentemente, os principais catalisadores. Mas há sinais mais subtis que, ainda assim, não deve ignorar:

  • Absentismo, exaustão ou perda de produtividade;
  • Dificuldade de em se concentrar, dormir ou dores musculares;
  • Ausência de vínculo emocional com o trabalho ou colegas;
  • Contentar-se com o mínimo, em vez de procurar fazer melhor.

 

Prevenir e não desistir

É nas empresas que a prevenção começa. Uma boa liderança pode identificar sinais de alerta e prevenir situações graves.

Quão bom é percebermos que as nossas dúvidas são ouvidas? Quão bom é sentirmo-nos incentivados e vermos o esforço reconhecido? Se concorda, então, procure aplicar estas estratégias:

1) Premiar o mérito, valorizando o empenho ou melhorando o conforto do escritório e o bem-estar de todos;

2) Ações de teambuilding, promovendo o espírito de equipa e o bem-estar;

3) Definir onde o trabalho acaba e a casa começa;

4) Reservar tempo para si e para os outros;

5) Praticar atividade física, pois ajuda a libertar a tensão e a definir objetivos;

6) Não desistir, avaliando o que está a faltar e o que deve mudar.

 

A Formação pode ajudar!

Parece contraditório, mas desenvolver novas competências ajuda a evitar o burnout. Sim, a Formação reforça capacidades e renova a motivação.

Pode aprender uma língua nova ou um novo programa de análise de dados. Mas pode também saber como gerir conflitos ou melhorar o equilíbrio emocional. Assim, sentir-se-á mais capaz para resistir à pressão e superar desafios.

Acima de tudo, não siga o exemplo de Peter Gibbons. Cada dia pode ser melhor que o anterior. E nós, na Academia GROW, cá estaremos para ajudar!

Entre em contato connosco para mais informações!

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Quer motivar mais a sua equipa e não sabe como? Invista em formação!

Quer motivar mais a sua equipa e não sabe como? Invista em formação!

No momento-chave de um potencial negócio ou num período conturbado, uma equipa motivada pode ser a diferença entre o sucesso e a derrota. Nos últimos meses, mesmo à distância, várias empresas procuraram a Academia GROW para reforçar as suas competências internas. Porquê? Porque a Formação é um passo vital para superar adversidades.

Sabemos o que está a pensar: formação exige tempo e dinheiro. Sim, é verdade. Exige tudo isso, bem como capacidade de organização e disponibilidade para ter ainda mais trabalho.

Se cumprir a lei é tudo o que lhe interessa, então basta garantir à sua equipa um mínimo de 40 horas de formação por ano. Mas e a competitividade da sua empresa? Valoriza a atualização de conhecimentos e processos? Quer distinguir-se da concorrência? A Formação, tal como um equipamento de última geração, ajuda a alcançar tudo isso. E, atenção: é tão importante para os colaboradores como para os líderes!

 

Por onde começar?

Em primeiro lugar, é importante fazer um diagnóstico e perceber quais as necessidades. Talvez precise de transformar os dados que reuniu até hoje em business intelligence. Ou talvez precise de conhecer melhor os seus clientes. Das competências técnicas às soft skills, a Formação deve concretizar aquilo que ambiciona para o seu futuro.

Pode parecer complexo, mas planear cada momento ajuda a tirar o máximo proveito deste investimento. Quer saber quais são os principais passos para fazer um bom plano? Conheça-os aqui.

 

Personalização

Lifelong learning, já o sabemos, é uma tendência que veio para ficar. Afinal, à medida que o mercado evolui e as exigências incrementam, também as nossas competências devem atualizar-se. Por isso, faz sentido que os conteúdos se adaptem tanto às necessidades da empresa como às caraterísticas dos formandos.

Vejamos um exemplo: um colaborador com mais antiguidade de casa saberá mais sobre as funções que desempenha ou os equipamentos usados do que um recém-contratado. De igual modo, uma empresa do sul do país não está limitada à oferta formativa da sua região. A Formação, quer em regime presencial como online, deve ser flexível e personalizada.

 

Todos contam, colaboradores e gestores

Agora que definiu objetivos e estabeleceu um plano, falta incluir o seu nome na lista de destinatários da Formação.

Sim, isso mesmo. Não obstante o nível de escolaridade, desenvolver qualificações é tão importante para os colaborares como para os responsáveis. Segundo um estudo encomendado pela Fundação Manuel dos Santos e divulgado este mês, apenas um terço das empresas tem gestores com formação superior. Por isso, reforçar competências permite:

  • Diferenciar o seu perfil enquanto líder;
  • Aumentar as oportunidades de crescimento;
  • Posicionar a empresa na linha da frente do seu setor.

Quão bom seria conseguir tudo isto?

 

Vamos entrar na era do conhecimento!

Como numa linha de montagem, mais Formação significa mais conhecimento. Com o conhecimento, cresce a confiança. Daí ao entusiasmo, basta um passo.

Para ajudar a dar esse passo e fazer do conhecimento a matéria-prima da competitividade, conte com a Academia GROW. Fale connosco para mais informações ou conheça os nossos cursos aqui.

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