Candidaturas abertas: Projetos de Formação Autónoma para Clusters

Candidaturas abertas: Projetos de Formação Autónoma para Clusters

As empresas integradas em Clusters de competitividade que estejam interessadas em desenvolver Projetos Autónomos de Formação podem apresentar, até 30 de junho, as suas candidaturas aos Avisos 04, 05, 06, 07 e 08/SI/2021.

Vocacionado para empresas sediadas nas Regiões Norte, Centro e Alentejo (NUTS III de Portugal Continental), os programas visam dinamizar as qualificações dos recursos humanos em áreas como a inovação, a internacionalização e a modernização das empresas.

Até ao momento, a realização de Projetos Autónomos de Formação está aberta a elementos integrados nos seguintes clusters:

  • Calçado e Moda;
  • Automóvel;
  • Engineering & Tool;
  • PRODUTECH;
  • Têxtil, Tecnologia e Moda.

 

Condições gerais de acesso

Para além de estarem sintonizados com os objetivos do respetivos Avisos de Abertura de Candidaturas, os Projetos Autónomos de Formação devem atender aos seguintes requisitos:

  • Ter um plano formativo sintonizado com os domínios relevantes para o cluster;
  • Estar, preferencialmente, organizado em módulos de 25 horas do Catálogo Nacional de Qualificações; Outras formações são elegíveis, desde que devidamente fundamentadas e com duração nunca inferior a 8 horas;
  • Conter um máximo de 25 colaboradores por ação, salvo casos excecionais;
  • Dispor de parecer favorável, emitido pela entidade gestora do cluster;
  • Ter uma duração máxima de 12 meses.

Sublinhe-se que as ações formativas não deverão iniciar antes da apresentação da candidatura. Já no que diz respeito ao regime de horários, as mesmas podem ser realizadas em contexto laboral ou pós-laboral.

Lembramos, ainda, que esta é uma forma de a sua empresa cumprir a obrigatoriedade de proporcionar 40 horas de formação anual aos seus colaboradores.

 

Taxas de Cofinanciamento

Os Projetos Autónomos de Formação são apoiados com uma taxa base de 50%, às quais se poderão acrescentar majorações, desde que a taxa global não seja superior a 70%:

  • + 10%: se a formação for dada a colaboradores com deficiência ou desfavorecidos;
  • + 10%: se o incentivo for atribuído a Médias Empresas;
  • + 20%: se o apoio for concedido a Micro e Pequenas Empresas.

 

A Academia GROW dispõe de colaboradores com vasta experiência no apoio a Projetos Autónomos de Formação. Para mais informações, fale connosco!

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E-commerce: bem-vindo ao Novo Normal!

E-commerce: bem-vindo ao Novo Normal!

Quem as viu e que as vê! Falamos das empresas portuguesas – umas corajosamente, outras de forma mais lenta e cautelosa – que se converteram ao e-commerce, reforçando a competitividade e, mais importante ainda, a sua relação com atuais e potenciais clientes!

Lembra-se do tempo em que a ideia de fazer compras online era vista como um comportamento de nicho, associado a quem gostava de arriscar ou àqueles que procuravam produtos impossíveis de encontrar numa loja física?

É, efetivamente, extraordinário o salto que a pandemia de COVID-19 trouxe à mentalidade do tecido empresarial português. Uma vez obrigados a encerrar portas, foi na dinamização de lojas online que muitos gestores encontraram uma tábua de salvação.

Claro que a mudança de hábitos se fez nos dois sentidos, e também o consumidor português se habitou à eficiência e comodidade do e-commerce.

 

Uma tendência que veio para ficar

Testemunha dessa mudança na mentalidade e nos hábitos de consumo é o atual posicionamento de Portugal no mais recente índice de comércio eletrónico, publicado pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD).

A análise aos dados disponíveis permite concluir que o nosso país subiu, em 2020, duas posições em comparação com o ano anterior, situando-se agora como o 40º território melhor adaptado para o e-commerce, a nível mundial.

Um elemento interessante do relatório prende-se com o número de portugueses que efetuam compras online (51%), de entre o universo total de utilizadores conectados à internet. Mas a expectativa dos especialistas é que o número continuará a crescer no futuro próximo.

 

Já criou a sua loja online? Temos um Webinar para si!

Longe de ser um fenómeno passageiro, o e-commerce já provou que existem novas formas de adquirir produtos, obter vantagens competitivas e cimentar a relação entre fornecedores e clientes.

Poucas serão, por outro lado, as empresas capacitadas para continuar a singrar – seja no mercado nacional, seja além-fronteiras – sem uma estrutura ou uma estratégia adequadas para o comércio online.

É neste âmbito que a Academia GROW o pode ajudar. Uma vez que o e-commerce veio para ficar, vamos dinamizar – no dia 4 de março – um Webinar gratuito dedicado a esta temática!

Lembrando que as vagas são limitadas, convidámo-lo a inscrever-se aqui!

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Empresas

Liderar em pandemia: 3 características essenciais

Liderar em pandemia: 3 características essenciais

À medida que o Estado de Emergência volta a ser renovado e o desconfinamento continua uma miragem no horizonte, importa que as empresas prossigam o seu percurso de resiliência, garantindo a motivação de todos os envolvidos.

Dito por outras palavras, nunca a capacidade para liderar uma equipa se mostrou tão vital como hoje. Especialmente porque ao teletrabalho, às mudanças no mercado e à indefinição dos próximos tempos se acrescenta o desgaste das semanas passadas em casa.

Claro que em momento difíceis, surgem também novas oportunidades para o crescimento, a adaptação e a redescoberta. Isto leva-nos, por sua vez, a um tópico importante: o papel que a liderança deve assumir, cada vez mais, nas empresas.

Por esta altura, já deverá saber que um “líder” é muito mais do que uma pessoa responsável por chefiar equipas ou assegurar a gestão diária de um projeto. Liderar é um verbo que se transformou – acima de tudo – na capacidade de mover as pessoas.

 

Falemos da boa liderança

É comum associarmos a um líder palavras como carisma, determinação, exigência, força ou visão. Mas o que os novos desafios do mundo empresarial expuseram foi o peso igualmente decisivo de outros atributos, como sejam a empatia, a humildade e a liderança pelo exemplo.

Estas são características que colocam os melhores gestores à prova, mas não só! Afinal, os traços de liderança correspondem também a algo que todos nós – não importa a idade, área profissional ou contexto académico – devemos procurar compreender.

 

1) Comunicar de forma humanizada

Já muito escrevemos sobre os desafios que o trabalho remoto coloca ao dia-a-dia das empresas e colaboradores. O afastamento físico e o entrecruzamento (no mesmo espaço) da vida profissional e familiar pode dar azo a altos e baixos na produtividade de todos.

É neste contexto que os esforços de comunicação de um líder se demonstram ainda mais importantes. E não nos referimos apenas à organização de reuniões regulares em vídeo para balanço ou estabelecimento de objetivos.

Falamos, acima de tudo, da capacidade mobilizadora de alguém capaz de interpretar os (poucos) sinais não-verbais que este ambiente tecnologicamente mediado permite, no sentido de potenciar a motivação dos colaboradores, fazendo-os acreditar no seu próprio potencial.

 

2) Saber ouvir, ainda mais

É bem sabido que, no mundo dos negócios, ninguém triunfa sozinho. Nesse sentido, o líder que se vê rodeado de colaboradores proativos que apresentam ideias ou pontos de vista alternativos poderá contar com um ativo que nenhuma hierarquia deve subestimar.

Concomitantemente, a humildade de um gestor aberto ao diálogo com os elementos da sua empresa, contribui para que todos – não importa a função desempenhada – se sintam consultados, enquanto vozes ativas num processo de mudança e adaptação constante.

 

3) Dar mais de si, para que todos se superem

Ao encontro das ideias anteriores, liderar é também uma questão de exemplo. Nesse sentido, os gestores que mais admiração e respeito geram nos seus colaboradores são os que melhor equilibram o peso hierárquico com a capacidade de entrega.

Assim, os colaboradores motivados são o reflexo de um líder que se mostra sensível aos seus esforços. Já os trabalhadores proativos são aqueles que se deixam contagiar pelo dinamismo de gestores que pensam fora da caixa.

Por outro lado, os elementos que mais de si dão no decorrer de cada tarefa são os mesmos que se revêm no sentido de missão de um líder que encara cada vitória como o resultado de um esforço coletivo.

Não admira, por isso, que pensar os papeis de liderança em época de pandemia é a chave para melhor refletir sobre o futuro.

Ao longo deste período, a Academia GROW tem vindo a dinamizar cursos vocacionados para esta e outras temáticas, nomeadamente a Gestão de Equipas às Distância. Entre em contacto connosco para mais informações!

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Empresas

Conhece o ciclo PDCA?

Conhece o ciclo PDCA?

Numa altura em que o mercado surge mais imprevisível e exigente, compete às empresas manter o foco numa estratégia coerente, que lhes permita subsistir, ultrapassar limitações, crescer e melhorar de forma contínua.

Mas para que gestores, colaboradores e empresas possam evoluir nos seus procedimentos, é preciso mais do que boa vontade e motivação. Igualmente indispensável será a aplicação de uma metodologia que permita estabelecer metas e avaliar resultados.

Relevante para esse objetivo são abordagens como a do Ciclo PDCA. Aclamado internacionalmente ao longo de várias décadas, trata-se de um conceito dividido em quatro fases, que operam numa lógica de interdependência.

 

Planear, Fazer, Verificar e Agir

Plan, Do, Check e Act são as quatro palavras deste método cíclico, que visa a melhoria de processos e o controlo de qualidade no desenvolvimento de produtos e serviços. Mas para o sucesso a longo prazo, é preciso compreender como essas fases interagem.

A primeira etapa é o Planeamento. É nesse contexto que se estuda o problema ou elemento que carece de melhorias e se definem estratégias para alcançar os objetivos pretendidos. Desenvolve-se, para isso, um Plano, cujos contornos devem ficar claros para todos.

Num segundo momento, chegamos à Execução. Tal como o nome sugere, é neste contexto que se dinamizam as ações que estavam planeadas, com o intuito de atender aos problemas anteriormente identificados.

Posto isto, é na fase de Verificação que se analisa o desempenho da etapa anterior, comparando as expectativas com os resultados alcançados. Fazendo uso de indicadores específicos, é possível compreender em que medida os objetivos foram cumpridos ou não.

Por fim, chega o momento de concretizar uma Ação. Por norma, quando os resultados são positivos, tal significa que o novo processo é integrado no funcionamento da organização. Já no caso de os objetivos terem fracassado, esta é a etapa em que se define o recomeço das ações.

 

Rumo à melhoria contínua

O PDCA é uma filosofia de gestão que pressupõe um processo de melhoria contínua, significando isto que a identificação de problemas, a colocação em prática de estratégias para os ultrapassar e a posterior verificação operam numa lógica cíclica.

Essa é também a metodologia que vemos aplicada na implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade, como aqueles que se associam à norma ISO 9001.

Se procura obter mais conhecimento nesta área, saiba que a Academia GROW desenvolve cursos dedicados à Qualidade e à sensibilização para a Melhoria Contínua! Dispomos também de Formação Modular Financiada nesta matéria.

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Empresas

Reuniões em teletrabalho? 5 dicas para colocar em prática!

Reuniões em teletrabalho? 5 dicas para colocar em prática!

Agora que o teletrabalho é uma realidade obrigatória nas mais diversas profissões e empresas, são precisos esforços extra para manter a produtividade das equipas e assegurar que a boa comunicação permanece, apesar das distâncias.

Felizmente, existem hoje inúmeros softwares para videoconferência, com um aspeto em comum: a facilidade de utilização. Ainda assim, isso não significa que toda e qualquer reunião de trabalho se torne automaticamente produtiva.

Bem pelo contrário! A tecnologia que em poucos segundos consegue unir equipas, colaboradores e chefias é a mesma que nos pode frustrar a todos, quando à distância física se acrescenta a dessincronização de ideias, predisposições e expectativas.

Como dar a volta aos constrangimentos e garantir que as reuniões de trabalho possam ser úteis e motivadoras? Hoje lembramos alguns conselhos!

1) Planear e organizar são bons pontos de partida

É essencial que cada reunião convocada digitalmente se faça acompanhar de um plano de ações bem definido e claro para todos. Estabelecer de antemão os tópicos a abordar permitirá que os colaboradores sintam a responsabilidade de se prepararem devidamente para a videoconferência.

Uma prática útil para reforçar a pertinência da reunião será o envio de um e-mail no começo do próprio dia ou, se possível, com uma antecedência um pouco maior. Desta forma, voltará a despertar o foco da equipa para a importância da videoconferência em agenda, permitindo que cada elemento planeie a sua intervenção.

2) Ter em atenção o número de participantes

Empresas que valorizam o trabalho em equipa e a comunicação entre diversos departamentos poderão sentir uma grande predisposição para agendar videoconferências com um número elevado de participantes, acreditando na mais-valia de ter todo o coletivo a trocar inputs.

No entanto, num ambiente eletronicamente mediado em que os objetivos individuais e as dinâmicas se autonomizam mais, até que ponto todos poderão ser produtivos numa reunião de âmbito demasiado amplo? Como evitar momentos ‘mortos’ em que a tentação para o multitasking se torna irresistível para alguns elementos?

O ideal será organizar videoconferências de curta duração e com um menor número de participantes. Deste modo, as partes envolvidas podem concentrar-se mais rápida e facilmente nos desafios que têm em mãos. Aplica-se a máxima de que menos é mais!

3) Garantir que todos os presentes se sentem envolvidos

Em sintonia com o tópico anterior, é essencial que quem orienta as reuniões compreenda que as pessoas poderão assumir dinâmicas diferentes: se algumas falam regularmente com entusiasmo e confiança, outras tenderão a assumir um papel mais secundário e silencioso.

Uma boa sugestão para impedir que alguns elementos desliguem mentalmente da reunião ou se sintam menos relevantes passa por endereçar-lhes perguntas específicas, a fim de que possam expressar opiniões ou ideias, sem o receio de interrupções de raciocínio.

4) Saber quando e como intervir

Numa reunião à distância podem surgir ‘obstáculos’ inesperados: situações em que mais do que uma pessoa fala em simultâneo. Esta vontade de interagir pode dar azo a múltiplos ‘atropelos’ de ideias, especialmente quando as pistas não-verbais são menos abundantes.

Uma estratégia eficiente para assegurar que as mensagens mais importantes passam para o outro lado é a utilização de outras ferramentas interativas, como as funcionalidades de chat: deixar umas linhas escritas com uma mensagem importante pode reorientar toda uma conversa.

5) Fazer um resumo da reunião no final

Da mesma forma que se devem deixar bem claros os propósitos e expectativas antes do arranque de qualquer reunião, é igualmente importante que se repitam, no final, as conclusões gerais que foram alcançadas.

Uma tarefa igualmente útil será o envio, pouco tempo após a videoconferência, de um e-mail em que se relembram os pontos altos, bem como as tarefas ou objetivos que ficaram definidos para cada um dos elementos envolvidos.

 

A Academia GROW dispõe de vários programas de formação (em live training ou e-learning) dedicados a temas relevantes para o teletrabalho, como – por exemplo – a condução de reuniões à distância, à inteligência emocional e à gestão de conflitos em equipa.

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Gestão de Projetos? Escolha o melhor mindset!

Gestão de Projetos? Escolha o melhor mindset!

De mudanças e objetivos se faz o nosso mundo. E claro que o sucesso é aquilo que os nossos Projetos visam alcançar. No entanto, nem só de boas intenções e de grandes ideias se fazem os processos que revolucionam o modo como funcionamos.

Acima de tudo, é preciso que o Projeto saia do papel e, uma vez em contacto com o mundo real, revele uma consistência tão firme quanto o entusiasmo que o viu nascer. Mas o segredo para a sua concretização vai muito além do simples planeamento.

Bem pelo contrário: para o sucesso de qualquer Projeto é essencial não cometer erros também nas fases de execução, de medição e controlo ou – claro está – na etapa de encerramento. Significa isto que o processo é contínuo, rumo ao melhor resultado possível.

Mas a forma como se idealizam, concretizam e concluem os Projetos mudou ao longo do tempo. E um bom Gestor tem, naturalmente, de estar a par das novas abordagens e possibilidades. Vamos a isso?

 

O Manifesto Agile

O nome deixa logo uma promessa: o processo vai ser ágil. E foi precisamente com esse intuito que um coletivo de software developers se reuniu, em 2001, para lançar as sementes daquilo que se transformaria no famoso manifesto Agile.

Trata-se de um conjunto de boas práticas e de linhas orientadoras que, desde então, revolucionaram não só o desenvolvimento de software, mas também o modo como Gestores de Projeto afetos a diferentes áreas passaram a conceber as suas metodologias.

Mas qual o foco deste mindset? Eis alguns exemplos:

  • Contacto diário entre o cliente e os responsáveis pelo Projeto;
  • Ênfase na satisfação do cliente e não na ‘rigidez’ do processo;
  • Abertura a possíveis alterações, mesmo numa fase tardia do Projeto;
  • Valorização do trabalho em equipa e da partilha de inputs;
  • Foco em proporcionar valor acrescentado.

 

A metodologia Scrum

Duas décadas depois de ter sido divulgado ao mundo, o manifesto Agile continua a ser valorizado por empresas à procura da inovação, da qualidade e da diferenciação. Existem, no entanto, diversos métodos que permitem concretizar os preceitos deste mindset.

Hoje focamo-nos num dos seus frameworks mais aclamados: o Scrum. E não, não se trata de um mecanismo adotado apenas por empresas de software. Bem pelo contrário: importa lembrar que os seus princípios funcionam em diferentes setores empresariais!

Aqui ficam algumas características desta metodologia:

  • Organização do Projeto em ciclos de desenvolvimento (Sprints);
  • Definição das prioridades para cada etapa do processo (Sprint Planning Meeting);
  • Priorização dos itens a implementar em cada fase (Product Backlog);
  • Reunião de fim de ciclo, para preparação do seguinte (Sprint Retrospetive);
  • Realização de reuniões diárias para avaliar dificuldades e soluções (Daily Scrums).

O dinamismo, a transparência, a adaptabilidade e a ênfase na comunicação são alguns dos aspetos que melhor caracterizam a metodologia Scrum, rica em momentos de autoanálise e de oportunidades para a melhoria contínua.

Disposta a ajudar os empresários a alcançar o sucesso, a Academia GROW dinamiza cursos em áreas como a Gestão de Projetos, o mindset Agile ou a metodologia Scrum.

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