Inteligência Artificial nas Empresas: 3 competências que a dominar

Inteligência Artificial nas Empresas: 3 competências que a dominar

A inteligência artificial nas empresas já não é uma tendência futura, mas uma realidade que se impôs e está a transformar a forma como as organizações trabalham, analisam informação e tomam decisões.

Ferramentas baseadas em IA estão hoje presentes em plataformas de produtividade, software de análise de dados, sistemas de comunicação e até na criação de conteúdos. No entanto, existe uma diferença importante entre ter acesso à tecnologia e saber utilizá-la de forma estratégica.

Para muitas organizações, o verdadeiro desafio passa, assim, pela formação para as equipas trabalharem com estas ferramentas de forma eficiente e produtiva.

Na Academia Grow temos acompanhado esta evolução de perto e identificámos três áreas onde a Inteligência Artificial já está a ter maior impacto no trabalho das empresas.

 

Como implementar inteligência artificial nas empresas?

1. Inteligência Artificial no trabalho: como a IA pode aumentar a produtividade das equipas

Hoje, muitas ferramentas profissionais incluem funcionalidades de IA que ajudam a:

  • Organizar tarefas e informação;
  • Automatizar processos administrativos;
  • Apoiar a análise de dados;
  • Melhorar a comunicação interna;
  • E acelerar a produção de relatórios e documentos.

Quando bem utilizada, a Inteligência Artificial nas empresas permite reduzir tarefas repetitivas e libertar tempo para atividades estratégicas, aumentando a produtividade individual e coletiva.

No entanto, para que estas vantagens se concretizem, é essencial compreender como integrar a IA nos fluxos de trabalho, identificar oportunidades de automação e desenvolver boas práticas de utilização. Este é precisamente o que exploramos na formação Inteligência Artificial no Ambiente de Trabalho, dedicada a profissionais que querem aplicar a IA de forma prática no seu dia-a-dia.

 

2. ChatGPT nas empresas: fazer as perguntas certas faz toda a diferença

Ferramentas de IA generativa como o ChatGPT tornaram a Inteligência Artificial acessível a qualquer profissional. Hoje, é possível utilizar estas tecnologias para apoiar tarefas como:

  • Escrita e revisão de documentos;
  • Preparação de apresentações;
  • Organização de ideias e planeamento;
  • Síntese de informação;
  • Pesquisa e análise de conteúdos.

Contudo, muitos utilizadores rapidamente percebem que os resultados dependem de um fator essencial: a forma como comunicamos com a ferramenta.

Saber estruturar pedidos claros, definir o contexto correto e reformular perguntas para melhorar resultados tornou-se uma nova competência digital, já que faz da IA um verdadeiro assistente de produtividade, capaz de acelerar tarefas que antes exigiam horas de trabalho.

Este é precisamente o foco da formação Produtividade com ChatGPT – Otimização das Tarefas Diárias, onde exploramos como utilizar o ChatGPT de forma prática no contexto empresarial.

 

3. IA generativa avançada nas empresas: criar ferramentas próprias

À medida que as organizações ganham experiência na utilização da Inteligência Artificial, surge um novo nível de maturidade digital: adaptar a tecnologia às necessidades específicas da empresa.

Hoje já é possível criar assistentes de IA especializados que ajudam tanto a responder a dúvidas internas sobre procedimentos como a apoiar equipas na elaboração de documentos técnicos.

Além disso, a integração da IA com Excel, Word ou PowerPoint permite criar fluxos de trabalho muito mais eficientes.

Estes são alguns dos temas explorados na formação IA Generativa com ChatGPT – Nível Avançado, pensada para profissionais que querem levar a utilização da Inteligência Artificial para um nível mais estratégico.

 

Estas formações preparam a sua equipa para trabalhar com Inteligência Artificial

Como a Inteligência Artificial está a transformar a forma como as empresas operam, as competências digitais das equipas tornaram-se um fator crítico de competitividade. Ao integrar Inteligência Artificial nas empresas é possível:

  • Aumentar a produtividade interna;
  • Reduzir tarefas repetitivas;
  • Melhorar a qualidade da informação para tomada de decisão;
  • E acelerar processos e inovação.

Na Academia Grow, ajudamos as organizações a desenvolver estas competências através de formação certificada, prática e adaptada ao contexto real das empresas.

Se quer preparar as suas equipas para trabalhar com Inteligência Artificial de forma estratégica, fale connosco e descubra como podemos apoiar a formação na sua empresa.

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Como a formação em liderança está a transformar equipas em 2026

Como a formação em liderança está a transformar equipas em 2026

Num mercado cada vez mais exigente, a diferença entre equipas que apenas cumprem e equipas que realmente se destacam raramente está nos recursos ou na estratégia. Está, quase sempre, na liderança. Mais concretamente, na formação em liderança.

As organizações mais eficazes perceberam que os melhores líderes são aqueles que conseguem desenvolver pessoas, criar confiança e potenciar talento. É precisamente neste contexto que a formação em Liderança e Coaching assume um papel decisivo.

Este é um dos principais motivos pelos quais o curso de Liderança e Coaching da Academia GROW se tornou uma competência estratégica para direções, chefias e coordenadores de equipas.

 

O que é a liderança com abordagem de coaching?

A liderança tradicional baseava-se sobretudo na autoridade e na experiência técnica. No entanto, os desafios actuais exigem algo mais: líderes capazes de compreender pessoas, motivar equipas e gerir a mudança.

A abordagem de coaching aplicada à liderança assenta num princípio simples, mas poderoso: o papel do líder é tanto dar respostas como ajudar a sua equipa a encontrar soluções.

Segundo a International Coaching Federation, o coaching é um processo que promove o desenvolvimento do potencial e melhora o desempenho através da reflexão, da consciência e da responsabilidade.

Quando integrada na liderança, esta abordagem permite:

  • melhorar o desempenho individual e colectivo;
  • aumentar o envolvimento e a motivação;
  • desenvolver autonomia nas equipas;
  • reforçar a responsabilidade e o compromisso.

Estas competências são hoje consideradas essenciais em qualquer função de liderança.

 

Formação em liderança de equipas

Um dos fatores mais determinantes no sucesso de uma equipa é a qualidade da relação com a sua liderança.

Equipas que confiam nos seus líderes apresentam, de forma consistente:

  • melhor comunicação;
  • maior capacidade de resolução de problemas;
  • maior espírito de entreajuda;
  • níveis mais elevados de motivação.

A liderança com competências de coaching trabalha precisamente estas dimensões, valorizando:

  • a partilha de objectivos claros;
  • o desenvolvimento individual;
  • o reconhecimento;
  • a criação de relações de confiança.

Este é um dos pilares centrais da nossa formação em Liderança e Coaching, um dos nossos cursos de Desenvolvimento Pessoal.

 

Comunicação eficaz: a competência mais importante de um líder

Grande parte das dificuldades nas equipas resulta de falhas de comunicação, não de falta de competência técnica. Tal como já falámos neste artigo, comunicar implica escuta ativa, disponibilidade para compreender diferentes perspectivas e valorizar feedbacks construtivos.

Assim, muitas vezes é mais importante fazer as perguntas certas do que dar respostas certas, uma competência que os líderes mais capazes valorizam.

Na prática, fazer as perguntas certas estimula o pensamento crítico, ajuda a desenvolver a autonomia das equipas e otimiza a qualidade das decisões.

 

Gestão do talento na formação em liderança

Atrair talento é importante, mas desenvolver e reter talento é decisivo. Afinal, são cada vez mais os profissionais que valorizam líderes que apoiam o seu desenvolvimento, promovem um ambiente de trabalho positivo e orientado para o desenvolvimento pessoal e coletivo.

É esse o cerne da formação em Liderança e Coaching, a qual permite às empresas desenvolver competências para:

  • identificar o potencial dos colaboradores;
  • estimular a criatividade;
  • apoiar o crescimento profissional;
  • alinhar objectivos individuais e organizacionais.

O resultado são equipas mais estáveis, mais motivadas e mais produtivas.

 

Formação em Liderança e Coaching para chefias e gestores

Investir no desenvolvimento de competências de liderança permite às direcções, chefias e coordenadores melhorar o desempenho das equipas, reforçar a comunicação interna e criar ambientes de trabalho mais positivos, onde o compromisso entre equipas é firme e orientado para a produtividade.

Por isso, num contexto em que a qualidade da liderança é um dos principais fatores de sucesso organizacional, o curso de Liderança e Coaching da Academia GROW é a solução ideal para desenvolver líderes preparados para o futuro.

Esta formação permite compreender e aplicar os princípios da liderança com abordagem de coaching, reforçando competências essenciais como:

  • comunicação eficaz;
  • gestão do talento;
  • desenvolvimento de equipas;
  • condução eficaz de reuniões;
  • criação de relações de confiança;
  • gestão da mudança.

Mais do que transmitir conhecimentos, esta formação permite desenvolver competências práticas com impacto directo no desempenho profissional.

Fale connosco para conhecer mais sobre a nossa formação em Liderança e Coaching!

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Vamos falar de Segurança e Saúde no Trabalho na era digital?

Vamos falar de Segurança e Saúde no Trabalho na era digital?

Falar de Segurança e Saúde no Trabalho na era digital é falar de ganhos em eficiência, flexibilidade e inovação, mas também de novos riscos. Embora menos visíveis, o seu impacto é real e afeta as organizações

A transformação digital mudou profundamente a forma como trabalhamos. Computadores portáteis, plataformas colaborativas, smartphones e sistemas inteligentes fazem hoje parte do quotidiano de milhões de trabalhadores. No entanto, esta nova realidade trouxe também novos riscos para a segurança e saúde no trabalho (SST), muitos deles menos visíveis, mas com impacto real nas pessoas e nas organizações.

A questão já não é saber se a digitalização afeta a saúde dos trabalhadores, mas como as empresas podem prevenir esses riscos e promover ambientes de trabalho saudáveis, sustentáveis e produtivos.

 

A saúde no trabalho vai além da ausência de acidentes

A Organização Mundial da Saúde define a saúde ocupacional como a promoção e manutenção do mais elevado nível de bem-estar físico, mental e social dos trabalhadores. Esta definição é particularmente relevante na era digital, onde muitos dos riscos não resultam de máquinas perigosas ou ambientes industriais, mas de organização do trabalho, uso intensivo de tecnologia e pressão constante.

Hoje, a SST passou a ser um factor estratégico, com impacto directo no desempenho, na retenção de talento, no absentismo e no clima organizacional.

 

Segurança e Saúde no Trabalho na era digital: riscos menos visíveis

A digitalização alterou, não só a forma como o trabalho é executado, mas também a forma como o corpo e a mente respondem às exigências profissionais.

Segundo a Autoridade para as Condições de Trabalho, a crescente utilização de tecnologias digitais expõe os trabalhadores a novos riscos profissionais, exigindo uma abordagem preventiva mais integrada.

Entre os principais riscos associados ao trabalho digital destacam-se:

Riscos físicos e biomecânicos

O uso prolongado de computadores e dispositivos digitais está associado a:

    • posturas inadequadas mantidas durante longos períodos;
    • movimentos repetitivos;
    • ausência de pausas regulares;
    • aumento das lesões musculoesqueléticas relacionadas com o trabalho (LMERT).

Riscos psicossociais

A tecnologia trouxe flexibilidade, mas também:

    • ritmos de trabalho mais intensos;
    • pressão para estar sempre disponível;
    • dificuldade em separar vida profissional e pessoal;
    • aumento do stress, ansiedade ou do risco de burnout.

Assim, a Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho alerta para o facto de estes riscos físicos e psicossociais surgirem frequentemente em conjunto.

 

Porque é que isto deve preocupar decisores e responsáveis de RH?

Porque os impactos da segurança e saúde no trabalho na era digital não se limitam ao indivíduo. Ou seja, quando a saúde dos trabalhadores é afetada, as organizações sentem-no de forma clara em várias dimensões:

  • aumento do absentismo e das baixas prolongadas;
  • quebra de produtividade;
  • maior rotatividade;
  • dificuldades na atracção e retenção de talento;
  • maior exposição a riscos legais e reputacionais.

Ignorar estes sinais é adiar um problema que, mais cedo ou mais tarde, se torna estrutural.

 

Proteger o corpo e a mente: uma visão integrada da prevenção

Na era digital, proteger a saúde dos trabalhadores implica olhar para a SST de forma integrada, combinando prevenção de riscos profissionais com promoção do bem-estar psicológico.

De acordo com a ACT, esta abordagem passa por medidas concretas, como:

  • avaliação regular dos postos de trabalho digitais, com foco na ergonomia;
  • promoção de pausas activas e organização equilibrada do tempo de trabalho;
  • sensibilização para a gestão do tempo e para o equilíbrio entre vida profissional e pessoal;
  • implementação de estratégias de prevenção dos riscos psicossociais;
  • envolvimento dos trabalhadores e aposta contínua na formação.

Mais do que reagir a problemas, trata-se de criar uma cultura de prevenção, ajustada à realidade digital.

 

A digitalização como oportunidade para reduzir o risco

Não obstante, a tecnologia não é, por si só, um problema. Quando bem utilizada, a era digital permite:

  • identificar riscos de forma mais precoce;
  • melhorar a organização do trabalho;
  • reduzir esforços físicos desnecessários;
  • apoiar decisões preventivas baseadas em dados.

O desafio está em garantir que a digitalização avança lado a lado com a prevenção, a formação e a responsabilidade organizacional.

 

O papel da formação na SST do presente e do futuro

Neste contexto, a formação assume um papel central. Não apenas para cumprir obrigações legais, mas também para:
Capacitar decisores e responsáveis de RH;
Atualizar competências face aos novos riscos;
Promover práticas de trabalho mais saudáveis;
Reforçar o compromisso das organizações com o bem-estar dos seus trabalhadores.

A segurança e saúde no trabalho na era digital exige conhecimento actualizado, visão estratégica e uma abordagem humana.

 

Formação em Segurança e Saúde no Trabalho na era digital: fale connosco!

A era digital trouxe novas formas de trabalhar, mas também novas responsabilidades para as organizações. Proteger a saúde dos trabalhadores implica reconhecer riscos físicos e psicossociais, agir de forma preventiva e investir numa cultura de bem-estar.

As empresas que compreendem esta realidade não só cumprem a lei, como constroem ambientes de trabalho mais resilientes, produtivos e sustentáveis.

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Conhece os 3 pilares da Segurança no Trabalho?

Conhece os 3 pilares da Segurança no Trabalho?

Garantir a segurança no trabalho vai muito além do cumprimento de uma obrigação legal. Se cumprir os 3 pilares da Segurança no Trabalho é um sinal claro de cuidado com os colaboradores e um fator que contribui diretamente para a sustentabilidade, reputação e sucesso das empresas.

A formação garante, não apenas um ambiente de trabalho seguro e saudável, mas uma equipa na qual cada colaborador sabe como agir muito antes de ocorrer um acidente.

Mas, antes de escolher a próxima formação ou implementar novas medidas, importa dar um passo atrás e colocar a questão essencial: está a fazer as perguntas certas sobre Segurança no Trabalho?

 

O que é a Segurança e Higiene no Trabalho?

A Segurança e Higiene no Trabalho corresponde a um conjunto de práticas, normas e medidas legais destinadas a prevenir acidentes de trabalho e doenças profissionais, bem como a proteger a saúde física e psicológica dos colaboradores.

Conforme estipulado pelo Regime Jurídico da Promoção da Segurança e Saúde no Trabalho, as empresas são responsáveis por proporcionar um ambiente de trabalho seguro para todos, identificando, avaliando e controlando os riscos presentes nas suas atividades. Isto inclui desde a correta utilização de equipamentos de trabalho e proteção individual até à promoção de boas práticas ergonómicas e organizacionais.

O objetivo é simples, mas exigente: reduzir riscos, evitar acidentes e garantir condições de trabalho dignas e seguras para todos.

 

Segurança no Trabalho: tudo começa na formação

Assegurar condições de segurança e saúde não é apenas uma imposição legal. É uma demonstração clara de responsabilidade social e de valorização do capital humano, que aproxima as empresas dos mais elevados critérios ESG valorizados pelo mercado.

Empresas que investem numa abordagem consistente à SST tendem a registar:

  • Menor número de acidentes e incidentes
  • Redução do absentismo e das baixas médicas
  • Maior motivação e envolvimento dos colaboradores
  • Melhoria da produtividade e da qualidade do trabalho
  • Menor exposição a coimas, indemnizações e paragens operacionais

Tudo isto começa com decisões informadas e com uma visão estratégica da segurança no trabalho. Assim, dos primeiros socorros à condução de empilhadores, formação é o primeiro passo para uma cultura de segurança.

 

Os 3 pilares da Segurança e Higiene no Trabalho

Uma estratégia eficaz de Segurança e Saúde no Trabalho assenta em três pilares fundamentais: prevenção, proteção e sensibilização.

Vamos conhecê-los em detalhe:

Prevenção

A prevenção consiste em antecipar e minimizar os riscos antes de estes se traduzirem em acidentes ou problemas de saúde.

Inclui, entre outras ações:

  • Identificação e avaliação contínua de riscos
  • Implementação de boas práticas de segurança
  • Manutenção regular de máquinas e equipamentos
  • Inspeções periódicas aos locais de trabalho
  • Formação adequada às funções e aos riscos existentes

Uma empresa preventiva não reage apenas a problemas: atua antes de eles surgirem.

Proteção

Mesmo com medidas preventivas, o risco nunca é zero. A função de proteção visa garantir que, caso algo corra mal, os danos são reduzidos ao mínimo possível.

Alguns exemplos de medidas de proteção incluem:

  • Existência e manutenção de extintores e sistemas de combate a incêndios
  • Disponibilização de kits de primeiros socorros
  • Utilização adequada de Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  • Definição de procedimentos de emergência e evacuação

A proteção prepara a empresa para responder de forma rápida e eficaz em situações de emergência.

Sensibilização

A sensibilização é o pilar que sustenta a prevenção e a proteção. Colaboradores informados e conscientes dos riscos são agentes ativos da segurança.

Esta função envolve:

  • Formação contínua em segurança e saúde no trabalho
  • Comunicação clara sobre riscos e procedimentos
  • Promoção de comportamentos seguros
  • Envolvimento dos trabalhadores na prevenção

Uma cultura de segurança constrói-se com conhecimento, responsabilidade e participação.

 

Empresas: o que diz a legislação

Em Portugal, a Segurança e Saúde no Trabalho é regulada pela Lei n.º 102/2009, de 10 de setembro, que estabelece o regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho.

Esta legislação aplica-se à generalidade das atividades profissionais, abrangendo o setor privado, cooperativo e social, e define um conjunto claro de obrigações para as entidades empregadoras.

De forma resumida, as empresas são obrigadas a:

  • Garantir condições seguras e saudáveis no exercício das funções;
  • Implementar medidas de prevenção, formação e vigilância da saúde;
  • Realizar avaliações de risco contínuas;
  • Promover uma cultura de prevenção dentro da organização.

Estas regras aplicam-se a trabalhadores por conta de outrem, trabalhadores independentes e, sempre que compatível, a outras formas de prestação de trabalho.

 

O que acontece em caso de incumprimento?

O incumprimento das regras de Segurança e Higiene no Trabalho constitui uma contraordenação muito grave, sujeita a coimas elevadas.

Para além do impacto financeiro, a empresa pode ser responsabilizada por acidentes resultantes de negligência, enfrentando indemnizações, danos reputacionais e prejuízos operacionais.

Em situações mais graves, as autoridades competentes podem determinar a suspensão temporária ou definitiva da atividade da empresa.

 

Os 3 pilares da segurança assentam em Formação

Mais do que cumprir a lei ou realizar ações pontuais de formação, a Segurança e Saúde no Trabalho exige uma abordagem estruturada, contínua e alinhada com a realidade da empresa.

Antes de escolher a próxima formação, importa questionar:

  • Que riscos existem na minha atividade?
  • Que competências precisam os meus colaboradores?
  • Que medidas de prevenção, proteção e sensibilização estão efetivamente implementadas?

Na Grow, acreditamos que a formação é essencial para a segurança das equipas. Mas o verdadeiro impacto e resultado só existe quando integrada numa estratégia clara e ajustada às necessidades da empresa.

Apoiamos as organizações não apenas na realização de ações de formação, mas também na definição de estratégias de Segurança e Saúde no Trabalho assentes em prevenção, proteção e sensibilização.

Fazer as perguntas certas é o primeiro passo para proteger pessoas. Falar connosco é o passo seguinte para construir um ambiente de trabalho mais seguro na sua empresa.

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Há formação financiada pelo Portugal 2030 em 2026!

Há formação financiada pelo Portugal 2030 em 2026!

O início de um novo ano é, para muitas empresas, o momento para rever estratégias, definir prioridades e decidir onde investir. Felizmente, em 2026 há boas oportunidades para fazer formação financiada pelo Portugal 2030, com novas competências para a sua equipa e mais competitividade para a sua empresa.

Falamos-lhe do programa SIQRH – Formação Empresarial – Operações individuais, um sistema de incentivos do Portugal 2030 que concede às empresas de média ou grande dimensão apoio a fundo perdido para investir em formação à medida, isto é, projetos autónomos de formação.

Neste artigo explicamos-lhe, de forma clara e prática:

  • Como funcionam os apoios do Portugal 2030 para projetos de formação;
  • Que tipo de iniciativas podem ser financiadas;
  • Quais as áreas de formação que o Portugal 2030 privilegia?

 

Portugal 2030: porquê apostar em formação financiada em 2026?

Num contexto marcado pela transformação digital, os projetos de formação financiada pelo Portugal 2030 são apoiados através do SIQRH – Formação Empresarial – Operações individuais, um sistema de incentivos que permite às empresas:

  • qualificar trabalhadores, gestores e empresários;
  • preparar equipas para novos desafios tecnológicos e organizacionais;
  • melhorar processos internos e eficiência operacional;
  • alinhar competências com a estratégia de crescimento do negócio.

Quando este investimento é feito com apoio financeiro, o impacto torna-se ainda mais relevante, pois reduz o esforço financeiro da empresa e aumenta o retorno do investimento nas pessoas.

 

Formação financiada pelo Portugal 2030: o que são os projetos autónomos de formação?

Os projetos autónomos de formação são candidaturas que permitem às empresas apresentar um plano de formação à medida das suas necessidades.

Estes projetos destinam-se à formação de ativos (trabalhadores, empresários e gestores) e podem incluir ações presenciais, online, em sala ou em contexto de trabalho.

O objetivo é apoiar projetos de formação que tenham impacto real na organização e contribuam para a sua competitividade, resiliência e capacidade de adaptação.

 

Que áreas de formação podem ser financiadas?

Um dos pontos fortes do SIQRH é a amplitude das áreas de formação financiada pelo Portugal 2030. Ou seja, as empresas podem apostar em cursos alinhados com os seus desafios específicos, nomeadamente:

  • Ambiente de trabalho eficiente e seguro
    Formação em segurança, saúde no trabalho, ergonomia e bem-estar, essencial para reduzir riscos, melhorar condições de trabalho e cumprir obrigações legais.
  • Competências técnicas críticas para o negócio
    Ações focadas em competências técnicas diretamente ligadas à atividade da empresa, fundamentais para melhorar a qualidade, a produtividade e a eficiência.
  • Digitalização, Indústria 4.0 e economia digital
    Formação em ferramentas digitais, automação, processos digitais e tecnologias associadas à Indústria 4.0, apoiando a modernização das empresas.
  • Inteligência Artificial, ciência dos dados e machine learning
    Capacitação das equipas para compreender e aplicar soluções de IA, análise de dados e apoio à tomada de decisão, cada vez mais relevantes em diferentes áreas de negócio.
  • Ferramentas de gestão e melhoria da produtividade
    Formação em metodologias de gestão, organização do trabalho, melhoria contínua e produtividade, com impacto direto nos resultados da empresa.
  • Liderança e motivação de equipas
    Desenvolvimento de competências de liderança, comunicação e gestão de equipas, essenciais para reter talento e garantir o envolvimento das pessoas.
  • Sustentabilidade, economia circular e transição energética
    Formação em práticas sustentáveis, eficiência energética, economia circular e ESG, temas cada vez mais valorizados por clientes, parceiros e mercados.
  • Internacionalização e marketing digital
    Capacitação em estratégias de entrada em mercados externos, gestão da marca, vendas online, comunicação e marketing digital.

Estas áreas de formação financiada podem ser combinadas num mesmo projeto para a candidatura ao Portugal 2030, desde que devidamente fundamentadas e alinhadas com os objetivos da empresa.

 

Formação financiada em abril de 2026

Embora a abertura das candidaturas esteja prevista já em abril, a experiência mostra que os projetos autónomos de formação mais bem-sucedidos são os que:

  • Resultam de um diagnóstico claro das necessidades da empresa;
  • Estão alinhados com a estratégia e os objetivos do negócio;
  • São estruturados com tempo, evitando decisões apressadas.

Preparar o projeto com antecedência permite definir prioridades, envolver as equipas certas e maximizar o apoio a obter.

 

Obtenha apoios para a formação pelo Portugal 2030

A Academia GROW, academia de formação da Estrategor, é certificada em 17 áreas de formação e tem vindo a apoiar empresas na definição, preparação e execução de projetos de formação financiados.

O nosso apoio é integrado e acompanha a empresa em todas as fases:

  • identificação das necessidades de formação;
  • desenho do plano formativo alinhado com os objetivos estratégicos;
  • apoio técnico na preparação da candidatura ao Portugal 2030;
  • execução da formação e acompanhamento técnico-pedagógico.

Mais do que executar ações de formação, o nosso foco é garantir que a formação contribui efetivamente para o crescimento e sustentabilidade da sua empresa.

 

Se quer perceber como estruturar um projeto de formação financiado à medida da sua empresa e apoiado pelo Portugal 2030, este é o momento certo para começar a planear. Fale connosco!

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