Saiba tudo sobre as alterações da ISO 9001!

Saiba tudo sobre as alterações da ISO 9001!

A ISO 9001 está em processo de revisão e as empresas certificadas devem começar desde já a preparar-se para as alterações previstas. Embora não se antecipem mudanças disruptivas, a próxima versão da norma reforça tendências que já estão a transformar os sistemas de gestão da qualidade: maior foco em risco e oportunidade, ética organizacional, governação, contexto externo e integração com temas como alterações climáticas e sustentabilidade.

Para empresários e decisores, a questão já não é se a ISO 9001 vai mudar, mas como garantir que a organização estará preparada quando a nova versão entrar em vigor.

 

A ISO 9001 vai mudar. Porquê?

A ISO 9001 é uma das normas de sistemas de gestão mais utilizadas no mundo. A versão atualmente em vigor (ISO 9001:2015) demonstrou grande robustez ao longo do tempo, precisamente porque não prescrevem como fazer, mas sim o que as organizações devem assegurar para garantir confiança às partes interessadas.

Ainda assim, a ISO procede a revisões sistemáticas periódicas, com o objetivo de:

  • Assegurar a relevância da norma face à evolução dos contextos organizacionais;

  • Alinhar conceitos e terminologia entre normas de sistemas de gestão;

  • Clarificar requisitos que, na prática, geram interpretações divergentes;

  • Incorporar novos desafios globais, como risco, resiliência, ética e sustentabilidade.

 

Quando esperar as alterações da ISO 9001?

Após a revisão sistemática de 2020, que recomendou não avançar com alterações imediatas, 2022 trouxe um trabalho exploratório sobre uma futura revisão da norma. Em 2023, os organismos membros aprovaram formalmente o arranque do processo de revisão.

Inicialmente prevista como uma revisão rápida, a complexidade e o elevado número de contributos recebidos levaram ao alargamento do calendário. O processo encontra-se atualmente na fase de Rascunho de Norma Internacional (DIS), com publicação da versão final prevista para 2026, seguida de um período de transição estimado em cerca de três anos.

Este enquadramento significa que as empresas terão tempo para se adaptar, mas as que se prepararem mais cedo terão clara vantagem competitiva.

Quais são as alterações previstas para a ISO 9001?

Contexto da organização e alterações climáticas

A norma passa a integrar de forma mais explícita a necessidade de avaliar se as alterações climáticas são relevantes para o contexto da organização. Este requisito reforça a ligação entre gestão da qualidade, sustentabilidade e expectativas das partes interessadas.

Não significa que todas as empresas tenham de desenvolver planos ambientais complexos, mas implica que o tema seja analisado, documentado e considerado na gestão do sistema.

Partes interessadas e expectativas alargadas

As partes interessadas passam a ser encaradas de forma mais abrangente, reconhecendo que podem existir requisitos relacionados com ação climática, ética, cadeia de fornecimento e responsabilidade organizacional.

Este ponto tem impacto direto na forma como as empresas:

  • analisam riscos externos;

  • selecionam e avaliam fornecedores;

  • comunicam com clientes e parceiros.

Liderança, cultura da qualidade e ética

A gestão de topo assume um papel ainda mais claro na promoção de:

  • uma cultura da qualidade;

  • comportamentos éticos;

  • alinhamento entre estratégia, valores e operação.

Este reforço afasta definitivamente a ideia de que a ISO 9001 é apenas “um sistema da qualidade” e aproxima-a de um verdadeiro modelo de governação organizacional.

Risco e oportunidade tratados de forma distinta

Uma das alterações mais relevantes é a clarificação entre:

  • riscos, enquanto fatores com potencial impacto negativo;

  • oportunidades, enquanto fatores com potencial impacto positivo.

Esta separação ajuda as organizações a estruturar melhor o planeamento, evitando abordagens excessivamente defensivas e promovendo uma visão mais estratégica do sistema de gestão.

Infraestruturas, trabalho remoto e híbrido

A norma passa a clarificar que os requisitos de infraestrutura se aplicam igualmente a modelos de trabalho presenciais, remotos ou híbridos, refletindo a evolução das formas de organização do trabalho.

O que devem as empresas fazer já?

Mesmo antes da publicação da versão final da norma, as organizações podem e devem começar a preparar-se.

Algumas ações recomendadas incluem:

  • Acompanhar a evolução da revisão e os documentos públicos disponíveis;

  • Reforçar a análise de contexto, risco e partes interessadas;

  • Avaliar a maturidade da liderança e da cultura da qualidade;

  • Investir na capacitação das equipas responsáveis pelos sistemas de gestão;

  • Preparar auditorias internas mais orientadas para risco, eficácia e valor.

Estas ações não representam desperdício de recursos. Pelo contrário, melhoram desde já a eficácia do sistema de gestão, mesmo com a versão atual da norma.

 

Formação em Sistemas de Gestão da Qualidade

A Academia Grow pode ajudar a sua empresa a adaptar-se às alterações da ISO 9001 através de formações focadas em:

  • interpretação prática dos requisitos da ISO 9001;

  • auditorias internas orientadas para risco e oportunidade;

  • integração com outros sistemas de gestão;

  • preparação estratégica para revisões normativas.

A próxima revisão da ISO 9001 não deve ser encarada como uma ameaça, mas como uma oportunidade para reforçar a maturidade do sistema de gestão da qualidade e o seu alinhamento com a estratégia do negócio.

As organizações que anteciparem a mudança, investirem na capacitação das suas equipas e adotarem uma visão mais estratégica da qualidade estarão melhor posicionadas para enfrentar um contexto empresarial cada vez mais exigente, transparente e orientado para a confiança.

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Regulamento Geral de Proteção de Dados Pessoais

ISO 50001: o que é e para que serve esta certificação ambiental?

ISO 50001: o que é e para que serve esta certificação ambiental?

A certificação ISO 50001 é hoje uma das ferramentas mais eficazes para reduzir custos energéticos, cumprir obrigações legais e melhorar a competitividade das empresas. Num contexto de aumento dos preços da energia, maior exigência regulatória e pressão para a descarbonização, a gestão sistemática da energia deixou de ser uma opção e passou a ser uma prioridade estratégica.

É precisamente neste enquadramento que a ISO 50001 – Sistemas de Gestão de Energia ganha relevância, oferecendo às organizações um referencial internacional que permite estruturar, medir e melhorar continuamente o seu desempenho energético.

 

O que é e para que serve a ISO 50001?

A ISO 50001 é uma norma internacional que estabelece os requisitos para a implementação de um Sistema de Gestão de Energia (SGEn). O seu objetivo é apoiar as organizações na criação de processos que conduzam a uma utilização mais eficiente da energia, reduzindo desperdícios e custos, sem comprometer a produtividade.

Ao contrário do que muitas empresas assumem, a ISO 50001 não impõe metas energéticas fixas nem obriga a investimentos imediatos em tecnologia. O foco está na gestão, na análise de dados e na tomada de decisão informada, permitindo que cada organização defina objetivos alinhados com o seu contexto operacional e estratégico.

Esta abordagem torna a norma aplicável a empresas industriais, organizações de serviços, grandes consumidores de energia e PME, independentemente do setor de atividade.

A ISO 50001 na descarbonização das empresas:

Poupança energética na ordem dos 10%

Para muitos empresários, a energia continua a ser vista como um custo inevitável. No entanto, as organizações que implementam sistemas de gestão de energia estruturados conseguem transformar esse custo num fator direto de competitividade.

Uma gestão eficaz da energia permite:

    • Identificar consumos excessivos e ineficiências operacionais

    • Priorizar áreas de elevado impacto energético

    • Tomar decisões baseadas em indicadores objetivos

    • Reduzir custos operacionais de forma sustentada

A própria ISO indica que a adoção da norma pode gerar poupanças iniciais na ordem dos 10%, sobretudo através de melhorias organizacionais, controlo operacional e otimização de processos, muitas vezes sem necessidade de investimento elevado.

Planeamento energético e usos significativos de energia (USE)

Um dos pilares centrais da ISO 50001 é o planeamento energético, que assenta numa análise aprofundada da forma como a energia é utilizada na organização.

Este processo permite identificar os chamados Usos Significativos de Energia (USE), ou seja, áreas, processos, equipamentos ou sistemas responsáveis por uma parte relevante do consumo energético total ou com maior potencial de melhoria.

A norma exige que, para cada USE, a organização:

    • Identifique variáveis relevantes que influenciam o consumo

    • Defina indicadores de desempenho energético (EnPI)

    • Estabeleça linhas de base energéticas

    • Monitorize resultados de forma contínua

Esta abordagem garante que as decisões de melhoria são tomadas com base em dados reais e não em perceções subjetivas.

Medição, verificação e cumprimento de requisitos legais

A ISO 50001 atribui grande importância à medição e verificação do desempenho energético, assegurando que as melhorias são mensuráveis, verificáveis e sustentáveis ao longo do tempo.

Este aspeto é particularmente relevante no contexto nacional, onde muitas empresas estão sujeitas a obrigações legais específicas, nomeadamente no âmbito das auditorias energéticas obrigatórias, planos de racionalização dos consumos de energia e enquadramento do SGCIE

A implementação de um Sistema de Gestão de Energia alinhado com a ISO 50001 facilita o cumprimento das exigências legais, reduzindo riscos de não conformidade e melhorando a relação com entidades reguladoras.

 

Formação ISO 50001: Auditorias a Sistemas de Gestão de Energia

Para responder a esta necessidade, a Academia Grow disponibiliza uma formação especializada em Auditorias a Sistemas de Gestão de Energia segundo a ISO 50001, com uma abordagem prática, orientada para a realidade organizacional.

Destinatários

    • Auditores internos

    • Profissionais da área da Sustentabilidade

    • Gestores de Qualidade, Ambiente e Energia

    • Técnicos responsáveis por sistemas de gestão

Objetivos da formação

    • Auditar Sistemas de Gestão de Energia de acordo com a ISO 50001

    • Compreender os requisitos da norma e a sua aplicação prática

    • Articular a ISO 50001 com a ISO 9001 e ISO 14001

    • Interpretar requisitos legais aplicáveis

    • Planear, executar e reportar auditorias internas eficazes

Principais conteúdos

    • Requisitos da EN ISO 50001 e implicações para a organização

    • Conceitos-chave da gestão sistemática de energia

    • Planeamento energético e avaliação energética

    • Medição, verificação e requisitos legais

    • Auditorias energéticas e auditorias internas

    • Verificação, ações corretivas e melhoria contínua

Este curso, que é ajustável em duração, formato (presencial, online ou misto), pode ajudar a sua organização a gerir a energia de forma mais inteligente e estruturada, tornando-se, não só mais eficiente, mas também mais competitiva.

Não perca, por isso, a oportunidade de investir na redução de custos energéticos e na competitividade da sua empresa através da formação em ISO 50001. Fale connosco para receber uma proposta à medida!

 

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Regulamento Geral de Proteção de Dados Pessoais

Formação em Gestão do Tempo: o que dizem os nossos formandos e o que mudou nas empresas?

Formação em Gestão do Tempo: o que dizem os nossos formandos e o que mudou nas empresas?

A Formação em Gestão do Tempo está a mudar o dia-a-dia de muitas empresas. E não é por acaso.

A forma como as equipas gerem o seu tempo tornou-se determinante para a competitividade das empresas. Afinal, uma organização com colaboradores focados e capazes de priorizar tarefas avança mais rápido, reduz desperdícios e alcança resultados com maior consistência.

É precisamente este o objetivo do curso de Gestão do Tempo, uma formação certificada da Academia GROW criada para apoiar empresas que pretendem otimizar o desempenho e a eficiência das suas equipas.

Recolhemos, por isso, os feedbacks dos nossos formandos e analisamos os pontos em comum para demonstrar o impacto real desta formação, não apenas no trabalho individual, mas também na eficiência coletiva e na produtividade das organizações.

 

Gerir melhor o tempo começa na transformação de hábitos

Esta formação – realçam os formandos – é benéfica logo no arranque, já que os ajuda a tomar consciência sobre a forma como usam o seu tempo, nomeadamente, a identificar:

  • Tarefas que consumiam minutos preciosos sem acrescentar valor;
  • Interrupções frequentes que fragmentavam o dia de trabalho;
  • Padrões pessoais que dificultavam a concentração;
  • A tendência para resolver primeiro o que é mais fácil em vez do que é mais importante.

Este diagnóstico é transformador na gestão do tempo. Cada formando começa por ver, com objetividade, onde está a perder tempo e o que pode mudar.

 

 Formação em Gestão do Tempo: ferramentas práticas

Outro ponto comum no feedback que recolhemos é a aplicabilidade imediata das metodologias trabalhadas na formação em Gestão do Tempo, tais como:

  • Planear o início do dia de trabalho e da semana;
  • Definir prioridades e criar blocos de tempo dedicados a tarefas específicas;
  • Delegar tarefas de menor valor;
  • Dominar técnicas de controlo das interrupções;
  • Entre outras.

Mudanças simples como criar checklists ou rever as prioridades no início de cada dia produzem resultados tangíveis nas equipas e, por conseguinte, nos resultados das empresas.

 

Mais foco, menos stress e maior eficiência

A maioria dos participantes refere que, ao aplicar estas técnicas, começa a sentir:

  • Maior clareza sobre o que é realmente prioritário;
  • Menos dispersão ao longo do dia;
  • Redução da sensação de sobrecarga;
  • Maior eficácia na execução das tarefas críticas;
  • Melhor equilíbrio entre rigor e flexibilidade.

Estas conclusões demonstram que a formação contribui para um ambiente de trabalho mais organizado, com colaboradores mais confiantes e autónomos.

 

Esta Formação pode mudar a sua organização

O impacto não se limita ao desempenho pessoal. Muitos formandos referem melhorias visíveis no trabalho em equipa, nomeadamente:

  • Maior clareza na comunicação interna;
  • Reuniões mais objetivas e produtivas;
  • Maior consciência do impacto das interrupções no trabalho dos outros;
  • Partilha mais transparente das prioridades coletivas.

Estas transformações refletem-se diretamente nos resultados da empresa: menos retrabalho, maior coordenação entre departamentos, decisões mais rápidas e uma cultura de foco orientada para objetivos.

 

A produtividade começa no Plano de Ação Pessoal

O Plano de Ação Pessoal é o elemento mais valorizado pelos formandos que já fizeram este curso. Mas também pelas empresas.

Falamos de uma ferramenta que desafia cada formando a estabelecer metas, definir prioridades alinhadas com os objetivos das empresas, organizar tarefas e acompanhar a evolução das mudanças. Mais do que uma lista de tarefas, este plano funciona como um compromisso pessoal e profissional, garantindo que o impacto transformador da formação se prolonga nas semanas seguintes.

 

Gestão do Tempo: o que dizem os nossos formandos?

Os feedbacks que analisámos até aqui mostram essencialmente três coisas:

  1. A formação é relevante para os desafios reais das equipas;
  2. Os conteúdos têm aplicabilidade prática e direta;
  3. É possível medir os resultados e impactos gerados.

Para empresas que pretendem aumentar a produtividade, reforçar a autonomia e construir equipas mais focadas e colaborativas, a Formação em Gestão do Tempo representa um investimento com retorno direto e não apenas uma ação formativa adicional.

Formação em Gestão do Tempo: fale connosco!

O curso Gestão do Tempo da Academia GROW é uma formação certificada e totalmente adaptável à realidade da sua organização.

Baseia-se em três pilares essenciais:

  • Princípios da gestão do tempo
  • Planeamento e organização do trabalho
  • Otimização do tempo e melhoria contínua

É ajustável em duração, formato (presencial, online ou misto) e com técnicas práticas para profissionais com funções de liderança, administrativas ou comerciais.

Se procura equipas mais focadas, produtivas e alinhadas com os objetivos estratégicos, este curso pode ser a solução ideal. Fale connosco para receber uma proposta à medida!

O prazo para o resgate do FCT vai acabar!

O prazo para o resgate do FCT vai acabar!

Com o fim das contribuições para o Fundo de Compensação do Trabalho (FCT), as empresas portuguesas passaram a poder recuperar 100% do valor que descontaram entre 2013 e 2023. Esta verba pode ser utilizada para financiar benefícios diretos para os trabalhadores, incluindo formação profissional totalmente suportada pelo saldo existente no FCT.

São cerca de 600 milhões de euros disponíveis para devolver às empresas e grande parte tem sido mobilizada para financiar formação certificada.

Ou seja, o resgate do FCT é – para empresários e diretores de recursos humanos – uma oportunidade de reforçar competências internas sem quaisquer custos adicionais.

Neste guia, explicamos como funciona o resgate do FCT, como fazer o pedido, quais são as finalidades permitidas e por que razão a formação é a aplicação mais vantajosa para a maioria das organizações.

O que é o resgate do FCT e porque é que agora pode recuperar esse valor?

O FCT foi criado em 2013, durante o período de assistência financeira da Troika, com o objetivo de acumular um montante que ajudasse a suportar indemnizações por cessação de contratos de trabalho. Para isso, as empresas contribuíam mensalmente com uma percentagem do salário base dos trabalhadores.

Em maio de 2023, estas contribuições foram suspensas e o Fundo de Compensação do Trabalho tinha acumulado até então um volume significativo de saldos por utilizar. Assim, acordou-se que as empresas poderiam resgatar integralmente o montante acumulado, desde que o aplicassem em finalidades específicas para os trabalhadores.

Há três soluções para resgatar a verba do FCT, mas a mais simples e estratégica de todas é a conversão em formação profissional.

Há 3 formas de resgatar o saldo do FCT

O valor acumulado pode ser mobilizado para três finalidades:

1) Formação profissional para os trabalhadores

É a opção mais simples, rápida e vantajosa para qualquer empresa, pois permite utilizar a verba acumulada desde 2013 para executar planos de formação à medida, financiar formações obrigatórias e cumprir as 40 horas de formação anual.

De resto, tem sido a opção preferida pelas empresas, que até agora têm mobilizado o saldo principalmente para este fim. E é fácil perceber porquê:

  • Não exige infraestruturas, acordos coletivos nem investimentos físicos;

  • Tem impacto imediato na produtividade;

  • Permite transformar um valor parado num ativo de desenvolvimento interno.

2) Apoio a custos e investimentos com habitação de trabalhadores

A empresa pode aplicar o saldo do FCT para apoiar despesas ou projetos habitacionais destinados aos colaboradores.

3) Apoio a creches, refeitórios e outros equipamentos sociais

Se houver intenção de criar ou melhorar infraestruturas sociais internas, é possível mobilizar o saldo para esse fim, desde que haja acordo com estruturas representativas dos trabalhadores.

Estas finalidades podem ser utilizadas individualmente ou combinadas.

Como fazer o pedido de mobilização do FCT?

O processo é inteiramente online e bastante simples.

Para começar, deve aceder ao portal oficial e iniciar o pedido de resgate, aqui: www.fundoscompensacao.pt

O pedido inclui:

  • indicação do valor a mobilizar e respetiva finalidade;

  • lista dos trabalhadores beneficiários;

  • declaração de compromisso de honra confirmando que estes foram auscultados e que não houve oposição;

  • (apenas para equipamentos sociais) cópia do acordo com estruturas representativas dos trabalhadores.

Quantas vezes posso mobilizar o saldo?

Depois de consultar no portal o saldo disponível, a recuperação depende do valor em causa:

  • Até 400 mil euros: 2 mobilizações

  • Acima de 400 mil euros: 4 mobilizações

No entanto, o montante total também pode ser mobilizado de uma só vez.

Já a transferência do valor ocorre sempre no dia 8 do mês seguinte ao pedido.

Até quando pode a sua empresa recuperar o saldo do FCT?

O prazo limite é 31 de dezembro de 2026. Depois dessa data, todos os valores não mobilizados serão transferidos para o Fundo de Garantia do FCT, deixando de poder ser utilizados pelas empresas.

Ou seja, se a sua empresa não pedir o saldo até 2026, perde o direito ao dinheiro que tem disponível.

Por isso, não perca a oportunidade de fazer o resgate do FCT e começar já a financiar a formação dos seus colaboradores.

Uma vez que pode investir tanto em formação obrigatória como em cursos à medida, estará, literalmente, a transformar dinheiro parado em desenvolvimento real. E sem custos adicionais para a empresa! Há lá melhor?

As empresas podem converter as contribuições para o FCT em Formação Profissional, mesmo em áreas obrigatórias, como a Segurança no Trabalho, Primeiros Socorros, ou outros domínios especializados.

Faça o resgate do FCT com a Academia Grow!

A Academia Grow da Estrategor, apoia a sua empresa em todas as fases:

  • avaliação das necessidades de formação;

  • cálculo e gestão do valor disponível no FCT;

  • preparação do pedido online;

  • criação de um plano de formação alinhado com o montante a resgatar;

  • implementação das formações;

  • relatório final para efeitos de conformidade.

Desenhamos programas adaptados às funções, equipas e objetivos da empresa, permitindo aproveitar 100% da verba do FCT antes do fim do prazo.

Recuperar 100% do saldo do FCT com Formação está apenas a um clique de distância

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Regulamento Geral de Proteção de Dados Pessoais

Formação em Finanças? Não é um quebra-cabeças!

Formação em Finanças? Não é um quebra-cabeças!

A formação em Finanças para Não Financeiros tornou-se uma das competências mais valorizadas nas empresas modernas. Num contexto em que dados, indicadores e análises financeiras orientam cada vez mais a tomada de decisão, compreender os fundamentos das finanças deixou de ser exclusivo de contabilistas ou gestores.

Olhe à sua volta. Verá que muitos profissionais — sejam gestores de equipa, responsáveis de área, técnicos especializados ou empreendedores — sabe interpretar números, avaliar riscos e perceber o impacto das suas decisões no desempenho global da organização.

Para as empresas, investir neste tipo de formação é uma forma eficaz de fortalecer capacidades internas, reforçar a autonomia das equipas e elevar o nível de decisão em todos os departamentos.

As finanças não são só para “financeiros”…

Numa empresa, cada decisão tem impacto financeiro, mesmo as que parecem apenas operacionais, comerciais ou tecnológicas.

Decidir comprar um equipamento, ajustar preços, reorganizar processos, contratar colaboradores ou lançar um novo produto implica analisar custos e benefícios, bem como avaliar riscos, compreender margens e antecipar o impacto nos recursos disponíveis.

Sem conhecimento financeiro de base, estas decisões podem tornar-se intuitivas ou incompletas.

Com formação em finanças, porém, transformam-se em decisões fundamentadas e alinhadas com os objetivos estratégicos.

Isto é especialmente relevante para:

  • gestores que precisam de interpretar relatórios e indicadores;

  • equipas comerciais que querem melhorar margens;

  • departamentos operacionais que gerem custos;

  • responsáveis de projeto que necessitam de preparar investimentos;

  • empreendedores que ambicionam escalar o negócio.

Formação: compreender o presente para decidir o futuro

A análise financeira é uma das competências-chave do mundo empresarial, pois permite:

  • Interpretar resultados,

  • Identificar tendências,

  • Avaliar a rentabilidade de produtos, serviços ou setores,

  • Perceber a estrutura de custos,
  • Antecipar necessidades de financiamento,

  • E medir riscos.

É aqui que se decide o futuro da empresa. E é aqui que a formação para não financeiros faz toda a diferença.

Afinal, o valor de qualquer negócio depende dos ganhos que consegue gerar e dos riscos que é capaz de controlar.

Com domínio dos conceitos essenciais, torna-se mais fácil saber como obter o capital necessário, como preservá-lo e, principalmente, como rentabilizá-lo.

Estas competências não servem apenas aos departamentos financeiros, mas toda a organização.

E se a sua função não for financeira?

A literacia financeira tornou-se transversal, não só a vários departamentos de uma empresa, mas ao nosso dia-a-dia.

A Comissão Europeia e a OCDE reforçaram esse ponto em 2022 ao publicarem o Referencial de Literacia Financeira para Adultos, sublinhando que os trabalhadores precisam de competências financeiras básicas para tomar decisões mais informadas, tanto no trabalho como na vida pessoal.

Esta necessidade é ainda mais evidente num período de inflação elevada e perda de poder de compra, em que compreender as bases de como gerir um orçamento, planear despesas, organizar uma poupança e avaliar custos e benefícios é vital para a estabilidade financeira empresarial, individual e familiar.

Assim, a formação financeira tem um impacto duplo: melhora o desempenho dentro da empresa e contribui para maior autonomia e resiliência financeira fora dela.

Precisa de formação em finanças para não financeiros? A Academia Grow pode ajudar!

A Academia Grow desenvolveu uma formação prática, acessível e orientada para profissionais que não têm formação financeira, mas que precisam de dominar os conceitos essenciais para melhorar desempenho e apoiar decisões.

É um curso disponível a empresas que pretendem inscrever colaboradores ou equipas completas, adaptada à experiência e caraterísticas de cada organização.

Fale connosco para desenhar um Plano de Formação à medida!