Deseja criar a sua própria empresa? Aprenda a fazer um Plano de Negócios!

Deseja criar a sua própria empresa? Aprenda a fazer um Plano de Negócios!

Empreender transformou-se numa das palavras mais ouvidas, quer no mundo dos negócios, quer no léxico de quem procura oportunidades de emprego. E não surpreenderá ninguém que o verbo se continue a conjugar, à medida que o mundo pós-COVID traz novos desafios.

Lembra-nos o dicionário que “empreender” é “dar início a uma tarefa, uma ação ou um empreendimento”. É, como tal, algo que exige espírito de iniciativa, convicção e visão. Mas como aplicar na prática essa vontade de criar algo – inclusivamente o nosso próprio emprego?

Antes de tudo o mais, é preciso assentar ideias, analisá-las sobre os mais diversos ângulos e – acima de tudo – estabelecer um plano. Afinal, e por mais valioso que o nosso insight possa parecer, importa que ele se aguente perante o confronto com a realidade.

 

Um Plano de Negócios? Para quê?

É este o momento ideal para falarmos sobre a importância de se dinamizar um bom Plano de Negócios. Sem este documento, não há estratégia nem pensamento visionário que subsista sem se desviar do curso, ou sem ser demasiado vago para que alguém o possa compreender.

E não é por acaso que revistas de renome – como, por exemplo, a Entrepreneur ou a Forbes – dedicam textos à ‘ciência’ de criar um Plano de Negócios. É uma tarefa que exige trabalho, pesquisa e perseverança. Curiosamente, três características essenciais também para o sucesso das futuras empresas.

Posto isto, o Plano de Negócios deve englobar uma série de elementos, nomeadamente:

  • Uma explicação detalhada da ideia a concretizar;
  • Apresentação das propostas de valor da empresa;
  • Uma leitura do estado do mercado;
  • Planeamento financeiro;
  • Estratégia de Marketing;
  • Estratégia de Recursos Humanos.

 

Ponto de partida e fio condutor

Apesar de ser uma ferramenta indispensável para qualquer pessoa que deseje desenvolver um projeto empresarial ou criar o seu próprio emprego, o Plano de Negócios não é documento que se construa numa primeira etapa para ficar, posteriormente, arrumado na gaveta.

Pelo contrário: trata-se de uma espécie de mapa que é preciso revisitar e, inclusivamente, ajustar. De outra forma, como poderemos compreender até que ponto nos encontramos próximos daquilo que nos propusemos concretizar?

Realizar um bom Plano de Negócios é, por isso mesmo, mais do que uma tarefa burocrática. É um investimento a longo prazo, para que aquela ideia que achamos tão interessante ou inovadora possa, eventualmente, atrair parceiros ou investidores.

Para ajudar pessoas a desenvolver negócios de raiz, a Academia GROW dinamiza um curso sobre Empreendedorismo e Criação de Negócios, que pode ser frequentado em regime de formação modular financiada (100% gratuita).

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Empresas

Colaboradores motivados: a sua empresa já segue estas regras?

Colaboradores motivados: a sua empresa já segue estas regras?

Poucos momentos terão sido tão desafiantes para as empresas quanto 2020 e 2021 – anos marcados por demasiadas incógnitas e receios. Mas agora que se vislumbra o fim do trabalho remoto, é hora de uma reflexão sobre quem nunca deixou de estar presente, mesmo à distância.

Sim, falamos dos Recursos Humanos. Afinal, bem sabemos que sem colaboradores entusiasmados não há empresa que resista, já que o sucesso, a qualidade e a criatividade exigem empenho, sentido de compromisso, confiança e autonomia.

Mas como assegurar que a motivação existe no local de trabalho? Da Forbes à Harvard Business Review, sem esquecer canais como a Onrec ou a 6q, não falta ‘literatura’ online que nos explique como manter o entusiasmo de cada um, especialmente num momento como o atual.

Por isso mesmo, hoje selecionámos alguns dos fatores que as empresas devem levar em consideração, se quiserem que os seus colaboradores se mantenham motivados com as tarefas que têm em mãos. Boa leitura e – acima de tudo – bom trabalho!

 

Cultivar um clima de confiança e autonomia

Se há um desafio que o teletrabalhou trouxe às empresas foi a necessidade de se transmitir confiança no desempenho dos colaboradores, mesmo em contexto remoto. Afinal, quem gosta de se sentir pressionado, observado ou de imaginar um cronómetro sobre si?

Motivar os membros da equipa implica, ainda assim, mais do que não fazer isto. Exige também que as chefias atribuam autonomia aos colaboradores, desafiando-os a tomar responsabilidade, à medida que lhes atribui a liberdade necessária para a concretização das tarefas exigidas.

Os melhores elementos são aqueles que aproveitam os desafios adicionais para procurar crescer e demonstrar o seu valor. Ao provar que confia neles, a gerência motiva os Recursos Humanos a sentirem-se mais confortáveis no seu papel.

 

Investir no salário emocional

Todos sabemos que a remuneração é um dos elementos que mais pesa na motivação de um colaborador. Mas nem só de números se compõe a fórmula que levará os membros de uma equipa a permanecer, anos a fio, no mesmo emprego.

Para além dos possíveis prémios de desempenho, importa que os gestores levem em consideração outros indicadores como a possibilidade de progressão na carreira ou a dinamização de um ambiente de trabalho amigável.

Falamos, em suma, de diversos fatores que não influem na carteira, mas antes no bem-estar psicológico e emocional de cada um. Assim funciona o salário emocional.

 

Liderar com empatia

Já muito falámos sobre a importância da inteligência emocional, tanto na vida pessoal, quanto no local de trabalho. E uma vez que a liderança deve dar o exemplo, nunca é demais sublinhar o papel que a comunicação empática e transparente pode ter em cada um de nós.

Elogiar um bom desempenho na altura certa, chamar a atenção de um colaborador (quando assim tem de ser) de forma construtiva e incutir o já referido clima de confiança são comportamentos que nenhum gestor pode subestimar hoje em dia.

Igualmente valiosa, no entanto, é a capacidade de saber ouvir, de respeitar perspetivas diferentes, de reconhecer necessidades dos trabalhadores e de pedir a sua opinião e contributo em momentos-chave. Que voz não gosta de se sentir ouvida e levada em consideração?

 

Formação à medida

Encontrar e integrar os Recursos Humanos ideais é um desafio para qualquer empresa. Mantê-los motivados e assegurar que estes operam ao seu melhor nível é, naturalmente, ainda mais difícil. Exige – por outras palavras – investimento contínuo na sua performance e bem-estar.

E o que esperam os elementos de qualquer equipa, depois de dias, semanas e meses de empenho? Sim, já falámos do salário emocional, mas há outro elemento essencial na equação: a sensação de que as pessoas podem crescer, evoluir e aprender mais.

Chegamos, nesse contexto, à Formação profissional, que é uma oportunidade para trabalhadores e empresas encontrarem benefícios mútuos: à medida que os Recursos Humanos adquirem novas competências, nascem lógicas de inovação no local de trabalho, com efeitos que motivam todas as partes envolvidas.

 

Uma vez que a Formação e o entusiasmo andam de mãos dadas, a Academia GROW dinamiza múltiplos cursos dedicados à inteligência emocional, à gestão de conflitos e ao trabalho em equipa, entre outras áreas que exercem impacto na satisfação dos todos os colaboradores.

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Empresas

Proteção de dados: um processo contínuo para as empresas

Proteção de dados: um processo contínuo para as empresas

Entrou em vigor em 2018, prometendo mais direitos para os cidadãos no que respeita à privacidade, obrigando empresas e negócios a assumir uma postura mais transparente na gestão dos dados pessoais de clientes, leads e parceiros.

Falamos, claro está, do Regime Geral de Proteção de Dados (RGPD). Quem não se lembra da forma como este mecanismo europeu impôs importantes mudanças no funcionamento das Organizações, inibindo abusos na utilização de informações pessoais?

Passados três anos, temas como o RGPD e a política de privacidade são hoje incontornáveis para quem lida diariamente com elevadas quantidades de dados. Do e-commerce ao marketing digital – sem esquecer o setor da Saúde –, os procedimentos vieram para ficar. E ainda bem!

Mas será que já seguimos as melhores práticas? E até que ponto temos procurado revê-las?

 

Lembremos os direitos do cidadão

Quem melhor do que o Portal da Comissão Europeia para nos lembrar os direitos que todos os utilizadores europeus podem invocar, aquando da submissão dos seus dados para o acesso a um bem ou serviço?

Importa não esquecer os seguintes princípios, pois eles devem estar presentes na lógica diária das empresas, não importando a sua dimensão ou setor de atividade:

  • Direito de informação: saber a finalidade dos dados que foram/serão recolhidos;
  • Obtenção de acesso: direito a aceder aos dados que foram armazenados sobre si;
  • Retificação: possibilidade de exigir a retificação dos seus dados em tempo útil;
  • Apagamento: o titular pode ver os seus dados apagados, sem demora injustificada;
  • Direito de oposição: o poder de se opor ao uso dos seus dados para fins comerciais;
  • Limitação: direito a impor a limitação no tratamento dos seus dados;
  • Portabilidade: direito a receber os seus dados num formato de uso corrente;
  • Não automatização: os cidadãos não podem ficar sujeitos a decisões automatizadas.

 

Uma questão de conformidade

O alinhamento de uma empresa ou negócio com os requisitos do RGPD implica, por si só, mudanças ou adaptações do ponto de vista organizacional. Assim sendo, este é um processo que deve estar alinhado com os Sistemas de Gestão que existam dentro de portas.

Já um aspeto que a manutenção de dados tem em comum com as políticas de qualidade ou segurança ambiental é a necessidade de haver uma constante monitorização de processos, assegurando que a conformidade se mantém nas lógicas diárias.

Aliás, entre os erros mais comuns das empresas em matéria de RGPD está – tal como revelado pela Human Resources Portugal – a convicção de que a proteção dos dados é um processo estático, ou de que não exige tempo nem conhecimento para se fazer com responsabilidade.

E mesmo que em 2020 a Comissão Geral da Proteção de Dados não tenha aplicado qualquer coima a empresas portuguesas por questões relacionadas com o RGPD, é expectável que os custos da não conformidade se tornem cada vez mais severos com o avançar do tempo.

 

Saber gerir os dados é acautelar o futuro!

Sendo praticamente impossível qualquer negócio tirar proveito de uma presença online sem necessitar de recolher e gerir dados de clientes, potenciais contactos, ou parceiros, importa ter Recursos Humanos devidamente habilitados para o fazer.

Formar os seus colaboradores em matérias como o RGPD torna-se, por isso, um valioso investimento: para além de diminuir o risco de a sua Organização entrar em incumprimento e receber multas, reforça a confiança dos parceiros e clientes na sua empresa.

Se a sua Organização ainda não tem uma estratégia bem definida para a gestão de dados pessoais, ou se gostaria de atualizar conhecimentos nesta área, saiba que a Academia GROW dinamiza cursos 100% financiados nesta área.

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Empresas

Cibersegurança nas empresas: procedimentos essenciais

Cibersegurança nas empresas: procedimentos essenciais

Mais vale prevenir do que remediar”, diz um velho provérbio popular. Mas a frase que se costuma utilizar em questões de Saúde é também oportuna quando falamos de algo que nem sempre se vê, mas cuja presença é essencial: a cibersegurança.

Quem gosta, afinal, de imaginar os seus dados pessoais roubados ou expostos a terceiros? Mais preocupante ainda é quando os ataques informáticos ocorrem em contexto profissional. Nesse caso, são as informações dos seus clientes, parceiros e negócios que podem ficar em risco.

Em contexto empresarial, as consequências de não se investir num sistema de cibersegurança eficiente são particularmente pesadas. Aliás, nunca é demais lembrá-las:

  • Paragem temporária da atividade;
  • Custos financeiros para reparação do problema;
  • Danos à reputação;
  • Risco de quebra de regulamentos (RGPD) e possíveis coimas;
  • Sensação de insegurança na cultura empresarial.

 

Invista em Cibersegurança

Escusado será dizer que os efeitos da pandemia – e, naturalmente, o recurso do mundo empresarial ao teletrabalho – tornaram ainda mais urgente a necessidade de pessoas e organizações investirem na proteção dos seus sistemas, dispositivos e dados.

Nesse sentido, publicações como a norte-americana Security Magazine ou consultoras como a ITRW têm procurado sensibilizar gestores e colaboradores para a adoção de uma série de comportamentos alinhados a diminuição de potenciais riscos.

Entre os passos essenciais, destacamos:

  • Definir uma política de segurança (conjunto de boas práticas para todos seguirem);
  • Se possível, utilizar uma conexão VPN no trabalho (favorece a privacidade e segurança);
  • Procurar soluções ajustadas ao seu negócio (e às suas vulnerabilidades);
  • Apostar na autenticação multifator (em vez de utilizar apenas uma password);
  • Realizar backups regulares (para o caso de um sistema ficar inutilizável);
  • Investir na formação dos colaboradores (para melhor evitar comportamentos de risco).

 

Consciente da importância deste tema, a Academia GROW desenvolve cursos dedicados à Segurança Informática, onde falamos sobre as melhores práticas e segredos para uma navegação segura.

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Empresas

Cheque-Formação: qualificação de ativos e desempregados

Cheque-Formação: qualificação de ativos e desempregados

Aumentar a competitividade das empresas, ao mesmo tempo que se promove a qualificação profissional de ativos ou desempregados e se ajusta o equilíbrio entre a oferta e a procura de serviços formativos. Este é o grande propósito do Cheque-Formação.

Fazendo jus ao nome, a medida propõe financiar a aquisição de novas competências, por parte de pessoas inscritas no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), tendo em vista a sua integração num mercado de trabalho em constante mudança.

 

Quem se pode candidatar?

Poderão usufruir do Cheque-Formação dois tipos de beneficiários:

  • Ativos empregados:
    • com idade igual ou superior a 16 anos;
    • detentores de qualquer nível de qualificação.
  • Desempregados:
    • com idade igual ou superior a 16 anos;
    • inscritos no IEFP há pelo menos 90 dias consecutivos;
    • possuidores de nível de Qualificação entre 3 e 6.

As candidaturas devem ser submetidas através do portal iefponline, podendo ser feitas diretamente pelos candidatos ao Cheque-Formação ou pelas entidades empregadoras, no caso dos ativos interessados em reforçar a sua qualificação.

 

Que tipo de apoios são atribuídos?

No caso dos ativos empregados, o financiamento contempla até 50 horas de formação, num período de dois anos, sendo atribuído um valor de 4 euros por hora até o montante máximo de 175 euros. No entanto, este apoio nunca poderá ser superior a 90% do valor da ação de formação.

Por outro lado, os desempregados que frequentem, ao longo de dois anos, um máximo de 150 horas de formação podem usufruir de um financiamento equivalente ao valor total da ação de formação, até ao limite de 500 euros.

Paralelamente, os beneficiários poderão – sob determinadas circunstâncias – aceder a bolsa de formação, subsídio de refeição ou a apoio para despesas de transporte.

 

Para mais informações, não hesite em falar connosco! Somos uma entidade com certificação da DGERT em 17 áreas de Formação e especializada no desenvolvimento de soluções à sua medida.

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Empresas

A sua empresa já tira o melhor proveito das redes sociais?

A sua empresa já tira o melhor proveito das redes sociais?

Em outubro de 2020, a consultora McKinsey concluiu que, apesar dos efeitos na economia e no emprego, o cenário de pandemia permitiu às empresas um rápido processo de atualização tecnológica que, de outro modo, levaria três a quatro anos a ser alcançado.

Mas algo que a agência americana deixa bem claro é que as mudanças no atual panorama são definitivas – seja na forma como as empresas marcam presença no mercado, seja no modo como fazem negócios. E a adaptação às ‘novas regras’ deixou de ser opcional.

O que significa isto? Que ter uma presença sólida e consistente nas redes sociais se tornou imprescindível para as empresas, não importa a sua dimensão, setor ou público-alvo. Mas não basta aparecer: é necessária uma estratégia que permita o alcance de objetivos concretos.

Ser competitivo e eficiente nas redes sociais exige que as empresas e marcas levem em consideração aspetos como, por exemplo:

  • A noção de quem são as personas a alcançar;
  • O estilo e o tom de comunicação a utilizar;
  • O tipo de conteúdos a desenvolver;
  • A dinamização de uma relação de proximidade;
  • A calendarização e planeamento de publicações;
  • A monitorização constante do seu impacto.

 

As vantagens do Social Media:

A pensar no papel preponderante que as redes sociais assumem no desenvolvimento de novas oportunidades, a revista americana Entrepreneur elencou as principais vantagens que esta plataformas permitem no mundo digitalizado em que vivemos.

Dignas de destaque são:

  • O custo-benefício: é possível otimizar qualquer investimento monetário ao selecionar e comunicar diretamente para o público mais relevante, o que aumenta as suas possibilidades de gerar leads;
  • O contacto mais próximo: a interação direta com as pessoas é essencial para o reforço de uma relação de confiança junto de potenciais clientes que, cada vez mais, procuram um tratamento consciente e personalizado;
  • Encontrar embaixadores da marca: ao criar conteúdos de qualidade que incentivem a participação ou a partilha, é possível fazer com que a sua marca/serviço chegue mais longe. Não será a sua empresa, mas sim as pessoas a promovê-lo;
  • Uma montra sempre disponível: agora que o e-commerce veio para ficar e a jornada do consumidor se alterou, ter um perfil informativo e fácil de encontrar nas redes sociais faz a diferença num contexto em que o cliente é mais exigente e informado.

 

Quais as redes sociais que melhor se adequam à sua empresa? Que pormenores asseguram a sua diferenciação? O que dizem as suas métricas? Estas e outras questões deverão ser levantadas (e repetidas) sempre que investe na sua comunicação.

Se deseja impulsionar a sua presença online, consulte os nossos cursos relacionados com a dinamização de conteúdos ou vídeos para redes sociais, do Facebook ao LinkedIn. Dispomos também de formação modular financiada em vendas num panorama mais digital e incerto.

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