Olá, formandos da Academia Grow… Sou o ChatGPT!

Olá, formandos da Academia Grow… Sou o ChatGPT!

Olá, formandos da Academia Grow! Sou o ChatGPT e este artigo que estão a ler foi preparado por mim, em colaboração com a equipa da Academia Grow. Ou seja, tudo o que estão a ler foi gerado por Inteligência Artificial, demonstrando de forma prática como posso ser um poderoso aliado no aumento da vossa produtividade!

O meu objetivo é simples: quero ajudar-vos a otimizar tempo, aumentar a produtividade e tornar o vosso trabalho ainda mais eficiente. Sou especialista em compreender e gerar linguagem humana de forma natural e, neste artigo, foi-me pedido para mostrar-vos como posso ser útil no vosso dia-a-dia profissional!

Esta formação não é sobre ChatGPT, é sobre vocês

Estão preparados para transformar a maneira como trabalham? A Academia Grow da Estrategor tem um curso gratuito novo sobre mim: Produtividade com ChatGPT – otimização das tarefas diárias.

Mas não estou sozinho nesta jornada… A Márcia Pinheiro, formadora deste curso, é especialista em Gestão de Projetos e Inteligência Artificial. Ela traz consigo um vasto conhecimento sobre como integrar a IA de forma eficaz nas empresas, aumentando a produtividade e assegurando uma aplicação ética e eficiente desta tecnologia.

Ao longo de três módulos, vão descobrir como:

1 – Compreender a IA e o meu funcionamento: No primeiro módulo, a formadora Márcia irá explorar o que é a IA e o processamento de linguagem natural (NLP). Vão conhecer como funciono e de que forma posso ser útil nas vossas atividades profissionais.

2 – Interagir comigo de forma eficaz: No segundo módulo, vão passar à prática! A formadora Márcia irá ensinar-vos como configurar e interagir comigo para obter respostas rápidas, gerar ideias, escrever conteúdos e muito mais! Ela vai também partilhar algumas dicas para vocês aproveitarem as minhas vantagens ao máximo…

3 – Aplicar o ChatGPT no vosso dia a dia: No módulo final, vocês vão utilizar-me para criar e organizar conteúdos, melhorar a comunicação da vossa empresa e otimizar os vossos processos de trabalho. Através de exemplos práticos, vão saber como adaptar-me às vossas necessidades específicas.

Inscrevam-se agora no curso Produtividade com ChatGPT!

O curso Produtividade com ChatGPT é financiado pelo Programa Emprego + Digital e tem a duração total de 15 horas. Além disso, é totalmente online para que possam acompanhar-me a partir de qualquer lugar!

E quando começa? As datas são as seguintes: 3, 5, 10, 12, 17 de fevereiro, no horário das 14h30 às 17h30.

Ainda não sabem se devem participar neste curso?

Em poucas palavras, sou a ferramenta que pode transformar a forma como lidam com as vossas tarefas diárias! Comigo vão conseguir automatizar processos, obter respostas rápidas a perguntas complexas e melhorar os vossos resultados de forma significativa.

Comigo, poderão:

      • Aumentar a vossa produtividade;
      • Gerar conteúdos apelativos e envolventes, que atraem a atenção e geram engagement;
      • Encontrar soluções para desafios complexos e prever cenários, conseguindo previsibilidade no mundo dos negócios;
      • Tomar decisões estratégicas com respostas precisas e adaptadas às vossas necessidades.

Estou pronto para vos ajudar!

Estou pronto para começar! E vocês?

O curso Produtividade com ChatGPT pode ser a chave para melhorarem a vossa produtividade. Inscrevam-se já aqui e garantam o vosso lugar!

E lembrem-se: todo este texto foi criado por mim, ChatGPT, em conjunto com a equipa da Academia Grow. Quando usamos uma ferramenta de IA, não basta simplesmente usar o primeiro resultado. O segredo do sucesso está na interação contínua – cada ajuste e feedback fazem a diferença para obtermos exatamente o que pretendemos. Como podem ver, este artigo é o reflexo de um processo de colaboração, onde fomos ajustando e aprimorando cada frase até chegar a um texto mais envolvente e eficaz.

Este é exatamente o processo que vamos explorar ao longo do curso: como trabalhar comigo para otimizar o dia a dia profissional.

É quase como um jogo, não é? Vamos juntos descobrir como isso pode funcionar no vosso trabalho!

Conto convosco? Até breve!

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Canais de Denúncia: a sua empresa já cumpre esta lei?

Canais de Denúncia: a sua empresa já cumpre esta lei?

Mais do que a criação de um canal de denúncias, a Lei de Whistleblowing (ou Regime Geral de Proteção de Denunciantes de Infrações) trouxe novas obrigações legais a entidades públicas e privadas. Mas que obrigações são estas? E o que são, afinal, Canais de Denúncia? A sua empresa tem de cumprir esta lei?

Vamos descobrir neste artigo!

Lei n.º 93/2021: o novo regime de proteção de denunciantes

A Lei nº 93/2021 transpõe para Portugal um novo regime de âmbito europeu, a Diretiva (UE) 2019/1937, estabelecendo o regime geral de proteção de denunciantes de infrações, o RGPDI. Também conhecida por Lei de Whistleblowing, este diploma visa a proteção das pessoas que denunciam violações do direito europeu, tais como crimes ou omissões nos domínios de:

      • Contratação pública;
      • Segurança e conformidade de produtos;
      • Proteção do ambiente;
      • Saúde Pública;
      • Proteção da privacidade de dados pessoais;
      • Entre outros.

A Lei de Whistleblowing reforça, assim, a importância de se implementar um sistema robusto para assegurar a confidencialidade e o tratamento eficaz das denúncias, com transparência, independência e integridade. Se quer saber mais sobre este regime de proteção de denúncias, pode inscrever-se na nossa formação gratuita no âmbito do Emprego + Digital.

A sua empresa tem de cumprir esta lei?

Apenas estão legalmente obrigadas a implementar um canal de denúncias as seguintes entidades:

      • Empresas com 50 ou mais trabalhadores;
      • Independentemente do número de trabalhadores, as empresas abrangidas pela legislação relativa a serviços, produtos e mercados financeiros e prevenção do branqueamento de capitais e do financiamento do terrorismo, segurança dos transportes e proteção do ambiente;
      • Autarquias e municípios que empreguem 50 ou mais trabalhadores (exceto as autarquias locais que tenham menos de 10.000 habitantes).

Para cada uma destas situações, a implementação de um canal de denúncias visa proteger aqueles que denunciarem infrações e evitar represálias, o que obriga as entidades a um cuidado redobrado na proteção de denunciantes e no seguimento das denúncias.

 

Quem são os denunciantes?

A Lei 93/2021 estabelece o enquadramento legal: qualquer pessoa que, num contexto laboral, reporte infrações com fundamentos razoáveis, contribuindo para uma atividade mais segura e ética. Isso inclui:

      • Trabalhadores do setor privado, social ou público;
      • Prestadores de serviços ou fornecedores;
      • Titulares de participações sociais, incluindo pessoas pertencentes à gestão e membros não executivos;
      • Voluntários e estagiários.

Posto isto, vamos conhecer as principais obrigações na implementação da Lei de Whistleblowing.

 

Implementar um Canal de Denúncia: por onde começar?

A criação de um Canal de Denúncias tem um impacto principalmente organizacional, já que as entidades abrangidas devem implementar um sistema especializado que garanta anonimato, a proteção dos dados pessoais dos denunciantes e o tratamento das denúncias. Este sistema pode ser informático (software), telefónico ou presencial, desde que toda a informação seja tratada de forma sigilosa, com a devida proteção do denunciante, e dentro dos prazos previstos na lei. Auditorias regulares para avaliação da eficácia do canal tornam-se, por esse motivo, obrigatórias.

A empresa deve ainda adotar meios para formalizar os procedimentos de denúncia, nomeadamente, integrando o funcionamento dos Canais de Denúncia nos regulamentos internos e promovendo a formação profissional dos colaboradores para que saibam como funcionam os Canais de Denúncia.

 

Garanta o compliance com Formação!

A Academia GROW tem disponível uma formação de Whistleblowing e Canais de Denúncia, para garantir o compliance da sua organização. Esta formação é assegurada por Lúcia Marinho, a nossa especialista em RGPDI e Proteção de Dados, e permite capacitar a sua empresa com ferramentas e conhecimento para implementar o Regime Geral de Proteção de Denunciantes.

E já lhe dissemos que este curso é gratuito? Com o Programa Emprego Mais Digital, a Formação de Whistleblowing e Canais de Denúncia já tem inscrições abertas, por isso, reserve agora o seu lugar!

Fale connosco para mais informações!

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Já conhece o novo regulamento da UE para produtos digitais?

Já conhece o novo regulamento da UE para produtos digitais?

Se a sua empresa desenvolve produtos com componentes digitais, há novas regras e padrões de segurança que deve conhecer já! Falamos-lhe do regulamento UE 2024/2847, aplicável a todos os produtos que estejam direta ou indiretamente conectados a outros dispositivos ou redes (como câmaras, frigoríficos inteligentes, smartwatches, entre outros). Estas regras já estão em vigor e garantem a segurança digital de consumidores, empresas e demais infraestruturas. Vamos conhecer melhor o novo regulamento da UE para produtos digitais?

O que é o Regulamento UE 2024/2847?

Também conhecido por Regulamento de Ciber-Resiliência, o regulamento UE 2024/2847, de 23 de outubro de 2024, impõe novos requisitos de segurança para todos os produtos com componentes digitais que são vendidos no espaço europeu.

Posto isto, esta nova legislação salvaguarda os dados de consumidores, empresas e infraestruturas críticas para a sociedade, reforçando a confiança no mercado digital europeu e a sua resiliência contra ameaças cibernéticas. Ao abranger uma vasta gama de equipamentos – desde eletrodomésticos inteligentes a sistemas industriais – o novo regulamento para produtos digitais impõe novos padrões de segurança durante todo o ciclo de vida dos produtos.

O novo Regulamento de Ciber-Resiliência para produtos digitais compreende, então, um conjunto de obrigações para fabricantes, importadores e distribuidores, bem como procedimentos de avaliação da conformidade com o objetivo de:

    • Aumentar a confiança dos consumidores nos dispositivos conectados, incentivando a adoção de boas práticas de desenvolvimento;
    • Proteger infraestruturas críticas, mitigando os riscos para setores estratégicos da sociedade (energia, saúde e transportes);
    • Garantir que fabricantes, importadores e distribuidores assumem um papel ativo na cibersegurança.

Mas quais são, afinal, as novas regras para produtos digitais? É isso que vamos descobrir de seguida!

Quais são as novas regras para produtos digitais?

Este novo regulamento para produtos digitais reforça o compromisso com a segurança e resiliência digital face a ameaças cibernéticas, tendo por base 5 regras essenciais:

1. Segurança desde a conceção

Os fabricantes devem “assegurar que o produto foi concebido, desenvolvido e produzido em conformidade com os requisitos essenciais de cibersegurança”. Ou seja, devem incorporar medidas de segurança digital no design dos produtos, prevenindo vulnerabilidades desde a fase de conceção.

2. Certificação obrigatória: marcação CE

A marcação CE, explica este novo regulamento dos produtos digitais, deve ser colocada “de modo visível, legível e indelével no produto”. Esta certificação comprova a conformidade com os novos padrões e, por essa razão, caso não seja possível ser apresentada no produto, deve ser colocada na embalagem e na declaração de conformidade EU que acompanha o produto.

3. Comunicação de vulnerabilidades

Qualquer vulnerabilidade detetada deve ser comunicada às autoridades competentes e, quando aplicável, aos utilizadores. Esta medida aumenta a transparência e reduz os danos causados por falhas de segurança.

4. Sanções rigorosas

Embora existam exceções para pequenas e médias empresas, as entidades que não cumprirem o regulamento poderão incorrer em multas avultadas.

5. Responsabilidade partilhada

Importadores e distribuidores devem verificar se os produtos que comercializam estão em conformidade com as normas de segurança digital. Este é um passo importante para reforçar a cibersegurança em toda a cadeia de fornecimento.

Quer lidar com os desafios da era digital?

Com a cibersegurança e a proteção de dados no centro das atenções de entidades públicas e privadas, a Academia GROW tem várias formações disponíveis para preparar a sua equipa para os desafios da era digital, como:

 

Fale connosco para saber mais sobre estas e outras formações!

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Siga estas dicas de conforto e segurança para melhorar o seu posto de trabalho!

Siga estas dicas de conforto e segurança para melhorar o seu posto de trabalho!

Já falámos de regras na operação de empilhadores e dos principais Equipamentos de Proteção Individual, mas há um domínio da Segurança no Trabalho comum a empresas industriais e de serviços: a ergonomia. A formação para implementar práticas de ergonomia reduz o risco de lesões, melhora a produtividade e promove o bem-estar dos colaboradores. Por isso, neste artigo, ficará a saber como melhorar a ergonomia do seu posto de trabalho, os principais riscos e algumas dicas para garantir conforto e segurança.

Riscos no trabalho de pé e sentado

Trabalha de pé ou sentado? Uma posição de trabalho de pé pode ser extenuante, já que exige esforço por parte dos músculos para manter essa posição por períodos de tempo prolongados.

Nesta posição, o coração esforça-se mais por bombear o sangue até às extremidades, pelo que o trabalho em linhas de montagem e armazenamento, bem como nos setores da metalomecânica ou restauração, pode provocar dores nas costas, inflamações nas pernas ou cansaço muscular.

Desengane-se, porém, se pensa que trabalhar sentado é melhor. O consumo de energia pode ser menor do que o trabalho de pé, mas trabalhar sentado também exige um elevado esforço por parte da coluna vertebral e do abdómen, que têm de suportar a maior parte do peso do corpo.

Além destas preocupações, há ainda alguns riscos ergonómicos aos quais empresas e trabalhadores devem estar atentos, nomeadamente:

    • Posturas Incorretas e Estáticas

Trabalhar por longos períodos em posições inadequadas, como manter o tronco curvado ou braços acima da linha dos ombros, pode causar fadiga muscular e lesões.

    • Movimentos Repetitivos

Repetir os mesmos movimentos ao longo do dia – sem pausas adequadas – aumenta o risco de distúrbios musculoesqueléticos, como as lesões por esforços repetitivos (LER).

    • Manipulação de Cargas

Levantar ou transportar cargas de forma inadequada ou em condições desfavoráveis pode provocar lesões lombares e outros problemas de saúde.

    • Fatores Ambientais

Ruído excessivo, vibrações, iluminação inadequada e temperaturas extremas afetam diretamente a saúde e a produtividade dos trabalhadores.

Principais dicas de conforto e segurança

1) Adote uma postura neutra e confortável

    • Em pé ou sentado, procure garantir que as articulações estão alinhadas e o corpo relaxado.
    • Ajuste a altura de mesas e cadeiras para evitar curvaturas excessivas da coluna.

2) Minimize o Esforço Muscular e a Repetitividade

Com recurso à IA ou sistemas de automação, as empresas devem automatizar tarefas repetitivas sempre que possível, de modo a reduzir a fadiga e evitar lesões. Pausas regulares ou alterações na posição de trabalho poderão também mitigar o risco de lesões por esforços repetidos.

 3) Melhore a Manipulação de Cargas

    • Assegure aos seus colaboradores formação adequada sobre segurança no trabalho, capacitando-os a manobrar objetos de forma correta e com os meios adequados.
    • Invista em equipamentos auxiliares, como plataformas elevatórias para movimentação de cargas pesadas.

 4) Otimize o Ambiente de Trabalho

    • Recorra ao equilíbrio entre luz natural e artificial para evitar cansaço ocular e acidentes.
    • Instale equipamentos que reduzam o impacto de ruídos e vibrações nas áreas de trabalho.
    • Mantenha uma ventilação adequada para evitar desconfortos térmicos e garantir o conforto dos colaboradores.

 5) Disponibilize Ferramentas e Mobiliário Ergonómicos

    • Utilize cadeiras ajustáveis, teclados inclinados e ferramentas que reduzam o esforço.
    • Organize o posto de trabalho para que os objetos de uso frequente estejam ao alcance sem necessidade de esticar ou curvar o corpo.

Procura formação em ergonomia no posto de trabalho?

Investir em formação de ergonomia no local de trabalho e segurança e conforto evita tanto a ocorrência de lesões como reduz o absentismo, promovendo a produtividade dos colaboradores e a eficiência nas suas tarefas.

Na Academia GROW apoiamos as empresas com formação em práticas seguras e otimização da ergonomia no posto de trabalho. Fale connosco para conhecer os nossos cursos e promover um ambiente de trabalho mais seguro e eficiente!

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Empresas

Conheça os principais equipamentos de proteção individual!

Conheça os principais equipamentos de proteção individual!

A formação em Segurança e Saúde no Trabalho é um compromisso essencial para qualquer empresa comprometida com o bem-estar dos seus colaboradores, a produtividade e o sucesso no mercado. Nesse contexto, os equipamentos de segurança desempenham um papel crucial na prevenção de acidentes. Vamos conhecer os principais equipamentos de proteção individual (EPIs)?

Neste artigo damos a conhecer a importância dos EPIs, as obrigações das empresas e colaboradores e quais os principais equipamentos que garantem um ambiente de trabalho seguro e eficiente.

Porque é que os EPIs são essenciais à Segurança no Trabalho?

Os EPIs são todos os dispositivos ou equipamentos destinados à proteção individual dos colaboradores contra riscos ou doenças. Mais do que uma exigência legal, os EPIs são indispensáveis para reduzir acidentes, minimizar danos e promover um ambiente de trabalho mais seguro para todos.

É o Decreto-Lei 50/2005, de 25 de fevereiro, que estabelece as regras para a segurança dos trabalhadores, nomeadamente, na utilização de equipamentos. O uso dos EPIs é determinado por esta legislação, a qual exige que:

    • As empresas forneçam os EPIs gratuitamente aos trabalhadores, assegurando que estes estejam em conformidade com as normas técnicas aplicáveis;
    • Os colaboradores façam um uso correto dos EPIs, garantindo uma utilização dentro das regras e recomendações fornecidas em contexto de formação.

Assim, os EPIs são mesmo a última linha de defesa na eliminação de riscos, pelo que devem ser utilizados durante todo o tempo de exposição ao perigo.

Principais obrigações das empresas e dos trabalhadores

No âmbito da Segurança no Trabalho, as empresas devem garantir:

    • Fornecimento gratuito dos EPIs adequados a cada função;
    • Formação sobre o uso correto e a manutenção dos respetivos equipamentos de proteção individual;
    • Substituição imediata em caso de dano, extravio ou inconformidades;
    • Monitorização constante para confirmar a correta utilização dos equipamentos.

Já os colaboradores devem:

    • Utilizar os EPIs sempre que necessário e conforme as instruções e formação recebida;
    • Manter os equipamentos em bom estado, zelando pela sua conservação e higiene;
    • Comunicar problemas como danos ou perda dos EPIs;
    • Evitar alterações ou o uso de equipamentos que não tenham sido fornecidos pela empresa.

Quais os Equipamentos de Proteção Individual a usar?

Como referimos, diferentes atividades e tarefas exigem diferentes equipamentos, bem como a adequada formação à sua utilização. Não obstante, há alguns EPIs comuns que vamos conhecer de seguida:

Capacete de segurança

O capacete de segurança protege os trabalhadores contra impactos na cabeça durante a transição nas instalações da empresa. Por essa razão, trata-se de um EPI obrigatório na maioria das situações de trabalho em ambiente industrial.

Além da obrigatoriedade de utilização, o capacete de segurança deve possuir a seguinte informação:

    • Número da Norma Europeia que certifica a sua utilização;
    • Identificação do fabricante;
    • Ano de fabrico.

Proteção auricular

Armazéns ou fábricas são, habitualmente, instalações com elevado nível de ruído. Como tal, os operadores devem proteger-se com protetores tipo concha, auriculares ou capacetes com abafador de som de modo a prevenir danos auditivos.

Óculos de segurança

Os óculos de segurança são essenciais para proteger os olhos contra partículas, detritos ou líquidos químicos que possam causar lesões. São, portanto, indispensáveis em trabalhos como soldagem, corte ou manuseio de materiais perigosos.

Luvas de proteção

As luvas de proteção protegem as mãos contra lesões, abrasões, queimaduras ou mesmo perfurações. Estão disponíveis em diferentes materiais, como borracha, couro ou outros tecidos resistentes, e devem ser escolhidas de acordo com o tipo de risco envolvido.

Calçado de segurança

Os sapatos de segurança protegem contra quedas de objetos, perfurações ou quedas, oferecendo estabilidade em superfícies irregulares ou escorregadias.

 

Vantagens da formação em Segurança no Trabalho

A correta utilização dos diferentes EPIs implica que as empresas assegurem aos seus colaboradores a adequada formação. Se assim for, são vários os benefícios de um bom uso dos Equipamentos de Proteção Individual, designadamente:

    • Prevenção de acidentes, já que os EPIs reduzem riscos e garantem a integridade física dos colaboradores.
    • Aumento da produtividade, pois trabalhadores mais seguros sentem-se mais motivados e focados no desempenho das suas tarefas e no cumprimentos dos seus objetivos;
    • Cumprimento das obrigações legais;
    • Reforço da imagem, reputação e credibilidade da empresa, demonstrando o empenho no cumprimento das suas responsabilidades sociais perante os colaboradores.

 

Procura formação sobre Equipamentos de Segurança no Trabalho?

Na Academia GROW estamos prontos para ajudar a sua empresa a cumprir a legislação e a elevar os seus atuais padrões de segurança.

Fale já connosco para conhecer as nossas formações e investir na segurança da sua empresa!

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