“Conhecimento é a 1ª fase da formação em primeiros socorros, aplicá-lo é o seguinte”

“Conhecimento é a 1ª fase da formação em primeiros socorros, aplicá-lo é o seguinte”

É transversal a qualquer área, mas quando se trata de Primeiros Socorros há duas componentes que são fundamentais: conhecimento e ação. Para o nosso formador, Vítor Braga, uma formação em Primeiros Socorros não pode descurar estes pilares. Afinal, como o próprio diz, conhecimento é a 1ª fase da formação, saber aplicá-lo é o passo seguinte.

aqui demos a conhecer a experiência do nosso formador no domínio da emergência e prestação de auxílio, bem como a missão que guia cada ação de formação que leva às empresas e seus colaboradores.

Mas, hoje, vamos conhecer em detalhe o que implica uma formação em Primeiros Socorros. É que, na verdade, falamos de um momento que envolve:

      • Interação;
      • Avaliação;
      • Planeamento;
      • E decisão.

Vamos, então, falar do conhecimento em primeiros socorros e de como aplicá-lo nesta segunda parte da entrevista a Vítor Braga!

Academia GROW – Perante um acidente de trabalho, seja uma queimadura, queda ou outro, quais os primeiros cuidados que um socorrista deve adotar?

Vítor Braga – Primeiro, o socorrista deve ter uma atitude calma e segura, avaliar os riscos e perceber se tem condições de segurança para intervir junto da vítima. Se for o caso, aproxima-se da mesma, avalia a sua condição e presta o socorro adequado ao tipo de ocorrência que tem em mãos.

Sendo necessário, liga 112 para pedir um meio de socorro mais diferenciado e para encaminhar a vítima ao hospital.

AG – E o que fazer enquanto aguarda a chegada da equipa de bombeiros?

VB – Se fez o pedido, aguarda a chegada da equipa e faz toda a ponte de informação entre a vítima e as equipas dos bombeiros/INEM, colaborando com eles se for solicitado. É este o treino que fazemos nos cursos de primeiros socorros. Ter o conhecimento é a 1ª fase da formação, saber aplica-lo é o passo seguinte..

“O socorro à vítima é um momento de interação, avaliação, planeamento e decisão.”

AG – Nesses momentos de avaliação, socorro e eventual colaboração com socorristas profissionais, é preferível trabalhar em equipa ou pode a ação individual trazer resultados mais rápidos e eficazes?

VB – O socorro à vítima é um momento de interação, avaliação, planeamento e decisão. É um momento onde se deve privilegiar o trabalho em equipa porque são vários aspetos a serem aplicados simultaneamente e podemos dividir tarefas se assim for necessário.

Sendo assim, o trabalho em equipa pode trazer mais benefícios ao socorro do que o trabalho individual propriamente dito.

 

AG – Há alguma circunstância em que isso não seja aconselhável?

VB – Em equipa, podemos articular vários aspetos ao mesmo tempo sem comprometer o socorro à vítima. Mas é de realçar que esta “equipa”, para funcionar, deve estar munida de um nível básico de conhecimento. Caso isso não seja possível, privilegiamos o socorro apenas pela pessoa qualificada no local.

 

AG – Outra ação abordada na formação em Primeiros Socorros é a chamada para o 112. Quais as informações fundamentais para agilizarmos a resposta?

VB – As informações fundamentais para uma resposta rápida e eficaz são:

      • A localização exata (morada) e sempre que possível, com indicação de pontos de referência,
      • O número de telefone do qual estamos a ligar;
      • O número de vítimas, o sexo e a idade aparente das pessoas a necessitar de socorro;

O tipo de situação que temos (doença, acidente, parto, etc.), o que vemos, as queixas principais, o que observamos e o que sabemos fazer (“Tenho formação de primeiros socorros e sei fazer, por exemplo, Suporte Básico de Vida).

“Conhecimento das técnicas de preservação da vida é fundamental para a correta abordagem à vítima”

AG – Numa empresa, quais as qualidades que deve ter alguém formado em primeiros socorros?

VB Ser calmo e seguro para lidar com toda a situação que tem em mãos de uma forma correta. Ter autoconfiança e conhecimento, conhecimento básico, mas amplo de primeiros socorros, conhecimento das técnicas de preservação da vida é fundamental para a correta abordagem à vítima.

Também senso de urgência e facilidade na tomada de decisões, ou seja, conseguir compreender de forma rápida o que é mais urgente numa situação de emergência onde muitas vezes, não há tempo para dúvidas. É preciso que o socorrista tenha noção das suas ações e que possa efetuá-las de maneira assertiva.

 

AG – E ao nível da atuação?

VB – Conhecer e respeitar seus limites. É muito importante que o socorrista tenha plena noção dos seus limites e não os ultrapasse. O socorrista deve atuar com a intenção de manter a vítima viva e estável até que as equipas de emergência cheguem, não ultrapassando esse limite. Ser eficaz, ou seja, ir direto ao ponto é muito importante na atuação do socorrista. Por isso, é fundamental que já na primeira abordagem ele procure informar-se sobre a situação completa, entendendo o que aconteceu e quais as medidas a tomar.

 

AG – Mas, perante uma situação de emergência, na rua ou no local de trabalho, diferentes pessoas reagem de modo diferente…

VB – É verdade que as pessoas reagem de forma diferente às situações de emergência. Nem todas têm a capacidade de gerir o stress da melhor forma. Mas o treino e a casuística em lidar com este tipo de situações é que nos vão dar o traquejo e a calma necessária para abordar adequadamente cada situação. Por isso, na minha análise, a formação tem que incidir também no treino, na prática, na criação de cenários, criar obstáculos, preparar o socorrista para controlar emoções, gerir cenários, gerir pessoas…

“A formação tem que incidir no treino, na prática, na criação de cenários”

AG – As suas formações em Primeiros Socorros envolvem também esse treino?

VB – As formações que habitualmente ministro têm uma componente direcionada precisamente a esta gestão de cenários e gestão de stress. Assim, todo o conhecimento absorvido pelo formando é posto em prática corretamente, para que este socorrista que estamos a formar seja parte integrante da solução e não mais um problema a gerir no local.

 

AG – E é possível treinar essa capacidade de gestão mesmo em formações com cargas horárias mais reduzidas?

VB – É obvio que nem sempre conseguimos situações de treino ideais porque temos formações com cargas horárias diferentes, algumas mais curtas e temos que ajustar a abordagem dos conteúdos teóricos à prática. Mas sem dúvida que, mesmo com estas formações curtas, os formandos aprendem a gerir e a controlar emoções e reações, conseguindo pôr em prática todos os conteúdos abordados na formação.

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Primeiros Socorros: “Conhecimento para intervir é conhecimento para prevenir”

Primeiros Socorros: “Conhecimento para intervir é conhecimento para prevenir”

Há algo que Vítor Braga faz questão de deixar claro nas suas formações de Primeiros Socorros: “conhecimento para intervir é conhecimento para prevenir”. Este é, na verdade, o lema que o nosso formador leva às empresas que visita, guiado pela missão de posicionar os Primeiros Socorros como um dos pilares fundamentais do sucesso.

Afinal, falar de segurança no trabalho é mais do que apenas prevenir acidentes. É também uma forma de nos dotarmos de ferramentas para o dia-a-dia e, no caso das empresas, garantir a segurança, motivação e produtividade.

Vítor Braga combina todas estas componentes nas suas formações, mas também no seu dia-a-dia. Aliando a vocação de formador com a atividade enquanto Técnico de Emergência Pré-Hospitalar, conta com mais de 18 anos de experiência em emergência e procura levar às empresas conhecimento prático para intervir e prevenir. Conhecimento esse que, por sua vez, se transformará em segurança e satisfação.

Sobre isso falaremos, porém, na segunda parte desta entrevista. Para já, vamos conhecer melhor o nosso formador em Primeiros Socorros, Vítor Braga!

Academia Grow – Quando nasce a paixão pela emergência e prestação de auxílio?

Vítor Braga – A paixão pela emergência surgiu em 2002, quando ingressei num corpo de bombeiros com o objetivo de ministrar a componente de treino físico nas escolas de aspirantes a bombeiros. Como a minha formação base é desporto e educação física e havia uma lacuna grande de formação nessa área nos bombeiros, foi-me feito o convite e aceitei.

Logo nesse ano, decidi fazer a minha primeira formação na área da saúde e primeiros socorros, com um curso de 8 horas de suporte básico de Vida.

AG – E quando é que se deu o click para fazer da emergência o seu futuro?

VB – Posso dizer que esse curso foi o “click” que me levou a aprofundar uma área que tanto me fascina. A partir daí foi sempre a tentar saber mais, com muitas formações, em 2006 ingressei numa escola de estagiários (aspirantes) a bombeiro e fiz cerca de 200h de formações (muitas delas direcionadas à emergência pré-hospitalar).

Em 2008 e já com a certeza que queria fazer da emergência o meu percurso profissional, concorri ao INEM, onde permaneço até hoje como Técnico de Emergência Pré-Hospitalar. São mais de 18 anos de experiência na área da emergência pré-hospitalar e milhares de horas de formação adquirida e administrada.

“O conhecimento básico de primeiros socorros devia ser inerente ao conhecimento base de qualquer cidadão.”

AG – Foi aí que nasceu a vocação pelo ensino e pela partilha dos conhecimentos que foi adquirindo?

VB – Juntamente com a minha vontade em aprender a socorrer nasceu a minha outra paixão: ensinar. Comecei a dar formação em 2009, começando pela formação nos bombeiros, passando depois por formação nas escolas, em cursos CEF e EFA. Atualmente, colaboro com diversas empresas de formação na área dos primeiros socorros, técnicas de socorrismo, suporte básico de vida e suporte básico de vida com DAE (Desfibrilhador Automático Externo). E sou também formador interno do INEM nas valências de Suporte Básico de Vida com DAE.

 

AG – O facto de não trabalharmos sozinhos, seja num escritório ou numa fábrica, torna a formação em Primeiros Socorros mais importante?

VB – Na minha opinião o conhecimento básico de primeiros socorros devia ser inerente ao conhecimento base de qualquer cidadão.

 

AG – Mas qual a importância de se dotar os trabalhadores de conhecimentos em primeiros socorros?

VB – Numa empresa que opera essencialmente em escritório ou numa indústria, existem sempre riscos inerentes à atividade em questão. Atualmente, as empresas dispõem de planeamentos de segurança e têm protocolos a seguir em caso de acidentes… Por isso mesmo é importante formar os colaboradores, dotá-los de conhecimentos teóricos e técnicos, as chamadas “skills”. Serão essas skills que lhes permitirão efetuar o primeiro socorro, o qual é fundamental e, muitas vezes, determinante para a vida da vítima até à chegada dos meios de socorro diferenciados.

 

AG – São os tais “pequenos grandes” gestos que podem fazer a diferença…

VB – São estes “pequenos” gestos que salvam vidas, são estes gestos que tentamos e queremos transmitir aos formandos, tornando-os elementos fundamentais e decisivos na prestação dos primeiros cuidados à vítima.

“Cabe-nos a nós, formadores e empresas de formação, mostrar a importância dos Primeiros Socorros como um pilar fundamental para o crescimento das empresas”

AG – E é uma formação que deve se aplica somente aos trabalhadores?

VB – Este conhecimento deve ser inerente não só ao colaborador, que opera na linha principal de uma indústria, mas também ao administrativo que trabalha no escritório. Isto porque, a qualquer momento, alguém ao nosso lado pode precisar de ajuda. Como eu costumo frisar na formação: “Quando menos esperamos o inesperado acontece”.

 

AG – Estão as empresas hoje mais conscientes da importância de se conhecerem práticas de primeiros socorros? Ou ainda há caminho a fazer?

VB – Sim, penso que atualmente as empresas estão mais conscientes da importância de dotar os seus colaboradores de conhecimento prático de primeiros socorros. Devido ao planeamento obrigatório de segurança e à fiscalização cada vez mais “apertada”, surge também a necessidade de se criarem equipas preparadas para atuarem nessas situações.

Contudo creio que existe ainda muito trabalho a fazer nesta área. Existe muito aquela mentalidade: “Os acidentes só acontecem aos outros, na nossa empresa fazemos tudo com cuidado e não corremos riscos”.

 

AG – Qual o papel que a formação em Primeiros Socorros pode ter no crescimento das empresas?

VB – Na minha perspetiva, cabe-nos a nós, formadores e empresas de formação, mostrar a importância dos Primeiros Socorros como um pilar fundamental para o crescimento das empresas.

Colaboradores preparados para atuar são colaboradores motivados, são colaboradores que vão moldar o pilar da segurança e tornar a empresa sólida nessa área. Até porque, ao dotarmos o colaborador de conhecimento, não só o ajudamos a intervir como também a prevenir… É algo que deixo sempre claro nas minhas formações: “Conhecimento para intervir é conhecimento para prevenir”.

“Colaboradores preparados para atuar são colaboradores motivados”

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Conheça as 3 competências mais valorizadas por empresas

Conheça as 3 competências mais valorizadas por empresas

Se pretende singrar com sucesso no mundo profissional, está na altura de conhecer as 3 competências mais valorizadas por empresas portuguesas: a capacidade de trabalhar com pessoas, lidar com a pressão e adaptar-se a mudanças.

Estas são as três caraterísticas apontadas pelo estudo “Competências para o futuro do trabalho em Portugal”, um inquérito que envolveu 125 gestores para avaliar as competências de mais de dois milhares de colaboradores e candidatos, entre 2022 e 2023. Coordenado pela SHL Portugal, em parceria com o ISEGF e a VdA, o estudo revelou que as empresas portuguesas antecipam também estas como as três skills mais importantes para o futuro.

A inteligência emocional afirma-se, portanto, como essencial no mercado de trabalho de hoje e no de amanhã, designadamente a gestão de emoções, mudança e trabalho em equipa. Mas há outras conclusões deste estudo sobre as competências mais valorizadas por empresas. Vamos conhecê-las?

 

Inovação e espírito de liderança

A adaptação à mudança, como referimos, é a competência-chave para o futuro, segundo os 125 empregadores consultados no âmbito desta investigação. Não é, portanto, de surpreender que uma das nossas formadoras, Carla Afonso, sublinha como as soft skills são cada vez mais importantes na hora de recrutar ou de reter talento.

Afinal, uma organização envolve personalidades diferentes, assim como diferentes métodos de trabalho, pelo que a gestão emocional, a comunicação e a capacidade de lidar com o stresse são, para a formadora, pilares do relacionamento social e da eficaz aplicação das competências técnicas.

Já numa perspetiva mais abrangente, de olhos postos num futuro cada vez mais digital e competitivo, as empresas estudadas destacam a capacidade de trabalhar em rede (dentro e fora da organização), de criar e de inovar.

Ou seja, criação e inovação são as competências a desenvolver para o futuro, revela o estudo, chamando ainda a atenção para o período de ensino e formação onde, frequentemente, memorização e repetição são mais valorizadas do que a inovação.

É uma realidade que importa modificar. Sobretudo porque o estudo recomenda ainda a aposta em mais duas competências-chave: gestão e liderança. Tal como falámos aqui, liderar é muito mais do que chefiar, é inspirar. Assim, já que as emoções podem impactar todo o ambiente de trabalho, apostar nestas duas caraterísticas contribui para potenciar o que cada colaborador tem de melhor.

 

Formar para valorizar

Outra boa notícia deste estudo é a importância que a formação tem adquirido junto dos empregadores. O reskilling é um esforço empreendido já por muitas empresas, até porque há cada vez mais incentivos para tal, no âmbito do Portugal 2030 e do Plano de Recuperação e Resiliência.

Nesse sentido, análise de dados, literacia digital, inovação e gestão de projeto são também – no domínio digital – algumas das competências mais valorizadas por empresas portuguesas.

 

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Abriram as candidaturas a formação financiada!

Abriram as candidaturas a formação financiada!

Abriram as candidaturas a formação financiada no âmbito do Portugal 2030! Se a sua empresa esperava por apoios financeiros para desenvolver projetos de formação, a partir de hoje já é possível candidatar-se, obter financiamento e reforçar competências.

E a outra boa notícia é que tanto as médias como as grandes empresas podem usufruir destes apoios. Mas isto, claro, se cumprirem os critérios de elegibilidade. Falaremos desses requisitos mais adiante. Antes disso, saiba que este concurso do Portugal 2030 se destina às empresas situadas no Norte, Centro e Alentejo, que através da qualificação pretendam aumentar a produtividade e a capacidade de inovação.

 

É o seu caso? Então vamos conhecer os novos apoios do Portugal 2030 para formação financiada!

Candidaturas a formação financiada até 70%!

As candidaturas a formação financiada foram conhecidas a 31 de outubro e destinam-se a reforçar as qualificações e competências de todos os ativos das empresas inseridas nos Clusters de Competitividade. Ou seja, tanto empresários como trabalhadores de determinados setores podem beneficiar destes incentivos financeiros.

Falamos, portanto, de um concurso com uma dotação de 10 milhões de euros e uma taxa base de apoio que começa nos 50%. No entanto, há majorações para os seguintes casos:

• Se a formação se destinar a trabalhadores com deficiência ou desfavorecidos: 10 p.p.;
• Se o incentivo for concedido a médias empresas: 10 p.p.;
• Se for concedido a micro e pequenas empresas: 20 p.p.

Contas feitas, a taxa máxima de apoio financeiro ascende a 70%.

Posto isto, vamos então falar das ações elegíveis, isto é, as áreas de formação apoiadas por este concurso do Portugal 2030.

Formação orientada para a digitalização

Uma das novidades deste aviso de candidatura do Portugal 2030 é a grande diversidade de áreas temáticas. De facto, estas candidaturas a formação financiada privilegiam a formação nos domínios da inovação e competitividade, em particular, a digitalização e a economia circular.

Ou seja, o Portugal 2030 quer responder com formação aos grandes desafios do nosso tempo. E é por isso que, entre as áreas temáticas ao dispor das empresas, encontramos, por exemplo:

      • Ambiente de trabalho eficiente e seguro;
      • Aperfeiçoamento de competências técnicas críticas para o negócio;
      • Economia digital, digitalização e Indústria 4.0;
      • Ferramentas de trabalho colaborativo, processos de produção e gestão da cadeia de abastecimento ágil e eficiente;
      • Ferramentas de gestão e de melhoria da produtividade; Governança ambiental, social e corporativa (ESG);
      • Inovação produtiva, tecnológica e organizacional;
      • Internacionalização: estratégias de entradas em mercados e otimização de processos de gestão;
      • Internacionalização: criação e gestão da marca, vendas online, comunicação e marketing digital;
      • Liderança e motivação de equipas de trabalho;

Seja qual for o foco do projeto de formação da sua empresa, acima de tudo é importante que este se dedique a áreas críticas para o negócio, aumentando as qualificações e promovendo o upskilling e o reskilling.

Abriram as candidaturas… Mas para quem?

Já falámos das áreas temáticas destas candidaturas a formação financiada. Resta, porém, uma questão preponderante: a sua empresa pode beneficiar destes apoios até 70%?

Como referimos, este primeiro concurso do Portugal 2030 está disponível para as Médias e para as Grandes Empresas inseridas nos Clusters de competitividade. Ao todo, falamos de sete clusters nos quais a sua empresa se poderá enquadrar:

  1. Cluster do Calçado e Moda
  2. Cluster Automóvel
  3. Cluster AEC – Arquitetura, Engenharia e Construção
  4. Cluster Habitat Sustentável
  5. Cluster Têxtil, Tecnologia e Moda
  6. Cluster PRODUTECH
  7. Engineering & Tooling Cluster

Quer candidatar-se a formação financiada? Nós ajudamos!

Agora que abriram as candidaturas a formação financiada, está na hora de prepararmos o projeto da sua empresa! Até porque este concurso só está aberto até 31 de janeiro de 2024.

Se deixar escapar esse prazo, terá de aguardar por um dos próximos concursos do Portugal 2030.

Fale connosco para mais informações!

Prepare a sua andidatura com a Academia GROW!

O Portugal 2030 tem apoios para formação a caminho da sua empresa. Preencha o formulário e deixe o resto connosco!

Regulamento Geral de Proteção de Dados Pessoais

Recrutar talentos é difícil? Temos o workshop para si!

Recrutar talentos é difícil? Temos o workshop para si!

Trabalha na área dos Recursos Humanos e acha que recrutar talentos é difícil? Então, temos o workshop para si: 10 horas de dicas e saber prático em recrutamento e seleção de talento… sem estragar tudo no final!

Sim, leu bem: o workshop que, em apenas duas edições, ajudou mais de 20 empresas a inovarem nos seus processos de recrutamento está de volta para uma terceira e última edição. Desta vez, em horário pós-laboral e para apenas 12 participantes. E quando começa? Já a 9 de novembro, entre as 18h30 e as 21 horas.

Esta é, portanto, a altura certa para se inscrever neste workshop que temos para si. Reserve já o seu lugar!

Workshop: Como atrair, selecionar talento…

e não estragar tudo no final!

Duração: 10 horas
3ª e última edição: 9, 16, 23 e 30 de abril, das 18h30 às 21 horas
Formato: 100% remoto
Investimento: €150 + IVA

Inscreva-se já aqui!

 

E não perca muito mais tempo… Isto porque, no caso das edições anteriores, a lotação ficou esgotada muito rapidamente, com mais de 20 recrutadores de empresas nacionais a aproveitarem esta oportunidade para se diferenciarem da concorrência também pela capacidade de atrair e reter talento, especialmente numa altura em recrutar é uma tarefa cada vez mais difícil. Contamos consigo?

Recrutar talentos é difícil… Porquê?

27% das organizações portuguesas pretendem aumentar o número de colaboradores em 2024, revela o estudo Total Compensation 2023, da Mercer. A análise feita a 570 empresas nacionais mostra que, desde o início do período pós-pandemia, os empregadores estão abertos a fazer contratações, mas têm esbarrado numa dificuldade: escassez de mão-de-obra qualificada.

Do turismo à agricultura ou do comércio às tecnologias, assistimos a uma lacuna entre as necessidades das empresas e as competências disponíveis no mercado. E, como se isso não bastasse, os recrutadores debatem-se com técnicas e ferramentas obsoletas, um loop de carga administrativa, longas horas de análise e triagem de currículos e mudanças legislativas que devem acompanhar e cumprir…

É uma realidade que o nosso especialista em recrutamento e seleção, António Cunha, conhece bem. Nesta entrevista, o formador destaca que “há uma pressão maior sobre o mercado, fruto da procura intensiva de empresas internacionais, sobretudo as tecnológicas”.

Mas esta não é a única razão por que recrutar talentos é difícil. A par da dificuldade de competir pela via dos salários, o tecido empresarial português, maioritariamente composto por pequenas e médias empresas, “não tem um brand awareness nem um employer branding tão consolidado, o que é normal”, realça o formador.

Como contrariar, então, esta dificuldade?

Recrutar é difícil? Temos 3 dicas para si!

Um dos segredos que António Cunha partilhou connosco (e que vai explorar no workshop) é a criação de um anúncio sexy, orgânico e genuíno. Afinal, esse é o conteúdo que tende a gerar mais impacto.

Por outro lado, também as gerações mais novas procuram projetos com os quais se identifiquem. Como tal, além de disponibilizar toda a informação útil para o candidato, importa apostar na preparação das entrevistas e na personalização das questões.

Outra dica importante do nosso formador é a aposta nas parcerias, pois as empresas nem sempre têm meios para resolver internamente os processos de recrutamento.

Inscreva-se neste workshop em recrutamento

Portanto, se acha que recrutar é difícil, não pode perder o workshop que temos para si!. Preparámos com António Cunha uma terceira e última edição do nosso workshop prático em recrutamento e seleção.

Com base na sua experiência, o formador procurará conhecer os desafios de 12 participantes e dar-lhes novas ferramentas para aplicarem já no seu dia-a-dia. Partilhará novas ideias, mas também os erros cometidos ao longo da sua carreira e as lições que aprendeu para recrutar os melhores e, principalmente, para retê-los.

No final deste crash course, os participantes saberão como construir e operacionalizar um processo de atração e seleção de talento, não obstante o nível de experiência ou a dimensão da empesa.

Os temas a abordar serão:

      • Aumentar a atratividade da empresa e melhorar o posicionamento;
      • Construir um processo ágil, célere, que facilite a seleção;
      • Implementar ferramentas que permitam rentabilizar o tempo;
      • Aumentar o conforto e confiança para desenvolver entrevistas;
      • Construir um plano de onboarding eficaz.
      • Legislação a cumprir na hora de contratar.

Quer recrutar talentos sem estragar tudo? Inscreva-se já no workshop que vai tornar o seu trabalho mais fácil!

 Fale connosco para mais informações!