Diagnosticar necessidades de formação? Nós ajudamos!

Diagnosticar necessidades de formação? Nós ajudamos!

Diagnosticar necessidades é o primeiro passo para o sucesso de um Plano de Formação. Mas, na hora de dar este primeiro passo, é importante saber como fazer esse diagnóstico e como medir os resultados.

Foi para garantir o sucesso da Formação nas empresas que preparámos um novo serviço integrado.

Agora, é mais fácil dar este primeiro passo e diagnosticar necessidades de Formação. E implementar um plano formativo e medir os resultados, também!

Apresentamos-lhe um novo serviço de Gestão da Formação!

 

Diagnosticar necessidades de Formação? Como assim?

Diagnosticar necessidades é o primeiro passo para o sucesso da Formação, já que partimos para o Plano Formativo com base numa análise organizacional, às condições e competências disponíveis e ao know-how a desenvolver.

Com base em entrevistas, inquéritos, observações ou testes, a nossa equipa recolhe estes dados de modo a identificar:

    • as necessidades mais urgentes;
    • e aquelas que ajudarão a responder aos desafios do futuro.

Esta é a base do Plano Formativo.

Qual é, agora, o próximo passo para o sucesso da Formação? Diagnosticadas as necessidades, vamos construir um Plano eficaz e à medida!

 

Como criar um Plano de Formação?

Um plano de formação, já aqui o destacámos, é outro importante passo no sucesso da formação e um bom Plano é aquele que responde a questões concretas, nomeadamente:

      • Quais as competências que temos e quais as que faltam?
      • Que objetivos atingir?
      • Quais os recursos necessários e quanto investir?

É com base nestas questões que a nossa equipa dá o passo seguinte: propor os cursos a realizar, tendo em conta os objetivos e os destinatários, bem como a calendarização das ações.

Posto isto, como medir o sucesso do investimento? Esse é o próximo passo, um que deve dar sempre que os seus colaboradores participarem em formação.

 

 

Como avaliar o sucesso do Plano de Formação?

Cada plano responde a necessidades e metodologias únicas, conforme a empresa e a equipa. Não obstante, avaliar os resultados permite aferir se as necessidades identificadas foram atendidas ou, no mínimo, quais as decisões a tomar para melhorar a produtividade.

É por isso que a nossa equipa avalia por si o sucesso da formação com base numa recolha e análise de dados, identificado as principais aprendizagens ou mudanças. Aqui, importa perceber:

      • Se os formandos gostaram do curso, quais as impressões e competências adquiridas;
      • Se houve uma transferência da aprendizagem para o posto de trabalho;
      • E se é necessário ajustar o plano ou definir novas prioridades para, em conjunto, atingirmos os seus objetivos.

Gerir uma empresa é um grande desafio e o tempo é sempre pouco para concretizar tudo isto internamente. Felizmente, a nossa equipa pode facilitar a vida da sua empresa.

 

Formação com sucesso na sua empresa? Nós ajudamos!

Foi para facilitar a vida à sua empresa que desenvolvemos esta nova solução integrada, baseada no levantamento de necessidades de formação e na avaliação dos resultados atingidos.

Fale connosco para mais informações!

Vêm aí apoios do PRR para formações gratuitas! Saiba como!

Vêm aí apoios do PRR para formações gratuitas! Saiba como!

Vêm aí apoios do PRR para darmos formação aos seus colaboradores! É verdade: o Plano de Recuperação e Resiliência tem formações gratuitas na área digital.

Trata-se do programa Emprego + Digital 2025 e é a nova medida da componente 16 para as Empresas 4.0! O ojetivo é reforçar as competências digitais da sua equipa. Mas não só!

Para que Portugal se torne num país mais competitivo e digitalizado, estas formações gratuitas dirigem-se também a gestores e responsáveis, que têm aqui uma oportunidade para desenvolver novas competências.

Mas como podem os seus colaboradores beneficiar destas formações gratuitas?

 

Formação gratuitas? A Academia GROW pode ajudar!

A medida Formação Emprego + Digital, inserida no PRR, permite a entidades formadoras como a Academia GROW disponibilizarem formações gratuitas para empresas.

O objetivo é desenvolvermos ações de formação no domínio digital, alinhadas com as necessidades dos seus trabalhadores e o setor de atividade.

Foi por isso que preparámos este inquérito, o qual nos permitirá identificar os cursos mais importantes para si e, desse modo, proporcionar-lhe formações financiadas!

Preencha aqui o nosso inquérito e diga-nos quais os cursos que procura!

 

Quais as áreas prioritárias de formação financiada?

Se a sua empresa está no caminho de se tornar uma Empresa 4.0, saiba que os percursos de formação podem variar entre as 25 e 200 horas e podem ainda ser desenvolvidos percursos de formação à medida com um mínimo de 25 horas.

As formações devem ter em conta áreas como, por exemplo:

      • Ferramentas de produtividade e colaboração;
      • Comércio Digital;
      • Cibersegurança;
      • Gestão de redes sociais;
      • Business Intelligence;
      • Sistemas de Automação.

Mas há mais boas notícias! As formações financiadas que teremos para a sua empresa podem abranger mais de quinze setores de atividade, entre os quais a indústria automóvel, moldes, floresta e indústria do papel, mármores, entre outros.

Apoios do PRR: Vamos crescer em conjunto?

Este novo aviso do PRR é a oportunidade de formação por que muitas empresas esperavam. Ao responderem a este inquérito, os nossos clientes estão mais perto de conseguirem aumentar a sua produtividade.

Quer aceder a cursos financiados? O primeiro passo começa aqui!

Fale connosco para mais informações!

 

Quer um dia mais feliz e produtivo? Faça RESET!

Quer um dia mais feliz e produtivo? Faça RESET!

Sabe aquele projeto ao qual a sua equipa já dedicou horas a fio? A data de entrega aproxima-se, mas os pedidos de alterações não param de chegar. O telemóvel está sempre a tocar e os emails sempre a cair. A máquina do café torna-se na nossa melhor amiga, ajuda-nos a manter o foco. Mas a urgência aumenta, a irritação também, e a ansiedade, o stress…

Se nunca passou por esta situação, então, parabéns! Pode fechar o seu browser – isto, claro, se fizer parte dos 48% de portugueses que não sentem a pressão de estar sempre online.

Mas se já assistiu a um momento de ansiedade na sua empresa, então sabe como esse momento causa desmotivação. E o que acontece à produtividade?

Numa rotina agitada, em que passamos mais tempo na cloud do que em casa, é fácil esquecer o nosso bem-estar ou correr o risco de sofrer um burnout. Felizmente, temos o workshop certo para ser ainda mais produtivo e manter o foco naquilo que importa: viver uma vida plena e feliz!

RESET: workshop de energia pessoal e mindfulness

Já pensou o que aconteceria ao dia-a-dia da sua empresa se ninguém sentisse ansiedade? E o que aconteceria se todos tivessem sempre energia para lidar com imprevistos?

Não é preciso imaginar. O RESET é um workshop hands-on dedicado à energia pessoal, que ajudar a aumentar a produtividade. Como? Com técnicas práticas para reduzir a pressão, gerir as emoções e ter um dia de trabalho mais feliz. E quem não deseja ter um dia de trabalho mais feliz?

Mariana Carneiro, engenheira de formação e com mais de sete anos de experiência no Instituto Kaizen, ajudará a sua equipa a focar-se na energia pessoal e a desenvolver skills para:

  • Relaxamento e meditação;
  • Redefinir propósitos e hábitos de vida;
  • Fazer acontecer;
  • Adotar um mindset de problem-solving.

Pode descobrir aqui mais informações sobre o nosso Workshop de Energia Pessoal e Mindfulness!

Onde e quando?

A primeira edição terá lugar no próximo dia 25 de novembro, no Porto, na Sala de Formação da Academia GROW. E as inscrições já estão abertas!

Pode inscrever-se aqui ou, caso pretenda inscrever a sua equipa de trabalho, fale connosco. Afinal, esta será uma edição dedicada aos profissionais diariamente sujeitos à pressão, aqueles que dedicam muita energia aos outros e pouca a si mesmos.

Se é o caso da sua equipa, então, está na hora de fazer RESET! Vamos a isso?

Projetos Autónomos de Formação para empresas: O que são e para que servem? Saiba tudo!

Projetos Autónomos de Formação para empresas: O que são e para que servem? Saiba tudo!

Qual é coisa qual é ela que é simultaneamente um dever e um direito? Acertou, é a Formação.

Constituindo um dever das empresas e um direito dos trabalhadores, a Formação ajuda a reinventar processos e inspira à inovação e motivação. Além disso, é uma das áreas centrais do Portugal 2030. Mas e se, a esta equação, juntarmos incentivos financeiros a fundo perdido?

É o que acontece no Aviso n.º 1/SI/2022, do qual já falámos aqui. Com base em Projetos Autónomos de Formação (PAF), este Sistema de Incentivos promove as qualificações dos seus recursos humanos e prepara caminho para o futuro.

Antes de avançar com uma candidatura, porém, convém esclarecer todas as suas dúvidas sobre o que são e como funcionam estes projetos autónomos. Vamos a isso?

1 – O que são os PAF, afinal?

Tratam-se de projetos que reforçam as qualificações dos trabalhadores das empresas, bem como dos gestores e empresários. No caso do Aviso n.º 1/SI/2022, estes projetos têm uma duração de 12 meses e sintonizam as necessidades das empresas com as dos respetivos setores. No entanto, nem todos os setores são elegíveis.

2 – A minha empresa pode investir num PAF?

Tratando-se de projetos formativos que compensam o aumento generalizado de custos, os PAF são uma opção para Médias e Grandes Empresas que precisam de rentabilizar os tempos de paragem ou tornarem-se mais competitivas.

Norte, Centro e Alentejo são as regiões beneficiárias, sendo aceites projetos desenvolvidos por empresas de setores (ou Clusters) como, por exemplo:

Cluster do Calçado e Moda;
Cluster AEC – Arquitetura, Engenharia e Construção;
Cluster Têxtil, Tecnologia e Moda;

3 – Quais os temas da formação?

Acima de tudo, aqueles que respondem aos desafios de 2030. Segundo o Aviso n.º 1/SI/2022, os PAF devem contribuir para a inovação, internacionalização e modernização das empresas, promovendo mais e-skills e oportunidades de reskilling.

Entre os temas prioritários deste Sistema de Incentivos, destacamos:

  • Economia digital, digitalização e Indústria 4.0;
  • Processos de produção e gestão da cadeia de abastecimento ágil e eficiente;
  • Inovação produtiva, tecnológica e organizacional;
  • Internacionalização (gestão de marca, vendas, comunicação, marketing, etc).

4 – Com que apoios podemos contar?

Apoios a fundo perdido – esta é uma das grandes vantagens dos Projetos Autónomos de Formação. A taxa base incentivo é de 50%, mas há majorações mediante a dimensão da empresa ou a inclusão de trabalhadores com deficiência. Contas feitas, a taxa de financiamento dos projetos pode chegar aos 70%.

Mas quais são, afinal, as despesas elegíveis?

Custos relativos a formadoresCustos relativos a formandos
Custos relativos ao projeto (deslocações, materiais, etc.)Serviços de consultoria para o diagnóstico do plano de formação

5 – Como começar a minha candidatura?

O primeiro passo é identificar as necessidades da sua empresa e estruturar um plano em módulos de 25 horas, com formação a decorrer em horário laboral ou pós-laboral. Já os grupos formativos devem englobar, no máximo, 25 trabalhadores por ação (turma).

Parece complicado? Nesse caso, saiba que pode contar com apoio especializado já nesta etapa ou para a execução do projeto.

Mas, não se esqueça: a Formação só pode ter início após a candidatura.

Tudo a postos para começar?

Acredita em soluções à medida? Nós também. É por isso que dispomos de uma equipa com 27 anos de experiência em projetos de investimento e candidaturas a fundos europeus.

Fale connosco para preparar o Projeto de Formação da sua empresa!

Atenção indústrias: vêm aí novos apoios à Formação!

Atenção indústrias: vêm aí novos apoios à Formação!

Um novo programa de financiamento, aprovado no mês passado e o qual contará com fundos do Portugal 2030 (PT2030), traz uma boa notícia para as empresas industriais: 100 milhões de euros para financiar a Formação durante as “horas vazias” da produção.

As alterações nos preços da energia – sobretudo para indústrias intensivas em gás -, bem como o aumento dos custos das matérias-primas estão a mudar a forma como a produção é gerida. As atividades são concentradas em menos dia e as paragens são mais comuns. O fluxo produtivo pode até ser mais eficiente, mas manter empregos ou responder à procura está mais difícil.

É aí que entra em ação este programa de apoio à Formação. Financiado em parte com fundos do próximo Quadro Comunitário, o PT2030, trata-se de aproveitar melhor as paragens na produção (ou as horas vazias) para reforçar competências.

Aproveitar melhor as paragens na produção

O regresso do lay-off – como aconteceu durante a crise pandémica – está fora de questão. Estes 100 milhões de euros servirão, como tal, para apoiar a Formação de trabalhadores em paragem, ganhando mais competências e rentabilizando o seu tempo.

Além disso, a medida facilita o cumprimento da obrigatoriedade legal de proporcionar 40 horas anuais de Formação. Isto porque as ações formativas deverão decorrer no próprio local de trabalho.

Mecânica, engenharia, processos industriais, transição digital… Todas as áreas podem ser abrangidas e só há mesmo dois requisitos.

O primeiro é que o Plano Formativo seja apresentado por uma empresa industrial, seja qual for o setor. O segundo é que este Plano de Formação seja validado pelo cluster onde a empresa se insere.

De resto, não haverá outras limitações. As candidaturas estarão abertas em contínuo, podendo as grandes e médias empresas apresentar projetos autónomos. Já as micro e as pequenas empresas deverão associar-se e apresentar projetos conjuntos.

Como preparar um Plano de Formação?

Preparar esse plano é bem mais simples do que imagina. Bastam quatro passos, como já revelámos aqui.

Isso e, claro, contar com o apoio especializado da Academia GROW, que ajudará a desenhar um projeto formativo à altura dos seus desafios e de uma candidatura bem-sucedida aos fundos do PT2030.

Nas próximas semanas, conheceremos mais novidades sobre este programa. Por isso, fale connosco para preparar já o plano de formação da sua empresa!

Entrevista com a formadora Carla Afonso:  “Precisamos de uma atitude de aprendizagem contínua”

Entrevista com a formadora Carla Afonso: “Precisamos de uma atitude de aprendizagem contínua”

Já pensou nas competências essenciais de hoje e naquelas que considerávamos fundamentais há uns anos? É verdade, o mundo do trabalho mudou. Um bom currículo já não é aquele repleto de competências técnicas.

Numa empresa empenhada em construir o futuro, são as soft skills que potenciam as competências técnicas, já que estabelecem a base para o relacionamento pessoal e interpessoal.

Mas será que estamos a dar a devida atenção a estas competências? E será que elas nos podem ajudar na adaptação a um mundo onde todos os dias há novidades, desafios e oportunidades?

Nesta segunda parte da entrevista com a formadora, Carla Afonso [link para primeira parte], falamos de soft skills. Mas também de futuro. Afinal, os dois conceitos andam muito ligados. Quer saber mais?

Entrevista – Parte 2

AG: Hoje em dia já não basta ter um bom currículo, repleto de competências técnicas (ou hard skills). As soft skills – uma área que a Carla conhece bem – são cada vez mais importantes na hora de contratar. Que competências são estas?

CA: As soft skills são fundamentais para a produtividade. São elas que potenciam as pessoas com boas competências técnicas. Não quero subvalorizar as competências técnicas, mas a questão é que não trabalhamos sozinhos. Estamos numa organização, rodeados de personalidades e formas de estar diferentes.

Temas como a gestão emocional numa equipa de trabalho, aumento da resiliência, gestão de stress, motivação… Como é que eu dou feedback? Como é que o recebo? Como comunicar? São coisas intangíveis, mas são pilares do funcionamento relacional e interpessoal que, depois, tornam possível a aplicação das competências técnicas no dia-a-dia.

É por isso que as soft skills têm um papel importantíssimo naquilo que é o trabalho da organização. E, para mim, que trabalho especificamente nessa área, é fascinante ver a transformação nas pessoas, bem como os resultados a muito curto-prazo.

Não é só uma questão de produtividade, mas também de satisfação e de retenção de talentos.

Carla Afonso

AG: Quer isso dizer que as empresas são feitas de pessoas que se conhecem bem a si mesmas, assim como àqueles com quem trabalham?

CA: Absolutamente. As empresas são feitas de pessoas e quanto melhor elas se sentirem, quanto maior for a conexão e confiança, melhor será a cooperação.

Não é só uma questão de produtividade, é uma questão de satisfação, que sai reforçada, e de retenção de talentos, porque não retê-los acarreta custos elevadíssimos. O que depois também se reflete nos índices de produtividade.

AG: Falemos de outro conceito muito atual, o reskilling, esta ideia de que as pessoas devem fazer formação em várias áreas ao longo da sua vida. Como é que nos podemos preparar para esta inevitabilidade?

CA: Acho que ajuda muito se tivermos um kaizen pessoal. O mundo está em rapidíssima transformação, seja o mercado de trabalho, seja a economia ou a política. Já não há empregos para toda a vida. As pessoas querem desafio, novidade e crescimento. Para sobrevivermos, temos de nos adaptar. E, para nos adaptarmos, precisamos de uma atitude de aprendizagem contínua. Por isso falo de kaizen pessoal.

Isto abre-nos outras perspetivas, permite-nos ter competências variáveis, sermos mais polivalentes, mais diferenciadores e até mais apetecíveis para o mercado de trabalho.

Este reskilling veio para ficar e acho até que se vai acentuar. Vão sobreviver e florescer as pessoas que estiverem disponíveis para se superarem, para atuarem fora da sua zona de conforto e encontrarem outras competências, melhorarem as que já têm e interligarem as duas.

Já ouviu o nosso podcast?

Oiça aqui a entrevista completa com a nossa formadora, Carla Afonso.

Deseja superar-se? Conte connosco!

Sabia que a Academia GROW tem formações à medida de quem procura desafio, novidade e crescimento?

Consulte a nossa oferta e escolha o curso que melhor se adapta às suas necessidades. Mas, se não encontrar o que procura, não se preocupe: fale connosco e diga-nos o que precisa!