Entrevista com a formadora Carla Afonso: “A Formação deve ter sempre um caráter de aplicabilidade direta”

Entrevista com a formadora Carla Afonso: “A Formação deve ter sempre um caráter de aplicabilidade direta”

Quando se fala em competitividade e produtividade, a Formação é frequentemente apontada com um fator crítico de sucesso. Mas qual é, afinal, o seu impacto numa organização? E porque é que pode ser tão transformador?

Para Carla Afonso, formadora na Academia GROW, há muito dedicada ao desenvolvimento pessoal e nossa entrevistada no mais recente episódio do podcast, Estratégias & Negócios, a resposta é clara: “é fascinante ver a transformação que a Formação traz às pessoas, bem como os resultados a muito curto-prazo”. Mas o impacto não se esgota aí.

 

Academia GROW (AG): Começou a dar Formação em empresas há 18 anos. Como é que as empresas encaravam a Formação quando iniciou este percurso e como é que ela é vista hoje?

Carla Afonso (CA): Salvo honrosas exceções, aconteceu-me muitas vezes ter pessoas em sala a fazer formação em áreas para as quais não estavam motivadas nem sentiam que as poderiam aplicar no seu dia-a-dia.

Sinto que isso tem mudado para melhor em muitos aspetos. A Formação passou a ser mais específica para as necessidades. A seleção dos temas e dos participantes passou a ser mais cuidadosa. E sinto que as pessoas, na sua maioria, chegam com vontade de aprender novas competências.

Se, há uns anos, era uma imposição, passou a ser considerada uma ferramenta de valorização pessoal, um investimento feito nas pessoas. E isso faz toda a diferença, quer nos resultados, quer na forma como as pessoas estão em sala e se interligam.

 

“As pessoas ganham com a Formação novos padrões de funcionamento e uma sensação de pertença.”

 

AG: Uma das mudanças a que assistimos foi de âmbito legal, em que as empresas passaram a ter de proporcionar um mínimo de horas de Formação por ano. Tratando-se de um investimento, como a Carla destacou, que vantagens pode a Formação trazer?

CA: Imensas! Acho que a Formação de adultos deve ter sempre um caráter de aplicabilidade direta nos seus contextos, criando desde logo a sensação de que sairão reforçados com mais competências, habilidades e conhecimentos. As pessoas ganham novos padrões de funcionamento pessoal e coletivo e, além disso, uma sensação de pertença, um vínculo.

Outra coisa que me tem acontecido – e vejo-o com enorme satisfação – é o sinal dado pela própria chefia quando vem abrir um curso, dando um sinal claro “à navegação” de que aquelas horas de formação são importantes e são para aproveitar.

 

AG: Um estudo recente da Fundação José Neves diz que a Formação pode aumentar a produtividade das empresas em 5%. No entanto, apenas 16% das empresas segue esta estratégia. O que está a faltar, na sua opinião, para aumentar este número?

CA: Chefias mais tradicionais podem não estar ainda suficientemente sensibilizadas para a importância de dotarem os seus colaboradores destas ferramentas que, em última análise, permitirão agilizar processos, melhorar a comunicação interna ou o relacionamento interpessoal.

Uma organização que queira ser longeva e saudável do ponto de vista do seu ambiente de trabalho, adere de uma forma cada vez mais consistente e proativa a ações de Formação.

Depois, há uma maior vontade de trabalharmos em conjunto, com menor desperdício de tempo, melhor ambiente de trabalho, menor desgaste e maior prazer. Sim, porque é possível vermos o trabalho como um fator de prazer, sobretudo quando a Formação é entendida como uma ação de transformação. Estes processos demoram tempo, mas são consistentes.

 

“Uma organização que queira ser longeva e saudável adere de forma consistente e proativa a ações de Formação.”

 

Vamos transformar a sua empresa?

Oiça aqui a entrevista completa com a nossa formadora, Carla Afonso, e fale connosco para mais informações sobre os cursos que temos para a sua empresa!

GroWithUs: cumprir as 40 horas legais de formação é fácil (e económico!)

GroWithUs: cumprir as 40 horas legais de formação é fácil (e económico!)

Cumprir as 40 horas de formação anual é uma obrigação legal comum a todas as empresas. Mas nem sempre é simples cumprir essa obrigação, pois não? Implementar um bom Plano Formativo requer uma série de passos, como já aqui falámos. E requer tempo. Depois, é preciso gerir toda a parte administrativa e fazer da Formação uma oportunidade para a inovação e crescimento.

E se fosse mais fácil fazer tudo isto?

Seja, então, bem-vindo à nossa solução: GroWithUs. Totalmente digital, à distância e sem burocracias, este é um Plano Formativo que permite às empresas cumprir as 40 horas legais de formação sem complicações.

E já lhe dissemos que esta é uma solução económica, disponível 24 horas e que pode experimentar gratuitamente? As vantagens são muitas, por isso, vamos com calma. Antes mais, o que é, afinal, este Plano Formativo?

40 Horas de formação certificada
Flexibilidade: plataforma e-learning disponível 24 horas
Possibilidade de experimentar gratuitamente
Formadores certificados e disponíveis para dúvidas

Formação digital e sem complicações? GroWithUs!

Com o GroWithUs, a sua empresa tem sempre acesso a uma plataforma totalmente online de Formação. Assim, os seus colaboradores ganham mais autonomia, já que podem gerir o seu próprio tempo e avançar nos cursos ao seu ritmo. Viva a flexibilidade!

Mas lá porque estes cursos são 100% digitais, não quer dizer que fique sem apoio! Os nossos formadores certificados estão disponíveis para qualquer dúvida e enviaremos reports regulares sobre o progresso dos formandos. Deixe todo o trabalho connosco e invista o seu tempo no que realmente importa – o seu negócio!

Formação à medida? GroWithUs!

Já que tem 40 horas de formação anual por cumprir, porque não aproveitar este tempo para responder às necessidades da sua empresa? O GroWithUs dá-lhe acesso permanente a múltiplos cursos que reforçarão as competências da sua equipa ou as soft skills que um futuro de sucesso impõe.

Mas e se os desafios forem grandes e precisar de cursos específicos? Não se preocupe, o GroWithUs responde à altura: criamos formações 100% digitais à medida das suas necessidades!

Investir menos e ganhar mais? GroWithUs

Sem encargos com deslocações. Sem investir muito. Sem perder tempo. Com este Plano Formativo económico, não só responde a um imperativo legal, como ainda poupa recursos e ganha competitividade no mercado. Além disso, pode experimentar gratuitamente, sem fidelizações e ainda avaliamos a possibilidade de se candidatar aos incentivos financeiros do Portugal 2030!

Quer começar a descomplicar a formação dos seus colaboradores? Fale connosco!

O Portugal 2030 está a chegar e a Formação é uma das prioridades!

O Portugal 2030 está a chegar e a Formação é uma das prioridades!

Digitalização, Inovação e Sustentabilidade… Por esta altura já não é segredo como a década 2020-2030 será dominada por investimentos nestas áreas, um desafio que preparará o país para o futuro. Mas há outra área fundamental para 2030 e que, na prática, pode garantir esse futuro: Formação.

É por essa razão que o Portugal 2030 (sucessor do anterior Quadro Comunitário, o Portugal 2020) visa contribuir para um novo modelo demográfico do país, com metas dedicadas à contratação e retenção de talento, nomeadamente:

  • Aumentar para 80% a taxa de emprego da população entre os 20 e os 64 anos;
  • Garantir que pelo menos 80% das pessoas entre os 16 e os 74 anos possuem competências digitais básicas;
  • Assegurar que pelo menos 60% dos adultos participam anualmente em ações de educação e formação;
  • Promover a conciliação entre vida profissional e pessoal.

Para atingir estes objetivos, o PT2030 estabeleceu um programa especificamente dedicado à “Demografia, Qualificações e Inclusão” (PDQI), atualmente em consulta pública.

Paralelamente – e porque a formação é tão importante quanto o aumento da capacidade produtiva – a Agenda para a Digitalização, Inovação e Qualificações é a que concentra a maior fatia de fundos: 8.329 milhões de euros. Sabia que a Formação é uma das áreas centrais para aplicação (direta e indireta) desses fundos?

As candidaturas oficiais ao novo Quadro Comunitário deverão arrancar já no início de 2023, com apoios para o investimento empresarial na ordem dos 4,6 mil milhões de euros. No entanto, com base nas versões provisórias dos programas divulgados, já é possível sabermos mais sobre as oportunidades para a Formação e Qualificação Profissional!

Apostar na qualificação da população

Um dos grandes destaques do PDQI é a aprendizagem ao longo da vida, a qual será particularmente focada no aumento das competências digitais através de formações modulares.

A Formação Modular Certificada, sublinha o documento do PT2030, será reforçada com apoios para promover o desenvolvimento de ativos empregados e de desempregados. As transições de carreira e a mobilidade profissional serão assim mais fáceis!

Reforçar a competitividade das empresas

Em consulta pública está também o Programa de Inovação e Transição Digital para a década 2030, que levanta o véu sobre um pouco daquilo com que podem as empresas contar.

Crescimento da produtividade é o objetivo central do programa, tendo por base projetos de inovação, modernização e qualificação. Desse modo, espera-se alavancar a digitalização das empresas e, em particular, das microempresas através de:

  • Apoios para a Transição digital e incorporação de novas tecnologias;
  • Incentivos para a inovação produtiva, qualificação e internacionalização de PME;
  • Formação de recursos humanos e de empresários.

Melhorar as qualificações dos empresários é, aliás, um dos pilares deste programa. E há até boas razões para isso, já que se trata de um fator determinante para o aumento da produtividade, como já aqui falámos.

Posto isto, embora provisórias, estas versões dos programas para o Portugal 2030 deixam algo claro: acelerar a transição digital significa não deixar ninguém para trás!

Não deixamos ninguém para trás!

Sabia que estão abertas candidaturas a Formação Financiada para empresas, com apoios a fundo perdido? As empresas dos setores estratégicos da nossa economia (Clusters de Competitividade) têm aqui uma oportunidade para reforçarem as qualificações e competências das suas equipas.

Se quer saber mais informações sobre este apoio, preparar uma candidatura ao Portugal 2030 ou criar um projeto de Formação à sua medida, fale connosco e comece hoje a investir no futuro da sua empresa!

40 horas de Formação Anual: Conheça os seus direitos e deveres!

40 horas de Formação Anual: Conheça os seus direitos e deveres!

Sabia que todas as empresas são obrigadas a proporcionar 40 horas de formação anual a cada trabalhador? E sabia que fazê-lo é até bem mais vantajoso do que imagina?

Se está a ler este artigo, certamente já reparou como falamos de produtividade, motivação e crescimento sempre que falamos de formação. No entanto, há uma questão que as empresas nos colocam com frequência: a formação é obrigatória? A resposta rápida é: sim.

Mas e se fosse possível encontrar neste recurso uma oportunidade para algo mais do que uma mera obrigação legal? Na verdade, a Formação é um ativo tão importante na vida das empresas e dos seus trabalhadores que há legislação específica sobre o tema.

Quer conhecer as principais obrigações e direitos? E saber porque é que a Formação é tão importante para o sucesso das empresas? Vamos a isso!

1) Formação nas empresas: para quê e porquê?

À luz do Código do Trabalho, todas as entidades empregadoras são obrigadas a reforçar a qualificação profissional dos seus trabalhadores. No artigo 130º, são até definidos alguns objetivos a cumprir na hora de investir em mais qualificações, tais como:

  • Garantir a formação contínua;
  • Impulsionar a qualificação ou reconversão profissional;
  • Preparar planos de formação anuais ou plurianuais.

2) Como medir o impacto do investimento na Formação?

Outrora vista como um gasto, a Formação é hoje um direito, mas também um investimento essencial numa empresa competitiva e inovadora. É certo que a lei não aborda os resultados deste investimento, mas nunca é demais lembrar a importância de aferir os resultados de um plano formativo ou curso.

Para medir o impacto da formação, há diversas metodologias a considerar, nomeadamente:

  • O Modelo Kirkpatrick (do qual já aqui falámos), uma abordagem com mais de seis décadas, baseada em métricas de eficiência e impacto;
  • O Método ROI, desenvolvido nos Estados Unidos da América, que traduz para resultados financeiros os projetos e programas de Formação.

3) Todas as empresas devem dar formação?

Sim. O Código do Trabalho estabelece que todas as empresas devem garantir a formação dos seus colaboradores, respeitando um mínimo de 40 horas por ano. E há uma razão simples para tal: é mais fácil encontrar crescimento num ambiente que promova esse crescimento, não é?

4) A Formação é obrigatória para todos os colaboradores?

Sim, todos. Não só a empresa deve garantir ao seu capital humano o direito à formação, como os trabalhadores devem participar de modo diligente nestas iniciativas.

5) Quem pode dar formação nas empresas?

A lei diz-nos que que a formação pode ser desenvolvida internamente, mas também por uma entidade formadora certificada. Por outro lado, algumas entidades formadoras, como a Academia GROW, podem certificar a formação interna das empresas, garantindo o seu reconhecimento nos termos do regime jurídico do Sistema Nacional de Qualificações.

6) Fazer formação em quê?

O tema de um plano formativo deve coincidir com as funções do trabalhador ou, em alternativa, abordar as novas tecnologias de informação e comunicação, saúde e segurança no trabalho ou línguas estrangeiras. O ideal, como vê, é contar com o apoio de especialistas para um fazer um diagnóstico de necessidades e, dessa forma, rentabilizar ao máximo esta oportunidade!

7) O tempo de formação é pago?

As 40 horas de formação são remuneradas e contadas como período normal de trabalho, mesmo no decorrer do período experimental. É certo que a legislação permite que a formação decorra fora do horário normal de trabalho, no entanto, a empresa deve compensar o trabalhador pelas horas despendidas.

Cumpra já as 40 horas de formação anual!

Sempre atenta às necessidades do mundo empresarial, a Academia GROW está empenhada em ajudar as empresas a fazer desta obrigação uma oportunidade.

Posto isto, só há realmente uma questão a colocar: já cumpriu as 40 horas de formação anual?

Fale connosco para começar já!

Candidaturas abertas: Hora de investir num Projeto de Formação!

Candidaturas abertas: Hora de investir num Projeto de Formação!

A espera terminou: o mês de junho marca o início das candidaturas a Formação Financiada para empresas!

Sim, leu bem: o aviso Nº 01/SI/2022 já está aberto e os apoios financeiros disponíveis destinam-se a Médias e Grandes Empresas de setores estratégicos da nossa economia (Clusters de Competitividade). O objetivo? Promover o investimento em Projetos Autónomos de Formação e, com isso, reforçar as qualificações e competências das equipas de trabalho.

Mas como pode a sua empresa, afinal, candidatar-se a este apoio para Formação Financiada? Vamos saber tudo!

Qual a taxa de financiamento e as condições?

Destinado a articular as qualificações dos trabalhadores com as necessidades das empresas, este concurso concede apoios na forma de subvenção não reembolsável (ou seja, a fundo perdido).

Taxa base de incentivo de 50%, com possibilidade de majorações
Prazo de candidaturas até ao limite da dotação disponível
Projetos Autónomos de Formação com duração mínima de 12 meses
Destinado a empresas sediadas nas zonas Norte, Centro e Alentejo

A sua empresa pode beneficiar deste incentivo?

O aviso 01/SI/2022 destina-se a Médias e Grandes Empresas, desde que enquadradas nos seguintes clusters de competitividade:

  • Calçado e Moda
  • Automóvel
  • Arquitetura, Engenharia e Construção
  • Habitat Sustentável
  • Têxtil, Tecnologia e Moda
  • PRODUTECH
  • Engineering & Tooling Cluster

Além disso, os Projetos Autónomos de Formação devem ter por base a estratégia de crescimento de cada um dos respetivos clusters, com vista a:

  1. Aumentar as qualificações em domínios relevantes;
  2. Reforçar as capacidades de gestão empresarial e e-skills;
  3. Promover estratégias de upskilling e reskilling para a adaptação e especialização dos recursos humanos;
  4. Fomentar ações de dinamização e sensibilização, através da mobilidade e troca de experiências.

Vamos preparar o seu Projeto de Formação?

Embora o novo Quadro Comunitário ainda não tenha arrancado oficialmente, os apoios do Portugal 2030 já estão a ser aplicados através do anterior Quadro, o Portugal 2020. Por isso, este aviso é uma oportunidade para contrariar o contexto desafiante que atravessamos e alcançar maior vantagem competitiva.

Fale connosco para se candidatar e investir no futuro da sua empresa!

Whistleblowing: Já conhece a nova Lei?

Whistleblowing: Já conhece a nova Lei?

É a 20 de junho de 2022 que entra em vigor o novo regime geral de proteção de denunciantes ou, por outras palavras, a Lei nº 93/2021, de 20 de dezembro. Até lá, as empresas deverão garantir a sua conformidade, não apenas com o novo quadro legal, mas também com o Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD).

A boa notícia, no entanto, é que a Academia GROW tem uma formação para apoiar as empresas na aplicação deste diploma. Mas, antes disso, vamos saber em que consiste, afinal, a Lei de whistleblowing!

A Lei nº 93/2021 é uma estratégia de prevenção da corrupção, transpondo para a realidade portuguesa a chamada Diretiva Whistleblower, uma norma de âmbito europeu relativa à proteção dos denunciantes de infrações. Assim, à luz do diploma, as organizações enquadráveis devem adotar canais de denúncia e medidas de proteção dos Whistleblowers.

E a que organizações se destina a nova Lei de Whistleblowing? A sua empresa será uma delas? E, se sim, o que deve fazer até junho deste ano? É isso que veremos de seguida!

Artigo 4º: A denúncia ou divulgação pública pode ter por objeto infrações cometidas, que estejam a ser cometidas ou cujo cometimento se possa razoavelmente prever, bem como tentativas de ocultação de infrações.

Promover a denúncia e evitar retaliações

Segundo a nova lei, “a pessoa singular que denuncie ou divulgue publicamente uma infração” é considerada um denunciante. Além de agir “de boa fé”, deve ter um fundamento sério e recorrer a canais de denúncia para revelar infrações que tenham sido cometidas ou venham a sê-lo.

Estes canais de denúncia devem ser implementados por:

  • Entidades privadas e públicas com 50 ou mais trabalhadores;
  • Entidades sujeitas a determinados atos da UE, entre os quais o da prevenção de branqueamento de capitais, independentemente do número de trabalhadores;
  • Municípios com 10.000 ou mais habitantes.

Artigo 11º: As entidades obrigadas notificam, no prazo de sete dias, o denunciante da receção da denúncia e informam-no, de forma clara e acessível, dos requisitos, autoridades competentes, e forma e admissibilidade da denúncia externa.

A violação do novo regime constitui uma contraordenação, com coimas que podem ascender a 250.000 euros nos casos muito graves, ou 125.000 quando não existam canais de denúncia internos. Todavia, mais do que uma série de regras, a Lei de Whistleblowing é uma nova forma de cultura e ética organizacional.

Garantir a conformidade da sua empresa? Nós ajudamos!

A pouco mais de dois meses da entrada em vigor da Lei nº93/2021, a Academia GROW, em parceria com a SEGI Consulting, está a dinamizar um curso para apoiar as empresas na implementação de todas as normas aplicáveis.

É já em maio que arranca esta formação de Whistleblowing e Canais de Denúncia – Compliance, em horário laboral e pós-laboral.

 Faça a sua inscrição aqui ou contate-nos para mais informações!