Quer conhecer o novo código do trabalho? Saiba o que muda em maio de 2023!

Quer conhecer o novo código do trabalho? Saiba o que muda em maio de 2023!

Quer conhecer o novo código do trabalho e tudo o que muda em maio de 2023? Veio ao sítio certo.

Após dois anos de debate e depois de centenas de propostas de alteração, entre avanços e recuos, o novo código do trabalho está pronto e traz mais de 150 novas normas.

Para saber em detalhe tudo o que muda em maio de 2023, a Academia GROW está a preparar uma formação de 9 horas destinada a todos aqueles que querem conhecer as novas regras desta legislação:

Formação: Alterações ao Código do Trabalho

Saiba tudo o que muda em maio de 2023

Datas: 16, 18 e 23 de maio
Horário: das 10 às 13 horas
Formato: Online (via Zoom)
Investimento: € 190,00 + IVA

A nova Lei do Trabalho integra medidas definidas no âmbito da Agenda do Trabalho Digno. Algumas normas até já estão em vigor desde a publicação em Diário da República, no início de abril. Mas, a partir de maio, há novos custos com os despedimentos, um aumento no valor do trabalho suplementar, alterações ao teletrabalho, entre outros.

 Vamos conhecer as 5 principais mudanças do novo código do trabalho?

Novo código do trabalho: 5 principais mudanças

1) Contratação coletiva traz benefícios às empresas

Uma das novidades do (renovado) código do trabalho é a atribuição de incentivos às empresas que promovam a contratação coletiva. Assim, nestes casos, obter financiamento público será mais fácil, quer no quadro de candidaturas a fundos europeus (como o Portugal 2030), quer no acesso a benefícios fiscais.

 

2) Aumento na compensação por despedimento coletivo

Em maio de 2023 muda a legislação referente ao despedimento coletivo. A partir deste mês, o valor da compensação sai beneficiado com um aumento de dois dias por cada ano completo de trabalho.

3) Proibição do outsorcing um ano após o despedimento

Com o novo código do trabalho, os empregadores estão impedidos de recorrer ao outsorcing durante um ano em caso de despedimento coletivo ou extinção do posto de trabalho.

 

4) Aumento no valor das horas extra

Também o valor do trabalho suplementar muda em maio de 2023 e, em dias úteis, este pode chegar aos 75%.

 

5) Alargamento do teletrabalho

Não é segredo: o teletrabalho veio para ficar. E, entre as principais mudanças no direito ao teletrabalho, destacamos o facto de ser fixado um limite para compensações por despesas adicionais.

 

Quer conhecer mais mudanças do novo código do trabalho?

 

Formação: saiba tudo sobre o novo código do trabalho!

Estas são apenas algumas das alterações introduzidas pelo novo código do trabalho em maio de 2023. Quer saber quais das 150 novas regras é que se aplicam à sua empresa?

Preparámos para si uma formação prática de apenas 9 horas! Conheça-a aqui e inscreva-se!

Ou fale connosco para mais informações!

Procura formação gratuita na área digital? Saiba tudo aqui!

Procura formação gratuita na área digital? Saiba tudo aqui!

Se procura formação gratuita na área digital, a medida Formação Emprego + Digital é para si! A partir de agora, já pode começar a sua inscrição nos cursos gratuitos que temos disponíveis para as empresas e todas as pessoas empregadas (com vínculo contratual de emprego).

 Por isso, se pretende aumentar as suas competências na área digital ou procura ações de formação gratuita alinhadas com os preceitos da Indústria 4.0, vamos revelar-lhe aqui tudo o que deve fazer para começar!

 Formação gratuita e digital? É o Emprego + Digital!

Financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o programa Emprego Mais Digital visa transformar Portugal num país mais digitalizado e online, adaptado às tecnologias digitais da Indústria 4.0.

Mas não é tudo! Uma das boas notícias é que se dirige a todos os ativos empregados. Ou seja, as empresas podem inscrever os seus colaboradores nas várias formações profissionais disponíveis, sem qualquer custo, bem como gestores e dirigentes.

E podem ainda inscrever-se todos aqueles que estão atualmente empregados (trabalhadores com vínculo contratual de emprego com a entidade empregadora), com idade igual ou superior a 18 anos.

Contudo, se procura formação gratuita na área digital, há uma limitação a ter em conta: para acederem a estas formações gratuitas na área digital, as empresas devem estar localizadas na região norte. Por outro lado, caso a formação decorra em horário pós-laboral, haverá lugar ao pagamento do subsídio de alimentação.

 

Como participar?

A partir deste momento, as pré-inscrições à Formação Emprego + Digital já estão abertas para as empresas do norte do país e todos os ativos empregados.

Para participar, basta fazer a pré-inscrição através do nosso formulário e nós tratamos do resto!

Do comércio digital à gestão das redes sociais, passando ainda pela cibersegurança e produtividade, esta medida do PRR é a oportunidade para ganhar uma nova maturidade na utilização das ferramentas e canais digitais. Conheça aqui todos os cursos que temos para si e, a seguir, inscreva-se!

Ou fale connosco para mais informações sobre a medida Formação Emprego + Digital!

Que skills faltam à sua empresa? Conheça as nossas formações!

Que skills faltam à sua empresa? Conheça as nossas formações!

Que skills faltam à sua empresa? Já pensou nas formações necessárias para evoluir?

Para que 2030 seja uma década de sucesso, há algo que não pode descurar: qualificação. E é por essa razão que, hoje, queremos que conheça as nossas formações. Ou, no mínimo, algumas das formações certificadas que poderão ajudar a sua empesa a concretizar os seus objetivos.

Identificar que skills faltam à sua empresa e traçar um Plano é meio caminho para se diferenciar no mercado e preparar os colaboradores para o futuro.

E temos até vários casos de sucesso que demonstram isso mesmo. No Grupo Pinto & Cruz, por exemplo, a Formação tem sido um pilar nos seus 88 anos de história. Assim como na Lankhorst Euronete Portugal SA, onde a inovação e a criação de valor acrescentado são tecidas a partir de uma equipa bem preparada e confiante.

Nestas empresas, mais do que uma obrigação legal, a formação é meio caminho andado para:

      • Criar oportunidades de inovação, diferenciação no mercado e criação de valor acrescentado;
      • Atualizar conhecimentos e reforçar competências, do chão de fábrica à administração;
      • Rentabilizar as paragens na produção, diminuindo custos e desperdícios de tempo;
      • Aumentar a produtividade, a motivação dos colaboradores e garantir a retenção de talento.

Certificada pela DGERT em 17 áreas de formação, a Academia GROW dispõe de vários cursos para as empresas obterem tudo isto. Vamos conhecê-las?

 

 

Conheças as nossas formações para si!

1 – Segurança e Saúde no Trabalho

Porque a formação também é prevenção, a Academia GROW disponibiliza às empresas cursos na área da Segurança, como ATEX – Atmosferas Explosivas, Primeiros Socorres e Sensibilização para a Higiene e Segurança no Trabalho.

Além disso, dispomos também cursos para as empresas que querem colocar em primeiro lugar o bem-estar dos seus colaboradores.

2 – Lean e Processos Produtivos

Do 5S e Gestão Visual ao Kaizen, aumentar a eficiência dos processos produtivos é uma preocupação inerente a qualquer empresa que ambicione ser mais produtiva e competitiva.

3 – Qualidade

Reforçada a segurança e aumentada a produtividade, não se esqueça de reforçar o desempenho da organização e assegurar o cumprimento de todas as normas de Qualidade. Destacamos, como tal, a proteção de dados pessoais, uma das nossas formações mais solicitadas por ajudar as empresas a cumprirem os imperativos do Regulamento Geral da Proteção de Dados.

4 – Gestão de Talentos e Soft Skills

Já pensou que skills faltam à sua empresa? Reforçar as competências técnicas é importante, mas não se esqueça das habilidades que vão além disso. Falamos de soft skills e talentos como a Inteligência Emocional ou a Gestão de Conflitos, “pilares do funcionamento relacional e interpessoal”, como destacou aqui a nossa formadora, Carla Afonso.

 

 

 

“As soft skills são fundamentais para a produtividade. São elas que potenciam as pessoas com boas competências técnicas. São coisas intangíveis, mas são também elas que tornam possível a aplicação das competências técnicas no dia-a-dia.”

Carla Afonso

Formadora na área do Desenvolvimento Pessoal

Que outras skills faltam? Conheça mais formações!

Visite a nossa página e conheça todos os cursos que temos para a sua empresa chegar mais longe!

Ou fale connosco e diga-nos o que precisa!

  

 

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Regulamento Geral de Proteção de Dados Pessoais

ENTREVISTA: 4 dicas vitais para recrutar os melhores talentos!

ENTREVISTA: 4 dicas vitais para recrutar os melhores talentos!

Se procurava dicas vitais para recrutar os melhores talentos, veio ao sítio certo: temos uma entrevista para si!

No mundo dos recursos humanos (RH), recrutar os melhores pode ser uma verdadeira agonia. E reter talento depois de o encontrar, garantindo o acompanhamento e correspondendo às expetativas de todos, é uma tarefa bem complexa! Sobretudo, quando trabalhamos com técnicas e ferramentas obsoletas, num loop impiedoso de carga administrava e longas horas…

Para percebermos melhor estes desafios, entrevistámos um especialista em recrutar os melhores talentos, António Cunha. Ele é Head of People & Culture na Care To Beauty, professor na Universidade do Minho e conta já com mais de 10 anos a ajudar empresas.

Juntamente com a Academia GROW da Estrategor, António Cunha está a organizar um workshop em recrutamento, seleção e a arte de bem receber e, hoje, o formador partilha 4 dicas vitais para recrutar os melhores… sem estragar tudo, claro!

 

“Uma dica vital para recrutar os melhores, sem estragar tudo, é tornar os anúncios genuínos. Haver transparência do ponto de vista salarial também é algo a ponderar e isso já acontece noutros países.”

António Cunha

Formador em recrutamento, seleção e a arte de bem receber

1ª dica vital para recrutar melhor: criar um anúncio “sexy”!

Academia GROW (AG): Um desafio comum a grandes e a pequenas empresas é o anúncio. Ora, como podem as empesas criar um bom anúncio e, com isso, aumentar o número de bons candidatos?
António Cunha (AC): As pequenas empresas partem em desvantagem, pois não tem um employer branding tão consolidado no mercado, o que é normal. Mas há formas de chamar à atenção. Um dos segredos é torná-los genuínos, pois é esse conteúdo que tende a gerar mais impacto. Também as gerações mais novas tendem procurar projetos com que se identifiquem. Logo, quanta mais informação tiverem do seu lado, mais rápida e facilmente tomarão decisões.

AG: E o valor em causa, o range salarial, deve constar já no anúncio ou não?
AC: Haver transparência no anúncio quanto ao ponto de vista salarial também é algo a ponderar. É uma discussão a que já assistimos em países como os Estados Unidos da América e a experiência diz-me que, quando expressamos o range salarial, há mais interesse e mais candidatos. Mas o crucial é os anúncios espelharem a linguagem das pessoas para quem se dirigem. Algo que cria dissonância é anunciarmos uma vaga e falarmos uma linguagem antagónica.

 

2ª dica vital: apostar nas redes sociais, parcerias e networking

AG: Essencial para recrutar os melhores é também o meio de divulgação. As redes sociais, como o Linkedin, trouxeram mudanças importantes, não foi?
AC: O Linkedin, no fundo, foi um game changer muito grande. Estamos à distância de uma pesquisa, há contas premium que ajudam a refinar a pesquisa, podemos procurar uma competência específica. Há uma pool de talento mais concentrada e isso simplifica muito! Mas outro aspeto interessante são as recomendações, que dão algumas garantias a quem está a recrutar.

AG: E quanto a parcerias e networking? Também ajudam?
AC: Se falarmos em parcerias com entidades especializadas, sim, são fundamentais. As empresas nem sempre têm meios para resolver internamente os processos de recrutamento. Claro que há todo o interesse em resolver o recrutamento in-house, evitando intermediações ou fees, mas as parcerias ajudam a estreitar o gap em áreas técnicas. E são fundamentais quando queremos que os processos de recrutamento se desenrolem de forma célere.

 

 

“Nós, recrutadores, não queremos que as pessoas se saiam mal na entrevista. É algo que gera frustração e perda de tempo. O que queremos é extrair o melhor das pessoas.”

3ª dica vital: fazer as perguntas certas para recrutar os melhores!

AG: Há outra fase que, tradicionalmente, ocupa tempo e gera ansiedade: a entrevista. Como garantir que fazemos as perguntas certas e que ouvimos as respostas certas?
AC: Hoje, os candidatos comparecem às entrevistas muito bem preparados. Não é de estranhar. Há mais tips sobre como preparar uma entrevista e quais as perguntas a antecipar. Mas hoje em dia há uma tendência interessante: são as próprias empesas a dar guidelines sobre a entrevista. É uma forma de aliviar a ansiedade.
E isto porque nós, recrutadores, não queremos que as pessoas se saiam mal. O que queremos é extrair o melhor das pessoas.
O principal conselho que costumo dar é: “fazer perguntas às quais conseguimos medir a resposta”.

AG: Que perguntas são essas?
AC: Não interessa fazer uma pergunta da moda, como perguntar o animal com que o candidato se identifica ou a personagem da Disney de que mais gosta, pois isso não permite fazer um assessment da resposta. É mais importante estudar bem a vaga, estudar o candidato, o que ajudará a formular questões personalizadas. Isso é bom porque ajuda a transparecer uma resposta mais genuína. Conhecemos o verdadeiro candidato. 

 

 

“Personalizar as perguntas ajuda a transparecer uma resposta mais genuína. E muitas vezes é o lado pessoal do candidato que mais importa, a sua forma de se relacionar com os outros.”

4ª dica: o onboarding é vital para recrutar os melhores!

AG: Falas no workshop na “Arte de Bem Receber”, ou seja, o onboarding. Que arte é esta?
AC:
O tema está estudado e a maioria do turnover (saídas voluntárias dos trabalhadores) ocorre nos primeiros meses, no máximo, no primeiro ano. E isso deve-se muito a processos de onboarding mal estruturados: falta de acompanhamento, equipas que não são preparadas com um Plano de Formação… Por isso é que este workshop até tem esta pequena piada, esta brincadeira no título, pois muitas vezes não fazer um bom acolhimento, um bom onboarding, é estragar tudo no final.

Já conhece o nosso Workshop exclusivo?

Foi a pensar em todos estes desafios que preparámos com o António Cunha um workshop prático em recrutamento e seleção. Com base na sua experiência, o formador procurará conhecer os desafios de 10 participantes e dar-lhes novas ideias para aplicarem já no seu dia-a-dia.

E partilhará também os erros cometidos ao longo da sua carreira, as lições que poderão ajudar outros profissionais a recrutarem os melhores… sem estragar tudo no final!

Inscreva-se já aqui! Contamos consigo?

Quer mais dicas? Oiça a entrevista completa em podcast!

António Cunha esteve no Estratégias & Negócios, o podcast da ESTRATEGOR, onde partilhou algumas das dicas vitais para recrutar os melhores talentos. Serão alguns dos temas que dará a conhecer no seu workshop, mas há muito mais para descobrir!

Oiça aqui a entrevista completa!

Fale connosco para mais informações!

Diagnosticar necessidades de formação? Nós ajudamos!

Diagnosticar necessidades de formação? Nós ajudamos!

Diagnosticar necessidades é o primeiro passo para o sucesso de um Plano de Formação. Mas, na hora de dar este primeiro passo, é importante saber como fazer esse diagnóstico e como medir os resultados.

Foi para garantir o sucesso da Formação nas empresas que preparámos um novo serviço integrado.

Agora, é mais fácil dar este primeiro passo e diagnosticar necessidades de Formação. E implementar um plano formativo e medir os resultados, também!

Apresentamos-lhe um novo serviço de Gestão da Formação!

 

Diagnosticar necessidades de Formação? Como assim?

Diagnosticar necessidades é o primeiro passo para o sucesso da Formação, já que partimos para o Plano Formativo com base numa análise organizacional, às condições e competências disponíveis e ao know-how a desenvolver.

Com base em entrevistas, inquéritos, observações ou testes, a nossa equipa recolhe estes dados de modo a identificar:

    • as necessidades mais urgentes;
    • e aquelas que ajudarão a responder aos desafios do futuro.

Esta é a base do Plano Formativo.

Qual é, agora, o próximo passo para o sucesso da Formação? Diagnosticadas as necessidades, vamos construir um Plano eficaz e à medida!

 

Como criar um Plano de Formação?

Um plano de formação, já aqui o destacámos, é outro importante passo no sucesso da formação e um bom Plano é aquele que responde a questões concretas, nomeadamente:

      • Quais as competências que temos e quais as que faltam?
      • Que objetivos atingir?
      • Quais os recursos necessários e quanto investir?

É com base nestas questões que a nossa equipa dá o passo seguinte: propor os cursos a realizar, tendo em conta os objetivos e os destinatários, bem como a calendarização das ações.

Posto isto, como medir o sucesso do investimento? Esse é o próximo passo, um que deve dar sempre que os seus colaboradores participarem em formação.

 

 

Como avaliar o sucesso do Plano de Formação?

Cada plano responde a necessidades e metodologias únicas, conforme a empresa e a equipa. Não obstante, avaliar os resultados permite aferir se as necessidades identificadas foram atendidas ou, no mínimo, quais as decisões a tomar para melhorar a produtividade.

É por isso que a nossa equipa avalia por si o sucesso da formação com base numa recolha e análise de dados, identificado as principais aprendizagens ou mudanças. Aqui, importa perceber:

      • Se os formandos gostaram do curso, quais as impressões e competências adquiridas;
      • Se houve uma transferência da aprendizagem para o posto de trabalho;
      • E se é necessário ajustar o plano ou definir novas prioridades para, em conjunto, atingirmos os seus objetivos.

Gerir uma empresa é um grande desafio e o tempo é sempre pouco para concretizar tudo isto internamente. Felizmente, a nossa equipa pode facilitar a vida da sua empresa.

 

Formação com sucesso na sua empresa? Nós ajudamos!

Foi para facilitar a vida à sua empresa que desenvolvemos esta nova solução integrada, baseada no levantamento de necessidades de formação e na avaliação dos resultados atingidos.

Fale connosco para mais informações!