Vai de férias? Aproveite para treinar estas 4 soft skills!

Vai de férias? Aproveite para treinar estas 4 soft skills!

Com o verão à porta, “recarregar baterias” é a primeira e mais importante das prioridades. Mas esta pausa é também uma oportunidade para a reflexão. Que desafios superámos e quais aqueles que nos limitaram? Que resultados alcançámos? E que tarefas ficaram por concretizar?

Colocar estas e outras questões, pode facilitar o regresso ao trabalho e reduzir a ansiedade perante o aproximar desse momento.

Já não é segredo como a capacidade de resolver problemas criativamente, o espírito de liderança ou a gestão do tempo e stress são algumas das competências essenciais a dominar no atual mundo do trabalho. Mas há outras que, como refere este artigo da Fast Company, podem ajudar quem tem de lidar com o imprevisto.

Por isso, se vai de férias, aproveite este momento de pausa e reflexão para treinar uma destas soft skills:

1. Vontade de aprender

Numa equipa comercial ou no chão de fábrica, entre colaboradores mais novos ou aqueles de maior experiência, a curiosidade pode ser a chave-mestra do desenvolvimento profissional. É certo que encontraremos numa equipa pontos de vista diferentes ou objetivos divergentes, mas a vontade de aprender promove a colaboração e contribui par um ambiente de trabalho mais dinâmico.

2. Criar consensos

Já que falamos de pontos de vista, quão bom seria regressarmos a um ambiente onde todos pensam como nós e partilham os nossos valores? Se respondeu “muito bom”, saiba que Winston Churchill tinha uma perspetiva diferente: “quando duas pessoas concordam em tudo, uma delas é irrelevante”, escreveu o político.

Considerando o quão difícil é atualmente encontrar talento e retê-lo, é importante treinarmos a nossa capacidade de criar consensos. Esta inteligência emocional é, a bem dizer, a mãe de todas as soft skills, já que impacta outras capacidades como a gestão de conflitos ou a comunicação.

3. Treinar a comunicação

Para além de pensarem “fora da caixa”, os colaboradores mais atrativos ao atual mercado de trabalho são aqueles que sabem ouvir e comunicar com clareza. Isso implica desenvolver um bom rapport com quem temos do outro lado e identificar os comportamentos verbais e não-verbais. Tão importante quanto treinar a voz ou a linguagem corporal é trabalhar a forma de comunicar e a sua assertividade.

4. Trabalhar o autoconhecimento, formar a autoconfiança

Não há autoconfiança sem autoconhecimento. Conhecer as nossas crenças limitadoras mais comuns é uma forma de facilitar a tomada de decisão e o aumento da motivação. Contornar medos ou inseguranças nem sempre é fácil, mas formar esta capacidade pode traduzir-se em maior valor profissional e pessoal.

Formação 100% online: é fácil e ágil!

Estas competências são essenciais a quem procura chegar mais longe e treiná-las à distância é bem mais fácil do que imagina graças aos nossos cursos E-Learning. A Inteligência Emocional ou a Comunicação Assertiva são apenas algumas das áreas em que a Academia GROW dinamiza formação para si. Há mais por descobrir aqui!

Como vê, este verão será uma oportunidade para se sentir ainda mais descansado quanto aos desafios que o futuro lhe reserva.

Fale connosco para mais informações!

Portugal 2030: Já conhece as medidas para apoiar a formação?

Portugal 2030: Já conhece as medidas para apoiar a formação?

Agora que o Acordo de Parceria foi apresentado a Bruxelas e as candidaturas ao Portugal 2030 (PT2030) estão quase a arrancar, chega o momento de começar a preparar o plano de formação profissional da sua empresa. Afinal, a formação é tão importante quanto a aquisição de nova tecnologia ou o aumento da capacidade produtiva.

No Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027, o domínio social é uma prioridade. Na verdade, das quatro agendas temáticas do Portugal 2030, há uma que concentra a maior fatia de fundos: 8.329 milhões de euros para a Digitalização, Inovação e Qualificações.

Quer saber com que apoios contar? Vamos a isso!

 

Digitalização, Inovação e Qualificações

Trata-se da agenda temática 2, que compreende 36% dos 24 mil milhões de euros ao dispor de Portugal na próxima década.

Esta é uma agenda dedicada aos desafios tecnológicos e sociais associados à transição digital da economia. Assim, perante as alterações esperadas em muitas das atuais profissões, responde-se com:

  • Incorporação de tecnologia;
  • Transferência de conhecimento;
  • Desenvolvimento de capital humano.

São dois os programas previstos para este fim: o Programa Inovação e Transição Digital e o Programa Demografia, Qualificações e Inclusão. Em ambos, esperam-se medidas para promover a aprendizagem ao longo da vida e formação de ativos empregados.

 

Formação para empresários

As baixas qualificações não são apenas um problema social. São um obstáculo à inovação e transformação do tecido produtivo.

Nesse sentido, a par dos colaboradores, também os empresários e gestores são identificados como um público-alvo dos apoios para a formação. A razão para tal é simples: em 2021, um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos revelava que apenas um terço dos gestores portugueses tinha formação superior, algo que impactava diretamente a produtividade das empresas.

 

Ganhar competitividade

Transformar o tecido produtivo até 2030 passa, então, por alcançar uma taxa de 60% de adultos em educação e formação. Para atingir este objetivo contribuirão instrumentos como, por exemplo:

  • Formação-Ação, articulando a formação em sala, a ação na empresa e a consultoria especializada;
  • Formação para empresários e gestores;
  • Formação para colaboradores inseridos em projetos de investimento;
  • Medidas de contratação de recursos humanos altamente qualificados.

Por outro lado, o mais recente Acordo subscrito pelo Governo e Parceiros Sociais prevê também 5 mil milhões de euros do PT2030 e do Plano de Recuperação e Resiliência para as qualificações profissionais.

Ou seja: 2030 trará apoios diretos para melhorarmos as nossas competências, bem como para empresas que se candidatem a Projetos de Formação e Qualificação.

 

Formação: vamos preparar a sua candidatura?

Ao beneficiar tanto quem emprega como quem é empregado, a formação profissional traduz-se em produtividade, conhecimento e diferenciação no mercado.

A Academia GROW, em articulação com a Estrategor, conta com mais de 25 anos de experiência na candidatura a fundos europeus. Para nós, desenvolver o capital humano das organizações é concretizar o futuro das empresas.

Fale connosco para prepararmos o seu projeto!

Inteligência emocional: acha que é um bom líder?

Inteligência emocional: acha que é um bom líder?

É líder de uma equipa e acha que é um desperdício de tempo ter formação em inteligência emocional? Então, está na altura de se perguntar: o que é, para si, um bom líder?

Seja qual for a sua resposta, a questão prova uma coisa: a figura do líder heroico e autoritário, indiferente às emoções do outro, já não existe. Em vez disso, temos empresários tão focados na “aventura” do mundo dos negócios como na necessidade de desenvolverem novas competências, com um olho na folha de cálculos do Excel e outro atento ao seu mundo interior.

Sim, leu bem: ser empreendedor é muito mais do que gerir um negócio! A revista Forbes, aliás, salienta isso mesmo. Portanto, liderar também é conciliar o mundo racional com o emocional.

Mas, afinal, como é que isso se faz?

 

Liderar com (ou sem?) emoções

Não foi apenas a pandemia de Covid-19 a mudar o foco das lideranças. Seja como fator de retenção de talento, seja como política de recursos humanos, muitas são as empresas atentas à saúde mental dos seus colaboradores. Nesta empresa de Monchique, foi até notícia a criação de um Departamento de Felicidade!

A este propósito, a McKinsey & Company realça três imperativos do nosso tempo: aproximar pessoas, promover o progresso e reimaginar a normalidade.

Para que isto aconteça, adianta a consultora americana, um líder não pode esconder as suas emoções, já que, como refere Daniel Goleman, um dos grandes investigadores neste âmbito, elas são contagiosas.

E agora? Já acredita que as emoções podem transformar o seu local de trabalho?

 

O que pode fazer já?

Falamos de inteligência emocional. E, no trabalho ou à distância, é esta capacidade que pode ajudar na resolução de conflitos, no desenvolvimento do espírito de equipa e no aumento da produtividade.

Se quer aplicar esta capacidade no seu dia-a-dia e ter um ambiente de trabalho mais produtivo, deixamos algumas dicas essenciais:

  1. Faça uma autoavaliação: identifique os seus pontos fortes e fracos, prestando atenção às emoções que sentiu em momentos mais desafiantes;
  2. Promova o diálogo: numa empresa, há diferentes personalidades, diferentes pontos de vista, diferentes emoções. Por isso, prestar atenção ao que o outro diz é meio caminho para uma equipa mais coesa e unida;
  3. Transforme os erros em oportunidades: se quer obter melhores insights, procure focar-se na solução.

 

Formação para dominar as emoções!

Pôr estas dicas em prática, porém, é que pode ser mais difícil. Felizmente, temos uma boa notícia para si: a Academia GROW tem uma formação em Inteligência Emocional, em regime e-Learning.

E, sim, este é um curso certificado. Por isso, também conta para cumprir a obrigação legal de 40 horas anuais de formação profissional. Lembre-se: a formação é obrigatória, sendo um dever das empresas e um direito dos colaboradores.

Conte connosco e faça das emoções a chave do seu sucesso!

“O RGPD pode colocar as empresas à frente da concorrência”

“O RGPD pode colocar as empresas à frente da concorrência”

Já não é novidade: hoje o RGPD coloca mesmo as empresas à frente da concorrência. Quem o diz é Lúcia Marinho, Encarregada de Proteção de Dados (DPO) e especialista na implementação do Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) nas empresas.

Com o ritmo acelerado da transformação digital e o cibercrime a aumentar, este é o momento certo para conversarmos com a formadora e percebermos melhor os desafios que as empresas enfrentam.

Vamos a isso?

 

Academia GROW: Além de pesadas coimas, o incumprimento do RGPD pode trazer sérias consequências para as empresas. Quais os perigos que estão em causa?

Lúcia Marinho (LM): Qualquer empresa trata informação sensível e confidencial relativa a dados pessoais de colaboradores, clientes ou fornecedores. A fuga dessa informação, não só é prejudicial para a empresa, como um “trunfo” para os seus concorrentes, que a podem usar em seu benefício.

Assim, falamos de vários perigos, nomeadamente:

  • Ataques cibernéticos;
  • Vulnerabilidade dos dados, principalmente se a empresa tiver colaboradores em teletrabalho, com redes domésticas pouco seguras;
  • Mais fragilidades com o trabalho em nuvem, já que temos vários dispositivos ligados em rede;
  • Vírus, worms e cavalos de Troia;
  • Hackers;
  • Spyware e software de propaganda invasiva;
  • Ataques de dia zero ou ataques de hora zero (ataques a falhas do sistema, que ainda são desconhecidas do usuário);
  • Roubo de dados ou intercetação dos mesmos em comunicações;
  • Ataques ao sistema informático;
  • Roubo de dados pessoais e identidade.

A segurança informática dá credibilidade às empresas. Mostra que a proteção de dados é uma preocupação de toda a organização e não apenas dos recursos técnicos.

GROW: E o que fazer perante esses perigos?

LM: A segurança da informação é um tema amplamente discutido, mas falta formação para que cada colaborador esteja sensibilizado para os riscos e tome consciência das responsabilidades. Hoje, uma empresa que adote metodologias de proteção de dados está a dar um passo para se diferenciar da concorrência. Por isso, é muito importante a implementação do RGPD e o cumprimento das práticas que reforçam a segurança dos dados.

 

GROW: Considera que o RGPD ainda não é plenamente compreendido quanto às suas vantagens?

LM: O RGPD pode colocar a empresa um passo à frente da concorrência. Mais do que deveres e coimas, deve ser visto como uma oportunidade para as empresas reverem as suas estruturas e processos, tornando-se mais eficientes.

Além de criar oportunidades de negócio, o RGPD impulsiona a internacionalização, promove o nível de confiança dos clientes e fortalece a relação com os stakeholders. Como? Mostrando uma empresa capaz de tratar qualquer dado de forma segura e de envolver todos os departamentos na segurança da informação.

Ou seja, a competitividade das empresas também passa pela segurança informática, por mostrarem que a proteção de dados é uma preocupação de toda a organização e não apenas dos recursos técnicos. É isso que dá credibilidade à empresa.

GROW: O colaborador, do ponto de vista da segurança da informação, é o elo mais fraco das empresas?

LM: Não o é propositadamente, com intenção de prejudicar, mas por falta de informação ou por erro acidental. Os erros de funcionários são, de resto, a principal ameaça para a segurança dos dados, superando até ataques de hackers.

“Todos os colaboradores – e, em especial, aqueles que lidam com dados pessoais e informação sensível – devem tomar consciência dos comportamentos a ter.”

GROW: Mas, se a presença digital é essencial para a competitividade das empresas, quais as medidas prioritárias a tomar?

LM: A transformação digital, embora vantajosa para as empresas, deve fazer-se acompanhar pela implementação de um sistema de proteção de dados, por medidas internas de salvaguardada da informação, que vão desde as políticas de proteção de dados pessoais à gestão dos recursos humanos.

E convém lembrar que as fragilidades não passam só pela estrutura da rede ou pelos backups.

A sensibilização e a formação são a forma mais eficaz de evitar o comprometimento de dados e as fugas de informação. Da administração aos quadros técnicos, todos os colaboradores – e, em especial, aqueles que lidam com dados pessoais e informação sensível – devem tomar consciência dos comportamentos a ter. Este é um passo decisivo para as empresas se colocarem à frente das ameaças da transformação digital e da concorrência. Quanto mais cedo as organizações cumprirem o RGPD, maior será a sua vantagem competitiva.

“Se a segurança informática tem um custo, o desconhecimento das regras e o seu incumprimento tem um custo ainda maior.”

GROW: A Eng.ª Lúcia Marinho dá às empresas, através da Academia GROW formações na área da Segurança Informática para Utilizadores. Que vantagens destaca destes cursos?

LM: A globalização e a rápida evolução tecnológica trouxeram novos desafios no que diz respeito à proteção de Dados Pessoais, pois a quantidade de informação pessoal partilhada pelos cidadãos não para de aumentar.

Mas as ameaças cibernéticas são ainda mais perigosas para as empresas sem colaboradores formados e informados. Do escritório ao chão de fábrica, todos devem saber quais as condutas de segurança de dados a adotar e quais os direitos que têm enquanto titulares de dados pessoais.

Se é verdade que a segurança informática tem um custo, o desconhecimento das regras e o seu incumprimento tem um custo ainda maior.

 

Aposte na sua formação!

A Academia GROW tem cursos à medida das suas necessidades e dos objetivos da sua empresa, por isso, fale connosco para mais informações!