Formação na sua empresa: 5 dicas para investir com futuro!

Formação na sua empresa: 5 dicas para investir com futuro!

Se está a ler este artigo, então temos algo em comum: o reconhecimento de que a formação é uma importante vantagem competitiva para as empresas. O investimento neste domínio nem sempre é fácil, mas o esforço pode valer a pena e resultar num aumento da produtividade em cerca de 5%.

Já aqui demos a conhecer as vantagens do investimento em formação, com base num estudo alargado da Fundação José Neves (FJN). Mas, se as mais-valias existem e as empresas até valorizam este ativo, então o que está a faltar para se investir mais em formação?

Falta de tempo, custos, dificuldade em avaliar necessidades ou receio de perder o trabalhador – estes são alguns dos constrangimentos identificados pelo relatório da FJN. Ainda assim, é possível superar estes obstáculos e evitar que a sua empresa fique para trás! Quer saber como?

1) Promova uma cultura aberta à aprendizagem

Entre os trabalhadores que mais participam em formação, encontramos quadros mais jovens, com maior nível de escolaridade (Mestrado, 58%; Licenciatura, 49%). Ainda assim, o valor da experiência pode ajudar a otimizar processos e encontrar oportunidades de melhoria.

Não deixe, por isso, de promover a aprendizagem ao longo da vida e a requalificação (reskilling) como respostas aos avanços da Indústria 4.0 e à criação de perfis profissionais mais heterogéneos.

2) Invista na empresa investindo em formação

A formação deve ser vista como um pilar estratégico do crescimento. Uma forma de conseguir isso, realça a FJN, é introduzir a formação nos objetivos da empresa, não só para monitorizar os avanços, mas também para promover a tal cultura de aprendizagem.

3) Estabeleça parcerias para identificar necessidades

Seja uma empresa de maior dimensão ou uma mais pequena, colaborar com entidades especializadas pode abrir caminho a novas soluções e oportunidades customizadas. Além disso, é indispensável à própria empresa envolver-se nos planos de formação, prestando atenção às tendências do mercado e às necessidades dos trabalhadores.

4) Empodere cada trabalhador ao invés de procurar soluções universais

Porque as necessidades não são todas iguais, cada trabalhador deve ter o seu próprio plano de desenvolvimento de competências, articulado com a empresa. Além de reforçar a satisfação pessoal, está a alimentar o sentimento de compromisso e de especialização na empresa.

5) Pondere um sistema rotativo

A nível internacional, são cada vez mais as empresas que apostam na rotação dos postos de trabalho. Mesmo que por períodos curtos ou entre colaboradores recentemente contratados, este sistema ajuda a partilhar conhecimento e a adquirir competências.

Tudo a postos para começar já a investir com futuro?

Num mundo digitalizado e competitivo, a Formação é tanto uma ferramenta de competitividade como de retenção de talento. Por isso, se pretende construir hoje o futuro da sua empresa, não hesite em contatar-nos para mais informações!

Vender mais, negociar melhor!

Vender mais, negociar melhor!

Imagine que está prestes a fechar uma venda muito promissora. Do seu lado, tem um produto altamente inovador e um serviço pós-venda de excelência. Contudo, no momento da decisão, há algo que falha e o negócio não se concretiza. Porquê?

Embora pareça, saber vender não é um dom – implica um conjunto de soft-skills essenciais para o sucesso, o nosso e o da empresa. A Comunicação permite cativar a atenção do outro, como já vimos neste artigo, mas saber negociar ajuda-nos a estabelecer uma relação de confiança com o mercado.

Sim, é isso mesmo: negociar é mais do que obter um desconto. Em casa ou no local de trabalho, estamos constantemente a negociar sempre que queremos convencer alguém.

 

Quer negociar melhor?

 

1) Planear, planear, planear

Uma criança pode vencer pelo cansaço, um bom vendedor não. Antes de propor uma ideia ou serviço, é importante saber (quase) tudo sobre o cliente e sobre o produto.

Esta é uma fase fundamental para evitar imprevistos e antecipar objeções, onde devemos conseguir responder a perguntas como:

Quem é o meu cliente e o que é que ele procura?

– Quais são as tendências do mercado?

– Quem são os meus concorrentes e quais os seus argumentos?

Porque é que o meu produto é melhor?

 

2) Adaptação

Cada negócio é um novo negócio. Como tal, deve basear-se numa estratégia única e personalizada. É por isso, aliás, que conhecer o interlocutor é fundamental.

Lembre-se: criar empatia (rapport) é uma forma de se adaptar ao outro e de deixar o outro adaptar-se a si. Só assim consegue personalizar a sua estratégia. No fundo, trata-se de estabelecer uma linguagem comum entre ambos, a qual pode ser verbal (tratando o interlocutor pelo nome ou falando de interesses semelhantes) ou não verbal (adotando uma postura ou tom de voz parecidos).

 

3) Venda soluções, não venda produtos

Se alguém lhe pedir para escrever uma nota, mas não tiver nenhuma caneta, papel ou telemóvel, então cria-se uma necessidade.

Cada produto, serviço ou ideia deve ser visto como um investimento. Naturalmente, isso é mais do que realçar vantagens ou destacar preços – é propor uma solução para problemas concretos. Por esse motivo, deve investir numa mensagem positiva e clara.

Uma boa solução, mais do que proposta pelo vendedor, é procurada pelo cliente.

 

4) Escutar

Um bom vendedor sabe que falar muito nem sempre é a melhor estratégia. Um negócio é como uma dança: alguém pode estar a conduzir, mas ambos estão a dançar. É ao escutar o outro que podemos captar informações importantes, preparar argumentos e antecipar respostas.

Mostrar disponibilidade para ouvir cria uma boa impressão e, além disso, predispõe o interlocutor a ouvir também.

 

5) Empatar para vencer

Um bom negócio é tão vantajoso para o vendedor como para o cliente. Mais do que vender, negociar é um acordo, uma vitória para ambas as partes.

Quando ambos podem ganhar, então cria-se uma oportunidade para fidelizar o cliente.

Por outro lado, mesmo quando o negócio não se concretiza continua a ser uma oportunidade para o futuro. Um “não” pode ser um momento de profunda desilusão, mas mostrar confiança e serenidade é um atalho para, mais tarde, ouvir um sim.

 

Está na hora de negociar melhor!

Quer pretenda aumentar as vendas em tempos de crise ou criar o próprio negócio, saber negociar é uma capacidade fundamental para o sucesso profissional.

Na Academia GROW, esta é uma competência intrínseca a vários cursos, tanto na modalidade de Formação Modular Financiada, como em registo de E-Learning.

Fale connosco para mais informações e bons negócios!

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Portugal 2030: a Formação Profissional como ferramenta do futuro

Portugal 2030: a Formação Profissional como ferramenta do futuro

A formação profissional será sempre um pilar das economias competitivas. Felizmente, o novo quadro comunitário – que coincidirá com uma grande parte da década em que nos encontramos – não descura esta aposta no futuro.

Prova disso é o facto de o programa Portugal 2030 ter estabelecido, como um dos seus 8 eixos, a Qualificação, Formação e Emprego. Procurar-se-á, dessa forma, contribuir para uma população ativa com as qualificações necessárias para uma transformação económica e social.

Esta necessidade assume ainda mais importância ao verificarmos que um estudo da Confederação Empresarial de Portugal (CIP) reportava, já em 2019, que 1,8 milhões de trabalhadores teriam de melhorar as suas competências ou mudar de emprego até 2030.

Transitarão, assim, de setores como a indústria transformadora e o comércio para áreas ligadas à saúde, à assistência social, à ciência, às tecnologias digitais e outras profissões mais técnicas. Escusado será dizer que tudo isto se acelerou num cenário marcado pela COVID-19.

À margem dos trágicos efeitos que todos conhecemos, a pandemia revelou-se instrumental na digitalização de muitos empregos, com efeitos que vieram para ficar. Alteraram-se, assim, as regras do mercado de trabalho e, naturalmente, também as da Formação Profissional.

Exemplo disso é que todos nos deveremos preparar para um sistema de lifelong learning (a necessidade de nos atualizarmos ou mudarmos de área profissional ao longo da vida), onde o domínio das soft skills se torna, por vezes, mais essencial do que o know-how técnico.

Para concretizar todas estas transformações, será necessária uma aposta séria na reconversão profissional de muitos de nós. E é neste contexto que a Formação se apresenta como o ingrediente principal. Acompanhe-nos na transição que aí vem!

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Preparado para os desafios de 2030? Conheça as competências a adquirir!

Preparado para os desafios de 2030? Conheça as competências a adquirir!

Dos anos que restam até 2030 espera-se um bocadinho de tudo: sonhamos com a transição digital dos serviços e das empresas e, simultaneamente, compreendemos que o tempo que se avizinha é decisivo para minimizar as alterações climáticas.

O que significa tudo isto? Que muitas questões relacionadas com a Economia, os nossos hábitos de vida e o nosso percurso profissional acabará por se alterar. Naturalmente que, a quase dez anos de distância, são muitos os elementos que ainda não conseguimos prever.

Mas as poucas certezas que temos apontam-nos para um caminho: a necessidade de investirmos continuamente em formação profissional. Até porque uma coisa que se sabe sobre o futuro é que estaremos em constante adaptação.

 

As competências a dominar até 2030

Do Fórum Económico Mundial à OCDE, passando por estudos de universidades internacionais, existe o consenso de que nada será como dantes. Que o digam fenómenos como a globalização, o advento das tecnologias digitais e o crescimento da automação.

Ainda assim, e perante um mundo dominado pela Inteligência Artificial, todas as fontes que referimos concordam num fator: nada será tão relevante como continuarmos a cultivar o nosso lado humano – afinal, é isso que nos diferencia dos autómatos.

Em suma, as grandes competências que deveremos aprender – caso queiramos a proliferar no mercado de trabalho – dividem-se em três grandes grupos. Vamos a isso!

 

1) Competências cognitivas:

Mais do que dominar linguagens ou determinadas competências teóricas, será necessário que os colaboradores do futuro tenham a capacidade de analisar, de forma crítica, os cenários que têm à sua frente.

Igualmente importante será que todos saibamos tomar decisões informadas, com base na informação que conseguimos obter. É imperativo, por isso mesmo, que os Recursos Humanos se tornem cada vez mais autónomos.

Mas outro ingrediente indispensável será a criatividade, que conduz à inovação e à descoberta de abordagens não-convencionais de que nem as máquinas, nem os concorrentes se lembrariam.

 

2) A capacidade de diálogo e a empatia:

Já há muito se ouve falar que é no domínio das soft skills que reside a chave para o sucesso dos maiores profissionais. E se as regras assim o ditam hoje, é expectável que este conjunto de competências se torne ainda mais valioso com o avançar da tecnologia e dos empregos.

Serão sempre necessários Recursos Humanos capacitados para chefiar equipas, para motivar colegas e para negociar objetivos e expectativas com potenciais clientes ou parceiros. O à-vontade na comunicação e a autoconfiança tornam-se, assim, requisitos essenciais.

Mas se existe, a este respeito, um fator que nos separa de toda e qualquer tecnologia, tal é a capacidade de sabermos ouvir o não-verbal. Deste modo chegamos à Empatia. Afinal, quem não gosta de um serviço personalizado e humano?

 

3) Literacia tecnológica:

Quando falamos de um mercado de trabalho dominado pela Automação e pelas inovações trazidas pela Indústria 4.0, torna-se evidente que o conhecimento de novas linguagens tecnológicas é outra necessidade futura.

Cada vez mais, o mercado procurará colaboradores capacitados para a análise avançada de dados, para o desenvolvimento de novas soluções tecnológicas e para o supervisionamento de atividades ligadas à robótica e à Internet das Coisas.

 

Resumindo e concluindo, os profissionais bem-sucedidos serão aqueles que compreendem a necessidade de atualizar as suas competências, não apenas em termos de hard skills, mas também no que respeita às habilidades interpessoais.

Se gostava de melhor se capacitar para os desafios de 2030, consulte o nosso catálogo de formação, ou entre em contacto connosco para mais informações!

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Formação one-to-one: já conhece as vantagens?

Formação one-to-one: já conhece as vantagens?

Após mais de um ano de incertezas – que nos afetaram não apenas do ponto de vista pessoal, mas também profissional –, chegou o momento de estabelecermos novos objetivos e dar continuidade aos nossos projetos, encarando os desafios do futuro.

Essencial para o alcance destas metas é o investimento em Formação e novas Competências Profissionais. Afinal, se há uma certeza que o cenário de COVID-19 nos trouxe foi que a digitalização das empresas, por exemplo, é um caminho inevitável e sem retorno.

Dito por outras palavras: os profissionais e as empresas que procuram estar na liderança dos seus âmbitos de atividade já compreendem a importância deste ativo. Contrariam, assim, a tendência nacional, que ainda vê a Formação como uma obrigação legal.

Alias, segundo um levantamento do Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho, citado pelo Dinheiro Vivo, apenas 16,3% das empresas portuguesas terão dinamizado ações de formação contínua à sua equipa de colaboradores no ano de 2019.

 

Formação one-to-one

Seja em regime presencial ou virtual, seja na modalidade de e-learning ou live training, sem esquecer os cursos intensivos e aqueles cuja carga horária é mais intervalada, são diversos os tipos de Formação em que poderá apostar, consoante as necessidades e recursos.

Uma tipologia ainda pouco falada é, no entanto, a abordagem “one-to-one”. O nome, no entanto, não poderia ser mais claro: são formações ministradas de forma individualizada e, por vezes, em ambiente “on the job”.

Consoante o perfil e necessidades do formando, esta pode ser a forma mais viável de reforçar qualificações. Assim, entre as vantagens da Formação “one-to-one”, englobam-se:

  • A Formação ser 100% personalizada às expectativas do formando;
  • Flexibilização de aspetos como a data, horário, local de realização;
  • Gestão de tempo: a existência de um só formando acelera todo o processo;
  • Permite o acompanhamento mais detalhado da aprendizagem;
  • O formando está mais confortável para expor dúvidas e testar conhecimentos;
  • Aumento da motivação, pois a Formação é útil e bem direcionada.

Se gostaria de saber mais sobre as nossas modalidades de Formação em regime “one-to-one”, não hesite em entrar em contacto connosco a qualquer momento.

Faremos o levantamento das suas necessidades, garantindo um programa de excelência!

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Vamos gerir melhor o tempo? Aqui ficam 4 dicas!

Vamos gerir melhor o tempo? Aqui ficam 4 dicas!

No mundo profissional de hoje em dia, nada é mais ‘sagrado’ do que o tempo. Quantas vezes não nos queixamos de que os minutos, horas e dias ao nosso dispor não chegam para os objetivos ou tarefas que temos em mãos?

A máxima “tempo é dinheiro” pode até ter sido popularizada há algumas décadas, mas as tecnologias digitais – com a sua promessa de acelerar processos e limitar barreiras – fazem do atual mercado de trabalho um universo cada vez mais volátil e exigente.

É nesse contexto que as empresas e Recursos Humanos procuram estratégias que lhes permitam lidar com a incansável torrente de objetivos, desafios e necessidades a atender.  Assim, entre as características do bom profissional, passámos a incluir a boa gestão do tempo.

E não é por acaso que publicações de referência, como a Forbes e a Entrepreneur, publicam ocasionalmente artigos dedicados a este tema. Rentabilizar o tempo tornou-se um desafio que atravessa os mais diversos setores de atividade e culturas organizacionais.

Mas como poderemos ser bem-sucedidos? A pensar na produtividade de todo o tipo de profissionais, apresentamos alguns conselhos.

 

 1) Saber definir prioridades

Num mundo perfeito, conseguiríamos realizar todas as tarefas (e mais algumas) com uma performance excelente, deixando clientes, parceiros, colegas e superiores hierárquicos completamente impressionados com o nosso desempenho.

Na vida real, todavia, somos obrigados a tomar decisões e a hierarquizar objetivos. Nesse sentido, a etapa mais importante para uma melhor gestão do tempo passa por fazermos um esforço diário para esquematizar todas as atividades que temos em mãos.

Uma vez definido este passo, há que ordenar as tarefas em função da sua urgência e do tempo que haverão de exigir. Assim, mesmo que nem consigamos concretizar tudo o que estava no plano, saberemos que respondemos aos itens mais importantes, concluindo um dia produtivo.

 

2) Conhecer e respeitar o nosso próprio ritmo

Um aspeto importante a reter sobre o mercado de trabalho é que não somos todos iguais. À margem de eventuais talentos, competências ou interesses pessoais e profissionais, existe outra coisa que nos diferencia: o ritmo de trabalho.

Idealmente, os níveis de produtividade deveriam ser constantes, mas a verdade é que o nosso desempenho contém ‘picos’. Por isso mesmo, é extremamente útil identificá-los e compreender em que horas e momentos do dia somos mais eficientes do que o habitual.

Afinal, não faz sentido delegar as tarefas mais exigentes para os intervalos de tempo em que nos conseguimos concentrar sem dificuldade, permanecendo em fluxo? Este conhecimento de causa é essencial para o sucesso com que estabelecemos as nossas prioridades.

 

3) Saber parar também é essencial para a produtividade

Ao contrário dos autómatos, as pessoas têm sentimentos, emoções, expectativas e – tal como já vimos – um ritmo próprio. Como tal, até o mais talentoso e produtivo dos profissionais precisa de fazer uma pausa, após um período de intensa concentração.

Fazer pausas que permitam estimular o corpo, respirar ar puro e repousar a mente têm efeitos benéficos para o resto do dia. Mas também a capacidade de recusar novas tarefas é importante quando a lista de objetivos já vai longa e as metas deixam de ser exequíveis.

Em suma, conhecer o nosso ritmo, respeitar as necessidades intrínsecas e saber conciliá-las com as exigências do mundo profissional é a chave para uma jornada de trabalho eficiente, gratificante e livre de perigos como o burnout.

 

4) Antecipar e dominar, sempre que possível, o imprevisto

Todos temos a capacidade de estabelecer um plano. Segui-lo à risca pode, no entanto, transformar-se numa ação hercúlea – não apenas porque exige elevadas doses de autodisciplina, mas também porque os imprevistos são inevitáveis.

Quantas vezes não somos diariamente interrompidos por emails, telefonemas, pedidos de reunião e – inclusivamente – por tarefas de última hora que precisam de ser concretizadas? É neste contexto que distinguir o urgente do acessório se torna fulcral.

Nesse sentido, desligar as notificações e as aplicações de contacto durante uma ou duas horas (aquelas que, para nós, sejam as mais produtivas) reduz a tentação de nos distrairmos com questões que, embora repentinas, podem não ser tão relevantes como a nossa mente, à primeira vista, julga.

 

Depois de tudo isto, não restam dúvidas: a gestão de tempo é uma das competências mais importantes no mundo profissional. Felizmente, com a Academia GROW pode adquirir estas e outras soft skills, em regime de e-learning ou live training.

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