Conheça as 5 vantagens do Six Thinking Hats!

Conheça as 5 vantagens do Six Thinking Hats!

E se fosse possível agilizar o processo de decisão, simplificá-lo ou decidir com mais confiança? Se já conhece a técnica Six Thinking Hats, desenvolvida por Edward De Bono, já sabe que cada um de nós tem um estilo de decidir. Mas será o autoconhecimento o único benefício desta técnica? Bom, vamos descobrir… Conheça aqui as 5 vantagens do Six Thinking Hats!

 

1) O Six Thinkin Hats traz mais segurança à decisão!

Decidir nem sempre é fácil, quanto mais encontrar um consenso. Mas esta técnica é especialmente vantajosa no seio de uma equipa, pois permite-nos decidir com a certeza de que conhecemos todos os pontos de vista.

 

2) Six hats, seis chapéus, seis formas de pensar!

Por esta altura, já se apercebeu como os seis chapéus do pensamento correspondem a diferentes estilos ou formas de tomar decisões. No fundo, trata-se de conhecer todas as perspetivas que podem influenciar a decisão, colocando-nos no lugar do outro e antecipando cenários.

 

3) Desenvolve o pensamento crítico e criativo!

E, quando nos colocamos no lugar do outro e antecipamos cenários, estamos mais perto de encontrar consensos. É por isso que uma das vantagens do Six Thinking Hats é o desenvolvimento da capacidade de análise, com sentido crítico, bem como da capacidade de encontrar soluções mesmo para problemas aparentemente complexos.

 

4) Melhora a comunicação numa equipa!

Conhece alguém que se foca sempre nos aspetos negativos de uma solução? Ou alguém que decide com base no seu instinto? Conhecer os estilos de pensamento é uma forma de aproximar membros de uma equipa e partir em vantagem para desbloquear a decisão.

 

5) Simplifica a tomada de decisões!

Já reparou como, diante de um problema, muitas vezes não sabemos por onde começar? Se isso acontece consigo, então da próxima vez experimente encontrar primeiro toda a informação necessária, antecipar reações ou dar espaço a cada um para expressar a sua opinião, imaginar possíveis soluções, confrontar os pontos negativos com os positivos e a manter o foco na solução. Se o fizer, estará mais perto de encontrar um consenso!

 

Já conhece as 5 vantagens do Six Thinking Hats e precisa de mais informações para começar a decidir melhor? Então, fale connosco!

 

Vai recrutar? Saiba tudo sobre a arte de bem receber!

Vai recrutar? Saiba tudo sobre a arte de bem receber!

Vai recrutar? Então, primeiro, saiba tudo sobre a arte de bem receber. O acolhimento pode parecer simples, mas é um passo muito importante se considerarmos que é nele que assenta o sucesso do investimento nas novas contratações.

O termo Onboarding foi cunhado nos anos 70 e significa, literalmente, embarcar. Mas saber tudo sobre esta arte de bem receber é, na verdade, um pouco mais do que apenas integrar novos colaboradores.

Trata-se também de garantir a satisfação dos novos talentos, estimular a sua produtividade, evitar o turnover e reforçar a cultura empresarial. Além disso, é uma oportunidade para motivar e envolver toda a equipa!

Workshop: Como atrair, selecionar talento…

e não estragar tudo no final!

Duração: 10 horas
3ª e última edição: 9, 16, 23 e 30 de abril, das 18h30 às 21 horas
Formato: 100% remoto
Investimento: €150 + IVA

Inscreva-se já aqui!

 

Onboarding é a arte de receber bem. Porquê?

A arte de bem receber começa desde o momento em que a oferta de emprego é divulgada até ao momento em que o novo colaborador participa ativamente na organização. Trata-se de uma visão do onboarding a 360 graus que influencia diretamente o sucesso da contratação, mas também os índices de rotatividade.

Ou seja, não só é fundamental atrair e selecionar o candidato certo, como também ajudá-los a conhecer a visão e a missão da empresa, desenvolver um vínculo, criar laços com a equipa e acompanhar o desempenho das funções. Vamos saber como?

Saiba como preparar um bom onboarding!

Um plano de onboarding dependerá do tipo de empresa, da gestão e da equipa, mas é essencial começar a prepará-lo ainda antes da contratação. Estas são as fases principais:

Fase 1: apostar nas primeiras impressões

Na fase da seleção de colaboradores, torne a oferta de emprego o mais clara e específica possível.

No nosso podcast, o especialista em Recursos Humanos, António Cunha, que está a organizar um workshop em Recrutamento e Seleção, deixou-nos três dicas a este propósito:

        • divulgar o range salarial na oferta, já que isso tende a despertar mais interesse;
        • adaptar a linguagem do anúncio à identidade da empesa;
        • expressar na oferta a cultura da empresa, a missão e valores, já que hoje os candidatos procuram projetos com os quais se identifiquem. 

Fase 2: Acompanhar o 1º dia, a 1ª semana e o 1º mês

Quem não lembra o seu primeiro dia? O entusiasmo de abraçar um novo desafio, a torrente de perguntas e a constante necessidade de feedback… Um bom onboarding implica um acompanhamento contínuo dos novos colaboradores.

Não basta, portanto, dar as boas-vindas! É preciso acompanhar a evolução, preparar momentos de integração e, como nunca é de mais lembrar, criar um Plano de Formação que reforce a produtividade e a motivação de todos.

Se assim for, um bom onboarding evitará estragar tudo no final!

Onboarding: a arte de bem receber e não estragar tudo no final!

Vai recrutar? Então, conheça primeiro a arte de bem receber. Afinal, criar um efeito wow nos novos colaboradores não requer muito e, como já vimos, é o passo certo para manter a equipa motivada, unida e empenhada.

Foi para ajudar as empresas a recrutarem melhor que preparámos um workshop dedicado ao recrutamento e seleção de novos talentos. A 3ª edição já está disponível e, à semelhança das anteriores, que esgotaram num ápice, a participação é exclusiva a apenas 10 profissionais.

Por isso, inscreva-se agora e descubra tudo sobre a arte de bem receber!

3 prioridades na Formação para empresas em 2023!

3 prioridades na Formação para empresas em 2023!

Que resultados ambiciona para a sua empresa em 2023? Dado o contexto na Europa, aumento dos custos de produção e escassez de talento especializado, a formação contínua estará no centro das atenções no próximo ano. Felizmente, com 2023 à porta, este artigo pode ajudar a preparar os investimentos que as empresas farão nas suas pessoas!

Como já vimos neste caso de sucesso, é em equipas preparadas e confiantes que assenta a inovação. Desenvolver novas competências, além de responder aos desafios do presente, contribui para o desempenho geral da empresa e agiliza a produção.

Vamos conhecer as áreas em que a formação pode ajudar a concretizar um novo ano repleto de sucessos?

 

1) Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho

Os últimos anos foram desafiantes do ponto de vista da saúde – quer física, quer mental. A saúde, o bem-estar e o equilíbrio entre vida e trabalho tornou-se numa prioridade tão importante como qualquer competência técnica.

Por que trabalhadores felizes resulta em trabalhadores produtivos, as formações em higiene, saúde e segurança são essenciais à retenção de talento e aumento da produtividade. Falamos de cursos mais técnicos, como Segurança em Atmosferas Explosivas (ATEX), mas também de cursos como Ergonomia e Ginástica Laboral, que reforçam a produtividade melhorando o bem-estar dos trabalhadores. É ou não é o melhor de dois mundos?

 

2) Melhoria contínua

O Kaizen é dos recursos mais procurados pelas empresas líderes de mercado. Porquê? Porque, ao invés de se focar em soluções externas, o Kaizen otimiza os recursos já disponíveis. Ou seja, os gastos diminuem e as capacidades das equipas renovam-se.

No fundo, falamos de processos onde toda a organização se envolve na criação de medidas para, entre outros:

  • Diminuir os tempos de produção;
  • Melhorar a qualidade dos produtos;
  • Aumentar a satisfação dos clientes;
  • Poupar custos desnecessários.

Se acredita que tempo é dinheiro, então, a Melhoria Contínua é sem dúvida uma área a desenvolver na sua empresa em 2023!

 

3) Desenvolvimento Pessoal

Com a retenção de talento e o bem-estar no centro das atenções, nunca é demais lembrar como estas duas realidades assentam no desenvolvimento pessoal para atingir resultados mais positivos.

A sua empresa precisa de melhorar a capacidade de fazer negócios e estabelecer parcerias? Por que não apostar em Comunicação Assertiva? Precisa de aumentar as vendas? Que tal desenvolver uma equipa comercial mais especializada?

Mais do que resultados práticos, a aposta no desenvolvimento pessoal reforça a motivação e antecipa o futuro. Muitas profissões estão a ser absorvidas pelas tecnologias digitais e pelo advento da Indústria 4.0, motivo pelo qual as empresas têm procurado alinhar os seus programas formativos com uma nova cultura de reskilling.

Desta forma, as equipas podem ser mais heterogéneas, polivalentes e diferenciadoras para a empresa.

 

Em 2023, a Academia GROW estará ao lado da sua empresa!

Desenvolver equipas produtivas e motivadas é, há 27 anos, o nosso compromisso. Num mundo mais digitalizado e competitivo, onde a formação é tanto uma ferramenta de produtividade como de retenção de talento, renovamos esse compromisso com as empresas.

Por isso, em 2023, conte connosco para desenvolver as competências de que a sua empresa precisa para chegar mais longe. Vamos crescer em conjunto?

Segurança e Saúde no Trabalho: saiba tudo sobre esta formação obrigatória!

Segurança e Saúde no Trabalho: saiba tudo sobre esta formação obrigatória!

Todos os anos há obrigações rotineiras nas empresas. As obrigações fiscais e as contabilísticas estão no topo da lista. Mas há uma outra obrigação a ter em conta. Esta é tão importante que está consagrada na lei, o Código do Trabalho fala sobre ela e há até contraordenações em caso de incumprimento. Falamos da Formação Profissional em Segurança e Saúde no Trabalho (SST).

Já sabemos que as empresas, à luz do artigo 131º do Código do Trabalho, têm o dever de proporcionar aos seus colaboradores 40 horas anuais de formação contínua. Já aqui falámos desse dever – ou melhor, desse investimento – e dos passos para a elaboração de um Plano de Formação.

Mas os deveres relativos à SST também estão contemplados na lei, mais especificamente na Lei nº 102/2009, de 10 de setembro. Vamos conhecer este regime jurídico?

1) O que diz a Lei nº 102/2009?

De acordo com este regime, cabe aos empregadores fornecer as informações e a formação necessárias ao desenvolvimento das atividades profissionais em condições de segurança.

Por outras palavras, as empresas devem formar os trabalhadores em medidas de primeiros socorros, combate a incêndios e evacuação, tendo em conta o posto de trabalho e o nível de risco.

2) Quais as obrigações?

As empresas devem zelar pela segurança e saúde dos seus trabalhadores, mas também implementar medidas de proteção em caso de perigo grave ou iminente, dar conhecimento dessas medidas e prestar a formação adequada. Caso não o façam, podem estar sujeitas à aplicação de uma contraordenação muito grave.

Além disso, os empregadores devem assegurar a formação permanente dos trabalhadores com funções específicas neste domínio, podendo recorrer a apoio externo quando não possuam condições para a realização da formação. Em caso de incumprimento, é aplicada uma contraordenação grave.

3) A quem se destina esta obrigação?

A SST abrange todas as entidades, privadas ou públicas, independentemente do ramo de atividade. Quer isto dizer que as pequenas e médias empresas (PME) estão abrangidos por esta lei, mas também os trabalhadores independentes.

Mas e se as empresas tiverem adjudicado a segurança das suas instalações a um prestador de serviços? Nesse caso, a obrigação mantém-se: é necessário informar os seus trabalhadores sobre os fatores que possam (presumível ou reconhecidamente) apresentar risco.

4) Quais as formações a assegurar?

O artigo 20º da Lei 102/2009 estabelece como obrigatória a formação em três temáticas:

  • Primeiros socorros;
  • Combate a incêndios;
  • Evacuação de trabalhadores.

A formação dos trabalhadores deve ser garantida em número suficiente e ter em conta a dimensão da empresa e os riscos das tarefas.

5) O que deve a minha empresa fazer já?

Como vê, há anualmente duas obrigações de que não se pode esquecer: por um lado, a Formação Profissional é obrigatória para todas as empresas; por outro, tendo em conta o nível de risco das atividades, todas as empresas devem garantir a formação dos seus trabalhadores em matérias de higiene, saúde e segurança no local de trabalho.

Mas cumprir estas obrigações não tem de ser uma dor de cabeça. Numa época em que o controlo é cada vez mais rigoroso, a Academia GROW tem ao dispor das empresas os cursos que as ajudarão a cumprir estes deveres, mas também a estarem mais seguras e alinhadas com o futuro que ambicionam.

Está pronto para levar a sua empresa ao próximo nível? Fale connosco para mais informações!

4 passos para criar um Plano de Formação à altura do PT2030

4 passos para criar um Plano de Formação à altura do PT2030

A Formação Profissional dos colaboradores é uma preocupação comum a qualquer empresário que ambicione o sucesso ou diferenciar-se no mercado. Já pensou o que seria do futuro de uma empresa se os próprios colaboradores não fossem preparados para esse futuro?

É por isso que um bom Plano de Formação é essencial, sobretudo agora que o novo Quadro Comunitário está a chegar, o Portugal 2030 (PT2030), com incentivos financeiros para a Qualificação Profissional. Quando bem elaborado, dedicado tanto às competências técnicas como às soft skills, não só este plano permitirá cumprir o mínimo legal de 40 horas de formação anual, como também a empresa estará melhor preparada para enfrentar os desafios que o futuro reserva.

Mas como criar um bom Plano de Formação? Como fazer desta obrigação legal uma oportunidade para o crescimento? E como desenhar um plano à altura dos apoios do PT2030? Vamos descobrir!

Como criar um Plano de Formação credível e bem-sucedido?

1 – Identificar necessidades, objetivos e dimensão do plano

Antes de iniciar um projeto de formação, defina o “porquê?” e o “para quê?”

Comecemos por aquilo que definirá o rumo deste investimento e o sucesso de uma candidatura ao PT2030: um bom projeto formativo responde às necessidades atuais da empresa. Por norma, o responsável dos Recursos Humanos reúne-se com cada departamento para definir as melhorias necessárias, qualificações a alcançar ou mudanças a implementar.

Ao começar o diagnóstico, procure responder a estas questões:

Assim que tiver estas respostas, parta para a etapa seguinte: planificação.

2 – Definir a duração e o investimento necessário

O que é melhor para a sua empresa? Um plano a longo-prazo ou com sessões intensivas?

Um projeto formativo tem em conta o tempo necessário e o investimento a fazer. Afinal, é importante que este momento de qualificação seja motivador e traga dividendos, quer beneficie de apoios do PT2030 ou não.

Na planificação, procure agendar estas sessões de acordo com os picos de produção/atividade, identificando o cenário que melhor serve à sua empresa: sessões curtas distribuídas num longo período de tempo ou sessões longas distribuídas num período mais curto?

Já o orçamento deve incluir todos os encargos previstos (remuneração dos formandos, equipa técnico-pedagógica, eventuais deslocações, instalações, entre outros). Conhecer as oportunidades de financiamento em aberto é, nesta fase, imperativo!

Por exemplo: atualmente, há candidaturas abertas para empresas dos Clusters de Competitividade, com apoios a fundo perdido. Pode saber mais sobre estas candidaturas aqui!

3 – Pesquisar por entidades ou formadores credíveis

Aposte na qualidade!

Esta etapa é dedicada às empresas que não conseguem realizar Formação interna. Qualidade é a palavra de ordem!

Ao fazer a sua pesquisa de mercado, liste as entidades formadoras certificadas pela Direção Geral do Emprego e das Relações do Trabalho (DGERT), avaliando a experiência, know-how e recomendações de outros clientes. Este fator é ainda mais determinante na hora de se candidatar ao PT2030: é obrigatório que a formação seja proporcionada por entidades certificadas!

4 – Implementar o plano formativo e avaliar resultados

Um bom plano de formação traz dividendos observáveis no tempo.

Chegou a altura de pôr esse plano formativo em marcha! Agende com cada grupo ou departamento as datas mais adequadas para as ações, tendo em conta as modalidades possíveis: presencial, em e-learning (totalmente digital e autónomo) ou em live streaming (acompanhamento em tempo real).

Quer outra dica útil? Garanta a presença de um responsável da empresa no dia da primeira sessão. O sinal será claro: esta é uma oportunidade de realização pessoal e de construção da cultura empresarial.

Depois, não se esqueça de medir os resultados! Afinal, nenhum plano se conclui sem a avaliação da sua eficácia e os resultados medidos antes e após a Formação.

Tudo preparado para estar à altura do PT2030?

Agora que já conhece os passos essenciais para criar um Plano Formativo credível, cumprir as 40 horas legais de formação ou candidatar-se a incentivos financeiros fica ainda mais fácil!

Para facilitar ainda mais esta tarefa, a Academia GROW coloca ao seu inteiro dispor um know-how com 27 anos de experiência. O PT2030 está a chegar, por isso, se ainda não preparou o seu Plano Formativo, está na altura de o fazer!

Fale connosco para criar um Plano de Formação ou candidatar-se aos apoios financeiros do PT2030!

O teambuilding para empresas resulta mesmo? Saiba tudo aqui!

O teambuilding para empresas resulta mesmo? Saiba tudo aqui!

É impossível falarmos de trabalho em equipa sem pensarmos num dos filmes de animação mais icónicos da sétima arte, Toy Story. Resolver um desafio em grupo, como o filme bem demonstra, melhora a comunicação entre colegas, fortalece as relações laborais a longo-prazo e desenvolve uma atitude positiva.

Estes são alguns dos princípios para os quais o filme alerta: na história, um grupo de brinquedos é entregue num infantário para fazerem as delícias das crianças, mas rapidamente descobrem os perigos deste lugar. Para escaparem, não basta tirar partido das capacidades que cada um demonstra ter. É preciso unirem-se em torno de um objetivo comum, trabalhando a comunicação e o espírito de liderança. E tudo isto enquanto redescobrem o seu papel no seio do grupo.

Já reparou como estamos a falar de teambuilding? É verdade! Tornar as equipas mais coesas e produtivas é apenas um dos ganhos que as empresas podem obter com esta aoista. Mas há mais! Vamos conhecê-los?

Descoberta de competências e novas capacidades

Ao assentar na realização de atividades em grupo e no desenvolvimento da comunicação, o teambuilding é um importante recurso para partilhar com os outros as competências ou capacidades que, no dia-a-dia, não estão em evidência.

Assim, não só estará a conhecer melhor aqueles que trabalham consigo, mas a descobrir novos talentos que podem ser aproveitados para a dinâmica da empresa ou o fortalecimento do negócio.

Melhorar o nível de comunicação e confiança

Ao estimular o pensamento crítico e a cooperação em torno de um desafio comum, uma ação de teambulding trabalha tanto a nossa comunicação verbal como a não verbal. Mesmo em equipas de diferentes níveis geracionais, é aqui que a confiança se reforça e a cultura empresarial ganha novo fôlego. Por isso, sempre que promover uma dinâmica de grupo, está a contribuir para uma equipa mais confiante em si mesma.

Construir pontes entre equipas

Já não é segredo como, atualmente, as empresas são feitas tanto do conhecimento técnico dos seus recursos humanos como de pessoas que se conhecem. Num momento em que prestamos cada vez mais atenção ao bem-estar pessoal no trabalho, as atividades de teambuilding têm o benefício de permitir aos participantes conhecerem-se melhor entre si e a si mesmos.

Celebrar as metas alcançadas

Quando um objetivo é atingido em equipa ou a empresa alcança um marco importante na sua história, o teambuilding pode ser a oportunidade ideal para celebrar esse acontecimento. Por outro lado, num contexto de insucesso, pode também ser uma forma de assegurar a motivação das equipas, o seu foco e motivação quando chegar a hora de abraçar novos desafios.

Teambuilding: transforme a sua equipa com a Academia GROW

Agora que já conhece as vantagens, não se esqueça de dar o primeiro passo!

A GROW, além de apoiar empresas com programas formativos dinâmicos, ajuda quem procura usar esta importante ferramenta para se diferenciar no mercado e alcançar mais resultados. Mas, lembre-se: mais do que a competição, importa a colaboração. Só assim terá resultados ainda melhores!

Fale connosco para mais informações!