Six Thinking Hats: saiba qual é o seu chapéu do pensamento!

Six Thinking Hats: saiba qual é o seu chapéu do pensamento!

Imagine seis chapéus diante de si: um branco, um vermelho, um preto, um amarelo, um verde e um azul. Sabe qual é o seu? Se pensa escolher pela cor da preferência futebolística, saiba que essa pode não ser a melhor opção, pois cada uma destas cores representa o estilo de pensamento que costuma adotar perante um problema. Vamos descobrir o seu chapéu do pensamento? 

Six Thinking Hats é uma técnica útil para analisarmos a forma como tomamos decisões, bem como para simplificar todo o processo. Às vezes, decidimos por instinto; outras precisamos de uma intensa sessão de brainstorming para avançar. Ou seja, diferentes pontos de vista resultam em diferentes estilos de decidir. 

A técnica Six Thinking Hats é, por isso, uma metáfora. Desenvolvida por Edward De Bono, trata-se, no fundo, de atribuir chapéus de cores diferentes a cada estilo de pensamento.

Mas esta técnica, mais do que revelar qual é a nossa forma de decidir, ajuda-nos a fazer algo muito difícil: colocarmo-nos no lugar do outro.

 

Six thinkin hats são seis pontos de vista

Podemos aproveitar esta técnica para conhecer o nosso estilo de decidir, mas também para simplificarmos a tomada de decisão, concentrando a atenção num aspeto de cada vez ou melhorando a capacidade de gestão de tempo nos processos de decisão. Além disso, permite-nos adotar diferentes estilos de pensamento em função do contexto em que nos encontramos.

Ou seja, podemos mudar a nossa forma habitual de pensar, conhecer as diferentes perspetivas do problema e, com isso, tomar decisões com maior segurança. Posto isto, qual é, então, o seu chapéu do pensamento?

 

seis chapéus do pensamento

Chapéu branco: pensar com factos

Já encontrou alguém que precisa de conhecer todos os factos para decidir? Essa pessoa usa um chapéu branco. E, quando usamos um chapéu branco, adotamos uma posição neutra, baseada na informação de que dispomos e nos dados que precisamos de obter para decidir.

Chapéu vermelho: pensar com o coração

O que lhe diz a intuição? Acertou, o chapéu vermelho representa um estilo de pensamento baseado na emoção, naquilo que gostamos e não gostamos. Muitas vezes, pode parecer uma desvantagem, mas quando decidimos com base em sentimentos estamos mais perto de perceber como vão os outros reagir às nossas decisões.

Chapéu preto: pensar crítico

Aqui está um chapéu essencial para identificar todos os pontos a melhorar e antecipar o que pode não correr como se previa. O chapéu preto ajuda-nos a olhar para todos os pontos negativos e, com isso, a prepararmos planos de contingência.

Chapéu amarelo: pensar positivo

Se costuma ser uma pessoa positiva, este é provavelmente o seu chapéu do pensamento. O chapéu amarelo ajuda-nos a desbloquear muitos processos de decisão, pois representa a capacidade de olhar positivamente para os resultados que poderão ser alcançados.

Chapéu verde: pensar de modo criativo

Novas ideias, alternativas, soluções criativas… Pensar de forma criativa, recorrendo ao brainstorming, por exemplo, ajuda a encontrar outros caminhos para resolver um determinado problema.

Chapéu azul: controlo para pensar

O chapéu azul cabe normalmente a quem está encarregue de tomar decisões, identificar os próximos passos e reunir todos os pontos de vista. Este estilo de pensamento tem a vantagem de contribuir para a evolução do processo de decisão, pois serve para identificar qual o estilo de pensamento mais favorável a determinadas situações.

Qual é o seu chapéu do pensamento?

Por esta altura, já percebeu qual é o thinking hat que usa habitualmente. Mas, lembre-se: muitas vezes, é útil usarmos outros chapéus para desbloquear a decisão. Pode até combinar estes estilos de pensamento para encontrar diferentes pontos de vistas e aumentar a qualidade da sua decisão.

 

Precisa de mais informações para decidir melhor? Fale connosco!

Que skills faltam à sua empresa? Conheça as nossas formações!

Que skills faltam à sua empresa? Conheça as nossas formações!

Que skills faltam à sua empresa? Já pensou nas formações necessárias para evoluir?

Para que 2030 seja uma década de sucesso, há algo que não pode descurar: qualificação. E é por essa razão que, hoje, queremos que conheça as nossas formações. Ou, no mínimo, algumas das formações certificadas que poderão ajudar a sua empesa a concretizar os seus objetivos.

Identificar que skills faltam à sua empresa e traçar um Plano é meio caminho para se diferenciar no mercado e preparar os colaboradores para o futuro.

E temos até vários casos de sucesso que demonstram isso mesmo. No Grupo Pinto & Cruz, por exemplo, a Formação tem sido um pilar nos seus 88 anos de história. Assim como na Lankhorst Euronete Portugal SA, onde a inovação e a criação de valor acrescentado são tecidas a partir de uma equipa bem preparada e confiante.

Nestas empresas, mais do que uma obrigação legal, a formação é meio caminho andado para:

      • Criar oportunidades de inovação, diferenciação no mercado e criação de valor acrescentado;
      • Atualizar conhecimentos e reforçar competências, do chão de fábrica à administração;
      • Rentabilizar as paragens na produção, diminuindo custos e desperdícios de tempo;
      • Aumentar a produtividade, a motivação dos colaboradores e garantir a retenção de talento.

Certificada pela DGERT em 17 áreas de formação, a Academia GROW dispõe de vários cursos para as empresas obterem tudo isto. Vamos conhecê-las?

 

 

Conheças as nossas formações para si!

1 – Segurança e Saúde no Trabalho

Porque a formação também é prevenção, a Academia GROW disponibiliza às empresas cursos na área da Segurança, como ATEX – Atmosferas Explosivas, Primeiros Socorres e Sensibilização para a Higiene e Segurança no Trabalho.

Além disso, dispomos também cursos para as empresas que querem colocar em primeiro lugar o bem-estar dos seus colaboradores.

2 – Lean e Processos Produtivos

Do 5S e Gestão Visual ao Kaizen, aumentar a eficiência dos processos produtivos é uma preocupação inerente a qualquer empresa que ambicione ser mais produtiva e competitiva.

3 – Qualidade

Reforçada a segurança e aumentada a produtividade, não se esqueça de reforçar o desempenho da organização e assegurar o cumprimento de todas as normas de Qualidade. Destacamos, como tal, a proteção de dados pessoais, uma das nossas formações mais solicitadas por ajudar as empresas a cumprirem os imperativos do Regulamento Geral da Proteção de Dados.

4 – Gestão de Talentos e Soft Skills

Já pensou que skills faltam à sua empresa? Reforçar as competências técnicas é importante, mas não se esqueça das habilidades que vão além disso. Falamos de soft skills e talentos como a Inteligência Emocional ou a Gestão de Conflitos, “pilares do funcionamento relacional e interpessoal”, como destacou aqui a nossa formadora, Carla Afonso.

 

 

 

“As soft skills são fundamentais para a produtividade. São elas que potenciam as pessoas com boas competências técnicas. São coisas intangíveis, mas são também elas que tornam possível a aplicação das competências técnicas no dia-a-dia.”

Carla Afonso

Formadora na área do Desenvolvimento Pessoal

Que outras skills faltam? Conheça mais formações!

Visite a nossa página e conheça todos os cursos que temos para a sua empresa chegar mais longe!

Ou fale connosco e diga-nos o que precisa!

  

 

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Regulamento Geral de Proteção de Dados Pessoais

ENTREVISTA: 4 dicas vitais para recrutar os melhores talentos!

ENTREVISTA: 4 dicas vitais para recrutar os melhores talentos!

Se procurava dicas vitais para recrutar os melhores talentos, veio ao sítio certo: temos uma entrevista para si!

No mundo dos recursos humanos (RH), recrutar os melhores pode ser uma verdadeira agonia. E reter talento depois de o encontrar, garantindo o acompanhamento e correspondendo às expetativas de todos, é uma tarefa bem complexa! Sobretudo, quando trabalhamos com técnicas e ferramentas obsoletas, num loop impiedoso de carga administrava e longas horas…

Para percebermos melhor estes desafios, entrevistámos um especialista em recrutar os melhores talentos, António Cunha. Ele é Head of People & Culture na Care To Beauty, professor na Universidade do Minho e conta já com mais de 10 anos a ajudar empresas.

Juntamente com a Academia GROW da Estrategor, António Cunha está a organizar um workshop em recrutamento, seleção e a arte de bem receber e, hoje, o formador partilha 4 dicas vitais para recrutar os melhores… sem estragar tudo, claro!

 

“Uma dica vital para recrutar os melhores, sem estragar tudo, é tornar os anúncios genuínos. Haver transparência do ponto de vista salarial também é algo a ponderar e isso já acontece noutros países.”

António Cunha

Formador em recrutamento, seleção e a arte de bem receber

1ª dica vital para recrutar melhor: criar um anúncio “sexy”!

Academia GROW (AG): Um desafio comum a grandes e a pequenas empresas é o anúncio. Ora, como podem as empesas criar um bom anúncio e, com isso, aumentar o número de bons candidatos?
António Cunha (AC): As pequenas empresas partem em desvantagem, pois não tem um employer branding tão consolidado no mercado, o que é normal. Mas há formas de chamar à atenção. Um dos segredos é torná-los genuínos, pois é esse conteúdo que tende a gerar mais impacto. Também as gerações mais novas tendem procurar projetos com que se identifiquem. Logo, quanta mais informação tiverem do seu lado, mais rápida e facilmente tomarão decisões.

AG: E o valor em causa, o range salarial, deve constar já no anúncio ou não?
AC: Haver transparência no anúncio quanto ao ponto de vista salarial também é algo a ponderar. É uma discussão a que já assistimos em países como os Estados Unidos da América e a experiência diz-me que, quando expressamos o range salarial, há mais interesse e mais candidatos. Mas o crucial é os anúncios espelharem a linguagem das pessoas para quem se dirigem. Algo que cria dissonância é anunciarmos uma vaga e falarmos uma linguagem antagónica.

 

2ª dica vital: apostar nas redes sociais, parcerias e networking

AG: Essencial para recrutar os melhores é também o meio de divulgação. As redes sociais, como o Linkedin, trouxeram mudanças importantes, não foi?
AC: O Linkedin, no fundo, foi um game changer muito grande. Estamos à distância de uma pesquisa, há contas premium que ajudam a refinar a pesquisa, podemos procurar uma competência específica. Há uma pool de talento mais concentrada e isso simplifica muito! Mas outro aspeto interessante são as recomendações, que dão algumas garantias a quem está a recrutar.

AG: E quanto a parcerias e networking? Também ajudam?
AC: Se falarmos em parcerias com entidades especializadas, sim, são fundamentais. As empresas nem sempre têm meios para resolver internamente os processos de recrutamento. Claro que há todo o interesse em resolver o recrutamento in-house, evitando intermediações ou fees, mas as parcerias ajudam a estreitar o gap em áreas técnicas. E são fundamentais quando queremos que os processos de recrutamento se desenrolem de forma célere.

 

 

“Nós, recrutadores, não queremos que as pessoas se saiam mal na entrevista. É algo que gera frustração e perda de tempo. O que queremos é extrair o melhor das pessoas.”

3ª dica vital: fazer as perguntas certas para recrutar os melhores!

AG: Há outra fase que, tradicionalmente, ocupa tempo e gera ansiedade: a entrevista. Como garantir que fazemos as perguntas certas e que ouvimos as respostas certas?
AC: Hoje, os candidatos comparecem às entrevistas muito bem preparados. Não é de estranhar. Há mais tips sobre como preparar uma entrevista e quais as perguntas a antecipar. Mas hoje em dia há uma tendência interessante: são as próprias empesas a dar guidelines sobre a entrevista. É uma forma de aliviar a ansiedade.
E isto porque nós, recrutadores, não queremos que as pessoas se saiam mal. O que queremos é extrair o melhor das pessoas.
O principal conselho que costumo dar é: “fazer perguntas às quais conseguimos medir a resposta”.

AG: Que perguntas são essas?
AC: Não interessa fazer uma pergunta da moda, como perguntar o animal com que o candidato se identifica ou a personagem da Disney de que mais gosta, pois isso não permite fazer um assessment da resposta. É mais importante estudar bem a vaga, estudar o candidato, o que ajudará a formular questões personalizadas. Isso é bom porque ajuda a transparecer uma resposta mais genuína. Conhecemos o verdadeiro candidato. 

 

 

“Personalizar as perguntas ajuda a transparecer uma resposta mais genuína. E muitas vezes é o lado pessoal do candidato que mais importa, a sua forma de se relacionar com os outros.”

4ª dica: o onboarding é vital para recrutar os melhores!

AG: Falas no workshop na “Arte de Bem Receber”, ou seja, o onboarding. Que arte é esta?
AC:
O tema está estudado e a maioria do turnover (saídas voluntárias dos trabalhadores) ocorre nos primeiros meses, no máximo, no primeiro ano. E isso deve-se muito a processos de onboarding mal estruturados: falta de acompanhamento, equipas que não são preparadas com um Plano de Formação… Por isso é que este workshop até tem esta pequena piada, esta brincadeira no título, pois muitas vezes não fazer um bom acolhimento, um bom onboarding, é estragar tudo no final.

Já conhece o nosso Workshop exclusivo?

Foi a pensar em todos estes desafios que preparámos com o António Cunha um workshop prático em recrutamento e seleção. Com base na sua experiência, o formador procurará conhecer os desafios de 10 participantes e dar-lhes novas ideias para aplicarem já no seu dia-a-dia.

E partilhará também os erros cometidos ao longo da sua carreira, as lições que poderão ajudar outros profissionais a recrutarem os melhores… sem estragar tudo no final!

Inscreva-se já aqui! Contamos consigo?

Quer mais dicas? Oiça a entrevista completa em podcast!

António Cunha esteve no Estratégias & Negócios, o podcast da ESTRATEGOR, onde partilhou algumas das dicas vitais para recrutar os melhores talentos. Serão alguns dos temas que dará a conhecer no seu workshop, mas há muito mais para descobrir!

Oiça aqui a entrevista completa!

Fale connosco para mais informações!

Vai de férias? Aproveite para treinar estas 4 soft skills!

Vai de férias? Aproveite para treinar estas 4 soft skills!

Com o verão à porta, “recarregar baterias” é a primeira e mais importante das prioridades. Mas esta pausa é também uma oportunidade para a reflexão. Que desafios superámos e quais aqueles que nos limitaram? Que resultados alcançámos? E que tarefas ficaram por concretizar?

Colocar estas e outras questões, pode facilitar o regresso ao trabalho e reduzir a ansiedade perante o aproximar desse momento.

Já não é segredo como a capacidade de resolver problemas criativamente, o espírito de liderança ou a gestão do tempo e stress são algumas das competências essenciais a dominar no atual mundo do trabalho. Mas há outras que, como refere este artigo da Fast Company, podem ajudar quem tem de lidar com o imprevisto.

Por isso, se vai de férias, aproveite este momento de pausa e reflexão para treinar uma destas soft skills:

1. Vontade de aprender

Numa equipa comercial ou no chão de fábrica, entre colaboradores mais novos ou aqueles de maior experiência, a curiosidade pode ser a chave-mestra do desenvolvimento profissional. É certo que encontraremos numa equipa pontos de vista diferentes ou objetivos divergentes, mas a vontade de aprender promove a colaboração e contribui par um ambiente de trabalho mais dinâmico.

2. Criar consensos

Já que falamos de pontos de vista, quão bom seria regressarmos a um ambiente onde todos pensam como nós e partilham os nossos valores? Se respondeu “muito bom”, saiba que Winston Churchill tinha uma perspetiva diferente: “quando duas pessoas concordam em tudo, uma delas é irrelevante”, escreveu o político.

Considerando o quão difícil é atualmente encontrar talento e retê-lo, é importante treinarmos a nossa capacidade de criar consensos. Esta inteligência emocional é, a bem dizer, a mãe de todas as soft skills, já que impacta outras capacidades como a gestão de conflitos ou a comunicação.

3. Treinar a comunicação

Para além de pensarem “fora da caixa”, os colaboradores mais atrativos ao atual mercado de trabalho são aqueles que sabem ouvir e comunicar com clareza. Isso implica desenvolver um bom rapport com quem temos do outro lado e identificar os comportamentos verbais e não-verbais. Tão importante quanto treinar a voz ou a linguagem corporal é trabalhar a forma de comunicar e a sua assertividade.

4. Trabalhar o autoconhecimento, formar a autoconfiança

Não há autoconfiança sem autoconhecimento. Conhecer as nossas crenças limitadoras mais comuns é uma forma de facilitar a tomada de decisão e o aumento da motivação. Contornar medos ou inseguranças nem sempre é fácil, mas formar esta capacidade pode traduzir-se em maior valor profissional e pessoal.

Formação 100% online: é fácil e ágil!

Estas competências são essenciais a quem procura chegar mais longe e treiná-las à distância é bem mais fácil do que imagina graças aos nossos cursos E-Learning. A Inteligência Emocional ou a Comunicação Assertiva são apenas algumas das áreas em que a Academia GROW dinamiza formação para si. Há mais por descobrir aqui!

Como vê, este verão será uma oportunidade para se sentir ainda mais descansado quanto aos desafios que o futuro lhe reserva.

Fale connosco para mais informações!

Casos de sucesso: CONNECTA. Formação também é competitividade

Casos de sucesso: CONNECTA. Formação também é competitividade

Perante a ambição de crescer, uma empresa deve apostar tanto na inovação como no seu capital humano. Se, para a CONNECTA, essa já era uma convicção antes da crise pandémica, os imperativos do presente vieram a confirmar o sucesso dessa filosofia.

Foi por isso que, para este artigo, optámos por conversar com a responsável do Departamento de Formação da empresa, Sónia Santos. O mote desta conversa foi a candidatura ao Portugal 2020, promovida com a Academia GROW, da Estrategor. Mas já lá vamos. Antes disso, importa conhecer melhor a CONNECTA e a forma como encaram o investimento num projeto formativo à medida.

Quer saber se a formação pode realmente impactar os negócios e aumentar a competitividade da sua empresa? Então, vamos conhecer este caso de sucesso!

Compromisso com o cliente

Fundada em 2001 e presente em Portugal desde 2006, a CONNECTA destaca-se pela prestação de serviços na área do Contact Center. Entre apoio ao cliente, vendas, cobranças, suporte técnico e Business Process Outsourcing (BPO), o nome da empresa é sinónimo de compromisso com os seus parceiros e de foco nas pessoas.

 “Não só trabalhamos para cumprir a promessa inicial, como para superar as expetativas dos clientes”, sublinha Sónia Santos.

Hoje, a CONNECTA conta com uma equipa jovem e dinâmica. São cerca de 320 colaboradores, um número que mostra bem como este é um dos seus ativos mais importantes. Investir neste potencial humano é, pois, um dos segredos para garantir:

    • Excelência nos resultados;
    • Rentabilidade nos negócios;
    • Diferenciação no serviço.

PT2020: Projeto Autónomo de Formação

Mas ser excelente não basta. O trilho do crescimento contínuo implica especialização e consolidação de competências, uma resposta à exigência do mercado e aos concorrentes da empresa.

A candidatura ao Portugal 2020 (PT2020), no âmbito do Sistema de Incentivos aos Projetos Autónomos de Formação (PAF), foi um passo natural. Afinal, esta era uma oportunidade para ganhar competitividade, produtividade e potencial de internacionalização. 

E o que dizer dos resultados? Ouvidos os colaboradores, Sónia Santos realça “uma evolução muito positiva do ponto de vista individual e que se repercutiu na cultura de toda a empresa”.

Essencial a este sucesso foi o plano formativo implementado. Era importante que ajudasse nas tarefas do dia-a-dia e estimulasse a melhoria contínua. Que incluísse soluções à medida. Que se focasse na empresa. Que aliasse o fator humano ao melhor das soluções digitais. Acima de tudo, que se centrasse nos formados.

Impacto no dia-a-dia, impacto no mercado

E que cursos foram esses? Entre as formações submetidas no ano passado ao PT2020, destacamos três: Liderança para Novos Líderes, Comunicação Assertiva e Técnicas de Venda e Negociação. 

Sobre a primeira, Sónia Santos refere que esta foi mesmo “das formações mais importantes e marcantes”. Não só reforçou “a gestão e comunicação com as equipas”, como foi complementada com os cursos de comunicação e de vendas, a par das formações dedicadas à Inteligência Emocional, Gestão de Conflitos, entre outras. Em uníssono, estes cursos permitiram à equipa da CONNECTA crescer em valor profissional e pessoal.

“Excelentes formadores, apoio incansável”

É este o elogio que a CONNECTA tece ao projeto formativo elaborado com a Estrategor. Na verdade, a evolução de competências foi tal que, revela-nos a responsável de RH, fomentou a criação da Academia Connecta, uma “universidade corporativa direcionada para os colaboradores”. 

Posto isto, já que é uma obrigação legal garantir a cada colaborador 40 horas anuais para reforçar qualificações, porque não usufruir desta oportunidade para tornar a sua equipa mais produtiva? Afinal, agora que nos aproximamos do novo Quadro Comunitário, o Portugal 2030, este é o momento de começar a preparar o projeto formativo da sua empresa!

Invista em formação, forme o futuro da sua equipa!

Para mais informações sobre os incentivos financeiros à formação ou os cursos disruptivos à medida da sua empresa, fale connosco!