Vamos falar sobre Gestão de Tempo? 3 dicas para tomar boas decisões mais depressa!

Vamos falar sobre Gestão de Tempo? 3 dicas para tomar boas decisões mais depressa!

Na última semana, quantas vezes se queixou que o dia parecia pequeno? E no último ano? Em casa ou no trabalho, o tempo nunca parece suficiente para as tarefas a fazer e geri-lo parece cada vez mais complicado.

Não é por acaso que esta é uma das soft skills mais importantes atualmente. Afinal, ela ajuda a definir metas, a tirar projetos do papel, a garantir produtividade e resultados positivos.

Mas nem sempre é tão linear, pois não? Um bom exemplo disso é o espetáculo Dance, de 1979, com música de Philip Glass. Em Dance, o tempo é ritmo, coordenação e inevitabilidade. Neste espetáculo, os movimentos não têm tempo marcado e a música não se esgota. Mas há um prazo a cumprir. Então, o ritmo torna-se frenético numa sala grande e lento numa sala pequena. Neste ténue equilíbrio, improviso e coordenação são vitais, concretizando um espetáculo onde a gestão de tempo se baseia nas decisões que, passo a passo, guiam o ritmo de cada um.

Decidir a bom ritmo

Já aqui falámos de algumas dicas para sermos mais produtivos, assegurando uma jornada de trabalho eficiente e livre de perigos como o brunout.

 Mas falar de tempo implica falar da tomada decisão, um processo que, como numa dança, deve ser coordenado e preparado. Foi a pensar nisso que a consultora McKinsey definiu três formas de potenciar a melhor decisão no menor tempo possível. Vamos conhecê-las?

1) Tomar decisões objetivas

Toda a decisão é um teste à capacidade de liderança, sobretudo, quando o resultado é diferente do esperado. Perante ideias complexas ou momentos de incerteza, as decisões devem ser focadas na solução e no objetivo a atingir.

 Todavia, tal só resulta se for claro o papel de cada interveniente, ou seja, a quem cabe a palavra final.

2) Desenvolver soluções criativas em equipa

Em qualquer bom plano, os imprevistos são inevitáveis. Lidar com eles requer autodisciplina, saber identificar o essencial e confiar nas competências de cada um.

 A metodologia AGILE pode ajudar nesta estratégia, já que aposta em equipas de trabalho autónomas e focadas em soluções disruptivas. Aqui, num ambiente onde todos têm voz, qualquer input é bem-vindo e não há ideias más – todas inspiram soluções.

3) Partilha da informação

Já sentiu que tem muitas reuniões e poucas decisões práticas? De acordo com o estudo que levou a cabo, a McKinsey descobriu que muitas empresas estão a apostar em reuniões rápidas, de 15 a 30 minutos de duração.

Nestas reuniões, a informação que só é transmitida não tem lugar. Em vez disso, a tónica recai nos dados que precisam da interação com outros para se converterem em soluções.

E agora? Acha que já consegue decidir melhor e mais depressa?

Decida rentabilizar o seu tempo!

Não restam dúvidas de que uma boa gestão de tempo requer eficiência no processo de decisão. E a boa notícia deste artigo é que não tem de continuar a desperdiçar mais este recurso! Com a Academia GROW, em formações práticas e dinâmicas, pode adquirir todas as competências que lhe faltam para rentabilizar o seu tempo.

 

Fale connosco para começar já a decidir melhor!

O novo normal bateu à porta e não sabe como lidar com isso? A formação pode ajudar!

O novo normal bateu à porta e não sabe como lidar com isso? A formação pode ajudar!

O fim do teletrabalho não está a agradar a todos. Para quem abraçou o trabalho remoto, voltar ao escritório representa menos tempo para si, mais despesas e uma nova fase adaptação. Já o regime presencial, por outro lado, pode reforçar a cultura empresarial. Mas será isso suficiente para o atual mercado de trabalho?

Nos Estados Unidos, por exemplo, já não é. Um inquérito realizado no ano passado dava conta de que 39% dos trabalhadores ponderava demitir-se caso o trabalho à distância não fosse mantido. Já entre a geração millennial (nascidos entre 1980 e 1994) e a geração Z (1995 e 2010), a percentagem era bem maior: 49%.

A verdade é que este novo normal trouxe tendências que vieram para ficar. Em causa, estão realidades como o trabalho híbrido, a digitalização das relações entre equipas ou a satisfação com o trabalho.

São desafios que podem mesmo impor-se como um fator de retenção de talento! E a Formação, felizmente, pode responder a cada um deles. Quer saber como?

Trabalho híbrido: mais formação, mais produtividade

Além de um teste à capacidade de liderança, o teletrabalho põe à prova a comunicação, o espírito de equipa e as competências de cada um. É neste contexto, aliás, que soft skills e hard skills são chamadas a intervir.

Não se trata apenas de assegurar a produtividade, mas de garantir que a empresa sai reforçada, encontrando soluções para colmatar a distância e tirando partido da tecnologia para acelerar processos. No fundo, aproximar equipas e líderes.

Mas o que fazer quando se trabalha à distância, com inputs mais demorados? Nesse caso, sem o apoio instantâneo de colegas, dominar ferramentas como o Microsoft Excel ou o Power BI pode ajudar a garantir agilidade, resultados e menos necessidade do tão perigoso multitasking.

Como cultivar o espírito de equipa?

Sem uma equipa unida e colaboradores motivados, não há empresa que resista. Tão importante quanto o fator financeiro são os prémios de desempenho, a progressão na carreira ou a dinamização de um ambiente de trabalho amigável, onde os mais experientes inspiram os menos experientes a atingirem os objetivos propostos. Mais do que o afamado salário emocional, de que já falámos, há um elemento essencial no trabalho híbrido: a sensação de que cada colaborador vê as suas preocupações atendidas e as suas emoções acauteladas.

Também aqui a formação é uma peça-chave. E pode trazer benefícios tanto a empresas como a colaboradores! Falamos de Inteligência Emocional, tão importante para lidar com situações de stress como para promover o diálogo saudável e dominar as emoções.

Reforçar competências e motivação? Com formação é possível!

Se performance é tão importante para a sua empresa como bem-estar, nunca é demais sublinhar como a Formação garante o resultado desta equação 

Para desenvolver competências e renovar o empenho, a Academia GROW dinamiza múltiplos cursos dedicados às soft skills e às soluções tecnológicas do futuro.

 

Fale connosco para formar o futuro da sua empresa!

Inteligência emocional: acha que é um bom líder?

Inteligência emocional: acha que é um bom líder?

É líder de uma equipa e acha que é um desperdício de tempo ter formação em inteligência emocional? Então, está na altura de se perguntar: o que é, para si, um bom líder?

Seja qual for a sua resposta, a questão prova uma coisa: a figura do líder heroico e autoritário, indiferente às emoções do outro, já não existe. Em vez disso, temos empresários tão focados na “aventura” do mundo dos negócios como na necessidade de desenvolverem novas competências, com um olho na folha de cálculos do Excel e outro atento ao seu mundo interior.

Sim, leu bem: ser empreendedor é muito mais do que gerir um negócio! A revista Forbes, aliás, salienta isso mesmo. Portanto, liderar também é conciliar o mundo racional com o emocional.

Mas, afinal, como é que isso se faz?

 

Liderar com (ou sem?) emoções

Não foi apenas a pandemia de Covid-19 a mudar o foco das lideranças. Seja como fator de retenção de talento, seja como política de recursos humanos, muitas são as empresas atentas à saúde mental dos seus colaboradores. Nesta empresa de Monchique, foi até notícia a criação de um Departamento de Felicidade!

A este propósito, a McKinsey & Company realça três imperativos do nosso tempo: aproximar pessoas, promover o progresso e reimaginar a normalidade.

Para que isto aconteça, adianta a consultora americana, um líder não pode esconder as suas emoções, já que, como refere Daniel Goleman, um dos grandes investigadores neste âmbito, elas são contagiosas.

E agora? Já acredita que as emoções podem transformar o seu local de trabalho?

 

O que pode fazer já?

Falamos de inteligência emocional. E, no trabalho ou à distância, é esta capacidade que pode ajudar na resolução de conflitos, no desenvolvimento do espírito de equipa e no aumento da produtividade.

Se quer aplicar esta capacidade no seu dia-a-dia e ter um ambiente de trabalho mais produtivo, deixamos algumas dicas essenciais:

  1. Faça uma autoavaliação: identifique os seus pontos fortes e fracos, prestando atenção às emoções que sentiu em momentos mais desafiantes;
  2. Promova o diálogo: numa empresa, há diferentes personalidades, diferentes pontos de vista, diferentes emoções. Por isso, prestar atenção ao que o outro diz é meio caminho para uma equipa mais coesa e unida;
  3. Transforme os erros em oportunidades: se quer obter melhores insights, procure focar-se na solução.

 

Formação para dominar as emoções!

Pôr estas dicas em prática, porém, é que pode ser mais difícil. Felizmente, temos uma boa notícia para si: a Academia GROW tem uma formação em Inteligência Emocional, em regime e-Learning.

E, sim, este é um curso certificado. Por isso, também conta para cumprir a obrigação legal de 40 horas anuais de formação profissional. Lembre-se: a formação é obrigatória, sendo um dever das empresas e um direito dos colaboradores.

Conte connosco e faça das emoções a chave do seu sucesso!

PNL: Vamos sair da zona de conforto?

PNL: Vamos sair da zona de conforto?

Três letras bastam para mudar a forma como olhamos o mundo. Três letras para melhorar resultados, capacidade de comunicação e qualidade de vida. Três letras para dominar a arte de preparar o futuro. Falamos da Programação Neurolinguística (PNL), um instrumento de transformação e desenvolvimento pessoal que ajuda a pensar e a definir soluções de modo prático e eficaz.

Mas será útil só a pessoas em idade ativa? Não, de todo! Em qualquer etapa da vida, a PNL garante competências para o sucesso e bem-estar. É mais do que uma ferramenta teórica. E mais do que um processo de Coaching. Ao atuar sobre a mente e a linguagem, esta metodologia leva o indivíduo a conhecer-se e a relacionar-se melhor consigo mesmo e com os outros. Quer saber como funciona?

 

Sair da zona de conforto? Com a PNL, sim!

Imagine um grupo de pessoas numa caverna. Nunca saíram daí. Nunca viram a luz do sol. Tudo o que conseguem ver são imagens projetadas na parede, sombras defeituosas de um mundo exterior que lhes parece disforme e assustador.

Esta é a nossa condição. Mas há formas de sairmos dessa caverna, ver o mundo como realmente é e superarmo-nos. Há formas de sairmos da nossa zona de conforto.

Criada nos anos 70, por Richard Bandler e John Grinder, a PNL concede-lhe estratégias para:

  • Focar-se nos resultados, com escolhas claras e tomando responsabilidade por cada ato;
  • Superar as limitações impostas por estados emocionais negativos;
  • Trabalhar a comunicação verbal e não-verbal;
  • Afastar-se das reações que acontecem sem pensar nas consequências e centrar-se nos comportamentos geradores de resultados.

 

Vamos chegar mais longe!

Alguma vez sentiu que os outros não percebem o que quer dizer? Tem uma relação familiar ou profissional que está a deteriorar-se? Ambiciona dar um salto decisivo na carreira? Não obstante o motivo, a PNL pode ser a sua metodologia de sucesso ou, se quiser, o seu novo software.

É por essa razão que a Academia GROW se aliou à Chunking Up, empresa com mais de uma década de dedicação ao desenvolvimento pessoal. Numa parceria feita a pensar em si, preparámos um curso de PNL Basic, com 12 horas de duração e em Live Training (online). Agora, já não tem desculpas para se bloquear perante um novo desafio!

Fale connosco para superar obstáculos e atingir resultados!

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Empresas

Stress e conflito no trabalho? Não tem de ser assim!

Stress e conflito no trabalho? Não tem de ser assim!

Entre uma remuneração de sonho num trabalho que não suporta ou um excelente ambiente de trabalho que, apesar da baixa remuneração, é produtivo e inspirador, o que valoriza mais? Provavelmente, o ideal está algures no meio-termo. Mas como atingi-lo sem gerar conflitos?

E o que dizer da sobrecarga de trabalho ou das mudanças abruptas que a pandemia impôs, como a alteração ao modelo de negócio das empresas, a reorganização das equipas, a gestão do trabalho à distância, a ausência de contato físico ou, inclusive, tudo aquilo que tem por fazer em casa?

Se estes desafios lhe causam ansiedade, saiba, antes de mais, que é impossível evitá-los. Sim, leu bem: não há como evitar situações de stress. Mas pode, isso sim, melhorar a forma como lida com elas. Quer saber como?

 

Identificar uma situação de stress

Há sinais físicos e psicológicos que ajudam a reconhecer um momento de crise, tais como: dor de cabeça, dificuldades cardiorrespiratórias, tensão muscular, alterações no sono, falta de concentração, deterioração das relações interpessoais, entre outros.

Não obstante, tudo começa aqui: conheça as suas próprias reações. Assim, quanto melhor compreender as suas manifestações de stress, melhores serão as suas armas.

 

Gestão de stress = produtividade

Nada substitui o acompanhamento personalizado e profissional, mas a verdade é que o stress, muitas vezes, não é o problema. Afinal, é uma resposta natural do ser humano.

Num mercado de trabalho tão competitivo e centrado na maximização de resultados, situações de ansiedade ou conflito podem surgir frequentemente. Se for o seu caso, procure seguir algumas destas dicas:

  • Flexibilizar horários e tarefas, partilhando responsabilidades;
  • Fazer pausas, tirando partido do descanso que ajuda a “recarregar baterias”;
  • Procurar formas de expressão criativa ou atividade física;
  • Desenvolver interações positivas com amigos ou familiares;
  • Definir rotinas para potenciar a produtividade, com a consciência de que mais horas de trabalho nem sempre se traduzem em mais resultados;
  • Equilibrar a atividade profissional com a pessoal, sem receio de admitir que precisa de ajuda;
  • Investir no desenvolvimento pessoal, como formação e coaching.

Como reparou, qualquer uma destas sugestões privilegia a sua capacidade de gestão emocional para lidar com o stress. Assim, quando chegar a hora em que tiver de enfrentar o inesperado, esta soft-skill irá garantir-lhe ferramentas de estabilidade e produtividade.

 

Vamos gerir melhor o stress?

Porque a saúde mental afeta tanto os colaboradores como os resultados das empresas, a Academia GROW tem disponível para si o curso de Gestão de Stress e Conflitos. Esta é uma formação certificada, centrada em estratégias de prevenção de conflitualidade e no seu desenvolvimento pessoal

Investir na sua produtividade é investir no seu bem-estar! Por isso, conte connosco!

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Cansado da rotatividade? 5 dicas para reter talentos na sua empresa

Cansado da rotatividade? 5 dicas para reter talentos na sua empresa

Mesmo que ainda não tenha passado por esta situação, provavelmente já se deparou com notícias a este respeito: escassez de trabalhadores qualificados. Da construção civil à indústria, várias empresas enfrentam um problema histórico de contratação.

Mas, afinal, o que se passa? Por um lado, a pandemia acelerou a transformação digital das empresas, agravando a escassez de talento. Por outro, o mercado internacional oferece melhores condições. E acresce ainda esta dificuldade: a atual geração, mais qualificada e preparada, valoriza o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal.

Não basta, pois, atrair talento. Mesmo com um currículo irrepreensível, é preciso convencer e cativar estes colaboradores. Afinal, um match perfeito implica mais do que dinheiro!

 

Vamos pôr em prática estas dicas!

1) O funcionário é o meu primeiro cliente

Se a empresa escolhe o candidato, também o candidato escolhe a empresa. Num espaço aberto ao diálogo, cada profissional sente que a sua opinião é valorizada e as necessidades têm resposta.

Falamos de employee engagement, ou seja, colaboradores que acreditam na empresa, fiéis aos seus valores e empenhados nos resultados. Mas como promover esta cultura no dia-a-dia?

 

2) A comunicar é que a gente se entende

Numa equipa coesa há espaço para se apoiar e ser apoiado. Tanto no chão-de-fábrica como no escritório, encontramos profissionais cuja experiência acelera a tomada de decisões e, ao mesmo tempo, colaboradores menos experientes cuja vontade de aprender traz dinamismo e inovação.

 

3) Perguntar + Escutar = Solução

Se a comunicação é importante para unir uma equipa, é-o também aquando da separação. Quando alguém deixar a sua empresa, procure saber as razões. Pode não mudar a decisão, mas de certo servirá para evitar mais saídas.

 

4) Que líder quero ser?

Das mudanças que a pandemia impôs às necessidades de uma empresa 4.0, nunca a capacidade de liderança se revelou tão vital como hoje. Sabe o que é um bom líder?

  • Alguém que comunica de forma humanizada, mobilizando a equipa;
  • Com disponibilidade para ouvir (inclusive os pontos de vista alternativos);
  • Que inspira os outros a serem um reflexo do seu esforço.

Uma liderança empenhada é aquela que potencia resultados. Quer liderar melhor?

 

5) Formar para especializar

Nos próximos anos, alguns postos de trabalho tenderão a desaparecer. Outros terão de se adaptar. Pode parecer uma perspetiva assustadora, mas a nossa zona de conforto é tão menor quanto mais pequena for a disponibilidade para nos adaptarmos também.

 

Um estudo recente do Grupo Zurich e da Universidade de Oxford revela que 72% dos portugueses querem aprender novas skills – um valor acima da média europeia. É o seu caso?

Se pretende colocar alguma destas dicas em prática, fale connosco para mais informações!

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